Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 14.877 questões
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade. II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”. III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições. IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal. V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser
motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que
(des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore,
encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de
rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo
que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo
substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer
como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se
fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não
é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto
que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si.
Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de
floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais,
especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do
sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de
“estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma
que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar
uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e
reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Leia, com atenção, o texto 02:

A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no
Leia o texto para responder a questão.
SEGURANÇA PÚBLICA: SAIBA POR QUE ELA É IMPORTANTE PARA A POPULAÇÃO
por Grupo Editores Blog
A Segurança Pública tem sido assunto de muito debate, especialmente desde as eleições de 2018. Mas o que, afinal, é Segurança Pública e por que ela é importante para a população? Neste texto, iremos falar um pouco mais sobre este assunto. Quer saber mais? Acompanhe conosco.
O que é Segurança Pública?
O conceito de Segurança Pública está relacionado a um estado de normalidade social que permite aos cidadãos usufruir de seus direitos e cumprir com seus deveres, tudo isso sem correr riscos de sofrer atentados à sua integridade física ou ao patrimônio público e privado. Na prática, é poder viver sem medo de ser assaltado, roubado, morto, agredido, furtado ou violado de alguma maneira. Por isso, é de fundamental importância que a Segurança Pública seja levada a sério pelos gestores públicos de nível municipal, estadual e federal.
Garantia de lei e da ordem
Políticas de Segurança Pública tem várias finalidades na realidade de uma população. Uma delas é garantir que as leis sejam cumpridas e que a ordem social seja mantida com o mínimo possível de conflitos. A Lei é o dispositivo máximo de proteção aos cidadãos e às instituições, por isso, se a lei está sendo ameaçada, o Estado utiliza seu aparato de proteção para assegurar que esta legislação seja cumprida, seja a partir de patrulhamento, retenção de liberdade, repressão ou outros dispositivos. Diferentemente do que pensa muita gente, a Segurança Pública não tem a função de punir cidadãos transgressores. Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão. Entretanto, em casos nos quais a ação de transgressores ameace a ordem, a integridade física de cidadãos ou de agentes de Segurança Pública, é aceitável que estes servidores (policiais civis e militares, guardas e outros) atuem de maneira preventiva e neutralizem a ameaça.
Proteção à vida
Um dos motivos pelos quais a Segurança Pública é fundamental é a proteção à vida. É muito importante que os cidadãos tenham a confiança de que podem viver, sair para trabalhar ou para lazer com a certeza de que retornarão para casa em segurança, sem sofrer atentados ou ameaças. Cabe ao aparato de Segurança Pública agir para garantir este integridade, trazendo tranquilidade à rotina da população.
Proteção ao patrimônio
A Segurança Pública também é importante para assegurar a inviolabilidade do patrimônio dos cidadãos. Garantir que imóveis, veículos, dinheiro e outros bens valiosos não sejam furtados, roubados ou danificados. O patrimônio público também deve ser protegido. Prédios, veículos oficiais e estrutura de transporte público, postes, placas, iluminação e outros bens que pertencem à população integram os esforços de Segurança Pública.
Produtividade e qualidade de vida
A Segurança Pública é uma das atribuições do Estado para garantir à população as condições de produtividade, qualidade de vida e confiança para trabalhar, empreender, investir, gastar, construir a própria carreira, constituir família e viver uma vida feliz. Segurança Pública de qualidade passa por políticas bem projetadas, gestão pública eficiente e transparente, além de investimentos em pessoal e infraestrutura.
Disponível em https://blogdoaftm.com.br/seguranca-publica-saiba-por-que-ela-e importante-para-a-populacao/
Leia o texto para responder a questão.
SEGURANÇA PÚBLICA: SAIBA POR QUE ELA É IMPORTANTE PARA A POPULAÇÃO
por Grupo Editores Blog
A Segurança Pública tem sido assunto de muito debate, especialmente desde as eleições de 2018. Mas o que, afinal, é Segurança Pública e por que ela é importante para a população? Neste texto, iremos falar um pouco mais sobre este assunto. Quer saber mais? Acompanhe conosco.
