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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 27.127 questões

Q3790204 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 04.



Disponível em: <https://unicamp.br/unicamp/noticias/2018/03/22/alexandre-beck-criador-do-armandinho-fala-sobresua-arte-e-direitos-humanos/>

Qual das palavras a seguir, retirada da tirinha, é uma preposição?
Alternativas
Q3790203 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 04.



Disponível em: <https://unicamp.br/unicamp/noticias/2018/03/22/alexandre-beck-criador-do-armandinho-fala-sobresua-arte-e-direitos-humanos/>

O termo “muito”, no primeiro quadrinho da tirinha, pode ser corretamente classificado como:
Alternativas
Q3790114 Português
A beleza total

    A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.

    A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

    O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe.

    Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 18. (adaptado) 
Considere o trecho abaixo:
“Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.”
Assinale a alternativa que indica qual é a classe gramatical a que pertence o termo “belo” destacado acima:
Alternativas
Q3789720 Português
Texto 01:


É sob a perspectiva de afirmação da importância da polícia como ferramenta democrática de controle social que se pode compreender as palavras de ordem pelo fim das PMs como demandas que apontam para a reforma do sistema policial, para a implementação de dispositivos de governança, de responsabilização e de accountability do uso potencial e concreto de força, de modo a conter os efeitos perversos da ação policial e seus impactos na vida em sociedade. Trata-se, no Brasil, de transformar as polícias estatais em polícias públicas sob o controle da sociedade e abertas à participação da comunidade policiada. Trata-se de blindar as polícias das tiranias de governos, da opressão de seus procuradores e da clientelização por grupos de poder. Seria ingênuo e, em boa medida, inconsequente, supor a extinção da polícia como ferramenta de controle social, uma vez que sua efetiva inexistência implicaria a sua substituição por mecanismos arbitrários e despóticos de proteção e, ainda, a privatização da segurança pública.

Quanto aos que evocam palavras de ordem justiceiras e punitivistas cabe também uma advertência. Aqueles que promovem a intolerância, o ódio e a vingança como expedientes de uma suposta “defesa social” tornam-se vítimas de sua própria visão temerária e vingativa do mundo. Afinal, o mundo de desconfianças e suspeições recíprocas proposto pelos promotores do “tiro, porrada e bomba” contra o outro, dá vida à Esculachocracia – um regime de imposição de crenças e vontades particulares de uns sobre os outros que não tem limite, que não se tem como saber quando termina a predação e, por conseguinte, onde pôr a cerca que idealmente separaria os autodesignados “cidadãos de bem”, arautos de cruzadas moralistas, daqueles vistos como “cidadãos do mal”, classificados como irrecuperáveis e integrantes das chamadas “classes perigosas”.

Nesse mundo, todos vão ficando tomados pelo surto da “pequena autoridade” que, com seus “peitos de pombo” estufados, elege suas próprias razões de cor, de sexo, de gênero, de religião, de idade, de classe e de renda como a fita métrica que distingue o que pode do que não pode, o certo do errado. Tudo isso contra o interesse comum, contra o pacto sociopolítico definido pela sociedade diante de seu governo legitimamente eleito. Na Esculachocracia, vivificada por procedimentos continuados de exceção, pela ambiência de excepcionalidade criada por intervenções como modo de governar, os indivíduos e grupos vão ficando mais desavergonhados, sem freios, mais confortáveis com os seus preconceitos, mais à vontade para repreenderem a conduta que consideram indesejável, pregarem o sermão da sua montanha, darem “lição de moral” e, ali mesmo, julgarem, e, no mesmo momento, punirem conforme sua conveniência.


(Trecho da entrevista de JACQUELINE MUNIZ retirado de Respondendo às balas: Segurança Pública sob intervenção das palavras. 2018. Disponível em https://app.uff.br/riuff/handle/1/12258). 
Considerando os processos de formação de palavras e o emprego das expressões “Esculachocracia”, “accountability” e “clientelização” no texto, analise as assertivas a seguir:

I. A palavra “Esculachocracia” é um neologismo formado pela união de um elemento coloquial (“esculacho”) e de um sufixo de origem grega (“-cracia”), configurando um caso de derivação sufixal com valor expressivo e avaliativo.

