Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Assinale a alternativa que indica corretamente a classificação pronominal do vocábulo destacado.
Reaprender a ouvir estrelas
Por Helô Bacichette

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em “como se tudo no universo lhe pertencesse” (l. 09), o pronome oblíquo tem a função sintática de objeto indireto da forma verbal “pertencesse”.
II. No trecho “aprender a amar o chão que nos sustenta” (l. 13), o pronome oblíquo é um objeto direto da forma verbal “sustentar”.
III. Em “para simplesmente contemplá-las” (l. 29), o pronome oblíquo é um objeto indireto da forma verbal “contemplar”.
Quais estão corretas?
Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A música popular brasileira se caracteriza por possuir uma infinidade de gêneros, como o pagode, o poprock, o rock, o sertanejo, o sertanejo universitário, o samba, o axé, sem falar nos inúmeros estilos musicais regionais, como o vanerão, o carimbó, o maxixe, entre outros. Desses gêneros, um dos preferidos do brasileiro é o pagode.
Surgido no Rio de Janeiro na década de 1970, origina-se do samba e do partido alto, estilo de samba cantado, caracterizado pela improvisação de versos. Primeiramente, pagode designava as reuniões que ocorriam nos fundos de quintal. Posteriormente, passou a designar, também, o gênero musical. Entre os cantores de pagode de maior sucesso, encontra-se Xande de Pilares (ex-vocalista do grupo Revelação).
Para responder à questão, considere o refrão da música “Tá escrito”, imortalizado na voz de Xande de Pilares.

Fonte: GRUPO REVELAÇÃO. Tá escrito. Compositores: Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini). In: Ao Vivo no Morro. Rio de Janeiro: Deskdisc, 2009. 1CD. Faixa 1. (Adaptado)
Em “(...) Manda essa tristeza embora (...)” (ℓ. 02), verso do pagode de Xande de Pilares, há a presença do pronome demonstrativo “essa”.
Quanto ao uso de pronomes, considere os versos a seguir, representativos de outros estilos musicais.
I → (...) e dizia contente o que fez de manhã (...) (Sérgio Mendes)
II → Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz (...) (Nelson Motta)
III → Senhor, das manhãs de maio, ceva este mate pra mim (...) (Gujo Teixeira)
IV → O destino te mandou de volta para o meu cais. (Mano Goes)
O(s) verso(s) que também apresenta(m) pronome(s) demonstrativo(s) é(são)
Leia com atenção as afirmativas abaixo, feitas por um grupo de professores durante uma oficina de revisão textual:
I. A forma pronominal "mim" pode ser usada como sujeito da oração, como em: "Mim e João vamos organizar o seminário."
II. A forma pronominal "lhe" não pode ser usada como objeto direto, sendo correta em: "Entreguei-lhe o relatório."
III. A frase "Os documentos foram entregues a mim e a ele" apresenta emprego correto dos pronomes pessoais do caso oblíquo.
IV. A forma "me" pode ser usada como complemento verbal, como em: "Ela me elogiou na reunião."
V. A construção "Entre eu e você, o problema está resolvido" está gramaticalmente adequada quanto ao uso dos pronomes do caso reto.
Em quais afirmativas há emprego correto dos pronomes pessoais segundo a norma-padrão da língua portuguesa?
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.
Quem Tem Amigo Tem Tudo: A Essência da Boa Saúde Mental
Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de que algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número surpreendente de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível da nossa saúde mental e bem-estar.
E inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e de ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.
Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.
Para além do impacto positivo na saúde e saúde mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os próprios relacionamentos familiares.
Amigos são aqueles que agem como o "grilo falante" do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como bússola moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.
Como Fazer Amigos e Mantê-los
As relações de amizade não nascem nem florescem sem esforço de cada uma das partes. Eis algumas dicas para fazer novas amizades ou aprofundar as que você já tem.
Esteja preparado para ouvir: Nada tem sido tão difícil nesse mundo dominado pelas plataformas digitais do que parar e ouvir o que o outro tem a dizer e acolher as suas dores e angústias. Estar presente para o seu amigo, mesmo que você não se sinta preparado para responder ao desabafo dele, já é um grande passo e um ato de profunda conexão.
