Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3979828 Português
Analise o elemento destacado em cada frase e assinale aquela que apresenta um termo que exerce a morfossintaxe de adjetivo e predicativo do sujeito: 
Alternativas
Q3979773 Português
Analise a palavra "mistério" na frase: "Eu sou um mistério que não sei decifrar" e marque a alternativa correta sobre sua análise morfossintática:
Alternativas
Q3979769 Português
A beleza da vida está nas pequenas coisas. Muitas vezes, estamos tão envolvidos em nossas rotinas corridas que esquecemos de apreciar os momentos simples: um pôr do sol, o sorriso de um amigo, o aroma do café fresco pela manhã. Esses detalhes, que parecem insignificantes, têm o poder de transformar nosso dia e nos lembrar do que realmente importa. Ao pararmos para observar e valorizar o cotidiano, cultivamos a gratidão e a felicidade, essenciais para uma vida plena.
Na frase "A beleza da vida está nas pequenas coisas", as palavras destacadas pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:
Alternativas
Q3978142 Português
 Leia:

Q10.png (361×161)

Em relação ao período apresentado no balão acima, isenta-se a afirmativa:
Alternativas
Q3976090 Português
TEXTO III

Dicas de viagem – José Paulo Paes

Se você for para a Índia
Não se esqueça de comprar
Uma passagem de Índia e volta.

Se for para o Canadá
Nem pense em beber garapa:
no Canadá nem cana dá.

Se for para o Equador
Nunca peça café-expresso:
Lá só tem café de coador.

E se for para o Peru
Não espere que lhe respondam
Quando gritar “glu glu glu!”

Disponível em:
https://nostemposdalitetatura.blogspot.com/2012/09/poetando-dicas-de-viagem-jose-paulo-paes.html


O Texto III apresenta o trecho “Não espere que lhe respondam”. O termo “lhe” é classificado como:
Alternativas
Q3976089 Português
TEXTO III

Dicas de viagem – José Paulo Paes

Se você for para a Índia
Não se esqueça de comprar
Uma passagem de Índia e volta.

Se for para o Canadá
Nem pense em beber garapa:
no Canadá nem cana dá.

Se for para o Equador
Nunca peça café-expresso:
Lá só tem café de coador.

E se for para o Peru
Não espere que lhe respondam
Quando gritar “glu glu glu!”

Disponível em:
https://nostemposdalitetatura.blogspot.com/2012/09/poetando-dicas-de-viagem-jose-paulo-paes.html


A onomatopeia “glu glu glu” representa o som característico do peru. De acordo com a língua portuguesa, é possível afirmar que o animal:
Alternativas
Q3975249 Português
Analise o texto, a seguir, e marque a alternativa correta.
“ Tô feito mato, desejando a chuva Madrugada fria, esperando o Sol Tô tão carente feito um prisioneiro.” (Eu sem você, Paula Fernandes)
Alternativas
Q3969692 Português
Por que fazer pesquisa na universidade?











Texto adaptado, para fins desta prova, do artigo de Maria L. B. Ohira, publicado na Revista ABC, v. 3, n. 3, 1988.

Relativamente aos processos de formação das palavras, analise as assertivas abaixo:


I impreterível (/.3) é formado por parassíntese.

II. O sublinhado em desnecessário (1.2) é o prefixo.

III eficazmente (1.65) é formado por derivação sufixal.

IV. O sublinhado em comprovar (1.29) é o tema, que indica a terminação do infinitivo.


Sobre as assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3969635 Português

Extensão: meio de comunicação entre universidade e comunidade



Relativamente ao emprego de classes gramaticais, analise as assertivas abaixo:

I Em moldar a identidade de uma nação (1.8), o vocábulo sublinhado é um substantivo próprio. 
II. Em exige uma presença curiosa do sujeito (1.45-46). o vocábulo sublinhado é um adjetivo uniforme.
III. Em Solicita sua ação transformadora sobre a realidade (1.46-47), o vocábulo sublinhado é uma preposição


Está (ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3968709 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 


A arte salva


Q1_10.png (360×616)
Q1_10_.png (362×204)

Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Na frase A arte também é uma religião (l.3), o vocábulo sublinhado pertence à classe gramatical dos(as): 
Alternativas
Q3968460 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



 

Com base em aspectos fonéticos, gramaticais e morfológicos, assinale a alternativa INCORRETА.
Alternativas
Q3968458 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



 

Considere o trecho abaixo e analise as assertivas que seguem:

Descobrir se ainda consigo destacar o raro sem que ninguém o anuncie (I.54-55).

