Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q1944728 Português
_________ animais são manchados de várias cores, mas
humanos são de uma cor só?


   Há um grande número de mecanismos genéticos diferentes por trás das manchas na pelagem dos mamíferos. Por exemplo: os gatos malhados em preto, branco e laranja são sempre fêmeas. Isso se deve ao fato de o gene, que contém a receita para a melanina, ficar no cromossomo X. Como são necessários dois genes diferentes para codificar pelos ruivos e castanhos, só as fêmeas, que têm dois cromossomos X, podem exibir as duas cores simultaneamente.
   Em tese, nada impediria humanos de exibir padrões do tipo (de fato, muitas pessoas têm barba, cabelos e pelos pubianos de cores diferentes). Se nós não os possuímos, é _________ eles não forneceram nenhuma vantagem de sobrevivência para nossos antepassados, e, desta forma, não evoluíram. Gatos, cães e outros caçadores descendem de animais selvagens que tiravam alguma vantagem de se camuflar em seus habitats. Posteriormente, as manchas que já existiam foram enfatizadas por seleção artificial: humanos queriam seus pets pintadinhos.
   Algo análogo, sem dúvida, poderia ter ocorrido conosco. Talvez humanos camuflados tivessem uma chance maior de sobrevivência. Ou talvez as manchas se tornassem um indicador de atração em uma civilização com padrões estéticos diferentes dos nossos. Essas duas possibilidades fariam com que humanos manchados se reproduzissem mais que os lisos, deixando mais descendentes e tornando nossa espécie malhada. Mas nenhuma das hipóteses ocorreu, e ficamos lisos, mesmo.


(Fonte: Super Abril - adaptado.)
Na frase “Humanos queriam seus pets pintadinhos”, o verbo sublinhado está no tempo:
Alternativas
Q1944727 Português
_________ animais são manchados de várias cores, mas
humanos são de uma cor só?


   Há um grande número de mecanismos genéticos diferentes por trás das manchas na pelagem dos mamíferos. Por exemplo: os gatos malhados em preto, branco e laranja são sempre fêmeas. Isso se deve ao fato de o gene, que contém a receita para a melanina, ficar no cromossomo X. Como são necessários dois genes diferentes para codificar pelos ruivos e castanhos, só as fêmeas, que têm dois cromossomos X, podem exibir as duas cores simultaneamente.
   Em tese, nada impediria humanos de exibir padrões do tipo (de fato, muitas pessoas têm barba, cabelos e pelos pubianos de cores diferentes). Se nós não os possuímos, é _________ eles não forneceram nenhuma vantagem de sobrevivência para nossos antepassados, e, desta forma, não evoluíram. Gatos, cães e outros caçadores descendem de animais selvagens que tiravam alguma vantagem de se camuflar em seus habitats. Posteriormente, as manchas que já existiam foram enfatizadas por seleção artificial: humanos queriam seus pets pintadinhos.
   Algo análogo, sem dúvida, poderia ter ocorrido conosco. Talvez humanos camuflados tivessem uma chance maior de sobrevivência. Ou talvez as manchas se tornassem um indicador de atração em uma civilização com padrões estéticos diferentes dos nossos. Essas duas possibilidades fariam com que humanos manchados se reproduzissem mais que os lisos, deixando mais descendentes e tornando nossa espécie malhada. Mas nenhuma das hipóteses ocorreu, e ficamos lisos, mesmo.


(Fonte: Super Abril - adaptado.)
A palavra “simultaneamente” é classificada como:
Alternativas
Q1944591 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


A respeito da seguinte frase retirada do texto: “Amigos verdadeiros são raros, acho que é consenso isso”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O verbo “são” apresenta um sujeito composto.

( ) O predicado da oração com o verbo “são” é classificado como nominal.

( ) “Raros” é classificado como predicativo do sujeito.

( ) A oração com o verbo “acho” apresenta um sujeito indeterminado.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q1944588 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Em relação ao fragmento “Claro que há momentos em que a turma toda te ouve e te consola, mas aí já é outro departamento” (l. 20–21), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O termo “te”, nas duas ocorrências em que aparece, é classificado como um pronome pessoal reto.

( ) O vocábulo “há” é um verbo.

( ) A palavra “outro” é um pronome relativo.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q1944585 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Assinale a alternativa na qual a palavra destacada tenha a mesma classe gramatical que o vocábulo “recíproca” no trecho a seguir: “Amizade é uma conquista recíproca de corações e mentes” (l. 27–28).
Alternativas
Q1944584 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Em relação ao fragmento “E quem alcança os seis possíveis da pesquisa norteamericana pode dizer que ganhou na mega-sena da amizade”, analise as assertivas abaixo:


I. O vocábulo “seis” é um numeral ordinal.

II. O termo “norte-americana” é um adjetivo gentílico.

III. A expressão “pode dizer” representa uma locução verbal.

IV. A palavra “da” é uma preposição essencial.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1943627 Português


Texto para a questão


Sem prejuízo do sentido original do texto, seria gramaticalmente correto substituir a locução verbal “vai fazer” (linha 1) por
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Q1943480 Português
“Jonathan conta que, em 2021, os professores da instituição lançaram o podcast Tagarelando do Assis, no intuito de se aproximarem dos estudantes, instruírem sobre o período de ensino remoto e discutirem temáticas interdisciplinares. A ideia, agora, é voltar com o programa e manter esse canal de diálogo para estimular pais e filhos a incluírem a “hora do estudo” em suas rotinas”.
Fonte: (https://novaescola.org.br/conteudo/21187 – Fragmento retirado do texto “Escuta dos alunos e atividades interdisciplinares são opções para recompor a aprendizagem”).
Avalie as afirmações que seguem, considerando o fragmento acima:
I. Na primeira linha do fragmento, identifica a ocorrência de uma conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
II. lançaram e aproximarem e instruírem são transitivos diretos, tendo, pois, todos eles, complementos verbais preposicionados.
III. Em A ideia, agora, é voltar com o programa e manter esse canal de diálogo, há a ocorrência de duas orações subordinadas substantivas reduzidas de infinitivo.
IV. Na última linha do fragmento, a forma verbal estimular tem apenas um complemento.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1943190 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.



Assinale a alternativa que indica a correta transposição da forma verbal presente no trecho a seguir para o futuro do presente do indicativo: “Os autores clássicos deixaram interpretações baseadas nas teorias dos humores”. 
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Q1943134 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o trecho da crônica “O VIP sem querer”, de Carlos Drummond de Andrade.



João Brandão e seu amigo foram convidados por um garçom solícito (13º parágrafo)

Transpondo-se o trecho acima para a voz ativa, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Q1943133 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o trecho da crônica “O VIP sem querer”, de Carlos Drummond de Andrade.



O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:
Alternativas
Q1943130 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o trecho da crônica “O VIP sem querer”, de Carlos Drummond de Andrade.



João Brandão foi ao Aeroporto Internacional para abraçar um amigo dileto, que viajava com destino ao Paraguai. Pessoa comum despedindo-se de pessoa comum. Mas acontecem coisas. Alguém, informado da viagem, pedira ao amigo que levasse uma encomenda a Assunção. (1º parágrafo)


No trecho acima, o narrador relata alguns fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal:  

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Q1943125 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o poema de Mario Quintana.


            Recordo ainda... e nada mais me importa…

           Aqueles dias de uma luz tão mansa            

          Que me deixavam, sempre, de lembrança,

           Algum brinquedo novo à minha porta...      


        Mas veio um vento de desesperança       

         Soprando cinzas pela noite morta!            

        E eu pendurei na galharia torta                

         Todos os meus brinquedos de criança...    


        Estrada afora após segui... Mas, ai,         

        Embora idade e senso eu aparente,         

        Não vos iluda o velho que aqui vai:           


          Eu quero os meus brinquedos novamente!

        Sou um pobre menino... acreditai…          

        Que envelheceu, um dia, de repente!...     

(QUINTANA, Mario. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2005)  

Verifica-se rima (ou seja, coincidência final de sons) entre palavras de mesma classe gramatical
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Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CORE-MA Prova: Ibest - 2022 - CORE-MA - Fiscal |
Q1942988 Português

Texto para a questão.


O politicamente correto como ferramenta de controle


Internet: <https://www.mises.org.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que está correta a identificação do emprego gramatical, no texto, da palavra destacada. 
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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRM-SC Prova: Quadrix - 2022 - CRM-SC - Revisor de Texto |
Q1942877 Português

Texto para o item.


Internet: <www.metropoles.com/saúde> (com adaptações).

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


Em “de forma que se contraiam juntas” (linha 17), o verbo está empregado no modo subjuntivo porque a oração é subordinada adjetiva e exprime uma finalidade. 

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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRM-SC Prova: Quadrix - 2022 - CRM-SC - Revisor de Texto |
Q1942874 Português

Texto para o item.


Internet: <www.metropoles.com/saúde> (com adaptações).

