Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2025665 Português

Texto 02


texto_7.png (706×206) 

 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 4 maio 2022.

Texto 01


Nem toda zona de conforto é ruim


    Um dia, não sei quando nem sei quem, alguém inventou em algum lugar que, para conseguir qualquer coisa na vida, é preciso “sair da zona de conforto”. A frase ganhou o mundo e se tornou um símbolo do anticonformismo, do esforço desmedido, da superação pessoal e profissional e até do empreendedorismo. Segundo sua lógica peculiar, só entra no reino dos céus quem sai da zona de conforto.       Como todo símbolo, esse clichê também caiu na armadilha de encerrar uma verdade. E verdades encerradas não se abrem para a saúde exuberante das dúvidas. Não são afeitas à liberdade infantil do pensamento. De tão óbvia, uma verdade absoluta não admite questionamentos.     É claro que toda conquista requer algum tipo de esforço, que todo sucesso é resultado do empenho de cada um, de sua capacidade de vencer dificuldades. Ninguém contesta que o movimento gera força e, com força, a gente cresce. Inegável que ficar parado, esperando cair do céu o que se deseja, nunca vai dar em nada. Daí a condenar o conforto como algo de que se deve fugir, classificá-lo como uma zona fantasma onde se arrasta uma comunidade de preguiçososB Isso sempre me pareceu um pouquinho demais. Porque o significado de conforto não pode ser reduzido àquele que vem do latim, da palavra cumfortare, vinda por sua vez de cum-fortis, de alívio da dor. [...]      Essa tal zona de conforto, pegajosa e limitante, talvez traduza o que seja a suposta segurança da casa dos pais, de onde uma hora os filhos devem sair para construírem suas próprias vidas, suas histórias, suas carreiras, suas famílias. É o tal emprego que já não oferece mais nada além de mera subsistência e, por isso, gera angústia e infelicidade. É o relacionamento amoroso que de amor já não tem mais nada. [...] O que se convencionou chamar de “zona de conforto” é todo canto físico e mental dos quais alguém não consegue sair por conveniência, por inércia, por falta de ambição, por medo ou por tudo isso junto. Isso é estar parado. Acontece que nem todo conforto paralisa. Compreendo o propósito de quem continua apregoando que é preciso sair da zona de conforto. Mas acho que passou da hora de virar esse disco. A tão temida zona de conforto não é um lugar de onde se deve sair. É o lugar para onde todos devemos voltar! [...] 
     Será que essa obrigação desmedida de escapar de um lugar que nem todo mundo sabe o que é, a qual é repetida sem filtro nem reflexão nas escolas, nas empresas, nas famílias, não formou uma geração inteira de pessoas desconfortáveis com o que fazem, com o que têm, com o que são? Será que, em meio a tantas palestras, livros, filmes e cursos sobre sair da zona de conforto, não sobram três minutinhos para pensarmos com honestidade sobre o que queremos das nossas próprias vidas antes que alguém repita que é preciso sair da zona de conforto? E será possível que toda pessoa boa desejando um cadinho de conforto nesse mundo, um pouquinho de aconchego e descanso, um mínimo percentual de tranquilidade em meio à rotina de trabalho intenso a que todos estamos sujeitos, seja gratuitamente eleita como simplesmente acomodada? [...]        Honestamente, eu acho que pessoas motivadas a trabalhar duro para merecerem seu espaço no mundo, e que esse espaço seja bonito, aconchegante e espaçoso para todos os seus sonhos, são verdadeiras fábricas de felicidade e realização. Não sei você, mas eu quero mesmo é voltar à minha zona de conforto. Eu mereço e trabalho muito para me sentir confortável com minhas escolhas, com minha família, com meu jeito de estar no mundo, com todos os desafios que a vida me apresenta todos os dias. E com todo o trabalho intenso que tudo isso representa.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/. Acesso em: 11 jun. 2022. Adaptado. 




Sobre o texto 02, é CORRETO afirmar que
I. apresenta pontos de contato com a temática desenvolvida no texto 01. II. pertence ao mesmo gênero textual em que foi desenvolvido o texto 01. III. faz uso também da linguagem não verbal, diferentemente do texto 01. IV. tem como principal objetivo, informar, conforme se verifica no texto 01. V. usa reiteradamente a linguagem figurada como se observa no texto 01.
Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q2025664 Português

Texto 02


texto_7.png (706×206) 

 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 4 maio 2022.

