Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 14.565 questões

Q3907236 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada remete a um termo mencionado posteriormente.
Alternativas
Q3905918 Português
“................................... é o nome que se dá à parte da gramática que trata da posição do pronome oblíquo átono em relação ao verbo. Se o pronome estiver antes do verbo, sua colocação será chamada de próclise; se estiver depois do verbo, de ênclise; e se estiver no meio do verbo, mais especificamente entre o radical e as desinências, de mesóclise.”
Disponível em: https://www.portugues.com.br
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do texto acima.
Alternativas
Q3905593 Português
“O processo de leitura possibilita essa operação maravilhosa que é o encontro do que está dentro do livro com o que está guardado na nossa cabeça.”
Ruth Rocha
No texto acima, a palavra “nossa” é um pronome que expressa: 
Alternativas
Q3901996 Português
Em uma e-mail profissional, um funcionário do setor administrativo, enviou ao setor de Recursos Humanos o seguinte texto:
“Gostaria de que me informassem sobre o novo cronograma.”
Sobre a colocação pronominal no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3901993 Português
Durante a redação de um e-mail formal, Karine escreveu a seguinte frase:
Me encaminhe o relatório assim que possível.”
Responda a seguinte pergunta, a forma pronominal está adequada ao padrão formal da língua?
Selecione o item que responde corretamente à pergunta.
Alternativas
Q3901540 Português

TEXTO I ATENÇÃO BÁSICA COMO PILAR DO SUS Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil se estrutura em diferentes níveis de complexidade, sendo a Atenção Básica, também conhecida como Atenção Primária à Saúde, a principal porta de entrada e o centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo prioritário para expandir e consolidar a Atenção Básica. Nela, equipes multiprofissionais, que incluem médicos, enfermeiros e, de forma essencial, Agentes Comunitários de Saúde (ACS), atuam em um território definido, acompanhando de perto um número determinado de famílias. agentes, por residirem na própria comunidade em que trabalham, criam um vínculo de confiança e conhecem a realidade local, o que facilita a identificação de problemas de saúde e de situações de risco. Eles realizam visitas domiciliares, orientam sobre prevenção de doenças, acompanham gestantes e idosos e atuam como uma ponte entre a população e os serviços de saúde. Dados do Ministério da Saúde indicam que municípios com alta cobertura da ESF apresentam melhores indicadores de saúde, como a redução da mortalidade infantil. fortalecimento da Atenção Básica é, portanto, uma estratégia fundamental para garantir um sistema de saúde mais eficiente e justo, capaz de promover a saúde e prevenir doenças, em vez de apenas tratar os problemas depois que eles já surgiram. Investir nesse nível de atenção significa investir na qualidade de vida da população a longo prazo. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre saúde pública no brasil) base no texto acima, julgue o item a seguir.

No primeiro parágrafo, o pronome “Nela”, em “Nela, equipes multiprofissionais...”, refere-se à Rede de Atenção à Saúde, indicando o local onde os profissionais atuam.
Alternativas
Q3901445 Português

Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias.


    No segundo semestre de 2022, uma situação inusitada em Roraima chamou a atenção do cientista Felipe Naveca. Centenas de pessoas passaram a apresentar febre, dor no corpo, vermelhidão na pele e nos olhos, sintomas que sugerem um quadro de dengue, zika ou chikungunya. No entanto, uma grande proporção dos exames laboratoriais feitos nesses pacientes trazia um resultado negativo para essas três doenças, transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, "ou seja, eram muitos casos suspeitos e poucos confirmados", resume Naveca, que é pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).


    Uma análise mais detalhada revelou que o problema era outro. "Não era dengue. Era oropouche", informa o especialista. Esse vírus endêmico da Amazônia também é transmitido por mosquitos e a infecção provoca incômodos similares aos observados na ação daqueles outros três patógenos mais conhecidos.


    Desde o episódio ocorrido em Roraima, algo parecido se repetiu em outras partes da Região Norte, como Acre, Amazonas e Rondônia. Além disso, o vírus conseguiu ultrapassar as barreiras da Amazônia e hoje causa surtos em locais como Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina, além de já ter sido importado para outros países das Américas e da Europa.


