Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q3701362 Português
De acordo com a norma culta da língua, está indevido o emprego de eu/mim:
Alternativas
Q3698617 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Troca de gerência 

        O homem perdeu a vez. Teve séculos e séculos para aprender a pedir a mulher em casamento, e jamais alcançou a alta performance. Pelo contrário, colecionou fiascos e vexames.

        Quais são os relatos das noivas?

        “Ele estava nervoso, estava sem jeito, estava incompreensível, estava maluco, estava confuso, estava com meias de pares trocados…”

        Não há um feedback positivo.

        Está na hora de transferir o rito para quem tem mais experiência e traquejo para a felicidade. O homem deve aceitar a sua incompetência.

        Falta determinação de sua parte. Cria suspense sem necessidade. Engasga-se com o discurso. Vaza a surpresa para os amigos. Compra o anel na joalheria com o número errado mesmo levando cola. Não sabe diferenciar uma bijuteria de um brilhante. É capaz de extraviar a aliança em algum dos seus bolsos do casaco, ou esquecê-la como um Sonrisal dentro de um cálice de espumante. Quando vai se ajoelhar, acaba rezando ou sentindo câimbras.

        Se não fossem os garçons, nada aconteceria, tudo ficaria oculto na covardia. Metade dos pedidos de casamento foi salva pelos garçons, que tentam melhorar um pouco o planejamento amador do evento colocando velas na mesa, administrando o tempo das refeições, incentivando ao fundo com aplausos.

        Se o ato deu certo, significa que alguém organizou pelo noivo.

        É o momento de demitir o homem por justa causa desse papel. Não nasceu para isso. É um fracasso tanto para casar como para se divorciar. Ainda é muito filhinho da mamãe, cheio de culpas, projeções, ato falhos.

        Tampouco desfruta de timing do relacionamento. Só pede a mão tarde demais, quando já cansou o seu par, como um último esforço para reconquistá-lo, como derradeira cartada para não restar sozinho. Ou _______ pisou na bola e busca pagar a dívida com uma nova dívida, ou ______ já se mostrou um chato e anseia pela redenção a partir de uma maior responsabilidade.

        Ele confunde casamento com reconciliação, um modo de abafar as desconfianças e as crises.

        Sempre faz a declaração quando o namoro não está bom, ou quando morar junto já é um tédio, ou quando a química não funciona mais.

        O romance encontra-se por um fio, e ele quer banhar os problemas com o ouro.

        Pede quando a relação parte para o finzinho do segundo tempo, com time desorganizado diante da derrota iminente, à base do chuveirinho desesperado na pequena área.

        Pede apenas quando não tem nenhuma outra opção, não tem nada melhor para oferecer.

        Cria constrangimentos com plateia ao redor, tirando a liberdade de escolha, impedindo qualquer chance de que ela diga não.

        Sua parceira vem pensando em se separar e ele aparece com uma proposta na contramão da verdade, absolutamente fora da realidade da convivência. 

        Para o bem da reputação do amor, deixe o noivado para a batuta da mulher. Não irá enrolar, não agirá de forma infantil. Será mais decidida, mais criativa, mais sensível para perceber o momento ideal. Pedirá o namorado em casamento na época certa, quando os laços estão fortes e seguros, quando ainda existe o brilho nos olhos.
Em “Ele confunde casamento com reconciliação”, tem-se qual tipo de colocação pronominal? 
Alternativas
Q3697510 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

Líderes do futuro mantêm viva a cultura organizacional

        A liderança do futuro requer presença constante e posicionamento transparente, corajoso, franco, direto, construtivo, motivador e consistente. Não à toa, a comunicação ganhou relevância no pós-Covid-19. Entre diversos fatores, por manter vivo o propósito, a internalização da cultura organizacional e mobilizar os colaboradores.

        Líderes do futuro se posicionam de forma inovadora. Eles quebram a rigidez e o distanciamento hierárquico e dão espaço ao tratamento humanizado, abertura ao diálogo e à escuta ativa. Procuram estar mais no dia a dia das equipes, disponíveis para interação, atentos à saúde mental e ao legado que vai além dos negócios.

        Neste novo papel, líderes do futuro vão além do modelo tradicional de comunicação interna. Eles aproveitam diversos momentos em time para reforçar subliminarmente o intuito maior de cada projeto — que é manter o foco no que pode levar a companhia ao sucesso.