A partir do texto 02, infere-se que
I. a sociedade exige que as pessoas sejam incessantemente ativas e produtivas. II. algumas pessoas se preocupam com o julgamento da sociedade a seu respeito. III. a mentira, às vezes, torna-se uma maneira de driblar o julgamento da sociedade. IV. as pessoas não podem se dar o direito de um dia estarem indispostas ao trabalho. V. as imposições da sociedade impedem que as pessoas ajam conforme gostariam.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2025660 Português

Texto 01


Nem toda zona de conforto é ruim


    Um dia, não sei quando nem sei quem, alguém inventou em algum lugar que, para conseguir qualquer coisa na vida, é preciso “sair da zona de conforto”. A frase ganhou o mundo e se tornou um símbolo do anticonformismo, do esforço desmedido, da superação pessoal e profissional e até do empreendedorismo. Segundo sua lógica peculiar, só entra no reino dos céus quem sai da zona de conforto. 
     Como todo símbolo, esse clichê também caiu na armadilha de encerrar uma verdade. E verdades encerradas não se abrem para a saúde exuberante das dúvidas. Não são afeitas à liberdade infantil do pensamento. De tão óbvia, uma verdade absoluta não admite questionamentos.
    É claro que toda conquista requer algum tipo de esforço, que todo sucesso é resultado do empenho de cada um, de sua capacidade de vencer dificuldades. Ninguém contesta que o movimento gera força e, com força, a gente cresce. Inegável que ficar parado, esperando cair do céu o que se deseja, nunca vai dar em nada. Daí a condenar o conforto como algo de que se deve fugir, classificá-lo como uma zona fantasma onde se arrasta uma comunidade de preguiçososB Isso sempre me pareceu um pouquinho demais. Porque o significado de conforto não pode ser reduzido àquele que vem do latim, da palavra cumfortare, vinda por sua vez de cum-fortis, de alívio da dor. [...]
     Essa tal zona de conforto, pegajosa e limitante, talvez traduza o que seja a suposta segurança da casa dos pais, de onde uma hora os filhos devem sair para construírem suas próprias vidas, suas histórias, suas carreiras, suas famílias. É o tal emprego que já não oferece mais nada além de mera subsistência e, por isso, gera angústia e infelicidade. É o relacionamento amoroso que de amor já não tem mais nada. [...] O que se convencionou chamar de “zona de conforto” é todo canto físico e mental dos quais alguém não consegue sair por conveniência, por inércia, por falta de ambição, por medo ou por tudo isso junto. Isso é estar parado. Acontece que nem todo conforto paralisa. Compreendo o propósito de quem continua apregoando que é preciso sair da zona de conforto. Mas acho que passou da hora de virar esse disco. A tão temida zona de conforto não é um lugar de onde se deve sair. É o lugar para onde todos devemos voltar! [...] 
     Será que essa obrigação desmedida de escapar de um lugar que nem todo mundo sabe o que é, a qual é repetida sem filtro nem reflexão nas escolas, nas empresas, nas famílias, não formou uma geração inteira de pessoas desconfortáveis com o que fazem, com o que têm, com o que são? Será que, em meio a tantas palestras, livros, filmes e cursos sobre sair da zona de conforto, não sobram três minutinhos para pensarmos com honestidade sobre o que queremos das nossas próprias vidas antes que alguém repita que é preciso sair da zona de conforto? E será possível que toda pessoa boa desejando um cadinho de conforto nesse mundo, um pouquinho de aconchego e descanso, um mínimo percentual de tranquilidade em meio à rotina de trabalho intenso a que todos estamos sujeitos, seja gratuitamente eleita como simplesmente acomodada? [...]  
     Honestamente, eu acho que pessoas motivadas a trabalhar duro para merecerem seu espaço no mundo, e que esse espaço seja bonito, aconchegante e espaçoso para todos os seus sonhos, são verdadeiras fábricas de felicidade e realização. Não sei você, mas eu quero mesmo é voltar à minha zona de conforto. Eu mereço e trabalho muito para me sentir confortável com minhas escolhas, com minha família, com meu jeito de estar no mundo, com todos os desafios que a vida me apresenta todos os dias. E com todo o trabalho intenso que tudo isso representa.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/. Acesso em: 11 jun. 2022. Adaptado. 
A autora cita alguns exemplos de pessoas e situações que, de fato, representam a necessidade de saída da zona de conforto. A alternativa que está incoerente com esses exemplos apresentados é 
Alternativas
Q2025659 Português

Texto 01


Nem toda zona de conforto é ruim


    Um dia, não sei quando nem sei quem, alguém inventou em algum lugar que, para conseguir qualquer coisa na vida, é preciso “sair da zona de conforto”. A frase ganhou o mundo e se tornou um símbolo do anticonformismo, do esforço desmedido, da superação pessoal e profissional e até do empreendedorismo. Segundo sua lógica peculiar, só entra no reino dos céus quem sai da zona de conforto. 
     Como todo símbolo, esse clichê também caiu na armadilha de encerrar uma verdade. E verdades encerradas não se abrem para a saúde exuberante das dúvidas. Não são afeitas à liberdade infantil do pensamento. De tão óbvia, uma verdade absoluta não admite questionamentos.
    É claro que toda conquista requer algum tipo de esforço, que todo sucesso é resultado do empenho de cada um, de sua capacidade de vencer dificuldades. Ninguém contesta que o movimento gera força e, com força, a gente cresce. Inegável que ficar parado, esperando cair do céu o que se deseja, nunca vai dar em nada. Daí a condenar o conforto como algo de que se deve fugir, classificá-lo como uma zona fantasma onde se arrasta uma comunidade de preguiçososB Isso sempre me pareceu um pouquinho demais. Porque o significado de conforto não pode ser reduzido àquele que vem do latim, da palavra cumfortare, vinda por sua vez de cum-fortis, de alívio da dor. [...]
     Essa tal zona de conforto, pegajosa e limitante, talvez traduza o que seja a suposta segurança da casa dos pais, de onde uma hora os filhos devem sair para construírem suas próprias vidas, suas histórias, suas carreiras, suas famílias. É o tal emprego que já não oferece mais nada além de mera subsistência e, por isso, gera angústia e infelicidade. É o relacionamento amoroso que de amor já não tem mais nada. [...] O que se convencionou chamar de “zona de conforto” é todo canto físico e mental dos quais alguém não consegue sair por conveniência, por inércia, por falta de ambição, por medo ou por tudo isso junto. Isso é estar parado. Acontece que nem todo conforto paralisa. Compreendo o propósito de quem continua apregoando que é preciso sair da zona de conforto. Mas acho que passou da hora de virar esse disco. A tão temida zona de conforto não é um lugar de onde se deve sair. É o lugar para onde todos devemos voltar! [...] 
     Será que essa obrigação desmedida de escapar de um lugar que nem todo mundo sabe o que é, a qual é repetida sem filtro nem reflexão nas escolas, nas empresas, nas famílias, não formou uma geração inteira de pessoas desconfortáveis com o que fazem, com o que têm, com o que são? Será que, em meio a tantas palestras, livros, filmes e cursos sobre sair da zona de conforto, não sobram três minutinhos para pensarmos com honestidade sobre o que queremos das nossas próprias vidas antes que alguém repita que é preciso sair da zona de conforto? E será possível que toda pessoa boa desejando um cadinho de conforto nesse mundo, um pouquinho de aconchego e descanso, um mínimo percentual de tranquilidade em meio à rotina de trabalho intenso a que todos estamos sujeitos, seja gratuitamente eleita como simplesmente acomodada? [...]  
     Honestamente, eu acho que pessoas motivadas a trabalhar duro para merecerem seu espaço no mundo, e que esse espaço seja bonito, aconchegante e espaçoso para todos os seus sonhos, são verdadeiras fábricas de felicidade e realização. Não sei você, mas eu quero mesmo é voltar à minha zona de conforto. Eu mereço e trabalho muito para me sentir confortável com minhas escolhas, com minha família, com meu jeito de estar no mundo, com todos os desafios que a vida me apresenta todos os dias. E com todo o trabalho intenso que tudo isso representa.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/. Acesso em: 11 jun. 2022. Adaptado. 
A autora afirma que a expressão “sair da zona de conforto” é um “clichê”, porque se trata de 
Alternativas
Q2025658 Português