II. A forma “accountability”, tal como empregada no texto, caracteriza-se como um estrangeirismo não adaptado, funcionando como empréstimo lexical sem integração morfológica ao português.

III. O termo “clientelização” deriva da união da base “cliente” a um sufixo nominal formador de abstrações (“-ização”), constituindo um caso de derivação sufixal que expressa processo ou resultado de ação.

IV. A criação de “Esculachocracia” constitui exemplo de justaposição, pois a combinação entre “esculacho” e “- cracia” preserva integralmente a autonomia sonora e morfológica de ambos os elementos.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3788916 Português
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL

Jairo Marques

        Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

        Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

        Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

        Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

        Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

         Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

        Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

        O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência – guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

        O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

        Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

        Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.

Disponível em: https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/
Na frase: “O diretor, cujas ideias revolucionárias sempre causaram impacto, propôs alterações profundas no currículo escolar”, o emprego do pronome relativo “cujas” está adequado, uma vez que esse pronome exige a presença de um substantivo subsequente (“ideias”) e estabelece uma relação de posse entre o termo anterior (“o diretor”) e o termo posterior. 
Alternativas
Q3788909 Português
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL

Jairo Marques

        Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

        Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

        Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

        Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

        Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

         Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

        Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

        O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência – guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

        O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

        Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

        Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.

Disponível em: https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/
O uso do adjetivo “flácido” no trecho “argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos” constitui uma impropriedade semântica, pois, segundo o sistema normativo da língua portuguesa, o termo “flácido” não pode ser utilizado metaforicamente para qualificar argumentos, devendo restringir-se a contextos descritivos físicos ou médicos.
Alternativas
Q3787729 Português
No âmbito do estudo morfológico, observa-se que a formação das palavras no português está submetida a regras de composição e derivação que revelam, muitas vezes, sutilezas estruturais e semânticas. Tais processos não apenas ampliam o léxico da língua, mas também afetam a classe gramatical, a significação e o uso sintático das unidades formadas. Destarte, complementamos estas informações considerando que: 
Alternativas
Q3787290 Português

Como a capacitação digital está transformando o mercado de trabalho 


Por Alexandre Max


(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Qual dos vocábulos abaixo tem em sua estrutura um prefixo?
Alternativas
Q3787181 Português
Na oração "A leitura frequente de clássicos proporciona um vocabulário vasto aos estudantes", a palavra destacada classifica-se  morfologicamente como:
Alternativas
Q3786498 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Observe o trecho extraído do texto "Encanto ou Ilusão":

"Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e, por fim, uma pura ilusão; elas estouram."

Com base na análise dos verbos "admirava" e "estouram", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3786434 Português

Leia a frase a seguir:


"O candidato resolveu tranquilamente as questões da prova."


A palavra destacada é um advérbio que indica uma circunstância de:

 

Alternativas
Q3786432 Português

Analise a frase a seguir:


"Os alunos escreveram uma linda carta para a diretora."


A palavra destacada na frase acima classifica-se gramaticalmente como:

 

Alternativas
Q3786308 Português
Na palavra "desconsideradas" , o prefixo "des-" confere à palavra o sentido de: 
Alternativas
Q3786304 Português
O Gato Amarelo

No quintal de Dona Lúcia, vivia um gato amarelo, gordo e preguiçoso. Ele passava a maior parte do dia deitado sob a mangueira, sem fazer nada. A vida parecia-lhe monótona, mas ele gostava.

Certa manhã, um pintassilgo tagarela pousou na árvore. O gato, sonolento, abriu apenas um olho. O pintassilgo, que não tinha medo, começou a cantar uma melodia alegre. O gato tentou se espreguiçar, mas a preguiça era enorme. De repente, a bola colorida de um menino rolou perto, e o gato, num salto rápido, levantou-se e a perseguiu.