O que é Segurança Pública?
O conceito de Segurança Pública está relacionado a um estado de normalidade social que permite aos cidadãos usufruir de seus direitos e cumprir com seus deveres, tudo isso sem correr riscos de sofrer atentados à sua integridade física ou ao patrimônio público e privado. Na prática, é poder viver sem medo de ser assaltado, roubado, morto, agredido, furtado ou violado de alguma maneira. Por isso, é de fundamental importância que a Segurança Pública seja levada a sério pelos gestores públicos de nível municipal, estadual e federal.
Garantia de lei e da ordem
Políticas de Segurança Pública tem várias finalidades na realidade de uma população. Uma delas é garantir que as leis sejam cumpridas e que a ordem social seja mantida com o mínimo possível de conflitos. A Lei é o dispositivo máximo de proteção aos cidadãos e às instituições, por isso, se a lei está sendo ameaçada, o Estado utiliza seu aparato de proteção para assegurar que esta legislação seja cumprida, seja a partir de patrulhamento, retenção de liberdade, repressão ou outros dispositivos. Diferentemente do que pensa muita gente, a Segurança Pública não tem a função de punir cidadãos transgressores. Quem faz isso é a Justiça através de penalidades que vão de multa à reclusão. Entretanto, em casos nos quais a ação de transgressores ameace a ordem, a integridade física de cidadãos ou de agentes de Segurança Pública, é aceitável que estes servidores (policiais civis e militares, guardas e outros) atuem de maneira preventiva e neutralizem a ameaça.
Proteção à vida
Um dos motivos pelos quais a Segurança Pública é fundamental é a proteção à vida. É muito importante que os cidadãos tenham a confiança de que podem viver, sair para trabalhar ou para lazer com a certeza de que retornarão para casa em segurança, sem sofrer atentados ou ameaças. Cabe ao aparato de Segurança Pública agir para garantir este integridade, trazendo tranquilidade à rotina da população.
Proteção ao patrimônio
A Segurança Pública também é importante para assegurar a inviolabilidade do patrimônio dos cidadãos. Garantir que imóveis, veículos, dinheiro e outros bens valiosos não sejam furtados, roubados ou danificados. O patrimônio público também deve ser protegido. Prédios, veículos oficiais e estrutura de transporte público, postes, placas, iluminação e outros bens que pertencem à população integram os esforços de Segurança Pública.
Produtividade e qualidade de vida
A Segurança Pública é uma das atribuições do Estado para garantir à população as condições de produtividade, qualidade de vida e confiança para trabalhar, empreender, investir, gastar, construir a própria carreira, constituir família e viver uma vida feliz. Segurança Pública de qualidade passa por políticas bem projetadas, gestão pública eficiente e transparente, além de investimentos em pessoal e infraestrutura.
Disponível em https://blogdoaftm.com.br/seguranca-publica-saiba-por-que-ela-e importante-para-a-populacao/
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.
II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.
III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.
IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.
V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas do texto 02.
I- Em todas as falas, verifica-se o uso de conjunções.
II- Em todas as falas, verifica-se o uso de advérbios.
III- Na primeira fala, há o uso de um período composto.
IV- Na segunda fala, os verbos estão no presente.
V- Na quarta fala, verifica-se o uso de interjeição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Atenção é vida
Você sente que está sempre ocupado, mas nem sempre com o que importa? A promessa da vida digital era facilitar, ganhar tempo e aproximar. Mas, na prática, para muita gente, ela tem feito o contrário: acelera, fragmenta e ocupa espaços que antes eram de presença, descanso e silêncio.
A forma como você usa o seu celular diz muito sobre quem você acredita que precisa ser. Se você sente que precisa responder a todas as solicitações na hora, talvez esteja carregando a crença de que disponibilidade é sinônimo de valor. Se não consegue ficar offline, pode estar confundindo conexão com pertencimento. Se acorda e dorme com o celular na mão, talvez esteja terceirizando o próprio ritmo.
Simplificar a vida digital não começa no aparelho. Começa na sua atualização de identidade. Porque toda mudança sustentável exige, na prática, uma faxina interna. E essa faxina passa por três frentes: crenças, emoções e relacionamentos.
Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que “se eu não fizer, ninguém faz”? Ou de que “descansar é perder tempo”? Quais emoções você evita quando se distrai rolando a tela? Ansiedade, solidão, medo de ficar de fora? E quais relações digitais já perderam o sentido, mas continuam ocupando espaço: grupos silenciados, conteúdos que não agregam, conversas que drenam mais do que nutrem?
A vida não fica mais leve quando você organiza o celular. Ela simplifica quando você organiza a si mesmo. Na prática, isso pede decisões simples e profundas. Não levar o celular para a cama, porque ele não é companhia, é estímulo. Não se sentar à mesa com notificações abertas, porque presença não se divide. Escolher em quais grupos estar, porque acesso não significa vínculo. Usar o modo “não perturbe” como limite saudável, não como luxo.
Parece pouca coisa, mas não é. Cada pequena escolha, cada faxina, reorganiza sua atenção. E atenção é vida. A verdade é que não falta tempo. Faltam clareza e coragem para eliminar relações, hábitos e estímulos que já não fazem sentido.
Quando você sabe o que importa, fica mais fácil dizer não para o que só ocupa espaço. E isso vale para o digital e para a vida. Porque a mesma pessoa que se perde nas telas, muitas vezes, também se perde nas decisões, nos excessos e nas expectativas. Você não precisa de mais tempo. Precisa reconhecer quem você é hoje e se está investindo energia em relações que fazem sentido.
Fonte: CAMARGO, Izabella. Atenção é vida. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. de 2026. Adaptado.
I- Encontra-se no plural, em concordância com o seu sujeito.
II- Encontra-se flexionado no tempo presente do indicativo.
III- Encontra-se formando uma estrutura frasal sem sujeito.
IV- Se passado para o singular, assume a grafia “mantém”.
V- Se passado para o singular, assume a grafia “mantem”.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão abaixo, que a ele se referem.
Texto 01
Os sonhos que pegamos emprestados
E se a vida que você está tentando construir nem for a vida que você realmente deseja?
A pergunta pode soar desconfortável, mas talvez nunca tenha sido tão necessária. Vivemos em uma época de muita influência e informação, em que somos expostos, diariamente, a milhares de referências sobre como viver, o que conquistar, o que comprar, para onde viajar, como trabalhar, amar, criar os filhos e até descansar. Nunca tivemos tanta liberdade de escolha. E, paradoxalmente, nunca foi tão fácil perder de vista aquilo que realmente queremos.
Em meio a tanto ruído, uma pergunta simples pode se tornar revolucionária: os sonhos que você sonha são realmente seus?
A todo momento somos atravessados por notícias, opiniões, tendências, expectativas e desejos que chegam de todos os lados. As redes sociais nos mostram vidas aparentemente perfeitas. O mercado nos apresenta novas necessidades. A sociedade define o que significa sucesso. E, sem perceber, vamos preenchendo nossa lista de prioridades com vontades que talvez não tenham nascido de dentro de nós.
Estamos tão acostumados a seguir roteiros prontos que muitas vezes confundimos admiração com desejo, influência com autoridade e aprovação com felicidade. Passamos a perseguir metas que parecem importantes porque são valorizadas por todos ao nosso redor, sem nos perguntar se elas também fazem sentido para nós.
Em um mundo que nunca esteve tão conectado, talvez estejamos cada vez mais distantes de nós mesmos. A velocidade dos dias dificulta a escuta interior. Pulamos de tarefa em tarefa, de tela em tela, de estímulo em estímulo. Fazemos escolhas quase automáticas, sem perceber que cada decisão está desenhando a realidade que habitamos.
Por isso, talvez uma das tarefas mais importantes da vida seja desenvolver a coragem de investigar os próprios desejos. Não o que sua família espera. Não o que sua profissão exige. Não o que parece certo aos olhos dos outros. Mas aquilo que continua fazendo sentido quando todas as vozes externas se calam.
O que faz seu coração vibrar? O que desperta sua curiosidade? Quais momentos fazem você perder a noção do tempo? Com quem você gosta de estar? E, tão importante quanto isso: o que você não quer para a sua vida?