        Líderes do futuro adotam atitudes inspiradoras, são exemplos de trabalho, estratégia, planejamento, inteligência emocional, governança, ética e resultado. Mostram-se também humanos e vulneráveis. Mas seguem dispostos a manter todos conectados e em sinergia. Incentivam colaboradores pelos esforços e reconhecem publicamente quem faz acontecer.

        Lideranças do futuro elevam o patamar das áreas de Recursos Humanos e Comunicação, pois entendem os colaboradores como principal ativo.

        Toda essa dedicação procura, no fundo, despertar a paixão dos colaboradores pelo que fazem. Fortalecer o senso de orgulho de pertencimento à empresa, além de potencializar negócios, parcerias, marcas, pessoas e reputação com credibilidade.

Fonte: https://istoedinheiro.com.br/lideres-do-futuro-mantem-viva-a-cultura-organizacional/ (adaptado)
Considerando as classes gramaticais, assinale a alternativa que estabelece uma relação INCORRETA entre o vocábulo sublinhado e sua classificação: 
Alternativas
Q3695901 Português

Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


    O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.


    A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.


    Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.


    No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.


(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)

Está CORRETO o emprego de ambos os elementos sublinhados na alternativa:
Alternativas
Q3694212 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I. Você é uma pessoa muito talentosa e dedicada ao seu trabalho.

II. Vossa senhoria tem sido uma fonte constante de inspiração para todos nós.

III. Vossa excelência, peço humildemente sua orientação nesta importante questão.

IV. Senhor, sua liderança tem sido fundamental para o sucesso da equipe.



Em qual(is) das afirmativas lidas há a presença de um pronome de tratamento informal? 

Alternativas
Q3694040 Português
Mila

CARLOS HEITOR CONY


         Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

       Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento? Amá-la – foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

         Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu “fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.

         No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

         Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

       Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. 


Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/6/04/opiniao/5.html 
Acesso em: 05/07/23
Conforme a norma-padrão da língua portuguesa, de acordo com alguns princípios, os pronomes pessoais oblíquos átonos podem ser colocados antes, depois ou no meio do verbo a que se ligam, como por exemplo:

“encostei-a ao peito” (1º parágrafo)
“deixou que eu a beijasse chorando” (4º parágrafo)
Beijar-lhe-ia chorando, se ela deixasse.

Assinale a opção que apresenta INADEQUAÇÃO quanto à colocação do pronome em destaque. 
Alternativas
Q3689393 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os países europeus que estão banindo

celulares em sala de aula



    Celulares, tablets e relógios inteligentes serão banidos das salas de aula da Holanda, segundo anunciou o governo do país na terça-feira (4). A medida, que tem o objetivo de afastar as distrações trazidas por esses aparelhos, deve entrar em vigor a partir de 2024.


    Por enquanto, a proibição não tem efeitos legais coercitivos – ou seja, não traz punições diante da lei se não for cumprida. Entretanto, isso pode mudar no futuro.

    

    A regra deverá ter algumas exceções, como para alunos com necessidades médicas ou deficiências que precisem desses aparelhos, ou em aulas focadas em habilidades digitais.


    "Embora os celulares estejam praticamente interligados com nossas vidas, eles não encaixam na sala de aula", afirmou o ministro da Educação da Holanda, Robbert Dijkgraaf.


    "Os alunos devem ser capazes de se concentrar ali e ter todas as oportunidades para aprender bem. Sabemos por pesquisas científicas que os celulares atrapalham isso."


    Vários estudos já demonstraram que limitar o tempo de tela das crianças traz melhoras na cognição e na concentração.


    O governo holandês disse que caberá às escolas alinhar regras detalhadas com professores, pais e alunos.


    A decisão será revisada no final do ano letivo de 2024-2025, quando o funcionamento da medida será avaliado, assim como a necessidade de trazer efeitos legais para a proibição ou não.


    O anúncio da Holanda vem depois de uma decisão semelhante anunciada pela Finlândia na semana passada.


    O novo governo finlandês, formado por uma coalizão conservadora, pretende alterar a legislação para facilitar restrições a celulares nas escolas – mas isso ainda precisa ser aprovado pelo parlamento.


    Em 2018, a França aprovou uma lei banindo o uso de celulares por estudantes com menos de 15 anos nas dependências das escolas, inclusive durante os recreios. Entretanto, a aplicação da lei tem enfrentado desafios, como a resistência dos alunos em entregar seus celulares.