Texto 01


Nem toda zona de conforto é ruim


    Um dia, não sei quando nem sei quem, alguém inventou em algum lugar que, para conseguir qualquer coisa na vida, é preciso “sair da zona de conforto”. A frase ganhou o mundo e se tornou um símbolo do anticonformismo, do esforço desmedido, da superação pessoal e profissional e até do empreendedorismo. Segundo sua lógica peculiar, só entra no reino dos céus quem sai da zona de conforto. 
     Como todo símbolo, esse clichê também caiu na armadilha de encerrar uma verdade. E verdades encerradas não se abrem para a saúde exuberante das dúvidas. Não são afeitas à liberdade infantil do pensamento. De tão óbvia, uma verdade absoluta não admite questionamentos.
    É claro que toda conquista requer algum tipo de esforço, que todo sucesso é resultado do empenho de cada um, de sua capacidade de vencer dificuldades. Ninguém contesta que o movimento gera força e, com força, a gente cresce. Inegável que ficar parado, esperando cair do céu o que se deseja, nunca vai dar em nada. Daí a condenar o conforto como algo de que se deve fugir, classificá-lo como uma zona fantasma onde se arrasta uma comunidade de preguiçososB Isso sempre me pareceu um pouquinho demais. Porque o significado de conforto não pode ser reduzido àquele que vem do latim, da palavra cumfortare, vinda por sua vez de cum-fortis, de alívio da dor. [...]
     Essa tal zona de conforto, pegajosa e limitante, talvez traduza o que seja a suposta segurança da casa dos pais, de onde uma hora os filhos devem sair para construírem suas próprias vidas, suas histórias, suas carreiras, suas famílias. É o tal emprego que já não oferece mais nada além de mera subsistência e, por isso, gera angústia e infelicidade. É o relacionamento amoroso que de amor já não tem mais nada. [...] O que se convencionou chamar de “zona de conforto” é todo canto físico e mental dos quais alguém não consegue sair por conveniência, por inércia, por falta de ambição, por medo ou por tudo isso junto. Isso é estar parado. Acontece que nem todo conforto paralisa. Compreendo o propósito de quem continua apregoando que é preciso sair da zona de conforto. Mas acho que passou da hora de virar esse disco. A tão temida zona de conforto não é um lugar de onde se deve sair. É o lugar para onde todos devemos voltar! [...] 
     Será que essa obrigação desmedida de escapar de um lugar que nem todo mundo sabe o que é, a qual é repetida sem filtro nem reflexão nas escolas, nas empresas, nas famílias, não formou uma geração inteira de pessoas desconfortáveis com o que fazem, com o que têm, com o que são? Será que, em meio a tantas palestras, livros, filmes e cursos sobre sair da zona de conforto, não sobram três minutinhos para pensarmos com honestidade sobre o que queremos das nossas próprias vidas antes que alguém repita que é preciso sair da zona de conforto? E será possível que toda pessoa boa desejando um cadinho de conforto nesse mundo, um pouquinho de aconchego e descanso, um mínimo percentual de tranquilidade em meio à rotina de trabalho intenso a que todos estamos sujeitos, seja gratuitamente eleita como simplesmente acomodada? [...]  
     Honestamente, eu acho que pessoas motivadas a trabalhar duro para merecerem seu espaço no mundo, e que esse espaço seja bonito, aconchegante e espaçoso para todos os seus sonhos, são verdadeiras fábricas de felicidade e realização. Não sei você, mas eu quero mesmo é voltar à minha zona de conforto. Eu mereço e trabalho muito para me sentir confortável com minhas escolhas, com minha família, com meu jeito de estar no mundo, com todos os desafios que a vida me apresenta todos os dias. E com todo o trabalho intenso que tudo isso representa.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/. Acesso em: 11 jun. 2022. Adaptado. 
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a autora
Alternativas
Q2024527 Português
Reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste terão chuvas intensas, aponta ANS

Apenas a Região Nordeste se manteve em 65% da média

Projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para próxima semana mostram que as chuvas em reservatórios de hidrelétricas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste deverão ser mais intensas do que o previsto. A nova perspectiva é de chuvas equivalentes a 73% da média histórica, ante 67% previstos na semana anterior. A previsão considera os dias 17 a 23 de setembro.

Nos demais subsistemas, as projeções mudaram para 107% da média histórica para o Sul (ante 116%), 76% da média para o Norte (ante a 76%). Apenas a Região Nordeste se manteve em 65% da média.

Os dados de Energia Armazenada indicam que os níveis dos reservatórios das hidrelétricas podem encerrar setembro em patamares superiores a 65% em três subsistemas. No Sul, a projeção é de 87,6%. Para o Norte e o Nordeste, as previsões para o dia 30 do mês são de 78,2% e 66,6%, respectivamente.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste deve atingir 49,4%, na mesma data, previsão levemente superior a divulgada na semana passada, quando as projeções indicaram que a região chegaria a 49,2%.