    O oropouche é apenas um exemplo de como a Amazônia, o local mais biodiverso do mundo, é lar de milhares de vírus, bactérias e outros agentes microscópicos que podem eventualmente causar problemas de saúde em seres humanos. Mais que isso, pesquisas recentes têm demonstrado que a degradação desse bioma por meio do desmatamento, do garimpo e de outras atividades aumenta o risco de contato com esses patógenos e eventualmente pode se tornar o gatilho para futuras epidemias ou até pandemias.


    Em linhas gerais, vírus, fungos, bactérias, protozoários e outros agentes microscópicos vivem ciclos bem definidos na natureza, com animais hospedeiros, intermediários e outros elementos que determinam o equilíbrio dessa dinâmica. "Esses patógenos circulam de uma maneira saudável dentro do ecossistema onde atuam, sem causar problemas para os seres humanos", contextualiza o biólogo Joel Henrique Ellwanger, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A ameaça só passa a existir quando acontece a interferência humana nesses sistemas", complementa ele.


    Nos últimos cinco anos, Ellwanger publicou alguns artigos científicos em que detalha como um processo desses poderia acontecer na Amazônia. A ideia dele é entender como esse spillover conceito científico que descreve uma espécie de "pulo" ou "salto", um processo de transição no qual os patógenos passam a afetar os seres humanos, pode acontecer na prática, dentro do contexto específico deste bioma brasileiro. "Nem todo evento de spillover vai gerar uma epidemia. Isso vai depender do patógeno, de ele conseguir chegar até a população humana e encontrar ali as condições favoráveis para se disseminar", pondera o biólogo. Essas tais condições favoráveis envolvem aspectos biológicos e genéticos, como nossas células terem um receptor onde o vírus consegue se encaixar, por exemplo, até questões sociais, como a existência de um mosquito na região que pode servir de hospedeiro e perpetuador dos ciclos de transmissão.


"Quando ocorre o desmatamento em alguma região, toda a fauna que habita aquele lugar vai se mover. Muitas vezes, o animal que servia de reservatório natural para aquele patógeno foge. E os vetores, que transmitem doenças como malária e leishmaniose, vão se alimentar de sangue disponível, como o de seres humanos", detalha Naveca.


    No entanto, quando pensamos na abundância amazônica, tudo isso ganha uma escala muito maior, o que faz as probabilidades também crescerem numa progressão geométrica. "Imagina a diversidade de plantas que existe ali e a gente sequer conhece. Se pensarmos que cada espécie de ser vivo possui um microbioma próprio, estamos muito longe de entender os potenciais ameaças", explica Ellwanger. "Nós conhecemos apenas uma gota de um imenso oceano microbiano que interage nesse ecossistema", complementa ele.



Fonte: Biernath, A.. Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias. BBC News Brasil 16/11/2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2vrn1rwggo.

Leia o fragmento adaptado:


“O vírus Oropouche tem provocado surtos em diferentes estados. Ele se espalha com rapidez, principalmente em áreas de grande circulação. Isso preocupa especialistas, que alertam: se medidas não forem adotadas, novos casos podem surgir.”


Com base nos mecanismos de coesão presentes no fragmento, assinale a alternativa correta:  

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-ES Órgão: IF-ES Prova: IF-ES - 2026 - IF-ES - Assistente de Aluno |
Q3899590 Português
Leia a notícia a seguir como texto de referência para responder à questão.

Governo do Brasil realizará pesquisa sobre restrição de celulares nas escolas

    O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Educação (MEC), realizará, no primeiro semestre de 2026, uma pesquisa nacional para analisar os desdobramentos da Lei nº 15.100/2025, que dispõe sobre o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais nos estabelecimentos de ensino da educação básica. O objetivo do estudo é compreender, após um ano de vigência da norma, completado nesta terça-feira, 13 de janeiro, como a lei vem sendo implementada nos diferentes sistemas de ensino e quais efeitos iniciais tem produzido no cotidiano escolar. (...)

