Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q3541900 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da sentença abaixo para o discurso indireto.

“Não brinques com fogo – disse a mãe.” 
Alternativas
Q3541898 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
No trecho “(…) o amante se interpõe e o marido o mata”, retirado do texto, os verbos estão conjugados, respectivamente, no 
Alternativas
Q3540753 Português

Sobre verbos, conforme preconiza Bechara, avalie as afirmações que seguem:



I. Infinitivo, gerúndio e particípio são formas nominais do verbo, porque, ao lado de seu valor verbal, podem desempenhar função de nomes.


II. Conjugar um verbo é dizê-lo, de acordo com um sistema determinado, um paradigma, em todas as suas formas nas diversas pessoas, números, tempos, modos e vozes.


III. Diz-se que um verbo é regular quando se apresenta de acordo com o modelo de sua conjugação: cantar, vender, partir. No verbo regular também o radical não varia. Tem-se o radical de um verbo privando-o, no infinitivo sem flexão, das terminações -ar, -er, -ir.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Provas: IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Matemática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Alimentos | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Elétrica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Produção | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Literatura | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Manutenção de Aeronaves | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Biotecnologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Língua Estrangeira (Espanhol) | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Informática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Sociologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Especial | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Cartográfica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia da Computação |
Q3539764 Português
O presente do subjuntivo é comumente utilizado inadequadamente em algumas flexões verbais. Assinale a alternativa cuja flexão do verbo encontra-se em desacordo com o padrão culto da lingua portuguesa. 
Alternativas
Q3537375 Português
Como mudanças climáticas impulsionam incêndios no Brasil


Enquanto o país enfrenta a pior seca da história, fogo se alastra por diversos biomas, da Amazônia ao Pantanal. Fumaça encobre diversas cidades. O Brasil já registrou em 2024 o maior número de incêndios florestais dos últimos 14 anos. O fogo devastou áreas de vários biomas do país, incluindo Amazônia, Pantanal e Cerrado. A fumaça se espalhou pelo país encobrindo várias cidades em diferentes regiões.


[...]
Em qual das alternativas o verbo destacado está conjugado no presente? 
Alternativas
Q3537161 Português
Assinale a alternativa em que o verbo aparece no tempo passado ( ou pretérito).
Alternativas
Q3531296 Português

Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos avós, nossa vida


    A família não é um conto de fadas, ___________ os contos de fadas não ajudam nem um pouquinho a família.

    Cinderela é maltratada pela madrasta, o que todo mundo sabe, mas também pelas duas irmãs. Nem as irmãs inspiram confiança. O mesmo pode-se notar com os Três Porquinhos, que entram em uma competição para ver quem é o melhor. O pai de Branca de Neve é omisso e o da Bela e a Fera sacrifica a filha para se salvar. Pinóquio não pode mentir, senão perde o paradeiro humano. Lar é prisão, feito de inveja e ciúme.

    As histórias só despertam suspeitas dentro de casa. Passa-se a mensagem de que o perigo dorme no quarto ao lado. A salvação vem de fora: ou com príncipes ou com anões, estranhos que devem resgatar as vítimas dos grilhões domésticos.

    Talvez a avó de Chapeuzinho Vermelho seja uma _________ à regra, mas ela também sofre por ser boazinha.

    Quem disse que as crianças não guardam essas ciladas imaginárias até darem o bote na ___________? Como gostar do padrasto ou da nova mulher com quem o pai casa? Como não rivalizar com os manos? Como não se indispor contra as tarefas e não entender os encargos de arrumar a cama, faxinar e lavar a louça como exploração e castigo?

    Na verdade, guarda-se o condicionamento de que é preciso suportar pai e mãe, aguentar os irmãos, para uma redenção externa, pessoal e egoísta. Alívio é se ver livre das próprias raízes e viajar o mundo.

