Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Com base no texto e na consideração das suas características de forma e conteúdo, julgue o item a seguir.
A expressão “de Ciências Contábeis”, em “O evento reunirá profissionais e estudantes de Ciências Contábeis”, deve ser corretamente classificada como locução adjetiva, formada por preposição + substantivo + adjetivo.
Com base no texto e na consideração das suas características de forma e conteúdo, julgue o item a seguir.
Em “Entre os destaques da programação estão o presidente da Câmara de Comércio do Brics Mercosul, Nelson Hoppe, que participa pela primeira vez de um evento em Manaus, a palestra magna com Zenaide Carvalho e a palestra motivacional com Andrea Saad”, no trecho “a palestra magna com Zenaide Carvalho e a palestra motivacional com Andrea Saad”, a conjunção “e” coordena dois dos termos que fazem parte do sujeito composto posposto da forma verbal “estão”.
Com base no texto e na consideração das suas características de forma e conteúdo, julgue o item a seguir.
No trecho “O CRC‑AM convida a imprensa amazonense e toda a classe contábil a prestigiar esse importante evento, que celebra o protagonismo da mulher na contabilidade”, a oração “que celebra o protagonismo da mulher na contabilidade” funciona sintaticamente como complemento nominal de um núcleo substantivo anteriormente citado.
Com base no texto e na consideração das suas características de forma e conteúdo, julgue o item a seguir.
O termo “networking”, presente no trecho “promove conhecimento, networking e valorização profissional”, é considerado um anglicismo.
Com base no texto e na consideração das suas características de forma e conteúdo, julgue o item a seguir.
Todas estas palavras, encontradas no texto, foram empregadas com valor substantivo: destaques; palestra; doação; programação; entrada; e participa.
Acerca do texto e dos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
O vocábulo “pouco”, em “Comia pouco, usava trapos”, deve ser classificado como advérbio de intensidade, da mesma forma que a palavra “poucos” em “poucos candidatos acertaram aquela questão”.
I - O uso do itálico na palavra burnout poderia ser substituído pelas aspas. II- A palavra “só” foi usada como um adjetivo que modifica a palavra “bolso”. III- O termo “até”, uma preposição, insere, na passagem, uma ideia de inclusão. IV- A palavra bornout faz parte da enumeração que é apresentada na passagem. V- O termo “mas”, uma conjunção, insere, na passagem, uma ideia de conclusão.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical dos vocábulos que constituem esse verso respectivamente:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.
O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir:
I. A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.
II. São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".
III. As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.
É correto o que se afirma em:
“Se até a natureza tem seus ciclos, por que nós deveríamos permanecer sempre iguais?”
Em relação à palavra destacada no enunciado acima, é correto afirmar que ela possui o sentido de:
Entre os elementos destacados no período acima, quantos possuem valor adjetivo, qualificando algum termo?
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento. O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano. É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
I. A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.
II. São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".
III. As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.
É correto o que se afirma em:
Leia o Texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=574561539900024&id=107583013264548&set=a.108002179889298 Acesso em: 27 de out. 2025.
I- A palavra “cientistas” é um substantivo comum concreto, funcionando como sujeito o qual é retomado no enunciado “(os cientistas estão) explicando a importância de uma boa noite de sono”.
II- O termo “importância” é um substantivo abstrato, pois designa uma noção de valor, e integra o complemento do verbo “explicando”.
III- Apalavra “boa” classifica-se como adjetivo, qualificando o substantivo “noite”.
IV- O termo “explicar” é verbo no infinitivo, exercendo função de núcleo do predicado nominal.
É CORRETO o que se afirma em:
“Os guardados estão em ordem, (...) enquanto eu, o arquivista profissional, sinto que por mim a arrumação jamais se faria (...). Sem tristeza. Até com a miúda, reflexiva alegria dos proprietários de velhas lembranças.”
(ANDRADE, Carlos Drummond. O amigo que chega de longe. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 1 mar. 1967. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/20739/o-amigoque-chega-de-longe.)
(CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa 56ª ed., pág. 141)
Assinale a alternativa que NÃO corresponde corretamente ao adjetivo erudito:
(CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 56ª ed., pág. 161-163)