Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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A IMPORTÂNCIA DA LEITURA ONTEM, HOJE E SEMPRE

(1º§) Você já pensou na importância da leitura em sua vida? Você já se deu conta de que toda criança precisa ler desde a mais tenra idade? Muito importante saber ler e entender o que está lendo, você concorda com esta afirmação?
(2º§) A leitura permite muitos avanços. A leitura propicia a concretização dos seus sonhos! A leitura é tão importante quão se pode imaginar!
(3º§) Você sabe ou não sabe qual é a melhor fase da vida para iniciar o processo de alfabetização? Para se iniciar a compreensão das palavras? É muito importante ficar atento para o momento em que se inicia o processo da leitura. Certo ou Errado?
(4º§) A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a função liberatória da palavra. Entre os oito e treze anos de idade as crianças revelam maior interesse pela leitura. Às vezes, até antes dos oito anos, pois se ela não sabe ler, alguém vai ler para ela. E vai contar historinhas, para aguçar a curiosidade e o gosto pela leitura.
(5º§) O estudioso Richard Bamberger reforça a ideia de que é importante habituar a criança às palavras. "Se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo o seu desenvolvimento como ser humano”.
(6º§) Inúmeros pesquisadores têm se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia – a - dia da criança. Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas.
(7º§) Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-la, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender. Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
(8º§) A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro” pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.
(9º§) Na criança, esses primeiros contatos despertam o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização. A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais frequente for o contato da criança com o livro. Para as crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares que incentivam a leitura com bons títulos bibliográficos. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros. Mais raras ainda são as bibliotecas domésticas.
(10º§) Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças. É de extrema importância para os pais e educadores discutir o que é leitura, a importância do livro no processo de formação do leitor, bem como, o ensino da literatura infantil como processo para o desenvolvimento do leitor crítico.
(http://brincandodivertindo.blogspot.com/2007/11/importncia-da-leitura.html)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.
I – Na série numérica crescente (1, 2, 3) do trecho: “A autora comenta que¹ "esse jogo com o universo escondido no livro” pode estimular² no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com³ o mundo” – temos: conjunção subordinativa integrante; locução verbal; preposição imposta pela regência nominal.
II – No trecho: “Na criança, esses primeiros contatos despertam o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização” – a primeira vírgula separa expressão adverbial deslocada; a segunda vírgula separa oração que inicia com verbo na forma nominal do gerúndio; “despertam” enuncia certeza no presente do modo indicativo.
III – Na série numérica crescente (1, 2, 3) do trecho: “São raras¹ as bibliotecas escolares que² incentivam³ a leitura com bons títulos bibliográficos” – temos: adjetivo; pronome relativo; verbo regular no tempo presente do modo indicativo.
IV – O trecho sublinhado em: “Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças” – enuncia ideia temporal.
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA ONTEM, HOJE E SEMPRE

(1º§) Você já pensou na importância da leitura em sua vida? Você já se deu conta de que toda criança precisa ler desde a mais tenra idade? Muito importante saber ler e entender o que está lendo, você concorda com esta afirmação?
(2º§) A leitura permite muitos avanços. A leitura propicia a concretização dos seus sonhos! A leitura é tão importante quão se pode imaginar!
(3º§) Você sabe ou não sabe qual é a melhor fase da vida para iniciar o processo de alfabetização? Para se iniciar a compreensão das palavras? É muito importante ficar atento para o momento em que se inicia o processo da leitura. Certo ou Errado?
(4º§) A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a função liberatória da palavra. Entre os oito e treze anos de idade as crianças revelam maior interesse pela leitura. Às vezes, até antes dos oito anos, pois se ela não sabe ler, alguém vai ler para ela. E vai contar historinhas, para aguçar a curiosidade e o gosto pela leitura.
(5º§) O estudioso Richard Bamberger reforça a ideia de que é importante habituar a criança às palavras. "Se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo o seu desenvolvimento como ser humano”.
(6º§) Inúmeros pesquisadores têm se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia – a - dia da criança. Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas.
(7º§) Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-la, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender. Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
(8º§) A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro” pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.
(9º§) Na criança, esses primeiros contatos despertam o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização. A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais frequente for o contato da criança com o livro. Para as crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares que incentivam a leitura com bons títulos bibliográficos. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros. Mais raras ainda são as bibliotecas domésticas.
(10º§) Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças. É de extrema importância para os pais e educadores discutir o que é leitura, a importância do livro no processo de formação do leitor, bem como, o ensino da literatura infantil como processo para o desenvolvimento do leitor crítico.
(http://brincandodivertindo.blogspot.com/2007/11/importncia-da-leitura.html)
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA ONTEM, HOJE E SEMPRE