Quando alguém reconhece seus desejos, valores e prioridades, algo muda. As decisões passam a fazer mais sentido. A agenda se organiza de outra forma. Os relacionamentos ganham novos contornos. O trabalho encontra significado. A vida deixa de ser apenas uma sequência de obrigações e começa a refletir quem se é de verdade. Porque existe uma força silenciosa na autenticidade.
Quando você sabe quem é e o que deseja, sua energia deixa de ser consumida com o que não conecta com o seu coração. Ela passa a ser direcionada para construir uma vida coerente com aquilo que importa. Talvez seja por isso que pessoas autênticas exerçam tanto magnetismo. Não porque sejam perfeitas ou tenham todas as respostas, mas porque existe algo profundamente inspirador em quem tem a coragem de honrar a própria verdade.
Isso não significa ignorar responsabilidades nem viver de forma egoísta. Significa reconhecer que uma vida plena não pode ser construída apenas a partir das demandas externas. Ela precisa reservar espaço para aquilo que nutre a alma, desperta entusiasmo e produz uma sensação genuína de pertencimento.
No fim das contas, a pergunta “o que você quer da vida de verdade?” não busca uma resposta definitiva. Ela é um convite permanente. Um convite para questionar padrões. Para diferenciar o que é sonho seu e o que é sonho que você pegou emprestado. Para olhar para dentro com mais honestidade e atenção. Porque, quando encontramos coragem para escutar o que realmente importa, nossas escolhas passam a refletir quem somos de verdade.
Fonte: SESSO, Giuliana. Os sonhos que pegamos emprestados. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão abaixo, que a ele se refere.

Disponível em: https://retalhosinterativos.wordpress.com/tag/armandinho/. Acesso em: 20 jun. 2026.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão abaixo, a que a ele se refere.
Texto 01
Proseando
Eu ia indo, guiando meu carro, de Pocinhos do Rio Verde para Caldas, lá em Minas, quando vi, ao longe, na estrada, um bando de crianças que caminhava pelo acostamento. Chegando mais perto, pelo jeito delas, concluí que eram escolares. Sorriam, naquela manhã de sábado, como se estivessem indo para um piquenique. Crianças felizes. Eram pássaros livres. Chegando ainda mais perto tive uma explosão de alegria. Comecei a rir. Acenei para elas. Elas acenaram para mim. Percebi o que estavam fazendo: traziam sacos nas mãos e estavam catando o lixo acumulado à beira da estrada. Isso de catar lixo nas manhãs de sábado não está nos programas. E também não cai nas provas. Mas elas estavam fazendo aquilo que, talvez, elas já soubessem: que é preciso cuidar do mundo em que vivemos. Talvez soubessem, mas as inúmeras obrigações curriculares não lhes deixavam tempo livre para fazer o essencial. Tanto assim que aquilo que estavam fazendo era num sábado... Isso é sinal de esperança. Acho bom!
ALVES, Rubem. Proseando. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/proseando. Acesso em: 20 jun. 2026.
A- “Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs”. (15º parágrafo)
B- “havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural”. (5º parágrafo)
I- Nos fragmentos Ae B, os verbos “há” e “havia” apresentam sujeito simples, concordando com os termos “vários progressistas” e “gentileza genuína”.
II- Em B o verbo “havia” é pessoal e concorda normalmente com seu respectivo sujeito.
III- No fragmento A, o verbo “há” é impessoal, logo, permanece na terceira pessoa do singular.
IV- No fragmento B, o verbo “havia” é pessoal, com sentido de acontecer.
V- Em A, a forma “há” pode ser substituída por “existem”, mas não por “existe”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto II e responda à questão.

No fragmento “são lactobacilos vivos”, o verbo “são” expressa:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Sobre o fragmento “ele produz uma quantidade considerável de calor próprio enquanto pensamos” (1º parágrafo), assinale a alternativa CORRETA.
A questão refere-se ao texto abaixo.


CAZO. Apostas esportivas. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/chargeapostas-esportivas/>..
O verbo destacado na expressão “vai querer saber", utilizada na charge acima, encontra-se no: