Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q4139937 Português
Associe as colunas abaixo, preenchendo as lacunas das orações com a forma verbal correspondente da primeira coluna. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.

Formas Verbais

(1) detém
(2) mantêm
(3) intervém
(4) mantém

Orações

( ) Piloto ________ na manobra do volante.
( ) Eles tentam fugir, mas não conseguem: uma estranha força os ________ imóveis.
( ) A FAB ________ a maior esquadrilha do Brasil.
( ) A sintaxe de regência ocupa-se das relações de dependência que as palavras ________ na frase. 
Alternativas
Q4139935 Português
Marque a opção em que todos os verbos seguem a mesma conjugação de colorir, conforme norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4139929 Português
“A equipe técnica veio analisando os relatórios até que a auditoria externa pudesse aprovar o seu trabalho.”

Assinale a alternativa em que o período acima é integralmente transposto para a voz passiva, respeitando sua estrutura sintática.
Alternativas
Q4139923 Português
Considere o período abaixo:

“Os concorrentes demonstram que exames qualificatórios têm desdobramentos inevitáveis na qualidade de vida a curto prazo.”

Em relação ao verbo “têm”, assinale a alternativa que classifica corretamente o seu sujeito, considerando a estrutura sintática do período e a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4139919 Português
As regras de concordância verbal admitem variações condicionadas por fatores sintáticos e semânticos, especialmente quando o núcleo do sujeito apresenta valor coletivo, partitivo ou expressões de quantidade. Em textos formais, o reconhecimento dessas estruturas é essencial para a adequação à norma-padrão.

Com base nessas considerações, assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta, segundo a normapadrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4139918 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4139913 Português
Determinados verbos da Língua Portuguesa apresentam flexão defectiva, isto é, não são tradicionalmente conjugados em todas as pessoas, tempos ou modos. Em geral, tais restrições decorrem de fatores fonéticos ou do uso consagrado pela tradição gramatical, motivo pelo qual algumas formas verbais são evitadas na norma-padrão.

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e o comportamento dos verbos defectivos, assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q4139521 Português
Imagem associada para resolução da questão

PARADA OBRIGATÓRIA. Conteúdos sobre veículos. Disponível em <https://blog.usezapay.com.br/veiculo/placa-r-1>.


A placa acima apresenta um verbo no:
Alternativas
Q4139515 Português
Preencha os espaços em branco abaixo com o verbo entre parênteses, adequadamente. A seguir, marque a alternativa que apresenta as formas corretas, na mesma ordem.
– Só vou ajudar você quando       todo o material de estudo. (trazer)
– Estarei aqui quando você         o que lhe pedi. (fazer)
– Quando você         à minha casa, eu lhe contarei tudo. (vir)
Alternativas
Q4139511 Português
Marque a alternativa em que o verbo destacado indica uma ação no futuro.
Alternativas
Q4138751 Português
A sequência de verbos apresentados em primeira pessoa do singular no terceiro quadrinho tem por objetivo 
Alternativas
Q4138702 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Procurar o quê*


    O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.

    Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.

    Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.

    Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas gretas do muro, nos espaços vazios.

    Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.

    Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.

    Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.

    Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.

    Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.


* Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q4138699 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Procurar o quê*


    O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.

    Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.

    Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.

    Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas gretas do muro, nos espaços vazios.

    Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.

    Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.

    Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.

    Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.

    Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.


* Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
O menino mantém sua busca em alta intensidade, não acatando as sugestões dos companheiros.

Transpondo a frase acima para a voz passiva, seus verbos assumem as seguintes formas: 
Alternativas
Q4138696 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Um inseto sentimental 


    A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve e envereda para um lugar desconhecido...

    No entanto, basta surgir um inseto para mudar toda a história: o movimento da mão é interrompido pelo intruso, que voa em círculos e zoa com insistência. Uma picada no pescoço ou no braço pode acabar com a alegria de escrever uma crônica, mesmo sabendo que vou reescrevê-la mais tarde. Deixo a caneta na mesa, pego ao acaso uma revista e tento afugentar o intruso. Não há mais silêncio, já me desconcentrou, apagou a ideia luminosa da crônica que nasceria.

    Apago a lâmpada: talvez ele se acalme na penumbra. O voo lento pode ser uma trégua e, pensando bem, o inseto não é tão ameaçador assim. De repente, um voo rápido em espiral, e a três palmos ele se equilibra no ar, helicóptero perfeito. Uns segundos depois, navega na horizontal e se refugia numa caixa de papelão. 

    Acendo a lâmpada, me aproximo da caixa e vejo meu ex-inimigo no centro de uma fotografia antiga. Repousa no rosto de uma mulher ainda jovem, que sorri para a lente do fotógrafo. Pego com cuidado a foto, saio do quarto e o inseto some na tarde morna. Minha mãe me abraça numa manhã de 1960: nós dois aninhados no banco da praça da Matriz, aonde ela levara seu menino para ver o aviário e conversar com os pássaros. Devo essa lembrança ao inseto estranho e sentimental, que me roubou a ideia de umа crônica, mas me deu outra. Agora, quando já escurece, é pegara caneta e escrever a primeira frase, quase sempre a mais difícil.


(Adaptado de HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 11-12)
É plenamente adequada a correlação entre os tempos e modos verbais na frase
Alternativas
Q4138694 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Um inseto sentimental 


    A primeira frase da crônica é quase sempre a mais difícil, mas quando as palavras aparecem no papel, a mão que segura a caneta fica mais leve e envereda para um lugar desconhecido...