Aja com seu amigo do modo como gostaria que ele agisse com você: Esse é o princípio básico do colocar-se no lugar do outro e da empatia − a base de qualquer relação verdadeira.
Consistência é chave: Relações entre amigos exigem o mesmo cuidado que com plantas e animais. É preciso adubar, regar e dar alimento diariamente. Isso não significa que você precise falar com seus amigos todos os dias, mas que talvez seja necessário se fazer presente de forma consistente na vida deles.
No Dia do Amigo, 20 de julho, gostaria de passar a seguinte mensagem: amizades não se tratam de números, de quem tem mais ou menos, mas de cultivar o cuidado genuíno, de deixar-se ser cuidado pelo outro, abrir-se e estar verdadeiramente aberto para o outro.
https://forbes.com.br/coluna/2025/07/quem-tem-amigo-tem-tudo-a-esse ncia-da-boa-saude-mental/
(__)O emprego dos pronomes 'dela' e 'ela' são exemplos de coesão referencial anafórica retomando a expressão 'questão'.
(__)O pronome 'esses' realiza uma substituição coesiva, retomando os três pontos citados anteriormente.
(__)A conjunção 'e' estabelece uma oposição entre os dois elementos: a qualidade do sono e a amizade.
(__)A expressão 'na minha opinião' funciona como um marcador de subjetividade, indicando que aquilo que vem a seguir é uma opinião pessoal, e não uma verdade absoluta ou um dado objetivo, o que enfraquece e compromete a validade da argumentação.
A sequência que preenche corretamente os parênteses acima é:
Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.
Em “A IA se caracteriza” (primeiro período do segundo parágrafo), o pronome “se” é reflexivo, o que demonstra a intenção do autor do texto de atribuir características humanas à IA.
Leia o texto abaixo e responda às questão.
TEXTO I
Reflexões de um burro
8 de abril
Quinta-feira à tarde, pouco mais de três horas, vi uma coisa tão interessante, que determinei logo de começar por ela esta crônica. Agora, porém, no momento de pegar na pena, receio achar no leitor menor gosto que eu para um espetáculo, que lhe parecerá vulgar, e porventura torpe. Releve-me a impertinência; os gostos não são iguais.
Entre a grade do jardim da Praça Quinze de novembro e o lugar onde era o antigo passadiço, ao pé dos trilhos de bonds, estava um burro deitado. O lugar não era próprio para remanso de burros, donde concluí que não estaria deitado, mas caído. Instantes depois, vimos (eu ia com um amigo), vimos o burro levantar a cabeça e meio corpo. Os nossos furavam lhe a pele, os olhos meio mortos fechavam-se de quando em quando. O infeliz cabeceava, mas tão frouxamente, que parecia estar próximo do fim.
Diante do animal havia algum capim espalhado e uma lata com água. Logo, não foi abandonado inteiramente; alguma piedade houve no dono ou quem quer que é que o deixou na praça, com essa última refeição à vista. Não foi pequena ação. Se o autor dela é homem que leia crônicas, e acaso ler esta, receba daqui um aperto de mão. O burro não comeu do capim, nem bebeu da água; estava para outros capins e outras águas, em campos mais largos e eternos.
Meia dúzia de curiosos tinham parado ao pé do animal. Um deles, menino de dez anos, empunhava uma vara, e se não sentia o desejo de dar com ela na anca do burro para espertá-lo, então eu não sei conhecer meninos, porque ele não estava do lado do pescoço, mas justamente lado da anca. Diga-se a do verdade; não o fez — ao menos enquanto ali estive, que foram poucos minutos. Esses poucos minutos, porém, valeram por uma hora ou duas. Se há justiça na terra, valerão por um século, tal foi a descoberta que me pareceu fazer, e aqui deixo recomendada aos estudiosos.