(1º§) Você já pensou na importância da leitura em sua vida? Você já se deu conta de que toda criança precisa ler desde a mais tenra idade? Muito importante saber ler e entender o que está lendo, você concorda com esta afirmação?
(2º§) A leitura permite muitos avanços. A leitura propicia a concretização dos seus sonhos! A leitura é tão importante quão se pode imaginar!
(3º§) Você sabe ou não sabe qual é a melhor fase da vida para iniciar o processo de alfabetização? Para se iniciar a compreensão das palavras? É muito importante ficar atento para o momento em que se inicia o processo da leitura. Certo ou Errado?
(4º§) A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a função liberatória da palavra. Entre os oito e treze anos de idade as crianças revelam maior interesse pela leitura. Às vezes, até antes dos oito anos, pois se ela não sabe ler, alguém vai ler para ela. E vai contar historinhas, para aguçar a curiosidade e o gosto pela leitura.
(5º§) O estudioso Richard Bamberger reforça a ideia de que é importante habituar a criança às palavras. "Se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo o seu desenvolvimento como ser humano”.
(6º§) Inúmeros pesquisadores têm se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia – a - dia da criança. Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas.
(7º§) Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-la, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender. Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
(8º§) A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro” pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.
(9º§) Na criança, esses primeiros contatos despertam o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização. A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais frequente for o contato da criança com o livro. Para as crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares que incentivam a leitura com bons títulos bibliográficos. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros. Mais raras ainda são as bibliotecas domésticas.
(10º§) Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças. É de extrema importância para os pais e educadores discutir o que é leitura, a importância do livro no processo de formação do leitor, bem como, o ensino da literatura infantil como processo para o desenvolvimento do leitor crítico.
(http://brincandodivertindo.blogspot.com/2007/11/importncia-da-leitura.html)
Marque o que não se comprova na frase nominal: “A importância da leitura ontem, hoje e sempre”
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novas regras dificultam imigração para o Reino Unido
A partir de março, entrarão em vigor novas regras de imigração no Reino Unido.
O governo britânico tem como meta reduzir a migração legal, após estatísticas oficiais terem mostrado que o saldo migratório — a diferença entre o número de imigrantes e emigrantes — atingiu 745.000 em 2022, um recorde. Ou seja, o país "ganhou" 745.000 estrangeiros no ano passado.
Isso acendeu o alerta vermelho no governo, que tem prometido, a cada eleição, reduzir a imigração — legal e irregular — para o país.
Em artigo ao tabloide inglês The Sun, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, escreveu "Se você não pode contribuir com o Reino Unido, você não virá para o Reino Unido".
O número de brasileiros que imigra legalmente para lá é baixo, em comparação a outras nacionalidades. Mas os brasileiros estão entre os afetados pelas novas regras.
De janeiro a setembro deste ano, segundo dados do Ministério do Interior britânico, quatro mil vistos foram concedidos a cidadãos brasileiros. Esse número inclui todo o tipo de visto, como o de trabalho, de estudante e de família.
Brasileiros não necessitam de visto em viagens de turismo ou negócios para o Reino Unido em estadias de até cento e oitenta dias.
As regras também impactam aqueles que já vivem legalmente no país e pretendem, por exemplo, trazer cônjuges ou parentes para morar com eles.
Segundo o Itamaraty, duzentos e vinte mil brasileiros vivem no Reino Unido.
A principal mudança é o aumento do salário mínimo exigido, tanto para conseguir um visto de trabalho quanto para trazer um dependente: 38.700 libras brutas por ano (ou cerca de R$ 240 mil, na cotação atual).
Esse patamar é "irreal" na opinião da advogada de imigração brasileira Vitoria Nabas, que assessora empresas de pequeno e médio porte no processo de tramitação de vistos de trabalho.
"Estou estarrecida com tudo e extremamente frustrada como advogada atuante nesta área há mais de vinte anos. Não há dúvida de que o governo tenta fechar as portas cada vez mais para a imigração", diz ela.
Muitos especialistas concordam com Nabas e criticaram o anúncio do governo. Eles demonstraram preocupação sobretudo com o impacto na economia do Reino Unido, que deve crescer apenas 0,4% neste ano.
Para se ter uma ideia, segundo o Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês), o salário anual bruto médio para quem trabalha em tempo integral no Reino Unido era de 34.963 libras em abril deste ano.
No caso específico dos brasileiros, Nabas diz acreditar que os mais afetados serão aqueles que já vivem no Reino Unido e querem trazer cônjuges e outros membros da família para morar com eles.
"Imagine, por exemplo, um entregador de delivery que viva legalmente no Reino Unido e queira trazer a esposa e os filhos para viver com ele aqui. Ou o restante de sua família. A maioria deles não ganha um salário de 38,7 mil libras por ano", diz.
Nabas lembra, ainda, que muitos trabalhadores autônomos tampouco declaram o rendimento real ao fisco, o que é contra a lei, para evitar pagar mais imposto.
A especialista também destaca que, em sua visão, esse nível salarial é superior ao que a maioria das empresas a quem presta assessoria oferece.
Segundo ela, as ofertas de emprego que pagam salários na casa das quarenta mil libras por ano são raras, mesmo para trabalhadores qualificados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyj23y
4nr12o. Adaptado.
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O número de brasileiros que imigra legalmente para lá é baixo, em comparação a outras nacionalidades. Mas os brasileiros estão entre os afetados pelas novas regras.
Assinale a opção que contenha um adjetivo e um substantivo ou vice-versa.

