Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 14.991 questões

Q3619072 Português
Há versos célebres que se transmitem através das idades do homem, como roteiros, bandeiras, cartas de marear, sinais de trânsito, bússolas — ou segredos. Este, que veio ao mundo muito depois de mim, pelas mãos de Carlos Drummond de Andrade, acompanha-me desde que nasci, por um desses misteriosos acasos que fazem do que viveu já, do que vive e do que ainda não vive, um mesmo nó apertado e vertiginoso de tempo sem medida. Considero privilégio meu dispor deste verso, porque me chamo José e muitas vezes na vida me tenho interrogado: «E agora?» Foram aquelas horas em que o mundo escureceu, em que o desânimo se fez muralha, fosso de víboras, em que as mãos ficaram vazias e atónitas. «E agora, José?» Grande, porém, é o poder da poesia para que aconteça, como juro que acontece, que esta pergunta simples aja como um tónico, um golpe de espora, e não seja, como poderia ser, tentação, o começo da interminável ladainha que é a piedade por nós próprios.

Em todo o caso, há situações de tal modo absurdas (ou que o pareceriam vinte e quatro horas antes), que não se pode censurar a ninguém um instante de desconforto total, um segundo em que tudo dentro de nós pede socorro, ainda que saibamos que logo a seguir a mola pisada, violentada, se vai distender vibrante e verticalmente armar. Nesse momento veloz tocara-se o fundo do poço.

[...]


José Saramago. https://www.contioutra.com/e-agora-jose-cronica-de-saramago-inspirada-no-poemahomonimo-de-drummond/
Sobre o período ―Há versos célebres que se transmitem através das idades do homem,‖ é correto afirmar que:
Alternativas
Q3618636 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?

        Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.

        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
    
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
    
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
    
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
    
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
    
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
   
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
    
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
    
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
    
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
    
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Leia a letra de música a seguir:
“Eu te desejo não parar tão cedo.
Pois toda idade tem prazer e medo
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante. [...]
Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor pra recomeçar [...]”
(Frejat — Amor pra recomeçar)
As palavras em destaque são chamadas de verbos. Elas se referem a algo que:
Alternativas
Q3618635 Português
Por que o tédio pode ser bom para o cérebro?

        Se alguém te convidar simplesmente para sentar e não fazer nada, você certamente vai se lembrar da longa lista de tarefas pendentes à sua espera ou vai pensar em algo melhor para fazer.

        A sensação de que o dia não tem horas suficientes para fazer frente a todos os e-mails não lidos, resolver as pendências no trabalho ou se dedicar à família é algo corriqueiro.
    
        Soma-se a isso que, quando não estamos tentando dar conta dessas tarefas, pegamos nosso celular para ler algo online ou responder algum comentário nas redes sociais, em uma busca contínua por entretenimento.
    
        Poucas pessoas pensam no tédio como uma opção válida. Mas, segundo neurocientistas, o tédio, mesmo com sua má reputação, pode aumentar nossa criatividade, nosso comprometimento com as tarefas e nossa produtividade no trabalho.
    
        Um famoso experimento, publicado na revista Science, mostrou, inclusive, que existem pessoas que preferem levar um leve choque elétrico a ficar sozinhas com seus pensamentos.
    
        No experimento, os pesquisadores pediram a um grupo de pessoas que se sentasse em silêncio por 15 minutos em um quarto sem nada para fazer. Como alternativa, sua única opção era apertar um botão e receber um choque elétrico.
    
        Sofrer uma descarga elétrica é desagradável, mas muita gente, especialmente do sexo masculino, preferiu levar o choque a ser privada de estímulos sensoriais externos.
   
        Podemos considerar o tempo de inatividade, o tédio ou a ociosidade como uma limpeza mental: uma forma de liberar nossa mente da congestão cognitiva acumulada com o passar do tempo. Por isso, a questão não é tanto que precisamos nos deixar entediar — mas, sim, que precisamos de tempo vazio, ou menos cheio de coisas.
    
        Dormir é uma das formas que o cérebro tem de fazer uma limpeza depois de um dia inteiro, mas ele continua trabalhando. E o tédio também é importante para sua saúde.
    
        Na Itália, as pessoas têm isso muito claro. A expressão il dolce far niente (“a doçura de não fazer nada”) faz parte da cultura do país, onde o descanso, o prazer de ficar sem fazer nada, é parte da vida.
    
        Não se trata de fazer uma siesta, mas sim de algo mais profundo. Trata-se de deixar de lado o ritmo do dia a dia e dedicar um momento à introspecção, o relaxamento e a consciência de viver no momento presente.
    
        Portanto, agora você sabe: é importante cultivar o tédio, esse prazer de não fazer nada, e saber apreciá-lo.

(Fonte: BBC — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a forma verbal NÃO poderia substituir “compôs” sem causar erro gramatical no texto:
Nosso amigo e o irmão dele compõem o time de futebol da escola.
Alternativas
Q3617092 Português

Texto para questão.



A forma verbal “deixa”, no segundo quadrinho está: 
Alternativas
Q3612492 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado. 
Elas duram por curto período, até 'serem' transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade.

