Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 14.609 questões

Q1740348 Português

Texto para as questão.

MS determina novas restrições para frear o avanço da covid-19 

Internet: <g1.globo.com>.


Em “As escolas só podem funcionar de forma remota” (linha 20), a expressão “de forma remota” funciona como um
Alternativas
Q1740055 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A IDEALIZAÇÃO DO AMOR


(1º§) Eu estava a pensar na forma como se poderá entender o amor, à luz da minha formação. A minha perspectiva depende daquilo que o outro representa, se o outro é um prolongamento nosso, é uma parte nossa, como acontece muitas vezes, ou é uma idealização do eu de que falaria o Freud. No sentido psicanalítico, poder-se-ia dizer que o amor corresponde ao EU IDEAL e, portanto, à procura de qualquer coisa de ideal que nós colocamos através de um mecanismo de identificação projetiva no outro.

(2º§) Portanto, à luz de uma perspectiva científica, como é apesar de tudo a psicanalítica, o problema começa a pôr-se de uma forma um bocado diferente. Nesse sentido e na medida em que o objeto amado é sempre idealizado e nunca é um objetivo real, a gente, de fato, nunca se está a relacionar com pessoas reais, estamos sempre a relacionarmo-nos com pessoas ideias e com fantasmas.

(3º§) A gente vive, de fato, num mundo de fantasmas: os amigos são fantasmas que têm para nós determinada configuração, ou os pais, ou os filhos, etc. Portanto, devemos refletir sobre este fantasmagórico mundo em que vimos. (...)

(4º§) O amor é uma coisa que tem que ver de tal forma com todo um mundo de fantasmas, com todo um mundo irreal, com todo um mundo inventado que nós carregamos conosco desde a infância, que até poderá haver, eventualmente, amor sem objeto. Reflitamos, entendamos, procuremos conviver com os fantasmas que nos cercam na vastidão do mundo.

(5º§) O amor não será, assim, necessariamente, uma luta corpo a corpo, ou uma luta corporal, mas pode ter que ver realmente com outras coisas, uma idealização, um desejo de encontrar qualquer coisa de perdido, nosso, que é normalmente isso que se passa, no amor neurótico, ou mesmo não neurótico. Quer dizer, é a procura de encontrarmos qualquer coisa que a nós nos falta e que tentamos encontrar no outro e nesse caso tem muito mais que ver conosco do que com a outra pessoa. Normalmente, isso passa-se assim e também não vejo que seja mau que, de fato, se passe assim.

(António Lobo Antunes, in Diário Popular - 2019)

Marque a alternativa com análise INCORRETA.
Alternativas
Q1739179 Português

Leia a tirinha a seguir e responda a questão.




(Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/)

Com base na tirinha, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1739145 Português

Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:


Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas

E não me procure mais

Assim será melhor, meu bem!

O retrato que eu te dei

Se ainda tens, não sei

Mas se tiver, devolva-me!

Deixe-me sozinho

Porque assim

Eu viverei em paz

Quero que sejas bem feliz

Junto do seu novo rapaz


Rasgue as minhas cartas

E não me procure mais

Assim vai ser melhor, meu bem!

O retrato que eu te dei

Se ainda tens, não sei

Mas se tiver, devolva-me!

Devolva-me!

Devolva-me! 

Renato Barros e Lilian Knapp

Esse hipotético leitor a quem a letra da canção se dirige é tratado pelo eu-lírico por meio do pronome pessoal “você”. Caso fosse usada a forma “tu”, como ficaria o excerto abaixo?
Rasgue as minhas cartas E não me procure mais
Alternativas:
Alternativas
Q1738555 Português

Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas: 


De tanto andar uma região

que não figurava nos livros

acostumei-me às terras tenazes

em que ninguém me perguntava

se me agradavam as alfaces ou se preferia a menta

que devoram os elefantes.

E de tanto não responder tenho o coração amarelo. 

(Pablo Neruda. “Outro”. In: O coração amarelo. 2018, p.11.)


I. Em acostumei-me tem-se um caso de ênclise.

II. A regência do verbo “acostumar”, no contexto em que se encontra, exige uma preposição, motivo pelo qual há crase em às terras tenazes.

III. Em me perguntava, tem-se um caso de mesóclise.    
A sequência correta é:
Alternativas
Q1738485 Português

Para responder a questão, considere o texto abaixo.


A roda dos não ausentes


O nada e o não,

ausência alguma,

borda em mim o empecilho.

Há tempos treino

o equilíbrio sobre

esse alquebrado corpo,

e, se inteira fui,

cada pedaço que guardo de mim

tem na memória o anelar

de outros pedaços.

E da história que me resta

estilhaçados sons esculpem

partes de uma música inteira.

Traço então a nossa roda gira-gira

em que os de ontem, os de hoje,

e os de amanhã se reconhecem

nos pedaços uns dos outros.

Inteiros. 