O que me pareceu, é que o burro fazia exame de consciência. Indiferente aos curiosos, como ao capim e à água, tinha no olhar a expressão dos meditativos. Era um trabalho interior e profundo. Este remoque popular: por pensar morreu um burro mostra que o fenômeno foi mal entendido dos que a princípio o viram; o pensamento não é a causa da morte, a morte é que o torna necessário. Quanto à matéria do pensamento, não há dúvida que é o exame da consciência. Agora, qual foi o exame da consciência daquele burro, é o que presumo ter lido no escasso tempo que ali gastei. Sou outro Champollion, porventura maior; não decifrei palavras escritas, más idéias íntimas de criatura que não podia exprimi-las verbalmente.
E diria o burro consigo:
“Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso. Não furtei, não menti, não matei, não caluniei, não ofendi nenhuma pessoa. Em toda a minha vida, se dei três coices, foi o mais, isso mesmo antes de haver aprendido maneiras de cidade e de saber o destino do verdadeiro burro, que é apanhar e calar. Quanto ao zurro, usei dele como linguagem. Ultimamente é que percebi que me não entendiam, e continuei a zurrar por ser costume velho, não com idéia de agravar ninguém. Nunca dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bond, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando a autoridade.
“Passando a ordem mais elevada de ações, não acho em mim a menor lembrança de haver pensado sequer na perturbação da paz pública. Além de ser a minha índole contrária a arruaças, a própria reflexão me diz que, não havendo nenhuma revolução declarando os direitos do burro, tais direitos não existem. Nenhum golpe de Estado foi dado em favor dele; nenhuma coroa os obrigou. Monarquia, democracia, oligarquia, nenhuma forma de governo, teve em conta os interesses dá minha espécie. Qualquer que seja o regímen, ronca o pau. O pau é a minha instituição um pouco temperada pela teima, que é, em resumo, o meu único defeito. Quando não teimava, mordia freio, dando assim um bonito exemplo de submissão e conformidade. Nunca perguntei por sóis nem chuvas; bastava sentir o freguês o tílburi ou o apito do bond, para sair logo. Até aqui os males que não fiz; vejamos os bens que pratiquei.
“A mais de uma aventura amorosa terei servido, levando depressa tílburi e o namorado à casa da namorada — ou simplesmente empacando em lugar onde o moço que ia no bond podia mirar a moça que estava na janela. Não poucos devedores terei conduzido para longe de um credor importuno. Ensinei filosofia a muita gente, esta filosofia que consiste na gravidade do porte e na quietação dos sentidos. Quando algum homem, desses que chamam patuscos, queria fazer rir os amigos, fui sempre em auxílio dele, deixando que me desse tapas e punhadas na cara. Enfim…”
Não percebi o resto, e fui andando, não menos alvoroçado que pesaroso. Contente da descoberta, não podia furtar-me à tristeza de que um burro tão bom pensador ia morrer. A consideração, porém, de que todos os burros devem ter os mesmos dotes principais, fez-me ver que os que ficavam, não seriam menos exemplares que esse. Por que se não investigará mais profundamente o moral do burro? Da abelha já se escreveu que é superior ao homem, e da formiga também, coletivamente falando, isto é, que as suas instituições políticas são superiores às nossas, mais racionais. Por que não sucederá o mesmo ao burro, que é maior?
Sexta-feira, passando pela Praça Quinze de novembro, achei o animal já morto.
Dois meninos, parados, contemplavam o cadáver, espetáculo repugnante; mas a infância, como a ciência, é curiosa sem asco. De tarde já não havia cadáver nem nada. Assim passam os trabalhos desse mundo. Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite. Já é alguma coisa neste final de século.
Requiescat in pace.
Machado de Assis – “A Semana” (crônicas 1892-1900) Disponível em: https://revistamacondo.wordpress.com/2012/01/13/cronica-machado-de-assis-reflexoes-de-um-burro/
"Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite." (último parágrafo)
No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:
Quanto às estações, também não "as teríamos" e haveria um grande impacto nos padrões climáticos em todo o mundo.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
"Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!"
Nos trechos destacados, os pronomes oblíquos apresentam uma colocação que segue a norma culta da língua.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao tipo de colocação de cada pronome:
“A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali.”
No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar
Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".
O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.
Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar
O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência
Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.
Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.
1. Respire
Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.
2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência
Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia
3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos
O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.
Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).