(Kathryn Armstrong. BBC NEWS BRASIL. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/07/os-paises-europeus-queestao-banindo-celulares-em-sala-de-aula.shtml. 5.jul.2023)

Na linha 8, “isso” desempenha papel 
Alternativas
Q3687273 Português
Assinale a alternativa em que a sentença apresenta um elemento que atua como recurso coesivo referencial catafórico.
Alternativas
Q3680871 Português
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença que apresenta a colocação pronominal incorreta é:
Alternativas
Q3680313 Português
Na frase "Ela entregou os documentos a ele pessoalmente," o pronome "ele" desempenha qual função gramatical?
Alternativas
Q3680279 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Quando as plantas são submetidas a algum tipo de estresse, elas emitem sons em uma frequência que os humanos não conseguem ouvir, mas são semelhantes ao estouro de plástico bolha. Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância e seu volume é semelhante ao de uma conversa normal. Uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, publicada na revista Cell, estudou esses sons em plantas de tomate e tabaco "estressadas", seja devido à falta de água ou porque um caule foi cortado.


Disponível em: . Acesso em: 03 mar. 2023. [Adaptado].

Na oração “Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância”, o pronome “ele” retoma o substantivo
Alternativas
Q3679939 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


    No discurso de eliminação, o apresentador Tadeu Schmidt citou a "amizade que beira ao romance" entre Bruna e Gabriel e destacou que independente de quem saísse, Bruna perderia, pois, se não fosse ela a eliminada, perderia um amigo.


    "Errar menos é garantia de seguir no jogo? Quem leva a vantagem? O guerreiro ou o diplomata? [...] São muitas variáveis nessa equação para chegar ao resultado final. Grande parte das coisas que eu falo são perguntas, não são afirmações, eu levanto questões, vocês é que preenchem as respostas", disse o apresentador.


     Já do lado de fora da casa, Tadeu Schmidt não poupou elogios ao brother em fala feita frente a frente, onde salientou virtudes de Gabriel e sensatez nas diversas circunstâncias. "Que orgulho ter alguém como você dentro da nossa casa, e que felicidade para a minha geração ver um menino como você tão evoluído, tão sensível, tão equilibrado", disse.


Disponível em: . Acesso em: 04 mar. 2023. [Adaptado].

Na frase “Tadeu Schmidt não poupou elogios ao brother em fala feita frente a frente, onde salientou virtudes de Gabriel”, o termo “onde” poderia ser substituído por  
Alternativas
Q3678319 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.




Músculos artificiais de quitina




A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.




Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade.

Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==010011602308044

o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804

Acesso em: 08 ago., 2023

Sobre as relações coesivas estabelecidas em "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade", indique qual o termo retomado por cada um dos anafóricos indicados a seguir:

I. Isso (primeiro parágrafo)
a.quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades.
b.estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades.

II.Os pesquisadores (sexto parágrafo)
a.Equipe de Javier Fernandez.
b.Nós (quarto parágrafo).

III.Essa capacidade nativa (oitavo parágrafo)
a.levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.
b.se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente.

IV. Essa força (nono parágrafo)
a.meios bioquímicos.
b.levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3678231 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que é tão boa a sensação de comer chocolate, segundo cientistas

Cientistas analisaram o processo que ocorre quando comemos chocolate, com foco mais na textura do que no sabor.

Eles afirmam que o local onde a gordura se localiza dentro do chocolate ajuda a torná-lo suave e agradável ao paladar.

O líder do estudo, Siavash Soltanahmadi, espera que as descobertas levem ao desenvolvimento de uma próxima geração de chocolate mais saudável.

Quando o chocolate é colocado na boca, a superfície dele libera uma película gordurosa que dá essa sensação característica. 

Mas os pesquisadores afirmam que a gordura mais profunda dentro do chocolate desempenha um papel mais limitado e, portanto, a quantidade ali pode ser reduzida sem que a sensação proporcionada pelo chocolate seja afetada.

A professora Anwesha Sarkar, da Escola de Ciência Alimentar e Nutrição de Leeds, disse que é "a localização da gordura na composição do chocolate que importa em cada estágio da lubrificação, e isso raramente foi pesquisado".

E Soltanahmadi disse: "Nossa pesquisa abre a possibilidade para que os fabricantes possam projetar, de forma inteligente, o chocolate amargo para reduzir o total de gordura".

A equipe usou uma superfície 3D semelhante a uma língua artificial projetada na Universidade de Leeds para realizar o estudo e os pesquisadores esperam que o mesmo equipamento possa ser usado para investigar outros alimentos que mudam de textura, como sorvete, margarina e queijo.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-64277147. Adaptado.
Eles afirmam que o local onde a gordura se localiza dentro do chocolate ajuda a torná-lo suave e agradável ao paladar. Em relação aos pronomes, na frase existe(m): 
Alternativas
Q3677989 Português

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.




Filmes de quitina produzem eletricidade



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



 "A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz-eeerciddadee&&d==0100116023080444


 o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804


Acesso em: 08 ago., 2023.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo:



Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos. 



Filmes de quitina produzem eletricidade 



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz -eeerciddadee&&d==0100116023080444 o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804 Acesso em: 08 ago., 2023. 


Analise o trecho a seguir, retirado de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":
A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta classe gramatical da palavra em destaque: 
Alternativas
Q3677789 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo:



Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos. 



Filmes de quitina produzem eletricidade 



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz -eeerciddadee&&d==0100116023080444


o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804


Acesso em: 08 ago., 2023. 


O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo:



Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade



O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.



A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.



Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.



"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.



Músculos artificiais de quitina



A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.



Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.



Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.



Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.



A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos. 



Filmes de quitina produzem eletricidade 



Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.



Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.



A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.



"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.



Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz -eeerciddadee&&d==0100116023080444 o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804 Acesso em: 08 ago., 2023. 


Analise o trecho a seguir, retirado de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade":
A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.
Assinale a alternativa que apresenta a correta classe gramatical da palavra em destaque: 
Alternativas
Q3677048 Português
Sobre os mecanismos utilizados na coesão textual, analisar os itens abaixo:
I. Conjunções (adversativas, explicativas etc.).
II. Referenciais (pessoal, demonstrativa e comparativa).
III. Substituição (nominal, aposto e verbal).
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3675417 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A cidade brasileira que está no centro da maior cratera de asteroide na América do Sul

Araguainha está localizada no centro da maior cratera causada por um asteroide na América do Sul.
O impacto com o corpo celeste ocorreu há 250 milhões de anos e causou uma cicatriz de 40 quilômetros de diâmetro - correspondente a uma área de, aproximadamente, 1,3 mil quilômetros quadrados. Na cratera caberia, por exemplo, a região metropolitana de São Paulo.
A área da colisão do asteroide está dividida entre três cidades de Mato Grosso - onde está localizada 60% da cratera - e três do Estado vizinho, Goiás.
Estudos apontam que o impacto pode ter provocado a maior extinção de vida na Terra - maior, inclusive, que a dos dinossauros. A colisão teria destruído, imediatamente, tudo o que estava num raio de até 250 quilômetros e, posteriormente, gerado um rápido e fatal aquecimento global, causando tsunamis e terremotos.
"O impacto foi indireto, diferente daquele asteroide que matou os dinossauros. A colisão em Araguainha provocou um sismo enorme, responsável pela liquefação dos sedimentos da Bacia do Paraná, lançando para a atmosfera uma grande quantidade de metano, um gás com poderoso efeito de estufa, 60 vezes maior que o dióxido de carbono", explica o geólogo norte-americano Eric Tohver, um dos autores dos estudos e professor visitante da Universidade de São Paulo (USP).
Como consequência, milhões de seres vivos morreram. Segundo os estudos, foram extintas cerca de 90% das espécies de seres que habitavam o planeta. No período, a Terra era composta por répteis e anfíbios. O desaparecimento de vida decorrente do meteorito de Araguainha, conforme pesquisadores, foi mais intenso que o fenômeno que levou à extinção dos dinossauros, que ocorreu há 65 milhões de anos, também causado por um corpo celeste. Neste, foram extintas de 60% a 65% das espécies de seres vivos da Terra.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46269719. Adaptado.
O impacto foi indireto, diferente 'daquele' asteroide que matou os dinossauros.
A palavra destacada na frase é um pronome: 
Alternativas
Q3674058 Português
Os pronomes oblíquos átonos não podem ser dispostos de qualquer maneira dentro de uma oração; é preciso posicioná-los, obedecendo à norma-padrão. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual a colocação pronominal foi realizada de maneira CORRETA:
Alternativas
Q3674054 Português
A frase “Esqueci em casa o livro do qual meu amigo falou com entusiasmo na aula de ontem.” continuará GRAMATICALMENTE CORRETA caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Respostas
4141: A
4142: C
4143: B
4144: B
4145: C
4146: A
4147: C
4148: A
4149: D
4150: A
4151: B
4152: A
4153: D
4154: D
4155: D
4156: B
4157: B
4158: D
4159: C
4160: C