(EVARISTO, Conceição. Poemas da Recordação e outros movimentos. Rio de Janeiro: Malê, 2017, p. 12)

No primeiro verso, os vocábulos “nada” e “não” apresentam a ideia de negação. Considerando-se o contexto, morfologicamente, devem ser classificados como:
Alternativas
Q1738028 Português
Dadas as frases:
1-Não entendi certos apontamentos. 2- Os apontamentos certos fazem a diferença.
Os termos em destaque nas sentenças acima são classificados, de acordo com o contexto em que estão inseridos, respectivamente como:
Alternativas
Q1737985 Português
A colocação pronominal está INCORRETA em:
Alternativas
Q1737983 Português
Leia os versos:
Quanta gente que ri, talvez, consigo Guarda um atroz, recôndito inimigo, Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa! (Raimundo Correia. “Mal secreto”. In: Antologia Nacional, 1939).
Acerca dos aspectos gramaticais e ortográficos do texto, pode-se afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q1737582 Português
Dentre as alternativas abaixo, qual apresenta um vocábulo sublinhado que pertence à mesma classe gramatical de aquilo?
Alternativas
Q1737472 Português
Texto 1A1-I

    Estou escrevendo um livro sobre a guerra...
    Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores.
    Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai.
     Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento?
     A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram.
     Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo.
     Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe...
     Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos.
     Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Svetlana Aleksiévitch. A guerra não tem rosto de mulher.
Companhia das Letras, 2016, p. 9-11 (com adaptações).  
Com relação à colocação pronominal, a correção gramatical do texto 1A1-I seria mantida caso, no trecho
I “Não me lembro de vozes”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “lembro”: lembro-me.
II “Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela”, o pronome “nos” fosse deslocado para logo após “preparando”: preparando-nos.
III “a realidade me assustava”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “assustava”: assustava-me.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q1736685 Português
Marque abaixo a alternativa em que o uso do pronome está INCORRETO.
Alternativas
Q1735924 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:

Devolva-Me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho
Porque assim
Eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei
Se ainda tens, não sei
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me!
Devolva-me!

                                                  Renato Barros e Lilian Knapp

Em virtude de a forma de tratamento verbal utilizada estar de acordo com o pronome pessoal “você”, todos os pronomes utilizados também devem estar de acordo. A frase abaixo foge a esse padrão, sendo assim, qual pronome deveria estar no lugar da forma destacada?


    O retrato que eu te dei


Alternativas: 

Alternativas
Q1735708 Português

Analise o texto abaixo para responder a questão:


Devolva-Me


Rasgue as minhas cartas

E não me procure mais

Assim será melhor, meu bem!

O retrato que eu te dei

Se ainda tens, não sei

Mas se tiver, devolva-me!

Deixe-me sozinho

Porque assim

Eu viverei em paz

Quero que sejas bem feliz

Junto do seu novo rapaz


Rasgue as minhas cartas

E não me procure mais

Assim vai ser melhor, meu bem!

O retrato que eu te dei

Se ainda tens, não sei

Mas se tiver, devolva-me!

Devolva-me!

Devolva-me!

Renato Barros e Lilian Knapp

Esse hipotético leitor a quem a letra da canção se dirige é tratado pelo eu-lírico por meio do pronome pessoal “você”.

Caso fosse usada a forma “tu”, como ficaria o excerto abaixo?


Rasgue as minhas cartas

E não me procure mais


Alternativas:

Alternativas
Q1735364 Português
Medo da eternidade


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.


Assim como no trecho “E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.” (l. 35-36), a colocação do pronome destacado respeita a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Alternativas
Q1734422 Português
Analise os textos seguintes:
I."Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado, / Da vossa piedade me despido, / Porque quanto mais tenho delinquido, / Vós tenho a perdoar mais empenhado". (Poesia Lírico-religiosa - autoria de Tomás Antônio Gonzaga). II."Triste Bahia! ó quão dessemelhante / Estás e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado, / Rica te vi eu já, tu a mim abundante". (Poesia Satírica - autoria de Gregório de Matos). III."Convulso, o vento entoava um pseudo salmo. / Contrastando, entretanto, com o ar convulso /A noite funcionava como um pulso / Fisiologicamente muito calmo". (Estes versos são da autoria de Augusto dos Anjos; estão construídos com onomatopeia, anáfora e comparação). IV."O coração da infância - eu lhe dizia, / É manso. E ele me disse: Essas estradas, /Quando, novo Eliseu, as percorria, / As crianças lançavam-me pedradas..." / Falei-lhe então na glória e na alegria; / E ele-alvas barbas longas derramadas / No burel negro-o olhar somente erguia / Às cérulas regiões ilimitadas..." (Estes versos são da autoria de Raimundo Correia, poeta parnasiano; há verso escrito com pronome em posição de ênclise e versos com exemplos de próclise).
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1734354 Português
Sobre a frase que dá título ao texto, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1734351 Português
Sobre a organização do período: "Faz da tua casa uma FESTA: ouve música, canta, dança" analise as assertivas:
I.A primeira oração inicia com verbo irregular de segunda conjugação no modo imperativo afirmativo. II.No período, temos pronome possessivo dissílabo paroxítono. III.Pode-se identificar a pessoa do discurso pelo modo imperativo afirmativo na segunda pessoa do singular. IV.O substantivo: "festa" exerce função sintática de complemento verbal direto de "faz". V.Os substantivos usados na construção do período são todos abstratos. VI.A combinação prepositiva: "da" é imposta pela concordância e regência verbais.
Após análise, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1732229 Português
São considerados pronomes oblíquos tônicos, EXCETO:
Alternativas
Q1732077 Português
A palavra grifada é pronome em:
Alternativas
Respostas
7301: B
7302: C
7303: B
7304: A
7305: D
7306: A
7307: B
7308: B
7309: A
7310: C
7311: D
7312: D
7313: A
7314: X
7315: D
7316: A
7317: E
7318: A
7319: D
7320: C