Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3620637 Português

A Gravata Do Vovô


Muitos vovôs usam gravatas, mas elas são compridonas. Gravata é uma coisa de pano que fica em cima da camisa dos homens. Alguns, outros não.


O vovô usa uma borboleta, mas ele chama de gravata. Como ele sabe tudo muito certo, a gente também chama de gravata.


Mas não é.


É outra coisa. São muitas borboletas, de todas as cores, algumas até com muitas cores, que ele diz serem “estampadas”. Ele tem uma gaveta cheia delas.


“Estampada” eu não sei o que é. Mas ele sabe tudo de tudo, e mais ainda das palavras.


O vovô mora na casa dele, mas ele também mora um pouco em outros lugares, quando viaja.


Ele diz que tem um lugar que existe em todos os outros. É o “Mundo das Palavras”. E ele viaja pra lá sempre que quer.


Eu acho que é longe, então precisa ir voando.


E acho que quem leva o vovô lá pra esse Mundo são as borboletas dele, todas elas, de uma vez, porque elas são pequenas e ele é um adulto.


GALDINO, Elza. Disponível em: https://www.facebook.com/ share/1AppnYpHLS/. Acesso em: 08/08/2025

Assinale a afirmação correta.
Alternativas
Q3618173 Português
A piscina

        Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina. Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.

        Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.

        Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no terraço, e a mulher um banho de sol, estirada, de maiô à beira da piscina, quando perceberam que alguém os observava pelo portão entreaberto.

        Era um ser encardido, cujos mulambos em forma de saia não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.

        De súbito, pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar os olhos dela. Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo e viu com terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de azulejo, sempre a olhá-la, em desafio e agora colhia água com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em pouco sumia-se pelo portão.

        Lá no terraço, o marido, fascinado, assistiu a toda a cena. Não durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.

        Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, 1976.)
Em relação à classificação semântica das expressões destacadas, assinale a correspondência INCORRETA.
Alternativas
Q3618172 Português
A piscina

        Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina. Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.

        Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.

        Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no terraço, e a mulher um banho de sol, estirada, de maiô à beira da piscina, quando perceberam que alguém os observava pelo portão entreaberto.

        Era um ser encardido, cujos mulambos em forma de saia não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.

        De súbito, pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar os olhos dela. Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo e viu com terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de azulejo, sempre a olhá-la, em desafio e agora colhia água com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em pouco sumia-se pelo portão.

        Lá no terraço, o marido, fascinado, assistiu a toda a cena. Não durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.

        Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, 1976.)
Em “Não durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra [...]” (6º§), a expressão destacada pode ser classificada, morfologicamente, como:
Alternativas
Q3617407 Português
O jabuti e o leopardo

Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele não se machucou. Enquanto espanava a poeira do corpo, suspeitou que aquele não era um buraco qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por caçadores.

O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e com ela o medo de virar comida de caçador.

− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti. Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um leopardo caiu no mesmo buraco.

Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo, dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo que poderia devorá-lo a qualquer momento.

− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.

Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.

− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo, ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho sem permissão invade a sua toca? O que você está fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti, disfarçando a tremedeira.

O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique era convincente e continuou:

− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a cara mais feia que tinha para um momento de terror.

Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo casco e o arremessou para fora do buraco.

Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo, correu o mais depressa que pôde e foi para a sua verdadeira toca na floresta.

Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.


https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
"A noite caía, veio a escuridão e com ela o medo de virar comida de caçador." "Era um leopardo mesmo, dos grandes!" Com base na concordância estabelecida nos trechos acima, analise as afirmativas a seguir:
I.A forma verbal 'veio' está no singular concordando com o sujeito mais próximo 'escuridão', mas poderia flexionar no plural em 'vieram' para concordar com 'escuridão' e 'medo', que representam o sujeito composto.
II.A forma correta de concordância seria 'vieram' , pois o verbo deve sempre concordar com o sujeito, que é representado por duas expressões, ou seja, é um sujeito composto.
III.O adjetivo 'grandes' está inadequado, pois o correto seria concordar com 'leopardo'.
IV. Se a expressão 'a noite' fosse flexionada no plural em 'as noites', o verbo seria flexionado em 'caiam'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3617365 Português
As peculiaridades do mel

O mel é produzido pelas abelhas a partir do néctar das flores. Ele começa como um líquido morno, aguado e açucarado, um tipo de fluido que parece um convite para as bactérias.

