Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda
Por Gabriela Cupani

(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como árvores podem se transformar em baterias de carga rápida
Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.
O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel passou a enfrentar um declínio constante.
A empresa finlandesa Stora Enso é um dos maiores proprietários de florestas particulares do mundo. Ou seja, ela possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira, papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.
A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é basicamente celulose.
"A lignina é a cola das árvores, ela adere as fibras de celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas", explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias baseadas em lignina da Stora Enso.
A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A bateria de íons de lítio do celular tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com estrutura estratificada.
Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos das baterias.
A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias em 2025.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-64243702. Adaptado.
A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, 'que' é um polímero encontrado nas árvores.
O termo destacado trata-se de:
Responda à questão com base na seguinte charge:

Zé Dassilva. O frio chega a SC. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-frio-chegaa-sc.
Responda à questão com base na seguinte charge:
Zé Dassilva. O frio chega a SC. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-frio-chegaa-sc.
Responda à questão com base na seguinte charge:

Zé Dassilva. O frio chega a SC. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-frio-chegaa-sc.
Responda à questão com base na seguinte charge:
Zé Dassilva. O frio chega a SC. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-frio-chegaa-sc.
Responda à questão com base na seguinte charge:

Zé Dassilva. O frio chega a SC. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/o-frio-chegaa-sc.
Texto para questão.
A FITA MÉTRICA DO AMOR
Martha Medeiros
Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme para você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravada.
É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, e sim de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão e, ao recolhêla inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.
No período “Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
As palavras destacadas são classificadas morfologicamente e respectivamente como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A PALAVRA E O HOMEM
(1º§) As palavras são o fundamento da comunicação, em qualquer língua de qualquer parte do mundo. Elas representam os sentimentos, as emoções e os pensamentos.
(2º§) A palavra sempre teve um grande poder sobre a humanidade. Com ela governos foram formados, impérios se ergueram e caíram e a história foi formada, sem que nada justificasse seus porquês.
(3º§) Mas essa ferramenta própria do homem não tem importância somente no contexto histórico e global, mas também afeta diretamente a vida de cada um de nós. Um elogio torna o seu dia melhor, além de aumentar a autoestima e melhorar o humor.
(4º§) Ela também pode influenciar nas decisões de alguém, mudar a opinião e as ideias. Por isso é preciso ter cuidado com as palavras, elas são poderosas. Assim como podem ajudar e amparar, as palavras conseguem machucar e magoar quem as recebe.
(5º§) Quando usadas com más intenções, ou quando entendidas de forma errada, a palavra se torna uma arma perigosa, não para o corpo, mas sim para a mente e para a alma. Para evitar problemas, é preciso escolher muito bem cada palavra, tornando esse instrumento uma ajuda valiosa na comunicação, ao invés de um empecilho que trará problemas.
(6º§) Pense na importância da palavra adequada ao contexto de uma mensagem, para estabelecer a sintonia perfeita nos atos comunicativos.
(Por: Pedro Emílio) − (http://capaciteredacao.forum-livre.com/t4433-texto-dissertativo)
Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):
(__)As palavras: "em; sempre; que" são invariáveis em gênero e em número.
(__)O substantivo "homem" muda de gênero pelo processo linguístico da heteronímia.
(__)Na série de pronomes: "ela"; "nós"; "isso"; "seu" apenas dois deles são classificados como pessoal do caso reto.
(__)Os substantivos: "pensamentos" e "humanidade" são derivados por sufixação.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA:
A guerra que salvou vidas
Por Tribuna do Planalto

(Disponível em: secom.ufg.br/n/44121-a-guerra-que-salvou-vidas – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) A palavra “ele” (l. 13) faz referência a “bacilo”.
( ) Nas linhas 29 e 30, onde se lê “Os primeiros tratamentos foram feitos em crianças, que precisavam de quantidade menor da droga” o pronome relativo “que” refere-se a “crianças”.
( ) Na linha 21, “ele” refere-se à “Fleming”, mencionado na linha anterior.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano
As ondas de calor no verão europeu de 2022, de magnitude semelhante às que se repetem agora naquelas latitudes, foram responsáveis pela morte de cerca de 61.600 pessoas entre o final de maio e o início de setembro do ano passado, a maioria idosos e mulheres. Essa foi a principal conclusão de um artigo publicado em julho de 2023 na revista científica Nature Medicine.
A população dos países mediterrâneos foi a mais atingida. Apenas na Itália e na Espanha houve, respectivamente, 18 mil e 11.300 óbitos, segundo o estudo. "O Mediterrâneo é afetado pelo processo de desertificação. As ondas de calor são amplificadas no verão somente por causa dessas condições mais secas", disse à agência de notícias Reuters o climatologista espanhol Joan Ballester, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, autor principal do estudo.
Mas na Alemanha, país de clima temperado, o impacto do calor também foi expressivo: 8.100 habitantes sucumbiram a temperaturas que bateram na casa dos 40 graus Celsius (°C).
O número de mortes na Europa, uma das áreas mais ricas do planeta, impressiona por causa de episódios de calor intenso. Não se pode esquecer que a região tem uma população com expressiva proporção de pessoas com mais de 65 anos, mais vulneráveis às variações de temperatura e historicamente preparada e acostumada a lidar com os rigores do frio − não com o ar sufocante e incêndios florestais de verões tórridos. A quantidade de óbitos globais anuais associados a variações extremas de temperatura, tanto para cima como para baixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano (de 22 a 26 °C), é da ordem de milhões e coloca os números de vítimas fatais no verão europeu sob outra perspectiva.

Não há consenso sobre o total de óbitos em todo o mundo associados a alterações bruscas ou expressivas de temperatura. Estudos com diferentes metodologias atribuem um número distinto de óbitos à dança dos termômetros. Artigo publicado em 2021 na revista Lancet Planet Health calculou que 5 milhões de pessoas morram anualmente devido a variações térmicas bruscas ou expressivas. O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais. Pouco mais de três quartos das vítimas fatais moram na Ásia ou na África. Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.
Outro estudo epidemiológico, coordenado por um grupo do Instituto de Métrica da Saúde e Avaliação, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, calculou em quase 1,7 milhão as vítimas fatais em todo o mundo de extremos de temperatura em 2019. O trabalho saiu no periódico Lancet em agosto de 2021. O artigo estimou em aproximadamente 17.300 as mortes anuais por variações térmicas no Brasil, dois terços delas associadas ao frio e um terço ao calor.
Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health, calculou que, entre 2000 e 2019, pouco mais de 1,7 milhão de pessoas perderam a vida por ano em razão de variações significativas de temperatura. O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash. Independentemente de qual trabalho esteja mais perto da realidade, um ponto central e comum é que calor ou frio em demasia mata aos milhões.
Para o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), coautor dos dois estudos publicados na Lancet Planet Health, a área de saúde pública precisa considerar a previsão climática como uma das variáveis que influenciam sua prática. "Há tempos, a agricultura se planeja em função das variações do clima, se vai chover mais ou menos, se vai estar mais quente ou frio", diz Saldiva. "Precisamos fazer isso também."
Ele cita um exemplo do que ocorre na capital paulista. Nas jornadas mais quentes, aquelas que entram na casa dos 2% dos dias mais tórridos de um ano, há um aumento de 50% no número de mortes em São Paulo. Em vez de 200 óbitos diários, ocorrem 300. As pessoas podem ter um mal-estar súbito devido às altas temperaturas, acompanhadas, às vezes, de baixa umidade e quase sempre de altas doses de poluição atmosférica.
As condições térmicas adversas interferem no metabolismo do corpo humano. Alteram as funções cardiovascular, renal e de controle da pressão arterial, além dos níveis de hormônios como o cortisol e o da tiroide. Os vasos periféricos se dilatam, podem ocorrer tonturas, o coração passa a bater mais forte. "Os idosos e as crianças são os mais expostos a essa situação", diz o patologista. Os óbitos são a perda mais extrema diante de um grande desconforto térmico. Há, ainda, impactos mais sutis, que afetam de forma menos acentuada a qualidade de vida.
Retirado e adaptado de: PIVETTA, Marcos. Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: voocar-55-mmihhoe-de-mmorres-poraano/ iacoes-de-temperaturas-podem-provocar-5-milhoes-de-mortes-por-ano/ Acesso em: 01 set., 2023.
I."semelhante às que se repetem agora":
a.ondas de calor.
b.latitudes.
II."Não se pode esquecer que a região tem uma população":
a.uma das áreas mais ricas do planeta.
b.Europa.
III." O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais":
a.5 milhões de pessoas.
b.Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.
IV." O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash":
a.Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health.
b.Lancet Planet Health.
Assinale a alternativa que apresenta a associação correta:
A descoberta da insulina

(Disponível em: revistapesquisa.fapesp.br/a-descoberta-da-insulina/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
A descoberta da insulina

(Disponível em: revistapesquisa.fapesp.br/a-descoberta-da-insulina/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) No trecho “O diabetes é uma doença cujo registro mais antigo está em papiros no Egito, de 1.552 a.C. A descoberta de como mantê-la sob controle, porém, é uma história com pouco mais de 100 anos” o vocábulo “mantê-la” faz referência à “diabetes”.
( ) Na linha 14, “Eles” tem como referente “Frederick Banting” e “Charles Best”, anteriormente mencionados.
( ) “sua”, na linha 05, faz referência à palavra “insulina”, mencionada na mesma linha anteriormente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