(1º§) A expressão "era digital" se aplica à onipresença da informação como entorno simbólico e de socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos. É um entorno evoluído do modelo da televisão, para diferentes telas e artefatos, que ajustam interações narrativas visuais complexas (videogames, celulares, totens, tabletes, etc.), ligadas pela web. Esse entorno constitui, assim, um mosaico de dados que, na maioria das vezes, não produz formação e sim, perplexidade e desorientação. (GÓMEZ, 2015, p. 18).
(2º§) E está implicado em um novo processo de decodificação audiovisual, "que nem exige a técnica da leitura", do tipo reconhecido por meio da linguagem escrita e articulada. "O mundo da tela é muito diferente da página escrita, requer uma vida intelectual, perceptiva, associativa e reativa muito distinta". (GÓMEZ, 2015, p. 20).
(3º§) Aprender a "linguagem da tela", das "tecnologias da interrupção" chega a ser tão necessário como a alfabetização relacionada com a leitura e a escrita verbais. Consequentemente, preparar os cidadãos não só para ler e escrever nas plataformas multimídias, mas para que se envolvam com esse mundo, compreendendo a natureza intrincada, conectada, da vida contemporânea, torna-se um imperativo ético e também uma necessidade técnica. (GÓMEZ, 2015, p. 21)
(4º§) Esse mosaico não pode produzir formação a priori, porque seu potencial educativo, oferecido pela revolução eletrônica, sofre mediação da economia de mercado, a serviço das transações comerciais. A serviço do mercado, uma noção como a de 'verdade' "importa menos do que a popularidade ou a intensidade da experiência emocional que se propõe". (GÓMEZ, 2015, p. 23).
(5º§) Quando a criança tem acesso ilimitado a uma quantidade de informações fragmentadas, que vão além de sua capacidade de organização em esquemas compreensivos, ela dispersa sua atenção e satura sua memória. A criança passa a se ocupar com "diferentes tarefas simultâneas, as multitarefas". No entanto, não experimenta tarefas que permitem o conhecimento que a atenção concentrada em um único foco possibilita (GÓMEZ, 2015, p. 26).
(6º§) É preciso equilibrar essas duas capacidades (a de realizar diferentes tarefas simultaneamente e a de atenção focada). Aqui entra em jogo um cenário em que a educação não se orienta por mais tempo de transmissão de conhecimento e aprendizado, por meio de mais aulas. Essa condição carrega o sentido do termo "educativa" aplicada à escola. A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem: a escola em um território aberto, competindo com outros serviços e instituições pelo interesse dos alunos e das famílias, sem o papel determinante na definição do que constitui a aprendizagem e o conhecimento válidos, tampouco na definição do ritmo, da sequência e da estrutura de programa estudos fechados. (GÓMEZ, 2015, p. 30)
(7º§) Estamos diante da primeira geração que domina as poderosas ferramentas digitais que são utilizadas para acessar e processar a informação que interfere na vida econômica, política e social, e ela faz isso melhor do que os mais velhos: pais, mães e professores. (GÓMEZ, 2015, p. 27)
(8º§) Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural? Aqui entram as políticas públicas e o sentido de reivindicarmos mais tempo diário de escola. Especialmente nesses contextos, reconhecer as desigualdades de classe, étnico-raciais, de gênero e de acesso à tecnologia não é tarefa trivial. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(9º§) É uma tarefa que combina esforços para superar a tendência de igualar a inteligência com uma forma de atividade acadêmica que prima pelo pensamento verbal e matemático, desconsiderando as múltiplas formas de inteligência possíveis, especialmente as artísticas, que priorizam a abstração e o conhecimento proposicional, a discussão verbal sobre o conhecimento aplicado, a inovação e o raciocínio hipotético-dedutivo sobre a indução, a analogia e a intuição, a análise sobre a ação, o discurso sobre a prática, para contrapor a vida racional à vida afetiva. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(10º§) Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, etc, não é considerado atividade acadêmica, mas escrever ensaios e críticas sobre tais artes, sim. O racionalismo e o empirismo, que constituem as bases do academicismo vigente, têm permeado a vida social, cultural, científica e política moderna e contemporânea e configurado, assim, a vida escolar nos últimos dois séculos. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(11º§) Explore bem a "era digital". Eduque-se e repasse os conhecimentos para que todos cresçam em plena harmonia!
(GÓMEZ, A. I. Perez. Educação na Era Digital: a escola educativa. Tradução Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015. 192) – (Adaptado)
I – Os termos essenciais da oração: "O mundo da tela é muito diferente da página escrita” - estão escritos na ordem direta.
II – No período: “Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural?” – sublinhamos, respectivamente: pronome indefinido variável em número; contração prepositiva imposta pela regência nominal; pronome relativo; adjetivo formado por prefixação e sufixação – antônimo de favorecidos.
III – As palavras: “educação; educadores; educativa” são cognatas e se relacionam pelo sentido.
IV – As vírgulas de: “Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, ...” – separam termos que têm a mesma função sintática.

(1º§) A expressão "era digital" se aplica à onipresença da informação como entorno simbólico e de socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos. É um entorno evoluído do modelo da televisão, para diferentes telas e artefatos, que ajustam interações narrativas visuais complexas (videogames, celulares, totens, tabletes, etc.), ligadas pela web. Esse entorno constitui, assim, um mosaico de dados que, na maioria das vezes, não produz formação e sim, perplexidade e desorientação. (GÓMEZ, 2015, p. 18).
(2º§) E está implicado em um novo processo de decodificação audiovisual, "que nem exige a técnica da leitura", do tipo reconhecido por meio da linguagem escrita e articulada. "O mundo da tela é muito diferente da página escrita, requer uma vida intelectual, perceptiva, associativa e reativa muito distinta". (GÓMEZ, 2015, p. 20).
(3º§) Aprender a "linguagem da tela", das "tecnologias da interrupção" chega a ser tão necessário como a alfabetização relacionada com a leitura e a escrita verbais. Consequentemente, preparar os cidadãos não só para ler e escrever nas plataformas multimídias, mas para que se envolvam com esse mundo, compreendendo a natureza intrincada, conectada, da vida contemporânea, torna-se um imperativo ético e também uma necessidade técnica. (GÓMEZ, 2015, p. 21)
(4º§) Esse mosaico não pode produzir formação a priori, porque seu potencial educativo, oferecido pela revolução eletrônica, sofre mediação da economia de mercado, a serviço das transações comerciais. A serviço do mercado, uma noção como a de 'verdade' "importa menos do que a popularidade ou a intensidade da experiência emocional que se propõe". (GÓMEZ, 2015, p. 23).
(5º§) Quando a criança tem acesso ilimitado a uma quantidade de informações fragmentadas, que vão além de sua capacidade de organização em esquemas compreensivos, ela dispersa sua atenção e satura sua memória. A criança passa a se ocupar com "diferentes tarefas simultâneas, as multitarefas". No entanto, não experimenta tarefas que permitem o conhecimento que a atenção concentrada em um único foco possibilita (GÓMEZ, 2015, p. 26).
(6º§) É preciso equilibrar essas duas capacidades (a de realizar diferentes tarefas simultaneamente e a de atenção focada). Aqui entra em jogo um cenário em que a educação não se orienta por mais tempo de transmissão de conhecimento e aprendizado, por meio de mais aulas. Essa condição carrega o sentido do termo "educativa" aplicada à escola. A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem: a escola em um território aberto, competindo com outros serviços e instituições pelo interesse dos alunos e das famílias, sem o papel determinante na definição do que constitui a aprendizagem e o conhecimento válidos, tampouco na definição do ritmo, da sequência e da estrutura de programa estudos fechados. (GÓMEZ, 2015, p. 30)
(7º§) Estamos diante da primeira geração que domina as poderosas ferramentas digitais que são utilizadas para acessar e processar a informação que interfere na vida econômica, política e social, e ela faz isso melhor do que os mais velhos: pais, mães e professores. (GÓMEZ, 2015, p. 27)
(8º§) Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural? Aqui entram as políticas públicas e o sentido de reivindicarmos mais tempo diário de escola. Especialmente nesses contextos, reconhecer as desigualdades de classe, étnico-raciais, de gênero e de acesso à tecnologia não é tarefa trivial. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(9º§) É uma tarefa que combina esforços para superar a tendência de igualar a inteligência com uma forma de atividade acadêmica que prima pelo pensamento verbal e matemático, desconsiderando as múltiplas formas de inteligência possíveis, especialmente as artísticas, que priorizam a abstração e o conhecimento proposicional, a discussão verbal sobre o conhecimento aplicado, a inovação e o raciocínio hipotético-dedutivo sobre a indução, a analogia e a intuição, a análise sobre a ação, o discurso sobre a prática, para contrapor a vida racional à vida afetiva. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(10º§) Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, etc, não é considerado atividade acadêmica, mas escrever ensaios e críticas sobre tais artes, sim. O racionalismo e o empirismo, que constituem as bases do academicismo vigente, têm permeado a vida social, cultural, científica e política moderna e contemporânea e configurado, assim, a vida escolar nos últimos dois séculos. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(11º§) Explore bem a "era digital". Eduque-se e repasse os conhecimentos para que todos cresçam em plena harmonia!
(GÓMEZ, A. I. Perez. Educação na Era Digital: a escola educativa. Tradução Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015. 192) – (Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O alerta de médicos após homem ter garganta perfurada ao tentar conter espirro
Uma equipe médica emitiu um alerta depois que um homem teve a garganta perfurada ao tentar conter um espirro.
O paciente, que tinha por volta de 30 anos, foi levado ao hospital na Inglaterra, com fortes dores após ter fechado o nariz e a boca para não espirrar.
Os exames revelaram que ele sofreu uma ruptura de dois milímetros na traqueia.
Médicos da Universidade de Dundee disseram que, se você fechar a boca e o nariz durante um espirro, a pressão nas vias aéreas superiores aumenta cerca de vinte vezes.
Isso causa lesões, como ruptura de tímpanos, aneurismas e até costelas quebradas.
O caso foi documentado na revista médica BMJ Case Reports.
Um rompimento repentino na garganta, conhecido clinicamente como "ruptura traqueal espontânea", é raro e pode ser potencialmente fatal.
Apenas alguns casos foram relatados, incluindo um em 2018, quando um homem também na Inglaterra teve uma lesão ao tentar conter um espirro.
No novo caso relatado, médicos examinaram o paciente e ouviram um estalo ao tocar seu pescoço.
O homem, que não foi identificado, dirigia no momento do espirro e tinha histórico de alergias e irritação na garganta.
O paciente não necessitou de tratamento cirúrgico e foi mantido em observação no hospital.
Teve alta e recebeu medicação analgésica e anti-histamínica. Os médicos também aconselharam evitar atividades físicas extenuantes por duas semanas.
Cinco semanas depois, um exame mostrou que a lesão havia cicatrizado.
Rasads Misirovs, principal autor do relato do caso, disse à BBC que se deve permitir que espirros escapem porque são o mecanismo de defesa natural do corpo para expelir substâncias irritantes das passagens nasais.
"Devemos cobrir suavemente o rosto com a mão ou com a parte interna do cotovelo para evitar que agentes como vírus, junto com saliva e muco, cheguem às pessoas ao redor."
Ele acrescentou que existem alguns métodos que as pessoas podem usar para reprimir espirros sem fechar o nariz e a boca.
"Pessoalmente, utilizo outra técnica: pressiono o polegar no lábio superior, logo abaixo do nariz, sem bloquear fossas nasais por alguns segundos; isso funciona para mim", disse ele.
"Ao deixar as narinas abertas, o espirro escapa se a pressão dos lábios não funcionar."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4ny5xqe
1e7o. Adaptado.
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Uma equipe médica emitiu um alerta depois que um homem teve a garganta perfurada ao tentar conter um espirro.
Na frase apresentada, tem-se:
Dia da Lembrança
Por Nílson Souza

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/nilson-souza/noticia/2023/12/dia-da-lembranca- – texto adaptado especialmente para esta prova).
Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta
Por Martha Medeiros

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta
Por Martha Medeiros

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais.
Coluna 1
1. Pronome.
2. Conjunção.
3. Advérbio.
4. Numeral.
Coluna 2
( ) “mas” (l. 03).
( ) “seis” (l. 04).
( ) “não” (l. 07 – segunda ocorrência).
( ) “Ele” (l. 08).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta
Por Martha Medeiros

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).