Dona Lúcia, que observava a cena da janela, sorriu e pensou: "Ele é o mais esperto de todos."
Assinale a opção em que os termos – "preguiçoso", "sob" e "é" – pertencem, respectivamente, às classes gramaticais: 
Alternativas
Q3785405 Português
Assinale a alternativa que apresenta a forma plural correta para as palavras, o atlas, o bônus, o pires, o cidadão e o giz, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3784945 Português

Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café

 

Tem gente que diz que felicidade é uma xícara de café quente. Pode até ser. Mas a verdade é que essa felicidade tem prazo de validade. E não é longo. Basta dar uma distraída, responder um e-mail, ou se perder num papo, e pronto: o café já esfriou — e com ele, boa parte do encanto.

É que o café, meus amigos, é um pouco como o amor no verão: intenso, cheio de aroma e calor, mas fugaz. Não dá para segurar por muito tempo. Ele nasce vibrante, perfumado, cheio de promessas e vai embora pela borda da xícara enquanto a gente pensa na vida.

A ciência, que tudo explica, mas nem sempre entende, mostra que à medida que a temperatura do café cai, os tais compostos voláteis, que são como os perfumes que sentimos ao passar por alguém interessante, simplesmente evaporam. Vão embora como o cheiro de um bom domingo, e levam junto a alma da bebida.

E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental. Quando o café está "pelando", sentimos pouco. Quando esfria demais, também. Mas naquele meio do caminho, ali pelos 40 e poucos graus, é onde mora a magia. É quando o café se mostra como é de verdade, com suas notas de frutas, flores, chocolates, caramelos... Ou aquele amargor triste de um grão mal tratado.

Fiz o teste. Café coado com carinho, tomado aos poucos, marcando no relógio. Nos primeiros goles, quente demais. Depois de uns 10, 15 minutos... Ah, aí sim. O sabor aparece, elegante, equilibrado. Uns toques de acidez, doçura no fundo.

Trinta minutos depois, ele começa a se despedir. Ainda está ali, mas já não brilha como antes. Com uma hora... Bom, aí já virou outra coisa. Frio, opaco, um pouco melancólico. Como uma festa que durou demais. Ah, e nem pense em colocar no micro-ondas. Aquilo ali é como tentar reviver um amor antigo com uma mensagem no WhatsApp às duas da manhã: pode até esquentar, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. O sabor volta torto, cozido, com gosto de ontem.

A solução? Tratar o café com respeito: pré-aquecer a xícara, usar uma tampinha, servir menos por vez. Ou investir numa daquelas canecas tecnológicas que mantêm tudo na temperatura certa, um luxo necessário para quem não quer ver o melhor do café evaporar antes da hora.

No fim das contas, tomar café é quase um ato de presença, um exercício de atenção: é estar ali, de verdade, nos primeiros minutos, quando o sabor ainda canta. Porque se tem uma lição que o café ensina, é essa: o melhor da vida tem hora marcada e passa rápido.

 

Fonte: Sabor que foge da xícara: por que temperatura média traz o melhor do café | CNN Brasil V&G