Só que no caminho até a colmeia, as abelhas concentram o néctar, retirando parte da água, e usando enzimas para aumentar o conteúdo ácido no líquido, o que desestimula o crescimento de algumas formas de micro-organismos e quebra os açúcares em formas mais simples.

Depois disso, as abelhas armazenam o néctar nos favos de mel.

Em seguida, elas fazem algo notável: ventilam o mel com suas asas. Essa ventilação evapora lentamente a água restante, como um ventilador evaporando o suor da pele.

Assim, aquela substância que tinha cerca de 70% ou 80% de água vai secando e secando.

O mel completamente maduro costuma ter entre 15% e 18% de água. Na verdade, a proporção das moléculas de açúcar para água é tão alta que seria fisicamente impossível dissolver tanto açúcar em tão pouca água sem um processo como o que as abelhas utilizam.

Há uma grande quantidade de açúcar ali, e claro que os micro-organismos adorariam se aproveitar dele. Mas com tão pouca água — e a acidez oferecendo um desestímulo adicional — eles simplesmente não conseguem sobreviver.

Além disso, ao vedar um pote de mel, limita-se também a disponibilidade do oxigênio, criando assim mais uma barreira para o crescimento desses seres.

Esse estado é conhecido pelos cientistas de alimentos como "baixa atividade de água" e, de fato, reduzir a atividade da água é uma técnica bastante comum para conservar alimentos processados.

É possível manter certos alimentos úmidos sem que estraguem, desde que as moléculas de água estejam ligadas a interações com sal ou açúcar, por exemplo.

Isso não significa que o mel resista a todos os desafios para se manter fresco. Uma vez que um pote de mel é aberto, a superfície começa a ser exposta ao ar com frequência, e colheradas lambidas trazem bactérias e umidade que não estavam ali quando o pote foi vedado.

Se isso acontecer, assuma o controle da situação adicionando água e um micro-organismo especial e você terá um hidromel — bebida alcóolica feita a partir da fermentação do mel — um tipo de "estrago" com o qual poucos se importariam.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg4jw53p5do
"Esse estado é conhecido pelos cientistas de alimentos como "baixa atividade de água" e, de fato, reduzir a atividade da água é uma técnica bastante comum para conservar alimentos processados."
Quento aos elementos linguísticos utilizados no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3616692 Português
“Retire o colete da embalagem plástica”. Se essa frase fosse passada para o plural, à luz da norma culta, teríamos:
Alternativas
Q3616087 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
A palavra “segundo” pode exercer diferentes funções na Língua Portuguesa, variando conforme o contexto. No trecho “Segundo os autores da pesquisa”, o termo classifica-se como _________, e poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por _________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3616085 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
Os numerais podem indicar ordem, quantidade, multiplicação ou divisão. No trecho “Para isso, selecionaram 25 adultos jovens”, o numeral sublinhado é classificado como: 
Alternativas
Q3616083 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
A análise morfológica permite identificar a função das palavras dentro do enunciado. No trecho “Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono”, o termo sublinhado classifica-se como:
Alternativas
Q3615984 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo”, a palavra rasuras é um _______, enquanto para é um(a) ______.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3615983 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas”, a palavra jamais classifica-se, gramaticalmente, como: 
Alternativas
Q3615982 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras”, o verbo enganamos está conjugado no:
Alternativas
Q3615981 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O vocábulo “imperfeita”, presente no título, resulta de processo de formação de palavras. Trata-se de: 
Alternativas
Q3615818 Português

Texto para responder à questão.


Taquicardia a dois


    Estava minha amiga falando comigo ao telefone. Eis senão quando entra-lhe pela sala adentro um passarinho. Minha amiga reconheceu: era um sabiá. Minha amiga ficou surpresa. Era preciso que ele achasse o caminho da janela para ir embora e escapar da prisão da sala. Depois de esvoaçar muito, pousou num quadro acima da cabeça de minha amiga, que continuou o telefonema, porém mais atenta ao sabiá do que às palavras.

    Foi quando ela sentiu uma coisa pelas costas nuas – era verão, o vestido não tinha costas: o sabiá tinha-se aninhado nela e parecia estar muito bem. E preciso dizer que minha amiga tem uma voz muito suave. Ela sabia que qualquer movimento súbito seu, e o sabiá se assustaria quase mortalmente. Desligou o telefone.

    Também é preciso dizer que minha amiga tem mão e jeito leves, é capaz de segurar a corola de uma flor sem fazê-la murchar. Foi com seu jeito leve que pegou no sabiá, que se deixou pegar.

