Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 29.248 questões
I. As palavras “aurífero” e “carbonífero” possuem o radical latino “-fero”, cujo sentido é de “que contém ou produz”.
II. O sentido do radical latino “-fugo” é de algo “que foge ou faz fugir”, como se pode observar nas palavras “centrífugo” e “febrífugo”.
III. Dentre os radicais latinos, a forma “Equi” tem o sentido de “maior”, como se pode perceber nos exemplos “equilátero” e “equidistante”.
Marque a alternativa CORRETA:
• Fique confortável, mas sem trabalhar na cama ou de pijama;
• Vale usar aplicativos que bloqueiam redes sociais por um período;
• Vale colocar uma garrafa de água ao lado do computador.
No contexto em que estão empregadas, as preposições destacadas formam, correta e respectivamente, expressões em que os sentidos são de:
Os adjetivos uniformes são os que apresentam uma só forma para acompanhar substantivos masculinos e femininos (1ª parte). Quanto aos biformes, os adjetivos seguem de perto as mesmas regras apontadas para os substantivos (2ª parte).
A sentença está:
A era do petróleo e algumas de suas histórias


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao/aspectos-historicoeconomicos – texto adaptado especialmente para esta prova).
A era do petróleo e algumas de suas histórias


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/administracao/aspectos-historicoeconomicos – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. “Importantíssima” (l. 07) é o seu superlativo absoluto sintético.
II. “Muito importante” é o seu superlativo absoluto analítico.
III. “Ultraimportante” constitui uma das formas de superlativar a ideia contida nesse adjetivo.
Quais estão corretas?
Texto para o item.

Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.
Internet:<techoje.com.br>
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A conjunção “pois” (linha 23) é empregada no período
com sentido conclusivo.
Texto para o item.

Daniele Cristina Santos Floret. Responsabilidade social empresarial no setor de compras.
Internet:<techoje.com.br>
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A conjunção “e” (linha 14, primeira ocorrência) liga, por
adição, duas orações subordinadas adjetivas de sentido
restritivo.
“Como estou só: Afago casas tortas, Falo com o mar na rua suja... Nu e liberto levo o vento No ombro de losangos amarelos.” (Manoel de Barros, em “Meu quintal é maior do que o mundo”, 2015)
INSTRUÇÃO: Leia o Texto 3 a seguir e responda à questão que a ele se refere.








I. Trata-se de palavra paroxítona e, por isso, recebe o acento circunflexo. II. Classifica-se como adjetivo pátrio e é sinônimo de “japonês”. III. O feminino de “nipônico” é “niponesa”.
Quais estão corretas?


Como o uso da bicicleta pode transformar as cidades
“Toda semana a gente se reunia em uma pedalada para tomar as ruas da cidade, exigindo que o poder público prestasse atenção em nós, deixasse de investir tanto na mobilidade para carros e passasse a priorizar as bicicletas”. O discurso pode soar como se fosse de um jovem cicloativista, mas foi feito por um planejador urbano que hoje já beira os 80 anos. A cidade - Copenhague, na Dinamarca - onde Jan Gehl precisou brigar por melhores condições para pedalar, não está nem perto do topo no ranking de piores trânsitos do mundo.
A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo. Não por acaso, as duas também sempre aparecem entre as vencedoras dos estudos de melhores cidades para se viver no mundo. “Há uma relação entre cidades seguras e convidativas para pedalar e a qualidade de vida de quem mora nelas”, afirma Jan Gehl. Segundo ele, quando a bicicleta é usada por uma considerável parte da população como meio de transporte, a cidade fica mais silenciosa, menos poluída, os tempos de deslocamento diminuem e os gastos com saúde pública são menores.
“Copenhague e Amsterdã são casos especiais, pois havia, nas duas cidades, uma enorme quantidade de ciclistas nos anos 30”, conta Jeff Risom, urbanista novaiorquino que hoje trabalha no Gehl Architects, na capital dinamarquesa. “Mas, ____ partir da década de 1950, as bicicletas praticamente desapareceram das vias, e as cidades foram pouco ____ pouco sendo tomadas pelos carros”, conta ele. Com a indústria automobilística despontando e a produção em alta escala de carros, o planejamento urbano passou a se guiar por essa máquina, e as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade.
Qualquer iniciativa contrária ao avanço automobilístico era taxada de retrógrada. Não é à toa que, em 1961, a manchete do The Copenhagen Post tenha sido “Não somos italianos, mas sim dinamarqueses, e precisamos dos nossos carros!”. Depois de 50 anos, após a construção de ruas para pedestres em Copenhagen, em 2012, a manchete do The Copenhagen Post era “Strøget: 50 anos de efervescência no maior complexo de ruas de pedestres da Europa”.
super.abril.com.br ... - adaptado.