    A Lei nº 15.100/2025 foi instituída em um contexto de crescente preocupação com os efeitos do uso excessivo e desregulado de celulares no ambiente escolar. Evidências nacionais e internacionais apontam riscos associados à intensificação da hiperconectividade, ao aumento das distrações em sala de aula, ao agravamento de problemas de saúde mental e a impactos negativos no clima escolar. Dados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa) 2022 mostram que 80% dos estudantes brasileiros afirmam se distrair e ter dificuldades de concentração nas aulas de matemática por causa do celular: isso reforça a necessidade de uma resposta regulatória no campo educacional. (...)

    No entanto, a lei não proíbe o uso de celulares nas escolas. Ela estabelece restrições contextuais, de caráter protetivo, e permite o uso dos dispositivos para fins pedagógicos, de acessibilidade, inclusão, necessidades de saúde e garantia de direitos fundamentais. Nesse sentido, o MEC vem atuando de forma articulada, por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), para promover uma educação com tecnologia voltada à cidadania digital, incentivando o uso seguro, ético, crítico e criativo das tecnologias digitais. A Lei nº 15.100/2025 reforça essa diretriz, ao assegurar que a presença da tecnologia no ambiente escolar esteja alinhada à promoção da aprendizagem significativa e tem sido aplicada nas redes de todo o Brasil. (...)

    A pesquisa nacional representa mais um passo no compromisso do MEC com políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes e ao fortalecimento de uma educação digital e midiática com qualidade e equidade em todo o país. O estudo será desenvolvido em parceria com o Instituto Alana e visa contribuir para o aprimoramento contínuo da política pública. 

Fonte: BRASIL. Secretaria de Comunicação Social. Governo do Brasil realizará pesquisa sobre restrição de celulares nas escolas. Disponível em: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2026/01/governo-do-brasilrealizara-pesquisa-sobre-restricao-de-celulares-nas-escolas. Acesso em: 13 jan. 2026 (adaptado).
Assinale a alternativa que contém um vocábulo que NÃO retoma “Lei nº 15.100/2025” por meio de referência textual: 
Alternativas
Q3899189 Português
Assinale a alternativa em que o termo destacado estabelece coesão referencial anafórica: 
Alternativas
Q3898736 Português

LÍNGUA PORTUGUESA


Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7.


    Segundo uma pesquisa do ONS, órgão oficial de estatísticas do Reino Unido, publicada em novembro, 33% dos britânicos de 16 a 29 anos relataram sentir solidão "com frequência, sempre ou às vezes" — a taxa mais alta entre todas as faixas etárias. Entre pessoas com mais de 70 anos, 17% disseram o mesmo. Neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisou diversos estudos publicados em diferentes países e constatou que jovens adultos e adolescentes relatam os níveis mais elevados de solidão.

    Os dados são complexos, e há indícios de que, em alguns países, entre o grupo mais idoso, de pessoas com mais de 85 anos, a solidão aumenta de forma acentuada e pode se igualar à registrada entre jovens de 18 a 30 anos. Ainda assim, analistas afirmam que, na maior parte das pesquisas, os jovens adultos se destacam como um grupo particularmente isolado. “Os adultos entre 18 e 24 anos são os que se sentem mais solitários, seguidos pelos idosos”, afirma a professora Andrea Wigfield, diretora do Centro de Estudos da Solidão da Sheffield Hallam University, no Reino Unido. "É um problema crescente".

    Cada vez mais, especialistas afirmam que o mundo moderno é o principal responsável pelo problema. Muitos jovens na faixa dos 20 anos vivem em casas compartilhadas nas quais não conhecem bem, ou não gostam, dos colegas de quarto. O trabalho, com frequência, passou a ser feito em casa, e o contato com os amigos muitas vezes ocorre pelas redes sociais. Nem tudo é desolador. Graças à internet, os jovens adultos têm acesso a amizades no mundo todo. Mas, de modo geral, dizem os especialistas, a imagem de uma vida social intensa entre jovens de 20 e poucos anos, apresentada em séries como Friends, da década de 90, precisa de uma correção urgente. 