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: E tem mais: nosso paladar também é meio temperamental.
Alternativas
Q3784593 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
"No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal"
A forma "meia-entrada" configura uma composição lexical cuja grafia está alinhada às determinações do Novo Acordo Ortográfico, que unificou critérios de acentuação e padronizou diferentes casos de hifenização na língua portuguesa.
A seguir, analise as proposições relativas às alterações implementadas pelo Novo Acordo Ortográfico.
I.Nos verbos terminados em '-guar', '-quar', e '-quir' (aguar, apaziguar, enxaguar, obliquar, delinquir, etc), as flexões podem ser pronunciadas com acento tônico na sílaba do 'u' ou, como no Brasil, na sílaba anterior. No primeiro caso cai o acento do 'u', no segundo, a vogal tônica da sílaba anterior recebe acento agudo. Assim 'agúo' passa a ser 'aguo' ou 'águo', conforme a pronúncia.
II.O acento agudo das vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras paroxítonas, quando antecedidas de ditongo, caiu. Dessa forma, boiuno e alauita, que antes eram acentuados em 'boiúno' e 'alauíta', perderam o acento.
III.Os vocábulos formados por prefixo que termina na mesma vogal pela qual começa o segundo elemento passam a ser grafados com hífen. Exemplos dessa regra são 'anti-inflacionário' e 'neo-ortodoxia', antes grafados como 'antiinflacionário' e 'neoortodoxia'.
IV.As locuções em geral não são grafadas com hífen, como em 'cão de guarda' e 'cor de vinho'. Todavia, alguns vocábulos são exceções à regra e devem ser escritos com hífen, como 'cor-de-rosa' e 'água-de-colônia'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784590 Português
Professor tem direito à meia-entrada?

No Brasil, o direito à meia-entrada para professores não é uniformemente garantido por uma lei federal.

A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores.

Contudo, diversos estados e municípios implementaram legislações próprias que estendem esse direito aos profissionais da educação.

Por exemplo, em São Paulo, a Lei Estadual n.º 10.858/2001 concede meia-entrada a professores das redes públicas estadual e municipal.

Além dele, estados como Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro também permitem que professores tenham esse benefício.

Portanto, é essencial que os docentes verifiquem as leis locais para confirmar se têm direito ao benefício em sua região.

Em algumas regiões, tanto professores da rede pública quanto da privada têm acesso ao benefício. Por exemplo, no estado de Goiás, a Lei Estadual n.º 17.575/2012 assegura meia-entrada a professores das redes pública e privada.

Entretanto, em outras localidades, o benefício pode ser restrito apenas a docentes da rede pública. Portanto, é fundamental que os professores verifiquem as leis locais para entender seus direitos específicos.


Professor tem direito a meia-entrada em quais eventos?

Professores têm esse direito em diversos eventos culturais, esportivos e de lazer, como em jogos de futebol, cinema, teatros e outros tipos de eventos. Tudo dependerá da legislação do estado sobre a aplicação da meia-entrada.

A meia-entrada para professores funciona de forma semelhante ao benefício para estudantes e outros grupos, oferecendo 50% de desconto em ingressos.

No geral, para acessar o desconto, eles devem apresentar documentos que comprovem sua atuação profissional, como contracheques ou declarações das instituições onde trabalham.

Além disso, esses profissionais devem se informar sobre os locais onde esse direito é aceito e as condições específicas de cada estabelecimento, pois algumas instituições exigem comprovações adicionais ou limitam o benefício a determinados eventos.


https://meutudo.com.br/blog/professor-tem-direito-a-meia-entrada/
Ao lado das relações sintáticas, a gramática estuda as unidades linguísticas em sua constituição morfológica, analisando como aparecem e se organizam no discurso.
No trecho "A lei federal que assegura o benefício a estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda não menciona explicitamente os professores", podemos observar diversos aspectos morfológicos: substantivos, verbos, adjetivos e sua função de ligação entre orações.
Dessa forma, a análise morfológica permite compreender a forma das palavras e como elas se combinam para construir significado.
Com base nas classes gramaticais que são o estudo da morfologia, julgue as afirmativas:
I.O substantivo 'presidente' é de dois gêneros, podendo ser utilizado como: o presidente, a presidente ou a presidenta.
II.Os adjetivos 'cheio' e 'feio' são exemplos de palavras que, ao formarem o grau superlativo sintético, apresentam duplicação da vogal 'i'. Isso ocorre porque, nos adjetivos terminados em '−io', o '− o' final é eliminado antes da anexação do sufixo −íssimo, originando as formas 'cheiíssimo' e 'feiíssimo'. Embora alguns autores ainda utilizem a grafia com apenas um 'i', a norma-padrão prescreve o uso de dois is nessas formações.
III.O pronome 'algum', quando anteposto ao substantivo, possui valor positivo, como em 'Recebeu algum recado importante'. Quando posposto ao nome, assume valor negativo, podendo ser substituído pelo indefinido 'nenhum', como em 'Resultado algum saiu do inquérito'.
IV.A palavra 'que' pode pertencer a várias classes de palavras. Na frase 'A verdade é que a professora não chegará a tempo para a palestra', é classificado como conjunção integrante, ao passo que, em 'O livro que o professor indicou é de um escritor brasileiro', é pronome relativo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3784055 Português

Texto para responder a questão.



