Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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Alterando os verbos 'separamos' e 'podem' para o 'pretérito imperfeito do indicativo', temos a nova frase:
O maior perdedor dessa guerra fosse a TV convencional.
Assinale a opção cujo verbo encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.
Vários focos de fogo na vegetação de cerrado 'foram' combatidos.
O verbo destacado na frase encontra-se no
Assinale a opção em que a frase encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.
Alterando o verbo para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase será:
O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:


O segmento acima indica a fala do pernambucano Vitor Arruda. Ela está reproduzida no discurso direto.
Assinale a opção em que se tenha feito corretamente a transposição para o discurso indireto.
Marque a opção que preenche corretamente a lacuna.


Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
(1) Verbo pertencente à primeira conjugação.
(2) Verbo pertencente à segunda conjugação.
(3) Verbo pertencente à terceira conjugação.
( ) Chegou
( ) Impacta
( ) Sabemos
( ) Saiu
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é



“Começava (I) a clarear. Uma franja (II) de luz alaranjada circundava a (III) zona norte, por trás da serra da Cantareira. Madrugadores como eu acendiam (IV) as primeiras luzes nos prédios do centro de São Paulo.”
Analise os termos sublinhados e numerados do fragmento acima e assinale a alternativa correta.
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Texto CG1A1-I
A separação da vida privada e doméstica das mulheres em relação ao mundo público dos homens foi constitutiva do liberalismo patriarcal já em suas origens, e, desde meados do século XIX, a esposa economicamente dependente tem sido apresentada como o ideal para todas as classes respeitáveis da sociedade. A identificação das mulheres e da esfera doméstica também está sendo reforçada atualmente pelo renascimento de organizações antifeministas e pela reformulação “científica” do argumento da natureza por sociobiólogos. É claro que as mulheres nunca estiveram completamente excluídas da vida pública, mas a forma como elas são incluídas está baseada, tão firmemente quanto sua posição na esfera doméstica, em crenças e práticas patriarcais.
Carole Pateman. Críticas feministas à dicotomia público/privado.
In: Luis Felipe Miguel e Flávia Birole. (orgs.) Teoria política feminista:
textos centrais. Vinhedo: Editora Horizonte, 2013 (com adaptações).