Em relação aos recursos retóricos empregados no texto e aos mecanismos de coesão textual, julgue o item. 


Na oração “de forma que se contraiam juntas” (linha 17), a coesão com o termo “células” (linha 16) é reconhecida pelo sujeito gramatical na 3.a pessoa do plural, indicado na flexão da forma verbal “contraiam” e pela flexão de gênero e número do adjetivo “juntas”. 

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Q1942486 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Por Fábio Marton


(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/a-mulher-medieval/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta transposição do trecho a seguir para a voz passiva analítica: “como a ideia só havia se reforçado”.
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Q1942485 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Por Fábio Marton


(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/a-mulher-medieval/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a pessoa do discurso e o tempo verbal no qual a forma “saibais” está conjugada: “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem”.
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Q1942411 Português
Texto CB1A1-III 

    Em um mercado cada dia mais competitivo e globalizado, torna-se essencial que as empresas procurem adotar estratégias que lhes proporcionem maior desenvolvimento, possibilitando-lhes destacar-se quanto à capacidade e eficiência para criar, expandir e aplicar recursos. Ressalte-se que as companhias se destacam competitivamente quando adquirem resultados satisfatórios a partir da adoção de práticas aceitas e valorizadas no ambiente em que atuam. Assim, as estratégias competitivas refletem a maneira como as empresas se distinguem de suas concorrentes. Dentre as diversas estratégias competitivas, destacam-se a internacionalização e a inovação. A internacionalização é motivada pela necessidade de recursos, mercados e ativos estratégicos, enquanto a inovação é impulsionada pela necessidade de obtenção de maior eficiência econômica e financeira. Ademais, a internacionalização induz o uso da inovação e proporciona melhores resultados competitivos e, assim como a inovação, pode facilitar a inserção em mercados estrangeiros, propiciando a abertura de caminhos para atuação em diferentes ambientes. 


Antonio Albuquerque Filho et alii. Influência da internacionalização e  da inovação na competitividade empresarial. In: Revista Eletrônica de  Negócios Internacionais (Internext), v. 15, n.º 1, 2020, p. 1 e 2 (com adaptações)
Consideradas as relações coesivas do último período do texto CB1A1-III, é correto afirmar que a flexão da forma verbal “pode” na terceira pessoa do singular justifica-se pela concordância verbal de “pode facilitar” com 
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Q1942245 Português

“SOBRE ÉTICA E IMPRENSA”

Texto incita jornalistas à saudável autocrítica 

       As acusações de espionagem contra o físico Wen Ho Lee, divulgadas este ano pelo mais respeitado jornal dos EUA, "The New York Times", depois comprovadas como falsas, provocaram recentemente intenso debate público sobre ética e imprensa nesse país e resultaram num editorial de "mea culpa" do diário.

       Outros episódios (os equívocos das redes de TV na boca de urna da eleição presidencial, por exemplo) têm colocado a prática do jornalismo no centro das atenções da sociedade americana.

       Erros comparáveis ou até mais graves no Brasil dificilmente motivam discussões similares entre jornalistas, "interna corporis" ou - muito menos - diante dos consumidores de informação.

      A ausência desse tipo de autoexame pelos jornalistas brasileiros só empobrece seu ofício e fornece munição aos que tentam desacreditá-lo diante da sociedade.

       Essa é uma das razões por que o lançamento de "Sobre Ética e Imprensa", de Eugênio Bucci, é um sinal de alento. O fato de um dirigente de primeiro escalão de uma das mais importantes empresas jornalísticas do país se dispor a gastar parte de seu tempo na reflexão sobre questões éticas da profissão e, mais ainda, a reparti-las com o público (com todos os riscos naturais da empreitada) só merece elogios.

      Ainda mais quando o produto final é um texto bem escrito, embasado em sólida pesquisa, comedido e, muitas vezes, corajoso.

     Para fazer justiça completa ao autor e aceitar os desafios que ele mesmo propõe, uma resenha de seu trabalho deve, no entanto, dar mais destaque às divergências que ele suscite do que aos elogios. Por isso, seguem-se alguns pontos defendidos por Bucci no livro a respeito dos quais discordo, ao menos do modo como os expôs.

    O primeiro é que Bucci parece fazer uma distinção entre as exigências da separação entre opinião e informação feitas a veículos de comunicação diversos. Ele demonstra ter muito mais tolerância com as revistas do que com a TV; condena com grande vigor o comportamento do telejornalismo da Rede Globo na eleição presidencial de 89, mas quase justifica o da revista "Exame" na de 94.