O Custo Marginal de Operação (CMO) está, pela sétima semana consecutiva, com valores menores e equalizados em todos os subsistemas. A previsão é que o CMO fique em R$ 40,81, valor 7,8% inferior ao registrado anteriormente.

Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2022/09/6487775-reservatorios-do-sudeste-ecentro-oeste-terao-chuvas-intensas-aponta-ans.html. Acesso em 18/09/2022
Em “O subsistema Sudeste/Centro-Oeste deve atingir 49,4%, na mesma data [...]” (4º parágrafo), o verbo destacado expressa a noção de: 
Alternativas
Q2024523 Português
Reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste terão chuvas intensas, aponta ANS

Apenas a Região Nordeste se manteve em 65% da média

Projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para próxima semana mostram que as chuvas em reservatórios de hidrelétricas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste deverão ser mais intensas do que o previsto. A nova perspectiva é de chuvas equivalentes a 73% da média histórica, ante 67% previstos na semana anterior. A previsão considera os dias 17 a 23 de setembro.

Nos demais subsistemas, as projeções mudaram para 107% da média histórica para o Sul (ante 116%), 76% da média para o Norte (ante a 76%). Apenas a Região Nordeste se manteve em 65% da média.

Os dados de Energia Armazenada indicam que os níveis dos reservatórios das hidrelétricas podem encerrar setembro em patamares superiores a 65% em três subsistemas. No Sul, a projeção é de 87,6%. Para o Norte e o Nordeste, as previsões para o dia 30 do mês são de 78,2% e 66,6%, respectivamente.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste deve atingir 49,4%, na mesma data, previsão levemente superior a divulgada na semana passada, quando as projeções indicaram que a região chegaria a 49,2%.

O Custo Marginal de Operação (CMO) está, pela sétima semana consecutiva, com valores menores e equalizados em todos os subsistemas. A previsão é que o CMO fique em R$ 40,81, valor 7,8% inferior ao registrado anteriormente.

Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2022/09/6487775-reservatorios-do-sudeste-ecentro-oeste-terao-chuvas-intensas-aponta-ans.html. Acesso em 18/09/2022
O tema central do texto é a: 
Alternativas
Q2024222 Português
Leia o texto para responder a questão.

        Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
        Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
        Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
        Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
        Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
        De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.

(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
No trecho “Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação” (5º parágrafo), observa-se ideia de 
Alternativas
Q2024219 Português
Leia o texto para responder a questão.

        Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
        Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
        Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
        Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
        Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
        De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.

(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2024213 Português

Leia o texto para responder a questão.


        A vastidão de conteúdos da internet pode encolher ou aumentar de acordo com a língua com que o usuário escolhe navegar. É o que mostra um relatório inédito da desigualdade linguística da internet no mundo: para usar as 39 plataformas analisadas, que incluem Wikipedia, YouTube e Facebook, 90% dos africanos e asiáticos dependem de uma segunda língua.

         Segundo o relatório, mais de três quartos dos internautas navegam em apenas dez idiomas. São 25,9% os que o fazem em inglês e 19,4% os que escolhem alguma língua da família do chinês, como o mandarim. O terceiro grupo do ranking, o de falantes de espanhol, cai mais de dez pontos percentuais, concentrando apenas 7,9% dos internautas. São 3,7% os que usam português na internet, o que coloca o grupo na sexta posição.

        O conteúdo oferecido na internet segue uma lógica parecida – as línguas coloniais europeias são as predominantes. A Wikipedia, espécie de enciclopédia on-line e colaborativa, está disponível em mais de 300 línguas, mas, em apenas 20 delas, a plataforma comporta mais de 1 milhão de artigos. As que sustentam mais de 100 mil são apenas 70.

        “Informações sobre lugares na Europa e na América do Norte são altamente detalhadas, enquanto várias outras regiões do mundo são relativamente sub-representadas, especialmente locais da África, parte da Ásia e outras regiões do Sul Global”, diz trecho do relatório.

        Essa desigualdade pode levar à paradoxal situação de um usuário ter que mudar a língua usada na pesquisa para saber mais sobre o próprio país.

        “Apesar dos esforços para examinar a cobertura do zulu e do xhosa, línguas faladas na África do Sul, e do guarani, no Paraguai, essas línguas praticamente não estão representadas no Google Maps, a despeito de serem faladas por milhões”, conclui o relatório.