O verbo destacado encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Q3612486 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais


Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado. 
As forças policiais 'precisam' de amostras de referência.

Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3608208 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO


(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.


(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.


(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.


(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".


(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece. 


(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho". 

Sobre a frase: "Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada" − marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3607309 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 A PALAVRA E O HOMEM


(1º§) As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos.


(2º§) A palavra sempre teve um grande poder sobre a humanidade. Com ela governos foram formados, impérios se ergueram e caíram e a história foi formada, sem que nada justificasse seus porquês.


(3º§) Mas essa ferramenta própria do homem não tem importância somente no contexto histórico e global, mas também afeta diretamente a vida de cada um de nós. Um elogio torna o seu dia melhor, além de aumentar a autoestima e melhorar o humor.


(4º§) Ela também pode influenciar nas decisões de alguém, mudar a opinião e as ideias. Por isso é preciso ter cuidado com as palavras, elas são poderosas. Assim como podem ajudar e amparar, as palavras conseguem machucar e magoar quem as recebe.


(5º§) Quando usadas com más intenções, ou quando entendidas de forma errada, a palavra se torna uma arma perigosa, não para o corpo, mas sim para a mente e para a alma. Para evitar problemas, é preciso escolher muito bem cada palavra, tornando esse instrumento uma ajuda valiosa na comunicação, ao invés de um empecilho que trará problemas.


(6º§) Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos.



(Por: Pedro Emílio) − (http://capaciteredacao.forum-livre.com/t4433-texto-dissertativo)

Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso): 


(__)Os verbos: "ergueram " e "caíram " estão conjugadas no preterido perfeito do modo indicativo, enunciando ações já concluídas.

(__)Os verbos: "tem " e "afeta" estão conjugadas no presente do modo indicativo, indicando certeza.

(__)Os verbos: "aumentar " e "melhorar" - exemplificam a forma nominal do infinitivo.

(__)Na frase: "Ela também pode influenciar nas decisões de alguém" − temos uma locução verbal, formada por um verbo irregular e por um verbo regular.


Marque a alternativa com a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3603234 Português

Como é muito rara, a síndrome neurológica 'afeta' apenas um paciente em cada um milhão.


Conjugando o verbo destacado no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:

Alternativas
Q3599004 Português

O que se sabe é que esses gestos 'agravam' dores nas mãos e nos punhos.


Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:

Alternativas
Q3598868 Português

Isso 'significava' que eles 'tiveram' que estar extremamente preparados para 'permanecer' alimentados durante o inverno.



Os verbos em destaque encontram-se, respectivamente, no: 

Alternativas
Q3597514 Português
A síndrome é uma condição autoimune rara que, comumente, começa 'enrijecendo' músculos do tronco.

O verbo destacado encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Q3597483 Português
Se o problema não 'for' tratado adequadamente, limita o uso das mãos.

Em relação ao verbo destacado, o mesmo se encontra no:
Alternativas
Q3597437 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão

Ovelha Negra

Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus, quanto tempo eu passei
Sem saber

Foi quando meu pai me disse: Filha
Você é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir
E sumir

Baby, baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar

Baby, baby
Não vale a pena esperar, oh, não
Tire isso da cabeça
E ponha o resto no lugar

Rita Lee
A primeira estrofe da canção apresenta majoritariamente verbos conjugados no pretérito imperfeito do modo indicativo. Esse uso denota que:
Alternativas
Q3596928 Português
Referindo-se a tempos verbais, marque a alternativa onde temos o verbo conjugado no passado (ou pretérito).
Alternativas
Q3595297 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
“A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo”. Sobre a característica do verbo destacado, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3594707 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.
 
        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.
  
        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.
 
        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
Assinalar o tempo e o modo da forma verbal sublinhada em “Todos viremos à reunião.”:
Alternativas
Q3594139 Português
        A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.

        Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.

        As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.

        Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.

        A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.

(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.) 
Em “As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais.”, a expressão sublinhada: 
Alternativas
Q3592995 Português

Leia o texto e responda a questão.


No segundo quadrinho, o uso do verbo “aproveite” no modo imperativo indica:
Alternativas
Q3592575 Português
Leia o poema e responda a questão.

A chácara do Chico Bolacha
Cecília Meireles


Na chácara do Chico Bolacha,
o que se procura
nunca se acha!

Quando chove muito,
o Chico brinca de barco,
porque a chácara vira charco.

Quando não chove nada,
Chico trabalha com a enxada
e logo se machuca
e fica de mão inchada.

Por isso, com o Chico Bolacha
o que se procura
nunca se acha!

Dizem que a chácara do Chico
só tem mesmo chuchu
e um cachorro coxo
que se chama Caxambu.

Outras coisas ninguém procura,
porque não acha,
coitado do Chico Bolacha!
No trecho “O Chico brinca de barco”, o termo “brinca” é: 
Alternativas
Respostas
4561: B
4562: D
4563: C
4564: B
4565: D
4566: B
4567: B
4568: C
4569: D
4570: A
4571: B
4572: D
4573: X
4574: D
4575: A
4576: B
4577: B
4578: D
4579: C
4580: D