    No entanto, basta surgir um inseto para mudar toda a história: o movimento da mão é interrompido pelo intruso, que voa em círculos e zoa com insistência. Uma picada no pescoço ou no braço pode acabar com a alegria de escrever uma crônica, mesmo sabendo que vou reescrevê-la mais tarde. Deixo a caneta na mesa, pego ao acaso uma revista e tento afugentar o intruso. Não há mais silêncio, já me desconcentrou, apagou a ideia luminosa da crônica que nasceria.

    Apago a lâmpada: talvez ele se acalme na penumbra. O voo lento pode ser uma trégua e, pensando bem, o inseto não é tão ameaçador assim. De repente, um voo rápido em espiral, e a três palmos ele se equilibra no ar, helicóptero perfeito. Uns segundos depois, navega na horizontal e se refugia numa caixa de papelão. 

    Acendo a lâmpada, me aproximo da caixa e vejo meu ex-inimigo no centro de uma fotografia antiga. Repousa no rosto de uma mulher ainda jovem, que sorri para a lente do fotógrafo. Pego com cuidado a foto, saio do quarto e o inseto some na tarde morna. Minha mãe me abraça numa manhã de 1960: nós dois aninhados no banco da praça da Matriz, aonde ela levara seu menino para ver o aviário e conversar com os pássaros. Devo essa lembrança ao inseto estranho e sentimental, que me roubou a ideia de umа crônica, mas me deu outra. Agora, quando já escurece, é pegara caneta e escrever a primeira frase, quase sempre a mais difícil.


(Adaptado de HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 11-12)
Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:
Alternativas
Q4138684 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras de amor


    Os sentimentos funcionam como picadas de mosquito, que coçamos e recoçamos até que se tornem feridas infectadas e, às vezes, septicemias fatais. Salvo um exercício difícil de autocontrole, qualquer picada pode adquirir uma relevância desmedida. A gente tende a se coçar muito além da conta porque descobre nisso um prazer autônomo.

    Por isso mesmo, em geral, não confio nos sentimentos: nem nos meus, nem nos dos outros. Não é que suponho que os humanos mintam quando amam, odeiam, ou se desesperam: nada disso. Apenas verifico que os sentimentos podem ser condições autoinduzidas, transtornos ou desvios produzidos pelos próprios indivíduos que, se não procuram sarna para se coçar (como diz o ditado), no mínimo adoram coçar as sarnas que têm. 

    Tomemos o exemplo do amor. Eu encontro, conheço ou vislumbro de longe uma pessoa que preenche algumas condições básicas para que eu goste dela. Sussurrando entre quatro paredes ou gritando em praça pública, anotando no meu diário ou escrevendo para grandes editoras, passo a encher o ar ou as páginas com as descrições da beleza inigualável da pessoa amada e com as declarações hiperbólicas do meu sentimento.

    Claro, minha prosa ou minha poesia poderão, quem sabe, conquistar o meu objeto de amor, mas esse é um efeito colateral. O efeito mais importante de minhas palavras de amor não é tanto o de seduzir o objeto dos meus sonhos, mas o de eu me apaixonar cada vez mais. Pois a intensidade do meu amor será diretamente proporcional à insistência e à virulência das minhas declarações.

    Em linguística chamamos performativas aquelas expressões que, ao serem proferidas, constituem o fato do qual elas falam. Exemplo clássico: um chefe de Estado dizendo "Declaro a guerra": essa frase é a própria declaração de guerra. Algo semelhante ocorre com o amor: a gente aprende a amar e a declarar o amor pelas palavras dos escritores, o amor se torna relevante em nossa vida à força de ser idealizado pela literatura. Sim, os tempos mudam, e talvez se afirme hoje, aos poucos, uma retórica nova, menos sentimental, capaz de dar valor literário a uma vida sem amores e paixões. 


(Adaptado de CALLIGARIS, Contardo. Aproveitar a vida e suas dores. São Paulo: Planeta do Brasil, 2025, p. 155-157)
A forma verbal no plural é rigorosamente justificável em:
Alternativas
Q4137996 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


texto_1.png (417×332)

Observe a construção sintática presente no primeiro balão de fala da charge. Considerando as regras de concordância verbal e o emprego do acento gráfico, assinale a alternativa com a justificativa gramatical CORRETA para a formulação da palavra TÊM.
Alternativas
Q4137533 Português
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa que apresenta um verbo flexionado no tempo pretérito (passado). 
Alternativas
Q4137463 Português
Considerando o preconizado por Cegalla (2005), analise as assertivas a seguir sobre o emprego do infinitivo pessoal flexionado:

I. É empregado quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal, como, por exemplo, em: “Trabalharia muito para eles alcançarem um futuro brilhante”.
II. O emprego dessa estrutura verbal é vinculado a normas rígidas e, mesmo em questões relacionadas à liberdade ou gosto literário, não há possibilidade de usos distintos.
III. Se o infinitivo tiver como sujeito um pronome oblíquo com o qual constitua o objeto direto dos verbos “deixar, fazer, mandar, ver, ouvir e sentir”, deverá ser flexionado, como, por exemplo, em: “Faça-os entrarem em casa”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4136600 Português
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra


Por Pedro Zanrosso 





 Em relação a trechos retirados do texto e seus aspectos gramaticais, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: A
44: A
45: D
46: B
47: C
48: B
49: E
50: D
51: C
52: A
53: B
54: D
55: D
56: B
57: D
58: A
59: A
60: A