João Paulo Bem‑te‑vi


    Eis um personagem que você ainda não conhece no folclore brasileiro. Reza a lenda que, no primeiro dia de dezembro, a primeira criança que subir num pé de goiaba ou de manga às 06:00h da manhã em ponto vira um bem-te-vi e sai voando e cantando livremente, feito passarinho.


    O que acontece depois, bem… As versões variam. Uns dizem que o bem-te-vi acorda de um sonho atrasado para a escola. Outros, que o João Paulo Bem‑te‑vi pode ser qualquer um de nós, que já foi passarinho e apenas não se lembra de mais nada… Seja como for, um novo dezembro sempre vem...


Internet: (com adaptações).

No trecho “Seja como for, um novo dezembro sempre vem”, é correto afirmar que o verbo não recebeu acento circunflexo porque
Alternativas
Q3783979 Português

Turim, no norte da Itália, ganha museu do chocolate e da gianduia

 

A cidade de Turim, no norte da Itália, ganhou no último mês de junho um museu dedicado ao chocolate e à gianduia. O Choco Story Turim ocupa a antiga oficina da loja Pfatisch, uma das mais famosas do país e que ajudou a difundir e a elevar o chocolate pela região.

A loja continua em funcionamento e oferece barras, pastas, bombons e chocolates como o gianduiotto, típico de Turim. Já o museu possui mais de 700 objetos, entre ferramentas de processamento de açúcar, xícaras e embalagens de chocolateiros piemonteses.

O tour foca nas origens do cultivo do cacau e nas primeiras receitas dos maias e dos astecas, assim como explora a importação para a Europa e o nascimento da tradição chocolateira em Turim e na região do Piemonte.

Os visitantes são levados primeiramente a uma sala dedicada à descoberta e ao desenvolvimento do cultivo de cacau. A jornada do ingrediente até a Europa também está documentada, assim como um globo interativo conta a evolução do mercado global de chocolate, as variedades existentes de cacau e seus países de origem.

A ligação do chocolate com Turim também é destaque em uma sala que remete à família Savoy, que o estimulou na região já no século 16. Outra sala é dedicada ao gianduiotto, um dos primeiros chocolates embrulhados que se tem notícia e típico de Turim.

Um antigo maquinário para a produção de chocolate usado desde 1921 também pode ser visto e funciona até hoje. Por fim, visitantes podem acompanhar o trabalho de mestres chocolateiros por trás de janelas de vidro. Instalações, jogos multimídia educativos e filmes que contam a história do chocolate na região completam os atrativos.

A entrada para o museu sai por 12 € (cerca de R$ 70) para adultos. Pessoas com mais de 65 anos pagam 10 € (R$ 60) e crianças entre 3 e 11 anos pagam 7 € (R$ 40). Esta é a primeira unidade da Choco Story na Itália. A rede de museus focados em chocolate tem 12 filiais espalhadas pela Bélgica, França, República Tcheca, Líbano e México.

 

Fonte: Turim, no norte da Itália, ganha museu do chocolate e da gianduia | CNN Brasil V&G 01)

Assinale a alternativa cuja letra r no final da palavra NÃO represente morfema: 
Alternativas
Respostas
2721: B
2722: B
2723: A
2724: D
2725: C
2726: E
2727: C
2728: A
2729: B
2730: B
2731: C
2732: C
2733: C
2734: A
2735: B
2736: C
2737: A
2738: A
2739: D
2740: B