    Não existem noções de solidariedade e de completude nos laços de sangue. Ninguém ajuda ninguém a ser feliz ou a superar os ritos de passagem. É a ideia que vigora nas construções maniqueístas ficcionais.

    Não amamos a família. Pois atribuímos a ela nossa culpa e a fonte de nossos problemas. Erramos porque temos a referência traumática de tal mãe ou de tal pai, uma completa e oportunista isenção de nossas responsabilidades e de nossas escolhas. Os desvios são debitados sempre em nossa origem. Quando acertamos, acertamos sozinhos. Os méritos são exclusivamente nossos. Quando falhamos, são os nossos pais. É um jogo psicanalítico injusto.



Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Dos verbos abaixo, presentes no texto, o ÚNICO que se encontra no modo subjuntivo é: 
Alternativas
Q3530807 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:



A região centro-oeste do Brasil teria alcançado novos patamares de desenvolvimento econômico e social.



Qual é o tempo verbal da afirmativa lida?

Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de São José do Cerrito - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Advogado | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Fiscal de Rendas e Posturas | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Professor de Educação Especial | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Professor de Educação Física | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Psicólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Supervisor Escolar | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Analista de Sistemas | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Bioquímico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Contador | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Controlador Interno | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Coordenador de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Dentista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Agente de Compras | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de São José do Cerrito - SC - Assistente Social |
Q3529310 Português
Zagallo, um dos personagens mais importantes da história do futebol, morre aos 92 anos


    Mario Jorge Lobo Zagallo será eterno. Eterno jogador, técnico, professor, mestre, apaixonado pelo Brasil — um dos maiores nomes da história do futebol. O único a conquistar quatro Copas do Mundo.


    A “Amarelinha”, símbolo maior do futebol brasileiro, Zagallo _____ até não ter inventado a expressão, mas foi certamente o responsável por dar sentido a ela. Tema e tom preferidos de quem sempre defendeu com gritos, unhas e dentes o respeito à Seleção. “Vamos acreditar, hein! Vamos acreditar”, disse Zagallo, motivando o time na semifinal de 1998.


    A camisa amarela jamais seria a mesma sem ele. Tudo começou em tempos de registros em preto e branco. O menino nascido em Alagoas foi criado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, bem perto de onde foi construído o Maracanã.


    [...]


    Curiosamente, a primeira grande conquista do único tetracampeão não foi com a Amarelinha. O Brasil vestia azul, em outra final ainda sem imagens coloridas, a de 1958. Amarelinhos eram os suecos, adversários, donos da casa, atropelados pelos brasileiros na partida.


    Nesse time dos craques Pelé, Garrincha, Didi e Nilton Santos, o número sete recebia menos atenção. Zagallo era o ponta esquerda trabalhador, mais preocupado com as funções táticas em campo. Conhecido como "Formiguinha". Armando Nogueira dizia que Zagallo jogava com duas camisas, uma para defender, outra para atacar. Na vitória do primeiro título mundial do Brasil, ele fez gol. O quarto na goleada por 5 a 2.


    Ao todo, foram seis gols em 37 partidas como jogador da Seleção. No segundo título mundial, em 1962, no Chile, Zagallo também era titular. Vitória por 3 a 1 sobre a Tchecoslováquia. A carreira dentro de campo acabou três anos depois para dar início _____ fase preferida nessa vida dedicada ao futebol.


    Jogador de três clubes, América, Flamengo e Botafogo, treinador de muitos mais. A começar pelo próprio Botafogo, onde Zagallo montou o inesquecível time bicampeão carioca de 1978.


    No fim da década de 1960, a Seleção Brasileira era dirigida por João Saldanha, mas um desentendimento do treinador com o governo militar deixou o caminho aberto para Zagallo assumir o time, no dia 19 de março de 1970, a menos de três meses para a ______ na Copa do Mundo do México.


     [...]


    Zagallo viveu para fazer os jogadores brasileiros acreditarem no próprio valor. Mesmo em dias pouco inspiradores, a eles cabe jogar por Zagallo e pela Amarelinha.