    "Tendemos a romantizar o início da vida adulta como um período despreocupado, quando, na maioria das vezes, é o período mais miserável da vida das pessoas”, afirma o professor Richard Weissbourd, docente de educação na Universidade Harvard, nos EUA. Em alguns aspectos, o começo da vida adulta sempre foi um período de instabilidade. Os jovens adultos tendem a sair da casa dos pais e se mudar com frequência. Os amigos partem, e os laços familiares se enfraquecem. Esses eventos de transição podem, para algumas pessoas, levar a uma profunda solidão. “Um grande problema é a dispersão; todo mundo que você conheceu agora vive em um milhão de lugares diferentes”, diz a psicóloga clínica Meg Jay, autora do livro The Twenty-Something Treatment (O Tratamento para os 20 e Poucos, em tradução livre).

    Hoje, há também um conjunto de novos fatores e claramente modernos que podem estar agravando o problema. Em muitas partes do mundo, as pessoas estão se casando e tendo filhos mais tarde (ou nem sequer os têm). No Reino Unido, a idade média do primeiro casamento hoje é de 31 anos, segundo o ONS. Em 1970, essa média era de 23 anos para homens e 21 para mulheres. Os jovens adultos tendem a depender mais dos amigos para estabelecer conexões emocionais e, à medida que essas relações não correspondem às expectativas, a solidão pode surgir. 

    O professor Weissbourd, da Universidade Harvard, também aponta para uma fragmentação mais ampla das comunidades. Em países ricos, a participação em instituições cívicas, como igrejas, grupos comunitários ou sindicatos, vem diminuindo desde a década de 1970. Esse fenômeno é conhecido como a tese chamada de "Jogando Boliche Sozinho" (Bowling Alone), nome inspirado em um ensaio famoso publicado em 1995 pelo cientista político Robert Putnam. No texto, ele observou que mais jovens americanos estavam jogando boliche sozinhos, e não em grupo; um símbolo de um colapso amplo das relações sociais.

    Pessoas na faixa dos 20 anos, que podem ter deixado a casa da infância, mas ainda não formaram sua própria família, sentem essa perda de comunidade de forma mais aguda, afirma Weissbourd. “Vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista. Acho que a solidão é um sintoma da nossa incapacidade em cuidar uns dos outros”.


(Jornal BBC News Brasil, 20.12.2025. Adaptado).

Assinale a alternativa cujas palavras, entre parêntesis, substituam os termos destacados, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3898018 Português
No trecho “Eu havia acabado de segurá-la para que ela passasse a pequena mão na água da fonte do jardim.” (linha 02), o termo em destaque refere-se a:
Alternativas
Q3897746 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'.


O professor de História Régis Marques ouviu falar pela primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.

"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira notícia que encontrei relatava que a comunidade onde ela está inserida enfrentava insegurança devido à violência. A segunda reportagem mencionava que a escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.

"Também havia um terceiro texto que falava que, em uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola e fizeram algazarra durante a festa."

Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus, será que eu vou para essa escola mesmo?".

A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo assim, Régis aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola pública, que vivia enfrentando invasões, furtos e episódios de violência, ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade.

A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025 (World's Best School Prize), realizado pela Organização Britânica T4 Education.


Inspiração em modelo cubano


Para o diretor, o projeto mais transformador veio inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as famílias em suas residências.

Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica alunos com problemas de frequência ou indisciplina e marca um encontro com os responsáveis aos finais de semana.

É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula.

"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno, compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores muitas vezes não veem."

Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos,  um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos.

Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e Paulo Freire.

Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de polarização política — entre elas do Escola Sem Partido, movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica" nas escolas.

As lideranças servem de inspiração para um dos pilares pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da Não Violência.

Realizada anualmente em outubro, o evento envolve rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a proposta vai muito além de "ser bonzinho". 

"Não violência não é dar a outra face. Não violência é você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.