I. No contexto da frase, raro consiste em um adjetivo.
II. Nas duas ocorrências de o, tal vocábulo cumpre a função de artigo definido.
III. Há dois verbos no infinitivo, um da terceira e outro da primeira conjugação.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3967846 Português
Leia as definições abaixo e responda à questão.


I. As palavras são formadas pelo acréscimo de prefixos;

II. As palavras são formadas pelo acréscimo de sufixos;

III. As palavras são formadas pelo acréscimo de prefixos e sufixos no mesmo processo;

IV. As palavras são formadas pela união de dois ou mais radicais, sem apresentar alterações nos seus sons;

V. As palavras são formadas pela união de dois ou mais radicais, mas sofrem alterações.


Disponível em: https://www.todamateria.com.br/processosde-formacao-de-palavras/ Acesso em jan, 2024. 
Selecione a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o nome dos processos de formação de palavras a que as definições se referem. 
Alternativas
Q3967845 Português
Leia atentamente o trecho abaixo:


“Chama-se ___________________ a unidade mínima significativa ou dotada de significado que integra a palavra”

(BECHARA, 2009, p. 334) 
Marque a alternativa que apresenta apenas palavras formadas pelo mesmo processo morfológico de formação da palavra Girassol. 
Alternativas
Q3967844 Português
Leia atentamente o trecho abaixo:


“Chama-se ___________________ a unidade mínima significativa ou dotada de significado que integra a palavra”

(BECHARA, 2009, p. 334) 
A morfologia é o estudo da língua em suas unidades mínimas de significação. Selecione a alternativa que completa corretamente a lacuna do trecho e que corresponde à definição apresentada. 
Alternativas
Q3967794 Português
Atenção: Leia o texto “Insolubilia”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.


   É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a “moral da história’’; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado - e possivelmente agravado - senso de mistério.

   Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento científico abandonado pelos deuses nos confins do “multiverso”; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que for o caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que “pertencemos a algo maior” ou, então, de que “o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso “Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado “Mas, então, por que tudo isso?!”. A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o “a” minúsculo das metafísicas seculares ou o “A” maiusculo das religiões, sempre haverá um além.


(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
É invariável quanto a gênero e a número o termo sublinhado em:
Alternativas
Q3962978 Português
As preposições são uma classe de palavras que ligam dois termos em um enunciado para estabelecer algum tipo de relação entre eles. Elas podem ser essenciais ou acidentais, e algumas delas se contraem com artigos. Sabendo disso, assinale o único item que contém uma análise adequada da preposição apresentada.
Alternativas
Q3962976 Português
Na formação do feminino de substantivos em português, são admitidos vários processos. Há aqueles que mudam a vogal de "o" para "a" como em filho/ filha e outros mais complexos, como os que têm palavras diferentes para um e outro sexo e os que tem uma só forma para os dois sexos. Entre estes estão os substantivos "comuns de dois", exemplificado no item:
Alternativas
Q3962963 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
Assinale o único comentário correto em relação aos processos de formação das palavras grifadas no trecho: "Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos." 
Alternativas
Q3962961 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
No trecho "A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa." As palavras em destaque classificam-se, morfologicamente, como, respectivamente,
Alternativas
Respostas
5721: D
5722: B
5723: A
5724: C
5725: A
5726: C
5727: B
5728: E
5729: B
5730: E
5731: A
5732: C
5733: C
5734: D
5735: C
5736: A
5737: C
5738: A
5739: C
5740: D