    E lá ficou de sabiá na mão. O coraçãozinho do sabiá batia em louca taquicardia. E o pior é que minha amiga estava toda taquicárdica. Ali, pois, ficaram os dois tremendo por dentro: a amiga sentindo o próprio coração palpitar depressa e na mão sentindo o bater apressadinho e desordenado do sabiá.

    Então ela se levantou devagar para não assustar o que estava vivo na sua mão. Chegou junto da janela. O sabiá compreendeu. Minha amiga espalmou a mão, onde o sabiá permaneceu por uns instantes. E de súbito deu uma voada lindíssima de tanta liberdade.


(LISPECTOR, Clarice. Portal da crônica Brasileira. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.) 

Sabe-se que na língua portuguesa todo substantivo é dotado de gênero, ou seja, a divisão é feita em dois grupos: o grupo do masculino e o grupo do feminino (Bechara, 2024). Nesse sentido, sobre o gênero de “sabiá” (1º§), é correto afirmar que: 
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Q3615498 Português
Um servidor público recebeu o seu primeiro contracheque no qual estava descrito o seu vencimento básico mensal de R$ 1.561,64. Quando chegou em casa, notou que havia uma incompatibilidade com o valor descrito por extenso. Qual é a forma correta de escrever esse valor por extenso?
Alternativas
Q3615492 Português

Uma velhinha é uma velhinha


    Não sei se os outros pensam assim, mas, quando vejo uma velhinha e procuro imaginar que ela já tenha sido jovem, e tido um namorado, e feito todas as coisas a que o amor obriga, por mais que eu queira, não acredito. Ou, se acredito, não entendo. Porque uma velhinha é uma velhinha, tal qual uma rosa, que é uma rosa. Dá-me uma ideia do ser humano eterno, que sempre houve e não deixará de haver, com sua golinha de rendas, seu chapéu com aplicação de jasmins, seu guarda-chuva, seus sapatos de fivelas. As de Paris passeiam, de manhã, em Auteuil, comprando carne para os gatos, queijos e legumes para si. Passeiam seus cães, à tardinha, no bois e, enquanto dão-lhes folga, discutem, umas com as outras, sobre a última e a próxima guerra. Queixam-se do frio, da bruma constante e, se um sinal de luz aponta para os lados de Versailles, dizem todas, ao mesmo tempo, numa felicíssima esperança: “Il va faire beau!” Adoram o sol. Que engraçado vê-las ao sol! Ficam mexeriqueiras, rigorosas e bisbilhotam a vida de todas as velhinhas ausentes. Voltam à humildade de antes, quando o sol se cobre e a praça esfria outra vez, mandando-as para casa. Passava horas vendo as velhinhas de Paris. Na Ferme d'Auteuil, entre cinco e seis da tarde, tomavam seu chá, lentamente, e era uma delícia ouvi-las conversar. Mas nunca me consenti acreditar que houvessem sido mocinhas, ou que houvessem tirado aquela espécie de farda, um dia sequer, em suas vidas.

    Há pouco tempo, em um café de Friburgo, sentou-se uma velhinha para conversar. Precisava de um dinheiro, para caiar a casa e ajudar no casamento de uma neta. Aceitou uma xícara, beliscou de uns doces, e foram tantas as perguntas, que acabou contando sua vida. Tivera um namorado, andara fazendo suas facilidades com ele. Depois, casou com outro. Por fim, morreu-lhe o marido e, na campanha por um novo casamento, dera-se a duas ou três fantasias pouco recomendáveis, em senhoras viúvas. Isso representou para mim um choque muito grande. De repente, as velhinhas de Auteuil deixaram de ser os seres eternos que eu, sabiamente, imaginara. Todas se transformaram, violentamente, em gente igual a mim, que comete dos meus erros e, como eu, de felicidade em felicidade, de abraço em abraço, de ilusão em ilusão, inebriadamente, envelhece...


(MARIA, Antônio. Benditas sejam as moças: as crônicas de Antônio Maria. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.) 

Analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA. 
Alternativas
Q3615490 Português

Uma velhinha é uma velhinha


    Não sei se os outros pensam assim, mas, quando vejo uma velhinha e procuro imaginar que ela já tenha sido jovem, e tido um namorado, e feito todas as coisas a que o amor obriga, por mais que eu queira, não acredito. Ou, se acredito, não entendo. Porque uma velhinha é uma velhinha, tal qual uma rosa, que é uma rosa. Dá-me uma ideia do ser humano eterno, que sempre houve e não deixará de haver, com sua golinha de rendas, seu chapéu com aplicação de jasmins, seu guarda-chuva, seus sapatos de fivelas. As de Paris passeiam, de manhã, em Auteuil, comprando carne para os gatos, queijos e legumes para si. Passeiam seus cães, à tardinha, no bois e, enquanto dão-lhes folga, discutem, umas com as outras, sobre a última e a próxima guerra. Queixam-se do frio, da bruma constante e, se um sinal de luz aponta para os lados de Versailles, dizem todas, ao mesmo tempo, numa felicíssima esperança: “Il va faire beau!” Adoram o sol. Que engraçado vê-las ao sol! Ficam mexeriqueiras, rigorosas e bisbilhotam a vida de todas as velhinhas ausentes. Voltam à humildade de antes, quando o sol se cobre e a praça esfria outra vez, mandando-as para casa. Passava horas vendo as velhinhas de Paris. Na Ferme d'Auteuil, entre cinco e seis da tarde, tomavam seu chá, lentamente, e era uma delícia ouvi-las conversar. Mas nunca me consenti acreditar que houvessem sido mocinhas, ou que houvessem tirado aquela espécie de farda, um dia sequer, em suas vidas.

    Há pouco tempo, em um café de Friburgo, sentou-se uma velhinha para conversar. Precisava de um dinheiro, para caiar a casa e ajudar no casamento de uma neta. Aceitou uma xícara, beliscou de uns doces, e foram tantas as perguntas, que acabou contando sua vida. Tivera um namorado, andara fazendo suas facilidades com ele. Depois, casou com outro. Por fim, morreu-lhe o marido e, na campanha por um novo casamento, dera-se a duas ou três fantasias pouco recomendáveis, em senhoras viúvas. Isso representou para mim um choque muito grande. De repente, as velhinhas de Auteuil deixaram de ser os seres eternos que eu, sabiamente, imaginara. Todas se transformaram, violentamente, em gente igual a mim, que comete dos meus erros e, como eu, de felicidade em felicidade, de abraço em abraço, de ilusão em ilusão, inebriadamente, envelhece...


(MARIA, Antônio. Benditas sejam as moças: as crônicas de Antônio Maria. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.) 

A distinção entre masculino e feminino abrange tanto aspectos biológicos quanto sociais e culturais. Considerando as palavras retiradas do texto, verifica-se que uma se DIFERE das demais quanto ao gênero; assinale-a. 
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Tapurah - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Analista Administrativo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Assistente Social - Educação | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Auditor de Tributos | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Sanitarista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Farmacêutico-Bioquímico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Meio Ambiente | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Obras | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Vigilância Sanitária II | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Odontólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Ouvidor | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Procurador Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor - Pedagogia 30H | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor - Letras - Língua Portuguesa/Inglesa | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor de Educação Física | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Psicólogo Educação | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Químico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Técnico Esportivo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Enfermeiro |
Q3615030 Português
Países da Otan concordam em investir 5% do PIB em defesa


Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
“[...] o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência” (4º parágrafo). A forma verbal em destaque está flexionada no: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Tapurah - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Analista Administrativo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Assistente Social - Educação | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Auditor de Tributos | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Engenheiro Sanitarista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Farmacêutico-Bioquímico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Meio Ambiente | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Obras | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fiscal de Vigilância Sanitária II | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Odontólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Ouvidor | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Procurador Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor - Pedagogia 30H | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor - Letras - Língua Portuguesa/Inglesa | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Professor de Educação Física | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Psicólogo Educação | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Químico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Técnico Esportivo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Tapurah - MT - Enfermeiro |
Q3615027 Português
Países da Otan concordam em investir 5% do PIB em defesa


Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
“A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia” (2º parágrafo). As palavras em destaque podem ser classificadas respectivamente como:
Alternativas
Q3614970 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Texto 3


Agricultoras de comunidades tradicionais se unem em defesa do Cerrado


Projetos ajudam a conservar o bioma e a empoderar mulheres


“O capim-dourado mudou as nossas vidas. É o capim-dourado que coloca pão na mesa, que gera renda para comprar comida, roupa, calçado. Ainda hoje é a principal fonte de renda da comunidade e muda a vida das artesãs, dando qualidade de vida melhor”, conta Railane de Brito da Silva, 27 anos, presidente da Associação da Comunidade Quilombola Mumbuca, na região de Mateiros, no Jalapão (região leste do estado do Tocantins).