        Na contramão do observado no estudo, segundo o relatório, a tecnologia poderia ajudar a preservar idiomas que correm risco de extinção, situação de 40% das 7000 línguas atuais.


(Daniela Arcanjo. Línguas minoritárias enfrentam apagão na internet. www1.folha.uol.com.br, 23.02.2022. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2024211 Português

Leia a tira para responder a questão.




No último quadro, a expressão “Se não fizermos o upgrade” indica uma ação
Alternativas
Q2024161 Português
Leia o texto para responder a questão.

Os distúrbios da ignorância

        O calor sufocante dos últimos dias, seguido de chuva intensa e temporais, é a cicatriz visível do horror das mudanças climáticas. Boa parte da área metropolitana de São Paulo inundou, morros deslizaram e mataram dezenas de pessoas, ruas viraram rios, mas nos limitamos a lamentar ou a nos surpreender, como se o queixume sanasse o mal que cada um de nós ajuda a formar no dia a dia.
        As marcas profundas das mudanças do clima aí estão, agravadas pela miséria das populações suburbanas, mas insistimos em ignorar as causas profundas da brutalidade. Na ciência, há consenso sobre o perigo da crise climática e a devastação que provoca gradativamente na agricultura, ao alterar os períodos de plantio e safra, levando à queda na produção de alimentos. E o fantasma da fome ronda o planeta!
        O aquecimento global, com invernos cada vez menos frios, derruba geleiras no Ártico e na Antártica, elevando o volume dos mares e estreitando nossas praias de veraneio. Em pontos do litoral paulista e em Santa Catarina, a situação já é visível a olho nu, mas optamos pela falsa “solução” de construir aterros.
        Na Amazônia, onde antes chovia todos os dias ao final das tardes, agora já houve seca. No outro canto do mundo, na gélida Sibéria faz calor em pleno inverno.
        Continuamos aferrados a ultrapassadas visões, poluindo nossas cidades com o monóxido de carbono dos automóveis, desinteressados em desenvolver motores elétricos. Dominamos a tecnologia sem interesse em implementá-la, porém.
        As advertências e os alertas não partem só da ciência, mas também do Papa Francisco ao asseverar que é criminoso e obsceno destruir a obra divina da natureza em nome da cobiça de um capitalismo predatório, alucinado por lucro fácil.

(Flávio Tavares, “Os distúrbios da ignorância”. https://opiniao.estadao.com.br/, 04.02.2022. Adaptado)
De acordo com as informações apresentadas, é correto afirmar que as mudanças no clima e os desastres na natureza ocorridos nos últimos tempos são consequência
Alternativas
Q2024160 Português

Leia a tira.

Imagem associada para resolução da questão

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 04.02.2022)


No contexto da conversa entre o sargento e os soldados, a frase “Vai ver o sargento delas ensina melhor.” deve ser entendida como uma

Alternativas
Q2024156 Português
Leia o texto para responder a questão.

O que existe de comum entre os Beatles e Ary Barroso?

            Ary Barroso foi um dos maiores compositores da música popular brasileira. Sempre lembrado pela Aquarela do Brasil, ouvida e executada em escala planetária, e também por Bahia, o nome que o mundo deu à Na Baixa do Sapateiro, Ary deixou como legado um vastíssimo songbook que atravessa o tempo com sua indiscutível qualidade.
            Ary Barroso morreu cedo. Tinha somente 60 anos e estava hospitalizado na fase final da cirrose hepática provocada pelo alcoolismo. Sua morte ocorreu num domingo de carnaval, no momento em que as escolas de samba desfilavam no centro do Rio de Janeiro. A notícia enlutou os foliões.
        Já os Beatles nasceram para o mundo quando conquistaram os Estados Unidos. Antes disso, haviam conquistado o Reino Unido e começavam a fazer sucesso em vários países da Europa.
        Os rapazes estavam em Paris quando receberam a notícia: I Wanna Hold Your Hand estava em primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. Os Beatles foram a Nova York e se apresentaram no programa de Ed Sullivan. Foram vistos, naquela noite, por uma audiência de mais de 70 milhões de pessoas.
        E o que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? Uma data. O domingo nove de fevereiro de 1964. Na noite daquele domingo de carnaval, enquanto morria Ary Barroso, os Beatles nasciam para o mundo.

