Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul
Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.
Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.
Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.
Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.
Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).
I- No período “ Felizmente nunca precisava rir de fato quando tinha vontade de rir” o sujeito é desinencial e há uma oração subordinada adverbial temporal.
II- No período “ A última luz da tarde estava pesada e abatia-se com gravidade sobre os objetos” a oração destacada é coordenada sindética adversativa
III- No fragmento “Mas ele a olhara da janela, vira-a andar depressa de mãos dadas com o filho”, o conectivo “Mas” é adversativo, a forma verbal “olhara” está conjugada no pretérito mais -que- perfeito do modo indicativo, na oração “ vira-a andar depressa de mãos dadas com o filho”, há um predicado verbal, e o pronome oblíquo átono, que complementa o sentido do verbo virar, classifica-se sintaticamente como objeto direto.
Está ou estão correta(s):
“Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.”, o termo destacado classifica-se SINTATICAMENTE como:

Considere o texto a seguir para responder à questão.
Texto 2
Série ‘A Mulher da Casa Abandonada’ ganha data
de estreia no streaming
Documentário chega ao Prime Video no segundo
semestre, trazendo luz ao caso que chocou o Brasil
em 2022
Em junho deste ano, o Prime Video havia anunciado o lançamento da série documental A Mulher da Casa Abandonada, que conta a história completa de Margarida Bonetti, uma rica moradora de um casarão antigo no bairro Higienópolis, em São Paulo. O caso veio à tona em 2022 pelo podcast homônimo apresentado por Chico Felitti em plataformas de áudio como o Spotify. Agora, a produção ganha data de estreia no streaming da Amazon: 15 de agosto. A mansão suntuosa estava gasta e precisando de reparos e sua dona uma figura um tanto quanto peculiar frequentemente vista pela vizinhança usando um creme facial branco por todo o rosto discutia com agentes da prefeitura. O encontro de Margarida com Chico Felitti aconteceu enquanto a mulher tentava impedir a poda de uma árvore.
Conforme Chico se aproximava da mulher e descobria mais sobre sua vida, ele descobriu que ela havia fugido dos Estados Unidos com o marido após manter uma pessoa em situação análoga a escravidão por 20 anos dentro de sua própria casa, trabalhando como empregada doméstica. O podcast é resultado da investigação de Felitti sobre a história bizarra da mulher, apelidada de “a mulher da casa abandonada”. Ao longo de três episódios, a série do Prime Video trará novos detalhes sobre o caso, bem como declarações do FBI e de novas testemunhas. Na época em que o caso repercutiu, Margarida Bonetti deixou a residência no Higienópolis, largando para trás dois cachorros de estimação, que posteriormente foram resgatados pela ativista Luisa Mell, que relatou a insalubridade do local após fazer o resgate.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana/serie-a-mulher-da-casa-abandonada-ganha-data-de-estreia-no-streaming/. Acesso em: 22 jul. 2025.
Considerando as habilidades de leitura e produção textual previstas na BNCC (EM13LP02), a partir do excerto a seguir, assinale a alternativa correta.
“Na época em que o caso repercutiu, Margarida Bonetti deixou a residência no Higienópolis, largando para trás dois cachorros de estimação, que posteriormente foram resgatados pela ativista Luisa Mell, que relatou a insalubridade do local após fazer o resgate.”.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
Cuidado: chatbots
Ruy Castro
Um amigo veio me falar dos chatbots: “Cuidado! São um perigo! Se conversar com um deles, não diga nada que possa te comprometer! Não faça confidências, não peça conselhos e não acredite em tudo o que ele diz!”. Envergonhado por não saber direito o que era um chatbot — nem como conversar com ele, se nunca lhe fui apresentado e não tenho ideia de onde vive —, apenas escutei e concordei enfaticamente.
Pela terminação do nome em bot, como em “robot”, intuí brilhantemente que um chatbot seria um robô que fala. Algo como a linda robota de “Metrópolis” (1927), o Robbie de “Planeta Proibido” (1956) ou o C‑3PO de “Guerra nas Estrelas” (1977). Mas, pelo que li no Google, esses avós da robótica não chegam nem ao chinelo de um chatbot — um programa de computador, baseado em inteligência artificial, que simula conversas com falantes em qualquer língua, nível intelectual e tipo de conteúdo. Se você tentar tapeá‑lo falando na língua do P, ele te respespondeperapá no apatopó.
Pelo grau de evolução da coisa, ouvi que os cientistas estão alarmados, porque muitos chatbots, controlados por uma facção de algoritmos fora da lei, aprenderam a se passar por humanos. Se for verdade, isso comprometerá todas as relações pessoais e sociais. Em quem poderemos confiar? Chatbots “humanos” terão acesso aos centros de decisões mundiais, induzindo os poderosos a fazer coisas.
Um exemplo. Um chatbot disseminará uma fake news capaz de abalar um país. Um segundo chatbot o “denunciará” como um farsante, com o que se tornará digno de confiança, e disseminará outra fake news ainda mais grave — e nesta todos acreditarão —, iniciando talvez uma guerra. Você perguntará: por que eles fariam isso? Por causa da velha (e tão humana) ambição de dominar o mundo, curvando‑o a um controle planetário.
Só uma coisa preocupa um chatbot: alguém arrancar seu fio da tomada da parede.
FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo, Cotidiano, Opinião,
11 abr. 2025, p. A2 (adaptado).
Leia o texto II a seguir.
TEXTO II

Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-
a-serie/chatbot/. Acesso em: 8 ago. 2025.
Leia as frases a seguir do texto I e do texto II, respectivamente.
1. “[...] nunca lhe fui apresentado e não tenho ideia de onde vive [...].”
2. “Pode me ajudar?”
Acerca da colocação dos pronomes, assinale a alternativa incorreta.
Construção
Chico Buarque
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o última
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado
Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça, desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague.
Para que serve o saber
Mario Sergio Cortella
Clarice Lispector, grande escritora nascida na Ucrânia e que viveu no nosso país, tem uma frase magnífica que, sintetizada, dizia: “O melhor de mim é aquilo que eu não sei”. Isso significa que aquilo que eu não conheço é a minha melhor parte. Porque aquilo que eu já sei é mera repetição. Aquilo que eu não sei é o que me renova, o que me faz crescer. O conhecimento é algo que reinventa, que recria, que renova.
Essa noção é importante, pois estabelece a natureza da nossa relação com o conhecimento e suas nuances. O gênio, por exemplo, não é aquele que julga já saber. Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber. Gênio é aquele que se faz. O gênio não desiste de conhecer. Cuidado com gente que acha que já sabe, que acha que já conhece. Cuidado com gente que acha que o conhecimento é algo a ser concluído.
Afinal, para que serve o conhecimento? Qual é o poder do saber? Não podemos perder a perspectiva de que a finalidade do poder é servir. Servir à vida, servir a uma comunidade, servir às pessoas. Todo poder que, em vez de servir, serve a si mesmo, é um poder que não serve. O poder da informação, o poder da ciência, o poder da arte é servir.
O que fazemos com o poder do nosso saber? Nós repartimos, partilhamos, o usamos para crescer? Ou eventualmente o utilizamos para dominar? Para tornar o outro ser humano menor? Para diminuir a vida?
Conhecimento tem a finalidade de servir à vida. Mas à vida de quem? De todas e todos. À vida coletiva.
1- No trecho “com o conhecimento e suas nuances” o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo sutileza.
2- No trecho “ Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber.” Há um período misto formado por uma oração subordinada substantiva e uma oração coordenada sindética.
3- No trecho “ O melhor de mim é aquilo que...” o termo sublinhado é classificado sintaticamente como objeto indireto.
4- No trecho “ Aquilo que eu não sei é o que me renova”, o pronome oblíquo átono destacado funciona sintaticamente como objeto direto e foi empregado na forma proclítica, uma vez que o termo que o antecede exige essa colocação.
Está (ão) correta (s)
Pertencer
Clarice Lispector
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou. Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro. Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida. No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava -se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdoo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido. A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!
I- No trecho “a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos...”, o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo avidez.
II- No trecho “...tome, é seu, abra-o”, o termo destacado é classificado morfologicamente como pronome oblíquo átono e funciona sintaticamente como objeto direto.
III- No trecho “Mas eu, eu não me perdoo...”, a forma verbal sublinhada está conjugada no presente do subjuntivo.
IV- No trecho “ ... quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer” o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo primeiramente.
Estão corretas as proposições:
A saga do azeite