Fonte: g1 notícias
Analise as assertivas sobre os verbos e os seus modos e tempos verbais.

I. “Será” está no modo subjuntivo.
II. “Recebia” está no pretérito perfeito do modo indicativo.
III. “Seria” está no futuro do pretérito do modo indicativo.

Das assertivas, está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3521954 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.  


Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP

   Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).

Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
Entre os trechos, aquele em que se pode verificar a utilização de uma estrutura hipotética é:
Alternativas
Q3521953 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.  


Um mundo com cada vez menos crianças
da Revista Pesquisa FAPESP

   Somália[,] Níger[,] Chade[,] Samoa[,] Tonga e Tadjiquistão. Esses são os seis únicos países do mundo que, por volta de 2100, deverão apresentar uma taxa de fecundidade feminina (número de filhos vivos por mulher) elevada o suficiente para manter ao menos estável o tamanho da população, segundo uma projeção internacional recente. Para determinada população preservar seu tamanho, as mulheres PRECISAM ter, em média, ao menos dois filhos, que substituirão os pais. Se a taxa de crianças por mulher for superior a essa por um tempo, a população cresce. Se for menor, encolhe. Nos últimos 70 anos, o mundo vem testemunhando uma redução drástica na fecundidade feminina. Em 1950, cada mulher tinha, em média, 4,8 filhos. Esse número havia baixado para 2,2 em 2021 e deve continuar diminuindo. Se não HOUVEREM mudanças, a média mundial deve baixar para 1,6 filho por mulher em 2100, segundo os cálculos de um grupo internacional de pesquisadores coordenado por Simon Hay, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Apenas 94 nações mantinham a fecundidade feminina em 2,1 filhos por mulher, o suficiente para repor a população, em 2021. No final do século, DEVE ser apenas aqueles seis países. "Essas tendências futuras nas taxas de fertilidade e nascidos vivos irão reconfigurar completamente a economia global e o equilíbrio de poder internacional e exigirão a reorganização das sociedades”, AFIRMOU a pesquisadora Natalia Bhattacharjee, coautora do estudo, ao site ScienceAlert. Com a redução sustentada no número de nascimentos e o envelhecimento das populações, alertam os pesquisadores, os países poderão enfrentar redução na força de trabalho e sobrecarga dos sistemas de saúde e de segurança social. Menos de 50% das crianças NASCIAM em países de média e baixa renda em 1950. Essas nações concentrarão 80% dos nascimentos em 2100 (The Lancet, 20 de março; ScienceAlert, 30 de março).

Um mundo com cada vez menos crianças. Pesquisa Fapesp, maio de 2024. Disponível em: https\:/revistapesquisa.fapesp.br/um-mundo-com-cadavez-menos-criancas/. Acesso em: 09 mai. 2024. Adaptado.
Dentre os seis verbos destacados em letras maiúsculas no texto, quantos se encontram adequadamente flexionados, observando-se a concordância padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3516645 Português

Leia o texto, para responder a questão



A inteligência artificial muda o mundo



    O ano de 2023 foi aquele em que o Homo sapiens criou uma inteligência à altura da sua própria. E percebeu que essa inteligência, artificial, era em muitos sentidos superior à do seu criador. Para alguns, isso gera medo. Para outros, oportunidades e possibilidades inéditas. Entregamos o poder de pensar às máquinas, como Prometeu entregou o fogo dos deuses aos humanos. E por isso foi condenado a viver acorrentado numa rocha, com uma águia comendo seu fígado todos os dias.


    Uma águia (simbólica) comerá nosso fígado na forma de arrependimento pelas forças que liberamos? “Eu chamaria isso de momento de inflexão”, declarou à revista Technolife a cientista pioneira em IA, Fei-Fei Li, professora da Harvard e ex-vice-presidente do Google. “2023 é, na história, esperançosamente, um ano que vai ser lembrado pelas mudanças profundas da tecnologia e pelo despertar público.”


