Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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I - É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. II - Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio.
É INCORRETO o expresso em:
Atenção! O texto servirá de subsídio para a questão:

Fonte: Revista Superinteressante ed. Out. 2019
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)



Se hoje você consegue carregar o seu celular em poucas horas e usá-___________ ao longo de todo o dia, é ________________ das baterias de íons de lítio. É difícil lembrar de como era a vida sem________________ . É _________________ que o Nobel de Química de 2019 foi dado aos três cientistas que ajudaram a desenvolvê-_____________: Stanley Whittingham, Akira Yoshino e John Goodenough, sendo ___________ a pessoa mais velha a receber o prêmio Nobel, aos 97 anos de idade.
I – O plural das palavras: degrau e hambúrguer faz-se respectivamente: degraus e hambúrgueres. II- “Este ano está bom para nós.” Temos nas palavras em destaque dois exemplos de pronomes. III – “É difícil conviver com esta elasticidade”. Temos na palavra em destaque um exemplo de verbo.
INSTRUÇÕES: A questão dize respeito ao Texto. Leia-o atentamente
antes de respondê-la.

INSTRUÇÕES: A questão dize respeito ao Texto. Leia-o atentamente
antes de respondê-la.

Assinale a alternativa que possui um pronome relativo invariável.
Com relação às Classes de Palavras é CORRETO:
I– As classes de palavras são divididas em palavras variáveis e palavras invariáveis.
II – Substantivo é a palavra que nomeia os seres em geral, desde objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros. Pode ser flexionado em: Gênero, número e grau.
III- As respectivas formas flexionadass dos adjetivos para o grau superlativo absoluto de pobre e humilde são: paupérrimo e humílimo.
IV - Do ponto de vista semântico, o pronome pode apresentar inúmeros sentidos, a depender do contexto: posse, indefinição, generalização, questionamento, apontamento, aproximação, afetividade, ironia, depreciação etc.
Observe o excerto da crônica: “O texto é um bolo para comer com café”
Sempre me encantou saber que as coisas podem ter receitas e que cada uma delas pode ser um guia para a gente seguir na cozinha, na escrita dos textos jornalísticos ou na vida. Jamais esqueci os cadernos de receita de dona Joene, minha mãe. Como nunca fui lá um grande cozinheiro, acho que a melhor coisa que aprendi nesses cadernos foi a admirar o modo como ela erguia as paredes com perfeição.
Embora para cada cozinheiro o bolo vá resultar de um ou de outro jeito – como dizem os mestres- cucas, tudo depende muito ‘da mão’ de quem cozinha –, as receitas tendem sempre a conduzir a resultados satisfatórios.
Com relação ao excerto é INCORRETO:
Observe as palavras em destaque e assinale a alternativa que apresenta uma proposição EQUIVOCADA:
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.(Carlos Drummond de Andrade)

• O risco é que a vibração provoque danos à barragem de rejeitos... • O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos...
As expressões destacadas encontram-se corretamente substituídas por pronomes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Leia o texto para responder à questão.
Sarampo Mata
As primeiras mortes por sarampo no estado de São Paulo em 22 anos, confirmadas nesta semana, servem como um alerta lúgubre dos perigos dessa doença que voltou a se alastrar no Brasil, a partir de 2018.
Na quarta-feira (28), soube-se do caso de um homem de 42 anos, que não possuía registro de vacinação e apresentava vulnerabilidade para infecções. Nesta sexta, anunciaram-se os óbitos de dois bebês, na capital e em Barueri, em decorrência da enfermidade.
Considerado altamente infeccioso, dado que um indivíduo com a doença pode contaminar até 18 pessoas, o sarampo provoca manchas vermelhas na cabeça e no corpo, tosse, dor de cabeça, coriza e conjuntivite.
De 5% a 10% dos casos evoluem para quadros mais graves, como pneumonia e complicações neurológicas.
Neste ano, a unidade mais rica da Federação contou 2457 casos da moléstia, dos quais 1637 na capital, e responde pela quase totalidade das infecções confirmadas no país. Outros 12 estados, no entanto, registram surto ativo da doença.
Esse número tende a crescer, já que é alto o volume de ocorrências ainda sob investigação. O último boletim do Ministério da Saúde apontava 10855 casos suspeitos — e estes são corroborados em cerca de 25% das vezes.
O ressurgimento do sarampo ocorre após o Brasil ter dado a doença como eliminada em 2016. A causa mais provável é que portadores vindos de fora tenham trazido o vírus ao país. Em 2018, refugiados venezuelanos que buscavam abrigo em estados do Norte e, neste ano, pessoas provenientes de Israel e da Europa, suspeita-se.
A moléstia, porém, só se disseminou por aqui porque encontrou terreno propício. Como regra, epidemiologistas preconizam que 95% do público-alvo deva ser imunizado para bloquear a transmissão de sarampo. Desde 2016, no entanto, o Brasil não alcança essa marca. Em 2018, a taxa foi de 90,5%.
Embora não exista um diagnóstico preciso para essa queda, as razões aventadas para tanto incluem desde a dificuldade dos pais em levar os filhos aos postos em horário comercial até a influência de fake news sobre os riscos da vacinação, passando pela falsa sensação de segurança advinda do sucesso na eliminação da doença.
A preocupação, no entanto, vai além do sarampo. Atualmente, 7 das 8 vacinas recomendadas para bebês apresentam cobertura abaixo da meta. Urge, pois, que os governos de todos os níveis ajam para reverter esse quadro, por exemplo, intensificando campanhas educativas e realizando mutirões.
(Folha de S.Paulo: 31.08.2019. Adaptado)
A definição encerrada no texto é a de: