Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
“[…] Durante a missa, a figura de Conceição interpôs--se mais de uma vez, entre mim e o padre; fique isto à conta dos meus dezessete anos. […]”
Machado de Assis, Missa do Galo.
Assinale a alternativa que indica corretamente a classificação quanto à classe gramatical das palavras em destaque, na sequência em que aparecem no trecho.
“[…] Quando tornei ao Rio de Janeiro em março, o escrivão tinha morrido de apoplexia. […]”
Machado de Assis, Missa do Galo.
O verbo destacado no trecho é:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
O termo destacado é formado por palavras que se classificam, respectivamente, como:
Quanto ao processo de formação das palavras destacadas, é CORRETO afirmar que:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os seguintes sentidos às respectivas expressões sublinhadas nos trechos a seguir.
Coluna 1
1. Exclusão.
2. Limitação.
3. Inclusão.
Coluna 2
( ) “faça só o que você ama” (l. 01-02).
( ) “eu até acho que ela é bonita” (l. 02).
( ) “O importante é seguir, sem a cobrança de transformar cada passo em espetáculo”
(l. 24).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assédio moral no trabalho
O assédio moral no trabalho é uma violência psicológica sistemática e repetitiva que expõe um trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes, visando minar sua autoestima, dignidade e integridade afetando gravemente sua saúde mental e profissional, e pode se manifestar através de gestos, palavras ou atitudes, exigências indevidas, isolamento, críticas excessivas ou metas inatingíveis, configurando uma conduta abusiva que desestabiliza emocionalmente a vítima e prejudica o ambiente de trabalho, exigindo denúncia e apoio para ser combatido.
Como se caracteriza?
- Reiteração e sistematicidade: não são episódios isolados, mas um padrão de comportamento que se repete ao longo do tempo.
- Intenção: visa desestabilizar emocionalmente a vítima, minando seu psicológico.
- Abrangência: pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, público ou privado, e ser praticado por superiores, colegas ou subordinados.
Complete as lacunas da frase abaixo:
No domingo, ao meio-dia e ___________, a discussão na área da piscina era_________grande, pois as visitas estavam __________alteradas.
Assinale a alternativa que completa, corretamente e na ordem em que aparecem, as lacunas da frase.