Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto CB2A1-II

Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB2A1-II, julgue o item a seguir.
O trecho “para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher” (ℓ. 2 e 3) apresenta a razão pela qual a ONU aprovou a referida Convenção.
Texto CB2A1-II

Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB2A1-II, julgue o item a seguir.
A substituição de “e suprimir” (ℓ.17) por ao suprimir não comprometeria a correção gramatical do período, mas alteraria seu sentido original.
Texto CB2A1-II

Julgue o item seguinte, a respeito das ideias do texto CB2A1-II.
As medidas a que se refere o terceiro parágrafo estão elencadas no segundo parágrafo, especificamente no trecho ‘toda distinção (...) outro campo’ (ℓ. 7 a 13).
Texto CB2A1-II

Julgue o item seguinte, a respeito das ideias do texto CB2A1-II.
Depreende-se do texto que a cota eleitoral de sexo é um dos
exemplos mais prósperos de ação afirmativa implementada no
Brasil, no que diz respeito à eliminação da discriminação
contra a mulher.
Texto CB2A1-II

Julgue o item seguinte, a respeito das ideias do texto CB2A1-II.
O texto informa que, em 2002, entrou em vigor no Brasil o
primeiro dispositivo legal para eliminação da discriminação
contra a mulher.
Texto CB2A1-II