    O capim-dourado (Syngonanthus nitens), na verdade, não é um capim, já que não pertence à família das gramíneas. Trata-se da haste de uma pequena flor branca da família das sempre-vivas (família Eriocaulaceae). O capim-dourado é matériaprima para a confecção de bolsas, bijuterias e objetos de decoração que geram renda para centenas de artesãos. 

    “Ele nasceu aqui na comunidade de Mumbuca. Há 180 anos, dona Laurinda, mais conhecida como dona Miúda, descobriu o capim-dourado. Ela foi a precursora do capim-dourado no mundo”, conta orgulhosa Railane, que segue à frente da associação, vencendo desafios diários para que as artesãs da região tenham visibilidade. “Tenho orgulho do meu trabalho, que não é fácil, mas tenho força porque já nasci empoderada.”

    Na associação, ela faz de tudo: está envolvida nas atividades sociais, financeiras, vendas e projetos que ajudam a divulgar o artesanato local, além de dar aulas em uma escola estadual, inclusive de cultura quilombola.

    “A associação é o coração da comunidade Mumbuca”, conta orgulhosa Railane. “Na associação, é desenvolvido artesanato de capim-dourado. Temos a loja de Capim- Dourado, onde há 200 artesãs e associados que costuram todo dia e vendem lá. A loja organiza a venda das peças e 90% vai para o artesão, 5% fica com o vendedor e 5% vai para o caixa da associação”.

    “Na comunidade Quilombola Mumbuca, tudo gira em torno da associação, é como se fosse a prefeitura da comunidade. Ainda temos o escritório, a Casa da Cultura, o Barracão de Eventos. A associação é um trabalho social, porque tudo que vem de cesta básica e de doação passa pela associação que distribui para comunidade”.

    Filha de pais agricultores, Railane tem muito orgulho de suas origens. “Nós quilombolas somos as comunidades que guardam mais do que tudo. Então, desde o passado, a gente sabe conservar a natureza da forma que era. A nossa comunidade é bem preservada. A gente ensina a não jogar lixo nos córregos e na beira dos rios, porque, além do capim-dourado, aqui tem muitos atrativos; tem córrego, cachoeira, rios, praias, então é muito interessante”. [...]


Bioma

O Cerrado é um dos cinco grandes biomas do Brasil e ocupa cerca de 25% do território nacional, com área aproximada de 1,9 milhão de quilômetros quadrados (km²). Trata-se do segundo maior bioma nacional, atrás apenas da Amazônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, é uma das regiões com maior biodiversidade do mundo. Estima-se que tenha mais de 6 mil espécies de árvores e 800 espécies de aves.

     Apesar da importância, dados mostram que o Cerrado vem sendo devastado. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no acumulado de janeiro a abril de 2023, o desmatamento aumentou no Cerrado e caiu na Amazônia Legal, na comparação com o mesmo período do ano passado.


Agricultura familiar

    “O trabalho que fazemos na Rede Cerrado visa a proteção dos biomas, fauna e flora e dos povos e populações tradicionais”, conta Maria de Lourdes de Souza Nascimento, 59 anos. “Nosso trabalho é focado na agroecologia, garantindo o bem-estar das mulheres e homens do campo”.

     Não me deixo abater. Defendo as mulheres, a agricultura familiar e o meio ambiente. Não tenho dúvidas de que, sem esses três elementos, não existiria vida no planeta", completa Maria de Lourdes.

     Por isso, ela entende que ajudar a conservar o Cerrado é tão importante. “O Cerrado é nossa caixa d’água e não é à toa que [...] preservá-lo é continuar a viver”.

    Para Maria de Lourdes, as ações vêm para mudar as adversidades ambientais. “Somos poucos e poucas nessa luta, mas estamos fazendo a diferença no planeta, nas mudanças climáticas. Somos como o beija-flor do incêndio: estamos fazendo nossa parte!”, disse ela, referindo-se à fábula do beija-flor que, diante de um grande incêndio na floresta, colabora levando gotas de água em seu pequeno bico na tentativa de combater as chamas. [...]


Adaptado de: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023- 05/agricultoras-de-comunidades-tradicionais-se-unem-em-defesado-cerrado.
Assinale a alternativa correta em relação aos processos de formação de palavras.
Alternativas
Respostas
2821: B
2822: A
2823: A
2824: D
2825: B
2826: D
2827: B
2828: B
2829: D
2830: D
2831: D
2832: A
2833: B
2834: A
2835: A
2836: D
2837: A
2838: C
2839: A
2840: C