       As justificativas para esse tratamento diferenciado vão desde o que Bucci classifica de "traço de nascença" das revistas, que a seu ver lhes permite editorializar a notícia, até o fato de a TV atingir muito maior número de pessoas, muitas das quais analfabetas e sem outras fontes de informação.

       São argumentos duvidosos, ainda que dignos de consideração. Ninguém está à mercê da televisão. Mesmo os mais pobres e ignorantes dispõem de meios de apreensão da realidade que se confrontam com o mundo apresentado nas telas.

     A Rede Globo, por mais poderosa que fosse, não impediu que Leonel Brizola se elegesse duas vezes governador do Rio. Quanto às revistas, elas podem ser consumidas por menos pessoas, mas elas são líderes de opinião; portanto o seu efeito social pode ser até mais poderoso do que o da TV.

     Em relação a outros assuntos que deveriam receber tratamento igual, Bucci adota graus de flexibilidade bastante variados, sem apresentar muitos argumentos que expliquem seu procedimento diferenciado. Por exemplo, é muito mais compreensivo com os conflitos de convicção e consciência dos jornalistas do que com suas necessidades econômicas.

      É possível depreender de seu raciocínio, por exemplo, que um repórter ou editor só pode ser eticamente condenado se tiver um cargo remunerado num partido político e trabalhar num jornal ou revista; mas, se ele agir na imprensa em favor de uma causa ideológica em que acredita sem ser pago por uma organização que a represente, sua falta é mais leve.

     Bucci afirma que o jornalista "não tem autorização ética para perseguir outros fins que não (o de bem informar o público)". Pode ser assim no mundo ideal. Mas há muitas situações no Brasil em que essa exigência é cruel. Por exemplo, em muitas cidades do Nordeste, em que o salário do jornalista não garante sobrevivência digna, exigir dele que não tenha "duplo emprego" (muitas vezes no governo e num jornal) só é justificável como sonho.

      Aqui e ali, Bucci revela alguma ingenuidade. Como ao achar que o fim da condescendência com a aceitação de viagens e favores para a produção de reportagens de turismo é uma "questão de (pouco) tempo", em aparente demonstração de fé numa espécie de teoria evolucionista da imprensa. Ele mesmo argumenta, com razão, ao longo do livro, que o processo de aperfeiçoamento ético depende de muito esforço e encontra sérias resistências não apenas no interior das empresas jornalísticas, mas também (e talvez mais) na própria corporação profissional.

       Outras mostras de boa-fé excessiva aparecem nas frequentes referências ao sistema de comunicação dos EUA como exemplo de preservação da "diversidade".

        Embora haja legislação (contestada seriamente nesta década e já em estado de caduquice) para impedir a concentração excessiva de meios de comunicação nas mãos de um mesmo proprietário em uma só cidade, a uniformidade do jornalismo americano é dramática. Para o consumidor, importa pouco que suas emissoras de TV pertençam a donos diferentes se os telejornais que tem disponíveis são idênticos em todos os canais.

     Se o livro se referisse mais a exemplos concretos (apesar de fictícios, se fosse necessário não atiçar suscetibilidades), talvez muitas das posições do autor tivessem ficado mais claras.

     A primeira metade do trabalho é especialmente abstrata e, por isso, ainda que útil para provocar o pensamento, pouco prática para o debate do procedimento ético. Com frequência, quando cita exemplos, o autor mostra dois possíveis comportamentos antagônicos e não diz qual deles é o mais recomendável na sua opinião, o que, de novo, ajuda a refletir, mas não a discutir.

        Louve-se, no entanto, a coragem de algumas opiniões, como as que cobram, com absoluta clareza, que as empresas jornalísticas adotem práticas compatíveis com a ética que exigem de seus jornalistas no dia a dia.

       Mais do que isso, como já dito antes, "Sobre Ética e Imprensa" merece aplausos por incitar os jornalistas brasileiros ao saudável exercício da autocrítica, tão desprezada entre eles pela posição de arrogância e de anti-intelectualismo arraigado que ainda é hegemônica na corporação.


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3012200017.htm 
Caso o verbo destacado na passagem “Mesmo os mais pobres e ignorantes dispõem (...)” (10º parágrado) fosse flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo na mesma pessoa, a forma verbal resultante estaria correta na alternativa: 
Alternativas
Respostas
6681: C
6682: B
6683: B
6684: D
6685: B
6686: C
6687: C
6688: A
6689: D
6690: E
6691: B
6692: E
6693: B
6694: B
6695: E
6696: C
6697: B
6698: A
6699: A
6700: A