Julgue o item seguinte, a respeito das ideias do texto CB2A1-II.
Conforme o terceiro parágrafo do texto, a Convenção pretende
implementar medidas que acabem com a prática da prostituição
e alterem os padrões de conduta da sociedade em geral com
relação à mulher.
Com relação às ideias do texto CB2A1-I, julgue o item que se segue.
De acordo com o texto, a herança cultural repassada pelos pais
contribui para que seus filhos desenvolvam uma visão
etnocêntrica.
Com relação às ideias do texto CB2A1-I, julgue o item que se segue.
A cultura é um fator que limita a concepção de mundo dos
diferentes povos, levando-os a uma visão estreita das
dimensões da vida humana.
Com relação às ideias do texto CB2A1-I, julgue o item que se segue.
Um dos principais desencadeadores do etnocentrismo é a
xenofobia.
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
Considerando que situações de pobreza são sensíveis ao grau
de desigualdade de um país, a autora do texto argumenta que
uma ação de enfrentamento da desigualdade consequentemente
combate a pobreza.
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
No texto, a palavra “minoria” (ℓ.8) refere-se aos grupos sociais marginalizados, em situação de maior vulnerabilidade social, tal qual a população das periferias, por exemplo.
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
A história do Brasil é marcada por fatos cujos efeitos na
sociedade até hoje contribuem para a manutenção de
desigualdades.
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
Para o autor do texto, nem sempre a discussão sobre justiça
pode ser feita a partir de uma argumentação racional, visto que,
em casos de evidente injustiça, as pessoas são tomadas por um
impulso que as impede de raciocinar antes de agir.
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
Infere-se do texto que calamidades com consequências de
proporções imensuráveis não devem ser consideradas casos de
injustiça, já que é impossível contê-las.
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
O autor do texto defende a ideia de que a razão é um elemento
de relevância na definição do que possa ser considerado justiça
ou injustiça.
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
O protesto é a primeira e a mais natural reação do ser humano
a calamidades ou a casos de injustiça.
1. Sinto inveja dos contistas. Para mim, é mais fácil escrever um romance de 200 páginas que um conto de duas.
2. Já se tentou explicar em fórmulas narrativas a diferença entre um conto, uma novela e um romance, mas o leitor, que não precisa de teoria, sabe exatamente o que é uma coisa ou outra assim que começa a ler; quando termina logo, é um conto. O critério do tamanho prossegue invencível.
3. Para entender o gênero, criei arbitrariamente um ponto mínimo de partida, que considero o menor conto do mundo, uma síntese mortal de Dalton Trevisan: "Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia".
4. Temos aí dois personagens, um diálogo implícito e uma intriga tensa que parece vir de longe e não acabar com o conto. Bem, por ser um gênero curto, o conto é também, por parecer fácil, uma perigosa porta aberta em que cabe tudo de cambulhada.
5. Desde Machado de Assis, que colocou o gênero entre nós num patamar muito alto já no seu primeiro instante, a aparente facilidade do conto vem destroçando vocações.
6. Além disso, há a maldição dos editores, refletindo uma suposta indiferença dos leitores: "conto não vende". Essa é uma questão comercial, não literária. Porque acabo de ler dois ótimos livros de contos que quebram qualquer preconceito eventual que se tenha contra o gênero.
7. Os contos de A Cidade Dorme, de Luiz Ruffato, que já havia demonstrado ser um mestre da história curta no excelente Flores Artificiais, formam uma espécie de painel do "Brasil profundo", a gigantesca classe média pobre que luta para sobreviver, espremida em todo canto do país entre os sonhos e a violência.
8. Em toda frase, sente-se o ouvido afinado da linguagem coloquial que transborda nossa cultura pelo arcaísmo de signos singelos: "Mas eu não queria ser torneiro-mecânico, queria mesmo era ser bancário, que nem o marido da minha professora, dona Aurora".
9. O atávico país rural, com o seu inesgotável atraso, explode em todos os poros da cidade moderna.
10. Já nos dez contos de Reserva Natural, de Rodrigo Lacerda, que se estruturam classicamente como "intrigas", na melhor herança machadiana, o mesmo Brasil se desdobra em planos individuais; e o signo forte de "reserva natural" perde seu limite geográfico para ganhar a tensão da condição humana.
11. Como diz o narrador do conto "Sempre assim", "é tudo uma engrenagem muito maior".
(Adaptado de: TEZZA, Cristovão Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
1. Sinto inveja dos contistas. Para mim, é mais fácil escrever um romance de 200 páginas que um conto de duas.
2. Já se tentou explicar em fórmulas narrativas a diferença entre um conto, uma novela e um romance, mas o leitor, que não precisa de teoria, sabe exatamente o que é uma coisa ou outra assim que começa a ler; quando termina logo, é um conto. O critério do tamanho prossegue invencível.
3. Para entender o gênero, criei arbitrariamente um ponto mínimo de partida, que considero o menor conto do mundo, uma síntese mortal de Dalton Trevisan: "Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia".
4. Temos aí dois personagens, um diálogo implícito e uma intriga tensa que parece vir de longe e não acabar com o conto. Bem, por ser um gênero curto, o conto é também, por parecer fácil, uma perigosa porta aberta em que cabe tudo de cambulhada.
5. Desde Machado de Assis, que colocou o gênero entre nós num patamar muito alto já no seu primeiro instante, a aparente facilidade do conto vem destroçando vocações.
6. Além disso, há a maldição dos editores, refletindo uma suposta indiferença dos leitores: "conto não vende". Essa é uma questão comercial, não literária. Porque acabo de ler dois ótimos livros de contos que quebram qualquer preconceito eventual que se tenha contra o gênero.
7. Os contos de A Cidade Dorme, de Luiz Ruffato, que já havia demonstrado ser um mestre da história curta no excelente Flores Artificiais, formam uma espécie de painel do "Brasil profundo", a gigantesca classe média pobre que luta para sobreviver, espremida em todo canto do país entre os sonhos e a violência.
8. Em toda frase, sente-se o ouvido afinado da linguagem coloquial que transborda nossa cultura pelo arcaísmo de signos singelos: "Mas eu não queria ser torneiro-mecânico, queria mesmo era ser bancário, que nem o marido da minha professora, dona Aurora".
9. O atávico país rural, com o seu inesgotável atraso, explode em todos os poros da cidade moderna.
10. Já nos dez contos de Reserva Natural, de Rodrigo Lacerda, que se estruturam classicamente como "intrigas", na melhor herança machadiana, o mesmo Brasil se desdobra em planos individuais; e o signo forte de "reserva natural" perde seu limite geográfico para ganhar a tensão da condição humana.
11. Como diz o narrador do conto "Sempre assim", "é tudo uma engrenagem muito maior".
(Adaptado de: TEZZA, Cristovão Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Considere as afirmações abaixo.
I. Identifica-se noção de finalidade na oração que inicia o 3° parágrafo.
II. No 10° parágrafo, o autor, ao avaliar os contos do escritor Rodrigo Lacerda, aponta para o fato de que, embora representem com maestria certas questões estritamente nacionais, furtam-se a abordar questões universais, concernentes à condição humana.
III. Depreende-se do texto que o conto, gênero instaurado no país pelo escritor Machado de Assis, é mais fácil de ser elaborado do que o romance devido à sua curta extensão.
Está correto o que se afirma APENAS em