    Pesquisas sérias sobre inteligência artificial existem desde a metade da década de 1950, mas 2023 foi o ano em que ela foi popularizada, especialmente por meio de um programa/aplicativo chamado ChatGPT, da OpenAI. Lançado em 2022, o ChatGPT colocou nas mãos de qualquer pessoa (que pague US$ 20 por mês pela versão 4) um poder jamais visto anteriormente. Ali estava um modelo de linguagem capaz de raciocinar, produzir, traduzir, criar, fazer arte, conversar, aconselhar, dispor de uma memória imbatível, realizar cálculos complexos e elaborar receitas de bolo, tudo ao mesmo tempo.


    A primeira reação foi de pânico. Programas de IA generativa foram proibidos em escolas. Os estudantes não iriam mais querer estudar tendo essa potência toda à disposição. O pânico se estendeu também à possibilidade de ações fora de controle. A inteligência poderia agir fora da lei por conta própria.


    A inteligência artificial derrubou a velha crença de que nada supera a criatividade humana. O professor Erik Brynjolfsson, da universidade Stanford, especializado em relações entre máquinas e humanos, disse duras palavras numa entrevista para o New York TImes: “Para ser brutalmente honesto, tínhamos uma hierarquia de coisas que a tecnologia poderia fazer e nos sentíamos confortáveis em dizer que coisas como trabalho criativo, trabalho profissional e inteligência emocional seriam difíceis para as máquinas fazerem. Agora tudo isso foi revirado”.


    Tirando a perda de empregos, o maior temor é o de que os computadores ganhem vida própria e exterminem a humanidade. Perguntei ao ChatGPT se ele seria capaz de tomar o controle da situação e destruir a humanidade. Esta foi sua resposta:


    A ideia de um modelo de linguagem como o ChatGPT sendo capaz de destruir a humanidade é mais um tema de ficção científica do que uma preocupação baseada na realidade e na ciência atual. Os modelos de linguagem, por sua natureza e design, não possuem agência, vontade própria, consciência ou capacidade de tomar ações físicas no mundo. Eles são ferramentas que processam e geram texto com base em dados e algoritmos, operando sob os controles e limites estabelecidos pelos seus criadores humanos.



(Dagomir Marquezi. Disponível em: . Acesso em: 02.01.2024. Adaptado) 


Nos trechos destacados, as formas verbais no futuro do pretérito – “iriam” e “poderia” – indicam que se trata de” 
Alternativas
Q3515349 Português
  1. Leia a tira para responder à questão.


  1. Q13.png (292×317)


  1. (Fernando Gonsales. Níquel náusea. Disponível em: http://www.niquel.com.br/bau.shtml)
É correto afirmar que a forma verbal destacada no 2o quadro foi empregada para
Alternativas
Q3512202 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

Os vikings eram descendentes dos bárbaros que haviam se estabelecido na Escandinávia. Do século VIII ao XI, essa temível tribo de mercadores e piratas iniciou um extraordinário período de expansão, atacando, com seus longos navios, o litoral da Europa até Gibraltar. Em busca de novas terras e mercados, navegavam também enormes distâncias por mares desconhecidos.
[...]
Os vikings geralmente viviam como agricultores e artesãos nas terras em que se estabeleciam, absorvendo elementos das culturas que encontravam e retribuindo com seus conhecimentos sobre navegação, construção naval e metalurgia, assim como a poesia de suas sagas épicas. Na Normandia, no norte da França, os colonos vikings se fundiram com a população franca, tornando-se mais tarde conhecidos como normandos (homens do norte) e continuaram a ter importante presença na Europa.