(Fonte: www.super.abril.com.br/sociedade/a-saga-do-azeite-a-historia-as-fraudes-e-o-preco-nas-alturas/ - Texto adaptado

Esse estilo de vida mais sedentário afeta nossas habilidades de equilíbrio - e isso tem um custo.
Na frase em questão, encontram-se pronomes, respectivamente:

Na tira, as palavras “aqui”, “ali” e “acolá” dão ideia de
I. O pronome "Essa" exerce função anafórica, retomando elemento previamente mencionado no discurso e situando-o no campo da referência textual compartilhada.
II. O pronome relativo "cujas" estabelece relação de posse entre "zonas de conflito potencial" e "consequências", concordando com o termo consequente e exigindo construção sem artigo.
III. O pronome "se" em "concentram-se" atua como índice de indeterminação do sujeito, indicando ação sem agente definido no contexto do enunciado.
É correto o que se afirma em:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

(1ª parte): A estrutura Lembre-se disso ao ouvir o canto das cigarras! expressa uma relação de temporalidade, de modo que sua perfeíta substtuição por uma oração desenvolvida exige o emprego da conjunção conquanto.
(2ª parte): O vocábulo poucos, no segundo quadrinho, classifica-se como um pronome indefínido adjetivo, cuja função sintátíca e determinar o advérbio de tempo dias.
(3ª parte): O acento circunflexo no termo têm, no segundo quadrinho, é de natureza diferencial, justificando-se pela concordância com o sujeito plural.
Pode-se afirmar que:
Considerando a análise sintática do período acima, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O termo 'que' é um pronome relativo que retoma 'projeto', exercendo a mesma função sintática que em 'Chegaram as pessoas que convidei para o evento', na qual retoma 'pessoas'.
(__)A oração 'um projeto que fortalece...' exerce a função sintática de sujeito do verbo 'ser', posposto ao verbo.
(__)Os verbos 'fortalecer' e 'melhorar' compartilham o mesmo sujeito, que é retomado pelo pronome relativo 'que', o qual faz referência ao termo 'projeto'.
(__)A expressão 'a vida dos brasileiros' exerce a mesma função sintática do pronome oblíquo 'me' em 'Ana me telefonou ontem à noite para avisar sobre a reunião'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Considerando as regras de colocação pronominal da norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que indica a forma correta de substituir o objeto direto do verbo 'apoiar' por pronome oblíquo átono, com a justificativa adequada.
Homeschooling
Por Audry Branco

(Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/homeschooling.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Na linha 02, o pronome relativo “cujo” refere-se à “alternativa de ensino diferenciada”.
II. O homeschooling, legalizado em cerca de 63 países, prima pela formação integral das crianças e adolescentes, valorizando a socialização, a convivência e o lugar do educador como mediador da aprendizagem.
III. Na linha 08, a expressão “de encontro” garante sentido de oposição ao trecho em que ocorre.
IV. A matrícula de menores de idade em instituições de ensino é de responsabilidade legal dos pais ou responsáveis, podendo ser determinada pelo poder público caso não seja realizada.
Quais estão corretas?
I. Não se esqueça do celular!
II. Quando sentiu-se enganado, foi embora dali imediatamente.
III. Era para mim finalizar o acordo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas CORRETAS.