Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1989915 Português

Instrução: Leia atentamente a crônica a seguir e responda à questão.


Juventude além dos anos

Fui à exposição dos czares russos, recentemente encerrada. Em plena quinta-feira à tarde, notei dois grupos distintos: adolescentes e idosos. Ambos animadíssimos. Uma senhora à minha frente comentou, diante de uma vestimenta de veludo, toda bordada:

- Já tive um vestido parecido!

Observei-a. Deve ter ficado parecida com um tapete! Outras se encantavam com bules, saleiros, ícones. Puxei conversa:

- Está gostando? - perguntei a uma delas.

- Ah, sempre é bom conhecer coisas novas!

Surpreendi-me. Fui criado com a ideia de que as pessoas se aposentam e se lamentam por tudo que não fizeram. Diante de mim estava uma senhora cheia de vida, disposta a aprender, apesar dos cabelos grisalhos. Lembrei-me da mãe de um amigo que, ao ficar viúva, mudou completamente. Deu todos os móveis. E também os porta-retratos, medalhas, jogos de louça, faqueiros, copos. Até presentes que guardava da época do casamento! Alugou seu apartamento de classe média. Foi para um bem menor, mais fácil de cuidar. Com a renda, passou a viajar em excursões. Encontrei-a há poucos dias. Rejuvenescida. Cabelinhos curtos, roupas práticas e alegres.

- Agora que meus filhos estão criados, quero aproveitar!

Resultado: seus netos a adoram!

(CARRASCO, Walcyr. Veja SP, 6 jul. 2005.)

A respeito do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O narrador viu-se surpreendido por encontrar tanto jovens quanto idosos muito animados na exposição.
( ) A visita do narrador à exposição certificou-o de que somente os jovens frequentam esse tipo de evento.
( ) O narrador desmistifica uma ideia preconcebida sobre pessoas idosas.
( ) Narrar a ida à exposição proporcionou ao narrador contestar a ideia de que pessoas aposentadas nada mais querem da vida.
Assinale a sequência correta.
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Q1989912 Português

Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Pela janela

   Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.

  Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.

   Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]

(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)

A respeito do gênero crônica de que esse texto é exemplo, assinale a afirmativa correta.
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Q1989886 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.


TEXTO III


Com frequência, termos como “morador de rua”, “pessoa de rua” e até mesmo “mendigo” são utilizados para se referir aos indivíduos que se encontram nesse contexto social. Entretanto, esses rótulos sustentam ideias de fracasso moral e individual, desconsideram as especificidades dessa população e ignoram a possibilidade de mudança e saída dessa situação, impingindo às pessoas uma visão determinista e inalterável.

Dessa forma, tanto os movimentos sociais quanto as políticas públicas utilizam o termo população em situação de rua (conhecida também pela sigla PopRua).

Esse é um grupo heterogêneo, caracterizado por pobreza extrema, fragilidade dos vínculos familiares e ausência de moradia convencional. Consequentemente, essas pessoas utilizam os espaços públicos ou as unidades de acolhimento como locais de pernoite e convivência.

Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br. Acesso em: 11 jun. 2022.

De acordo com o texto, a substituição de “moradores de rua” por “população de rua” constitui
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Q1989885 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.


TEXTO III


Com frequência, termos como “morador de rua”, “pessoa de rua” e até mesmo “mendigo” são utilizados para se referir aos indivíduos que se encontram nesse contexto social. Entretanto, esses rótulos sustentam ideias de fracasso moral e individual, desconsideram as especificidades dessa população e ignoram a possibilidade de mudança e saída dessa situação, impingindo às pessoas uma visão determinista e inalterável.

Dessa forma, tanto os movimentos sociais quanto as políticas públicas utilizam o termo população em situação de rua (conhecida também pela sigla PopRua).

Esse é um grupo heterogêneo, caracterizado por pobreza extrema, fragilidade dos vínculos familiares e ausência de moradia convencional. Consequentemente, essas pessoas utilizam os espaços públicos ou as unidades de acolhimento como locais de pernoite e convivência.

Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br. Acesso em: 11 jun. 2022.

Releia o trecho a seguir.
Com frequência, termos como “morador de rua”, “pessoa de rua” e até mesmo “mendigo” são utilizados para se referir aos indivíduos que se encontram nesse contexto social. Entretanto, esses rótulos sustentam ideias de fracasso moral e individual, desconsideram as especificidades dessa população e ignoram a possibilidade de mudança e saída dessa situação, impingindo às pessoas uma visão determinista e inalterável.
Assinale a alternativa que apresenta uma nova redação para esse trecho, evitando a repetição das palavras destacadas e preservando o seu sentido original.
Alternativas
Q1989883 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.


TEXTO II




Disponível em: https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/. Acesso em: 12 jun. 2022.

