Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3275345 Português

Leia o poema “Guarda-chuvas” de Rosana Rios e responda a questão.


Guarda-chuvas


Rosana Rios


Tenho quatro guarda-chuvas

todos os quatro com defeito;

Um emperra quando abre,

outro não fecha direito.


Um deles vira ao contrário

seu eu abro sem ter cuidado.

Outro, então, solta as varetas

e fica todo amassado. 


O quarto é bem pequenino,

pra carregar por aí;

Porém, toda vez que chove,

eu descubro que esqueci … 


Por isso, não falha nunca:

se começa a trovejar,

nenhum dos quatro me vale –

eu sei que vou me molhar. 


Quem me dera um guarda-chuva

pequeno como uma luva

Que abrisse sem emperrar

ao ver a chuva chegar!


Tenho quatro guarda-chuvas

que não me servem de nada;

Quando chove de repente,

acabo toda encharcada.


E que fria cai a água

sobre a pele ressecada!

Ai… 

Qual palavra retirada do poema é um substantivo composto? 
Alternativas
Q3275170 Português
Que quantidade de plástico vai para o mar?

        Calcula-se que 10 milhões de toneladas de plástico vão parar no mar todos os anos.

       Em 2010, pesquisadores do Centro de Análises Ecológicas da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, contabilizaram 8 milhões de toneladas e estimaram 9,1 milhões de toneladas para 2015.

        O mesmo estudo, publicado na revista acadêmica Science em 2015, analisou 192 países com território à beira mar que estão contribuindo para o lançamento de resíduos de plásticos nos oceanos. E descobriu que 13 dos 20 principais responsáveis pela poluição marinha são nações asiáticas.

        Enquanto a China está no topo da lista, os Estados Unidos aparecem na 20ª posição.

        O Brasil ocupa, por sua vez, o 16º lugar no ranking, que leva em conta o tamanho da população vivendo em áreas costeiras, o total de resíduos gerados e o total de plástico jogado fora.

        O lixo plástico costuma acumular em áreas do oceano onde os ventos provocam correntes circulares giratórias, capazes de sugar qualquer detrito flutuante. Há cinco correntes desse tipo no mundo, mas uma das mais famosas é a do Pacífico Norte.

        Os detritos da costa dos Estados Unidos levam, em média seis anos para atingir o centro dessa corrente. Já os do Japão podem demorar até um ano.

        As cinco correntes apresentam normalmente uma concentração maior de resíduos de plástico do que outras partes do oceano. Elas promovem ainda um fenômeno conhecido como “sopa de plástico”, que faz com que abaixo da superfície da água fragmentos do material fiquem suspensos abaixo da superfície da água.

        Além disso, a decomposição da maioria dos resíduos de plástico pode levar centenas de anos.

        Existem, no entanto, iniciativas para limpar a corrente do Pacífico Norte. Uma operação, liderada pela organização não governamental Ocean Cleanup, está prevista para começar em 2018.

(O texto é parte de um estudo divulgado em 16/12/2017. BBC, canal público de rádio, tv e internet.)
No fragmento da frase: “O Brasil ocupa por sua vez, 16º lugar no ranking...” O numeral destacado é classificado em:
Alternativas
Q3275168 Português
Que quantidade de plástico vai para o mar?

        Calcula-se que 10 milhões de toneladas de plástico vão parar no mar todos os anos.

       Em 2010, pesquisadores do Centro de Análises Ecológicas da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, contabilizaram 8 milhões de toneladas e estimaram 9,1 milhões de toneladas para 2015.

        O mesmo estudo, publicado na revista acadêmica Science em 2015, analisou 192 países com território à beira mar que estão contribuindo para o lançamento de resíduos de plásticos nos oceanos. E descobriu que 13 dos 20 principais responsáveis pela poluição marinha são nações asiáticas.

        Enquanto a China está no topo da lista, os Estados Unidos aparecem na 20ª posição.

        O Brasil ocupa, por sua vez, o 16º lugar no ranking, que leva em conta o tamanho da população vivendo em áreas costeiras, o total de resíduos gerados e o total de plástico jogado fora.

        O lixo plástico costuma acumular em áreas do oceano onde os ventos provocam correntes circulares giratórias, capazes de sugar qualquer detrito flutuante. Há cinco correntes desse tipo no mundo, mas uma das mais famosas é a do Pacífico Norte.

        Os detritos da costa dos Estados Unidos levam, em média seis anos para atingir o centro dessa corrente. Já os do Japão podem demorar até um ano.

        As cinco correntes apresentam normalmente uma concentração maior de resíduos de plástico do que outras partes do oceano. Elas promovem ainda um fenômeno conhecido como “sopa de plástico”, que faz com que abaixo da superfície da água fragmentos do material fiquem suspensos abaixo da superfície da água.

        Além disso, a decomposição da maioria dos resíduos de plástico pode levar centenas de anos.

        Existem, no entanto, iniciativas para limpar a corrente do Pacífico Norte. Uma operação, liderada pela organização não governamental Ocean Cleanup, está prevista para começar em 2018.

(O texto é parte de um estudo divulgado em 16/12/2017. BBC, canal público de rádio, tv e internet.)
Em que tempo e modo o verbo “descobriu” e “são” estão flexionados. Marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q3272939 Português

Um gentílico é a palavra que indica a origem geográfica de uma pessoa, ou seja, o local onde ela nasceu ou vive. Sobre isso, qual é o gentílico atribuído a Monte Alegre de Goiás?

Alternativas
Q3272924 Português

Complete a frase com a preposição adequada:


Ele saiu _______ casa pela manhã.

Alternativas
Q3272922 Português

Leia o poema “Borboletas” de Vinícius de Moraes e responda à questão. 


Borboletas

Vinícius de Moraes

Brancas

Azuis

Amarelas

E pretas

Brincam Na luz

As belas

Borboletas.


Borboletas brancas

São alegres e francas.


borboletas azuis

Gostam muito de luz.


As amarelinhas

São tão bonitinhas!


E as pretas, então...

Oh, que escuridão! 


Qual trecho do poema possui um advérbio de intensidade?
Alternativas
Q3272921 Português

Leia o poema “Borboletas” de Vinícius de Moraes e responda à questão. 


Borboletas

Vinícius de Moraes

Brancas

Azuis

Amarelas

E pretas

Brincam Na luz

As belas

Borboletas.


Borboletas brancas

São alegres e francas.


borboletas azuis

Gostam muito de luz.


As amarelinhas

São tão bonitinhas!


E as pretas, então...

Oh, que escuridão! 


A palavra “ borboletas ” é:
Alternativas
Q3272919 Português

Leia o poema “Borboletas” de Vinícius de Moraes e responda à questão. 


Borboletas

Vinícius de Moraes

Brancas

Azuis

Amarelas

E pretas

Brincam Na luz

As belas

Borboletas.


Borboletas brancas

São alegres e francas.


borboletas azuis

Gostam muito de luz.


As amarelinhas

São tão bonitinhas!


E as pretas, então...

Oh, que escuridão! 


Quais são os adjetivos relacionados às borboletas brancas no poema?
Alternativas
Q3272551 Português
Na tirinha, no segundo quadro, há a frase “Ele diz que nos deixam mais sábios”. O termo “mais” é um advérbio de: 
Alternativas
Q3272545 Português
Assinale a alternativa que apresenta a única palavra no feminino.
Alternativas
Q3271916 Português
Assinale a alternativa que possui o emprego de um adjetivo pátrio:
Alternativas
Q3271856 Português
Na frase “Joana fez o bolo sozinha em casa”, a palavra “sozinha” é um exemplo de que tipo de palavra? 
Alternativas
Q3271853 Português
Na frase “O gato subiu no telhado”, a palavra “gato” está em qual gênero?
Alternativas
Q3271849 Português
Na frase “Os alunos estavam contentes”, como fica a palavra “contentes” quando transformada para o singular? 
Alternativas
Q3271848 Português
Qual é o plural da palavra “mão”? 
Alternativas
Q3271392 Português

“NO MESMO BARCO” 



NO MESMO BARCO. Disponível em: https://leonardoconcon.com.br/cidade/geral/opiniao/nao-estamos-no-mesmo-barco/. Acesso  

Em […] estamos todos no mesmo barco, o termo em destaque é uma preposição que introduz uma ideia de 
Alternativas
Q3271384 Português

Porto de Santana é destaque pelo terceiro ano consecutivo no prêmio Portos+Brasil

8 de agosto de 2024


A Companhia Docas de Santana (CDSA) foi premiada na 5ª edição do Prêmio Portos + Brasil, em solenidade realizada na noite desta quarta-feira (7), em Brasília. O prêmio é um reconhecimento aos avanços conquistados pelos Portos Organizados e Terminais de Uso Privado (TUPs) brasileiros que mais se destacaram em categorias relacionadas à movimentação, resultados financeiros e boa gestão. O prêmio também contribui para a criação de um banco de dados histórico do setor portuário brasileiro além de incentivar a melhoria na gestão e modernização dos portos.

[…]

Destaque pelo terceiro ano consecutivo

É o terceiro ano consecutivo que a Companhia Docas de Santana figura entre os destaques da premiação, acumulando o primeiro lugar na categoria Crescimento da Movimentação Total dos Portos Públicos em 2022 e o terceiro lugar na categoria Avanço IGAP em 2023.

[…]


PREFEITURA DE SANTANA. Disponível em: https://santana.ap.gov.br/porto-de-samtana-e-destaque-pelo-terceiroano-consecutivo-no-premio-portos-brasil/. Acesso em: 04 set. 2024. 

A palavra Santana se constitui pelo mesmo processo de formação de palavras que o vocábulo  
Alternativas
Q3271335 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


Seu Afredo


    Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.


    Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:


    – Onde vais assim tão elegante?


    Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:


    – Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.


    De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:


    – Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:


    – É, canto às vezes, de brincadeira…


    Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –


    Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:


    – Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!


    E, a seguir, ponderou:


    – Agora, piano é diferente. Pianista ela é!


    E acrescentou:


    – Eximinista pianista!


MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.

A respeito da palavra ‘eximinista’, empregada por Seu Afredo – “Eximinista pianista!” –, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
6861: A
6862: A
6863: A
6864: C
6865: C
6866: A
6867: B
6868: B
6869: A
6870: D
6871: B
6872: B
6873: B
6874: A
6875: A
6876: A
6877: A
6878: D
6879: B
6880: D