(MARRIOT, Emma. A História do Mundo para quem tem pressa. Rio de Janeiro: Valentina, 2019.) 
Por ser um relato sobre quem eram e o que faziam os vikings, os tempos verbais do pretérito do indicativo são usados no texto. Sobre esses tempos verbais, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Pretérito perfeito 2. Pretérito imperfeito
( ) iniciou ( ) estabeleciam ( ) navegavam ( ) fundiram ( ) viviam
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509337 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Estudantes de SP criam cadeira de rodas para cães com deficiência

Isadora Moraes

    Ao ________ que muitos cães não conseguem se locomover por conta de doenças ou lesões traumáticas, formandos do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram uma cadeira de rodas de baixo custo e alta qualidade para cachorros.
    “O objetivo foi de incluir esses animais na sociedade. Porque muitos tutores relataram que os cães que utilizam a cadeira de rodas convencional de alumínio acabam assustando outros bichos, devido ao barulho que o material faz quando entra em contato com o solo”, diz Victor Scaramal Monteiro de Souza em entrevista ao Vida de bicho. Ele desenvolveu o projeto ao lado dos colegas Eduardo Louzada Bicudo, Gabriel Francisco Medeiros Rossi e Lucas Kyoji Higa.
    Para a fabricação, os integrantes consideraram a escolha de um material resistente e que suportasse variações climáticas. “Diferentemente da grande maioria das cadeiras disponíveis no mercado feitas de alumínio, optamos por filamentos em 3D PETG”, afirma Victor.
    Esse material é composto por polímeros termoplásticos, produzidos na forma de um fio contínuo, que ________ uma impressora 3D. Ele então é derretido e expelido por uma máquina, sendo impresso no formato indicado pelos estudantes.
    Os benefícios desse filamento em relação ao alumínio ________: maior conforto e durabilidade, baixo custo para aquisição e redução do número de peças que compõem a cadeira. O produto ainda acompanha um colete que traz estabilidade para a cadeira, oferecendo mais segurança durante a locomoção do cachorro.
    E não para por aí! Os estudantes ainda pensaram na estética da cadeira. “As cores roxo e laranja claro remetem à alegria e bem-estar, tirando a sensação de tristeza que se passa quando falamos em cachorros com problemas pélvicos”, diz Victor.
    O formando ainda revela que, a princípio, a cadeira não está à venda, mas que o grupo não descarta a possibilidade de comercialização no futuro. “Já até fizemos um plano de negócios, caso ela seja colocada no mercado”, finaliza.


Disponível em: https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2022/10/estudantes-de-sp-criam-cadeira-de-rodas-para-caes-com-deficiencia.ghtml. Adaptado. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
Alternativas
Q3509216 Português
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.


Q9_10.png (324×448)


(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Os verbos desapontar e doar expressam um pedido em relação ao leitor. Estão conjugados no
Alternativas
Q3506770 Português
A concordância verbal está de acordo com a norma padrão em:
Alternativas
Q3500064 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

        "Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela regido — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar politicas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada as investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de politicas publicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 

"(.] um documento que embasasse essa nossa percepção [..]." 6°§


A forma verbal nessa frase esta no modo: 

Alternativas
Q3499590 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.


Agência Brasil
23/04/24 


    Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação - Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.

    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa. 

    Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

    Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

    Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

    "Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção - de ter um número de casos maior naquela região - para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli à Agência Brasil.

    O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país", acrescentou Galli.

    Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpо, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas е comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


 Adaptado
https://istoedinheiro.com.br

[...] um documento que embasasse essa nossapercepção [...]." 6°§


A forma verbal nessa frase está no modo:

Alternativas
Q3498770 Português
Leia o texto para responder à questão.


Saúde mental dos brasileiros pós-pandemia é uma das piores do mundo

O mundo ainda não se recuperou do impacto da pandemia de Covid-19 na saúde emocional, e o Brasil é um dos países mais afetados, de acordo com um relatório do Global Mind Project, que divulga dados anuais sobre o bem-estar no planeta. O projeto busca mapear a situação, entender as tendências e propor medidas de prevenção.

O documento foi elaborado a partir de enquetes feitas com 420 mil pessoas, em 71 países e em 13 idiomas, e usou um quociente de saúde mental que avalia capacidades cognitivas e emocionais, incluindo a habilidade de lidar com o estresse e de funcionar de forma produtiva. Segundo os autores, o índice não é um sinônimo de felicidade ou satisfação, já que a pessoa pode passar por momentos difíceis ou tristes e, ainda assim, ter condições de lidar bem com eles.

A pontuação média de todos os países mostra que o bem-estar mental permaneceu nos mesmos níveis da pandemia, sem mudanças nos índices de 2021 e 2022. República Dominicana, Sri Lanka e Tanzânia têm as melhores pontuações. Já o Brasil, ao lado da África do Sul e do Reino Unido, ocupa a última posição. De todos os entrevistados, 38% se sentem “melhorando” e 27% estão “angustiados” e “se debatendo”. No Brasil, a proporção dos angustiados é maior (34%). Jovens com menos de 35 anos são os mais afetados.

“A pandemia de Covid-19 teve um impacto significativo na saúde mental devido a uma série de fatores estressantes, como isolamento social, preocupações com a saúde, incertezas econômicas e perda de entes queridos”, avalia o psiquiatra Elton Kanomata, do Hospital Israelita Albert Einstein. “O Brasil foi afetado de forma significativa, com altas taxas de infecção, mortalidade e abalo econômico. O impacto prolongado da pandemia pode ter contribuído para o quadro de estresse crônico e ansiedade, comprometendo a saúde mental da população.”

Segundo o estudo, a persistência dos baixos índices de saúde mental pode indicar que as novas dinâmicas trazidas pela pandemia, como trabalho remoto, hiperconectividade e mudanças no estilo de vida, podem estar dificultando o retorno aos níveis anteriores de bem-estar emocional.


Fatores associados

A pesquisa também detectou que fatores como ganhar o primeiro smartphone precocemente, comer com frequência alimentos ultraprocessados e a falta de relações familiares e amizades estão associados à piora na saúde mental. “O acesso constante à tecnologia pode levar a dependência digital, pior qualidade do sono e diminuição do contato direto e interação com as outras pessoas, o que pode afetar negativamente o bem-estar emocional”, diz Kanomata.

Os alimentos ultraprocessados, por sua vez, são geralmente ricos em gorduras saturadas, açúcares refinados e aditivos, e diversos estudos sugerem que a qualidade da dieta pode afetar a saúde mental. O relatório apontou que mais da metade dos que comem ultraprocessados diariamente está na categoria “angustiados” ou “se debatendo”, comparado a apenas 18% dos que raramente comem esse tipo de alimento.

Já as relações sociais e familiares têm um papel crucial na saúde mental das pessoas. “Um ambiente familiar positivo, com apoio emocional, comunicação aberta e relações saudáveis, promove o bem-estar emocional e ajuda a proteger contra problemas de saúde mental. Por outro lado, conflitos familiares, falta de apoio e disfunção familiar podem aumentar o risco de desenvolver problemas de saúde mental”, lembra o psiquiatra do Einstein. Para o especialista, é importante reconhecer esses desafios e implementar estratégias eficazes de autocuidado e suporte emocional para lidar com eles.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2024/05/saude-mental-dos-brasileiros-pospandemia-e-uma-das-piores-do-mundo.ghtml>
As formas verbais empregadas em “A pontuação média de todos os países mostra que o bem-estar mental permaneceu nos mesmos níveis da pandemia [...]” estão conjugadas, respectivamente, nos tempos: 
Alternativas
Respostas
2441: A
2442: B
2443: E
2444: C
2445: B
2446: B
2447: C
2448: B
2449: C
2450: X
2451: B
2452: C
2453: E
2454: A
2455: D
2456: D
2457: A
2458: A
2459: A
2460: A