O eufemismo é um recurso de linguagem que consiste em suavizar o conteúdo da fala, por meio do uso de palavras que soem mais agradáveis ao interlocutor.
O eufemismo contido na fala do personagem da charge tem como pretensão
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Q1989879 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Modos de dizer

Uma vez um rei sonhou que todos os seus dentes lhe foram caindo da boca, um após outro, até não ficar nenhum. Era no tempo em que havia magos e adivinhos. O rei mandou chamar um deles, referiu-lhe o sonho e pediu-lhe que o decifrasse. O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse:

– Saiba Vossa Majestade que a significação do seu sonho é a seguinte: está para lhe suceder uma grande infelicidade. Todos os seus parentes, a rainha, os seus filhos, netos, irmãos, todos vão morrer sem ficar um só ante os olhos de Vossa Majestade.

O rei entrou em cólera, ficou muito irritado e, chamando os guardas do palácio, mandou decepar a cabeça do adivinho que lhe profetizara coisas tão tristes.

Estava o rei muito acabrunhado com o vaticínio, quando se aproximou um cortesão e lhe aconselhou que consultasse outro adivinho, porque a interpretação do primeiro podia estar errada e não devia Sua Majestade se afligir em vão.

O rei adotou o conselho, mandou chamar outro mago e lhe narrou o mesmo sonho, pedindo que o decifrasse.

O adivinho levou a mão à testa, pensou, pensou, consultou a sua ciência e disse:

– Saiba Vossa Majestade que o seu sonho significa o seguinte: Vossa Majestade terá muitos anos de vida. Nenhum dos seus parentes lhe sobreviverá. Nem mesmo o mais moço e mais forte deles terá o desgosto de chorar a perda de Vossa Majestade.

O rei, muito satisfeito, mandou encher o adivinho de presentes, deu-lhe muitas moedas de ouro, muitos diamantes, roupas de seda bordadas e um palácio para morar, nomeando-o adivinho oficial do reino. [...]

BACHELET, Mário. Antologia Portuguesa. São Paulo: FTD, 1965. 

A respeito das duas profecias relatadas no conto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989285 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


Ao afirmar “Não estou dizendo que os padres são feios ou bonitinhos” (linhas 46 e 47), o autor busca atenuar a gravidade da acusação que apresenta. 

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989284 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


O emprego sucessivo dos termos “imaginárias” (linhas 41 e 42) e “imaginários” (linha 42) tem o papel de reforçar a ideia de fraude na conduta dos missionários salesianos. 

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989283 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


No terceiro parágrafo, o autor dirige-se ao leitor do texto. 

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989282 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


De acordo com o texto, a missão salesiana de Mato Grosso obteve, indevidamente, auxílio do governo federal no ano de 1932 com base na apresentação de documentação falsa.

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989281 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


Depreende-se do telegrama do inspetor regional do Estado, transcrito no quarto parágrafo, que o motivo para que as faturas fossem consideradas falsas era a existência de erro material no registro das firmas. 

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989280 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


No texto, o autor acusa padres salesianos e funcionários de um Ministério de terem falsificado documentos públicos.

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-MG Prova: Quadrix - 2022 - CRC-MG - Fiscal |
Q1989279 Português

Com relação aos sentidos do texto apresentado e à sua construção, julgue o item.


No primeiro período do texto, o autor prenuncia a estratégia que ele utiliza, ao longo do texto, para apresentar a denúncia que faz.

Alternativas
Q1989234 Português
Língua Portuguesa: uma herança maldita?

    Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia como novidade a noção de variante linguística, que, por si só, tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maior prestígio social – entre outras também válidas. 
    Nessa variante, rechaçada pelas classes letradas, a estrutura sintática é mais sintética que a da norma-padrão: o pronome “nós” já assinala o sujeito, que não precisaria ser repetido na desinência verbal “-mos” de “pegamos”, e o artigo “os” já assinala o plural, que não precisaria ser repetido na desinência de plural “-s” “de peixes”. Em suma: “Nós pegamos os peixes” e “Nós pega os peixe” têm o mesmo grau de eficiência comunicativa, sendo variantes de estrato social (chamadas “variantes diastráticas”).
    Se, de um ponto de vista essencialmente gramatical, as duas construções são válidas, a sociedade se vê obrigada a aceitar que o ensino da norma-padrão é elitista, pois valoriza o registro da classe dominante. A discussão desloca-se, portanto, do terreno da gramática para o da sociologia. 
    Sendo a norma-padrão a norma dos estratos mais altos e mais bem escolarizados da sociedade, claro está que essas pessoas são os seus defensores naturais (ou assim se presume). Os estratos menos escolarizados, usuários de variantes de menor prestígio, por sua vez, dificilmente se engajam nesse debate, que é, afinal, acadêmico. A classe média, no entanto, é o estrato que parece mais preocupado com a questão do preconceito linguístico, decorrente dessa diferença de prestígio entre as variantes.
    Que fazer, então, para eliminar o odioso preconceito linguístico? Foram (e têm sido) muitos os textos e livros publicados sob essa rubrica, mas, na prática, o que se via era uma atitude condescendente em relação às variantes de baixo prestígio e a continuação da adoção da norma-padrão como cânone nas escolas. O professor passou a levar a questão das variantes para a sala de aula, mas continuava a ensinar a norma-padrão, que é, afinal, a variante mais cultivada pelos escritores da tradição e, em razão de seus recursos, aparentemente mais apropriada para a escrita de textos filosóficos, científicos e jurídicos, entre outros.
    Hoje, esse debate ganhou novos contornos. A norma-padrão passou do status de variante elitista, que deveria ser apreendida durante a vida escolar, ao de língua do colonizador, tida agora como um repositório ideológico eurocêntrico, que se impôs no Brasil mediante o apagamento de diferentes matrizes culturais. Estamos diante de um problema bem mais complexo. 
   Conquanto se fale muito no apagamento de importantes matrizes culturais, especialmente as dos povos indígenas e as dos africanos, suas marcas estão presentes no português do Brasil. A olho nu, estão no léxico comum e na toponímia (nomes de lugares, cidades, acidentes geográficos, rios etc.) e, mais que isso, pesquisadores têm buscado mostrar que o ritmo de nossa fala e diversas características fonéticas do nosso português deitam raízes na influência africana em solo brasileiro.
    A língua tem o poder de absorver e refletir os jogos de forças que se travam na sociedade. Mais importante do que cascavilhar o dicionário em busca de expressões de conotação negativa “que devem ser evitadas” é empreender a luta concreta em defesa dos direitos de todos os segmentos oprimidos, porque a língua, necessariamente, vai refletir as conquistas reais e concretas de todos.
    Mesmo essa adesão, porém, ainda que bastante presente no ambiente universitário, é pouca coisa diante da discussão sobre “decolonização”, a qual, no plano da língua, se corporifica, mais uma vez, na ojeriza à norma-padrão. A crítica, agora, parece subir de tom. Seu alvo não são mais as nossas “elites letradas” (as que aplicam as regras de concordância), mas a nossa herança cultural eurocêntrica. Que fazer? Abolir a norma-padrão? Queimar as gramáticas da língua portuguesa em praça pública?
     Parece mais sensato deixar que a norma-padrão, que é uma norma de referência para a produção de textos escritos formais, vá sendo naturalmente alargada ou modificada, como, de resto, tem ocorrido na história. A ideia de que a diversidade deve substituir a unidade, pois esta seria falsa e opressiva enquanto aquela seria real, leva-nos a imaginar, no futuro, um Estado das dimensões do Brasil como um território linguisticamente fragmentado. Essa questão, como se pode intuir, é política. Aguardemos


(NICOLETI, Thaís. Língua portuguesa: uma herança maldita? Folha de 
São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/
thais-nicoleti/2022/08/lingua-portuguesa-uma-heranca-maldita.shtml. 
Acesso em: 29/08/2022. Adaptado.)
O texto tematiza uma discussão recorrente e atual, nos espaços acadêmicos, relacionada principalmente
Alternativas
Q1988635 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Depreende-se do último parágrafo que as mulheres se revelarão tão céticas quanto os homens se não forem desestimuladas a serem céticas. 

Alternativas
Q1988634 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


A luta das mulheres para se igualarem aos homens no campo científico é qualificada, no último parágrafo, como um trabalho duro, competitivo e difícil.  

Alternativas
Q1988633 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O trecho “Quer ser astrônoma, jovem? Sinto muito. Por que não pode sê-lo? Porque não está à altura. Como sabemos que não está à altura? Porque as mulheres nunca foram astrônomas.”, no terceiro parágrafo, reproduz um diálogo entre o autor do texto e uma mulher. 

Alternativas
Q1988632 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Os diferentes tipos de estereótipo mencionados no primeiro parágrafo são todos exemplificados, em algum grau, ao longo do texto, embora o autor discorra de forma mais detalhada sobre estereótipos ligados a gênero.  

Alternativas
Q1988631 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O seguinte trecho do segundo parágrafo do texto apresenta exemplos de estereótipos: “Por temperamento, o trabalho não lhes convinha, era muito difícil, elas são muito emotivas para serem objetivas”.

Alternativas
Q1988629 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Depreende-se do texto que, para o autor, as mulheres são tão capazes quanto os homens de fazer ciência, apesar de já terem sido historicamente consideradas inaptas para essa tarefa. 

Alternativas
Respostas
21221: D
21222: C
21223: B
21224: A
21225: D
21226: A
21227: E
21228: C
21229: C
21230: E
21231: E
21232: E
21233: E
21234: B
21235: C
21236: E
21237: E
21238: E
21239: C
21240: C