O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende que a pauta da escola é a união.

"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda, de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado 
"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta."

Considerando as regras de colocação pronominal do pronome oblíquo 'nos', na segunda ocorrência no trecho, identifique a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3897657 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem







Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026.
Assinale a alternativa que avalia corretamente o emprego do termo "Eles" (linha 01) logo no primeiro período do texto.
Alternativas
Q3897198 Português


Adaptado de: BRUM, Eliane. A menina quebrada. Revista Época. 28/01/2013. Disponível em
<http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/a-menina-quebrada/>. Acesso em 18 jan.
2026.
No trecho “Eu havia acabado de segurá-la para que ela passasse a pequena mão na água da fonte do jardim.” (linha 02), o termo em destaque refere-se a: 
Alternativas
Q3896927 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem


Q1_10.png (693×505)

Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026. 
Assinale a alternativa que avalia corretamente o emprego do termo "Eles" (linha 01) logo no primeiro período do texto.
Alternativas
Q3896123 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Os tambores da guerra

    O ano de 2026 provavelmente não será lembrado como o ano em que o mundo entrou em guerra, mas talvez o seja como aquele em que a guerra deixou de causar espanto. O perigo maior não é a eclosão de um conflito específico, e sim a naturalização da violência como método recorrente de governo, coerção e ordenamento global. O mundo pode não estar à beira de uma Terceira Guerra Mundial – embora esteja mais próximo do que nunca –, mas parece ter se acomodado a um estado de tensão permanente.
    A guerra de atrito na Ucrânia continua a consumir homens e munições – com Moscou testando os nervos da Otan por meios híbridos, de sabotagens a violações de espaço aéreo. No Oriente Médio, o cessar-fogo em Gaza não eliminou a instabilidade regional: a pressão sobre a Cisjordânia cresce, a ajuda segue politizada, e o papel do Irã como potência revisionista permanece um ponto de fricção, com repercussões sobre Israel, o Golfo e rotas marítimas. Na África, o Sahel virou laboratório de jihadismo e colapso estatal, enquanto o Sudão, sob disputa de potências regionais, permanece como moedor de gente e usina de refugiados. Mesmo fora de zonas clássicas de guerra, a violência organizada avança: no México, no Brasil e em outras partes da América Latina, a sofisticação de narcomilícias e as disputas intestinas transformam cidades em frentes de batalha.
    O que chama a atenção não é só a quantidade de guerras, mas a sua duração, sua fragmentação e a relativa indiferença que despertam. Estados, milícias, cartéis e proxies recorrem à força não como último recurso, mas como instrumento regular de política. A violência deixou de ser exceção; tornou-se linha de base.
    Essa proliferação desafia leituras simplistas. Os conflitos do nosso tempo parecem se organizar não tanto segundo choques claros entre civilizações, como vaticinou Samuel Huntington, mas dentro de mundos culturais, religiosos ou políticos aparentados – conflitos contra o “desvio”: o vizinho que escolheu outro caminho, o aliado que virou herege, o “inimigo interno”. Isso ajuda a explicar alianças paradoxais, antagonismos internos e a fluidez desconcertante do sistema internacional atual, do Mar Negro ao Mar do Sul da China, passando pela aliança atlântica.
    Um mundo que se acostuma à guerra é um mundo mais vulnerável ao erro irreversível. É isso – mais do que qualquer confronto isolado – que deveria concentrar a atenção de governos, alianças e sociedades no ano que começa.


(O Estado de S.Paulo, Editorial, 03.01.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego dos verbos e dos pronomes está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3892091 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a concordância verbal e a colocação pronominal estão em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3892083 Português

Leia a tira para responder à questão.



(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 30.09.2025. Adaptado)

Considerando o sentido da história e a norma-padrão, o cartaz do segundo quadrinho admite a seguinte reescrita: 
Alternativas
Respostas
621: C
622: E
623: D
624: C
625: B
626: C
627: D
628: E
629: B
630: A
631: D
632: E
633: C
634: A
635: C
636: C
637: C
638: C
639: E
640: C