(Sílvio Osias, “O que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? O colunista revela”. Em: https://jornaldaparaiba.com.br/cultura, 09.02.2022. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, uma frase que pode complementar o terceiro parágrafo do texto é: 
Alternativas
Q2024154 Português
Leia o texto para responder a questão.

O que existe de comum entre os Beatles e Ary Barroso?

            Ary Barroso foi um dos maiores compositores da música popular brasileira. Sempre lembrado pela Aquarela do Brasil, ouvida e executada em escala planetária, e também por Bahia, o nome que o mundo deu à Na Baixa do Sapateiro, Ary deixou como legado um vastíssimo songbook que atravessa o tempo com sua indiscutível qualidade.
            Ary Barroso morreu cedo. Tinha somente 60 anos e estava hospitalizado na fase final da cirrose hepática provocada pelo alcoolismo. Sua morte ocorreu num domingo de carnaval, no momento em que as escolas de samba desfilavam no centro do Rio de Janeiro. A notícia enlutou os foliões.
        Já os Beatles nasceram para o mundo quando conquistaram os Estados Unidos. Antes disso, haviam conquistado o Reino Unido e começavam a fazer sucesso em vários países da Europa.
        Os rapazes estavam em Paris quando receberam a notícia: I Wanna Hold Your Hand estava em primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. Os Beatles foram a Nova York e se apresentaram no programa de Ed Sullivan. Foram vistos, naquela noite, por uma audiência de mais de 70 milhões de pessoas.
        E o que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? Uma data. O domingo nove de fevereiro de 1964. Na noite daquele domingo de carnaval, enquanto morria Ary Barroso, os Beatles nasciam para o mundo.

(Sílvio Osias, “O que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? O colunista revela”. Em: https://jornaldaparaiba.com.br/cultura, 09.02.2022. Adaptado)
Com a passagem – Sempre lembrado pela Aquarela do Brasil, ouvida e executada em escala planetária... –, o autor sugere que a música de Ary Barroso
Alternativas
Q2024153 Português
Leia o texto para responder a questão.

O que existe de comum entre os Beatles e Ary Barroso?

            Ary Barroso foi um dos maiores compositores da música popular brasileira. Sempre lembrado pela Aquarela do Brasil, ouvida e executada em escala planetária, e também por Bahia, o nome que o mundo deu à Na Baixa do Sapateiro, Ary deixou como legado um vastíssimo songbook que atravessa o tempo com sua indiscutível qualidade.
            Ary Barroso morreu cedo. Tinha somente 60 anos e estava hospitalizado na fase final da cirrose hepática provocada pelo alcoolismo. Sua morte ocorreu num domingo de carnaval, no momento em que as escolas de samba desfilavam no centro do Rio de Janeiro. A notícia enlutou os foliões.
        Já os Beatles nasceram para o mundo quando conquistaram os Estados Unidos. Antes disso, haviam conquistado o Reino Unido e começavam a fazer sucesso em vários países da Europa.
        Os rapazes estavam em Paris quando receberam a notícia: I Wanna Hold Your Hand estava em primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. Os Beatles foram a Nova York e se apresentaram no programa de Ed Sullivan. Foram vistos, naquela noite, por uma audiência de mais de 70 milhões de pessoas.
        E o que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? Uma data. O domingo nove de fevereiro de 1964. Na noite daquele domingo de carnaval, enquanto morria Ary Barroso, os Beatles nasciam para o mundo.

(Sílvio Osias, “O que há de comum entre os Beatles e Ary Barroso? O colunista revela”. Em: https://jornaldaparaiba.com.br/cultura, 09.02.2022. Adaptado)
O texto tem como objetivo
Alternativas
Q2024151 Português

Leia a tira para responder a questão.


(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 09.02.2022)

No segundo quadrinho, a fala da pessoa funciona como 
Alternativas
Q2024150 Português

Leia a tira para responder a questão.


(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 09.02.2022)

Considerando o efeito de humor da tira, o último quadrinho permite concluir que a pessoa que fala com o cachorro 
Alternativas
Q2024083 Português
Sobre o texto 03, assinale a alternativa cuja mensagem NÃO está nele indicada.
Alternativas
Q2024082 Português
Sobre o texto 02, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
21221: A
21222: E
21223: E
21224: C
21225: D
21226: D
21227: C
21228: D
21229: E
21230: C
21231: C
21232: D
21233: B
21234: A
21235: A
21236: E
21237: E
21238: D
21239: A
21240: B