Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q3599318 Português
O pronome de tratamento “Vossa Magnificência” é empregado para: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto Ágata Órgão: Prefeitura de Medicilândia - PA Provas: Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Eletricista | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Pedreiro | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Soldador | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Apontador | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Assistente em Refrigeração | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Borracheiro | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Cozinheiro | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Lubrificador de Máquinas | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Condutor de Ambulância | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Motorista - Categoria B ou C | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Motorista - Categoria D ou E | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador de Escavadeira Hidráulica | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador de Motoniveladora | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador de Pá Carregadeira | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador de Retroescavadeira | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador Trator de Pneu | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Operador de Trator Esteira | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Mecânico Nível I | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Mecânico Nível II | Instituto Ágata - 2023 - Prefeitura de Medicilândia - PA - Mecânico Nível III |
Q3599180 Português

Leia o texto abaixo e após faça a questão.


A árvore dos problemas


Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.

O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.

O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.

O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.

Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.

Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.

Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.

Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.

Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.

Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.

Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:

– Por que você tocou nela antes de entrar em casa? 

O carpinteiro respondeu:

– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas, meu amigo.

Eu sei que não posso evitar os problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.


https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-de-reflexão autor desconhecido(texto adaptado) 

Ainda com base no texto em questão, julgue as premissas acerca da morfologia e após assinale as informações corretas:


I. “Esta é uma história de um homem...” – Pronome possessivo.

II. “Os traços tensos...”– Adjetivo flexionado no gênero masculino e número plural.

III. “Eu sei que não posso evitar os problemas no meu trabalho.” – Advérbio de negação.

IV. “O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.” – A conjunção grifada é classificada como adversativa. 

Alternativas
Q3599056 Português
Arqueólogos encontram munição de estilingue de 2 mil anos em Israel


     Antes dos drones, dos aviões, dos tanques e dos fuzis, as guerras já foram disputadas no estilingue: uma expedição realizada na região de Yavne, em Israel, encontrou um pequeno projétil de chumbo, datando de 2 mil anos atrás, provavelmente utilizado por um soldado grego durante um confronto. A munição de 4,4cm de comprimento era lançada por uma baladeira, arma antiga que funcionava como uma espécie de estilingue, e traz uma inscrição que se refere a deuses e personagens da mitologia grega.

    Na inscrição se lê a frase “Vitória de Héracles e Hauron”, citando o nome grego do herói Hércules e o deus das cavernas, desertos e montanhas, e foi decifrada pela pesquisadora Yulia Ustinova, da Universidade Ben-Gurion do NegeV. De acordo com reportagem do jornal The Jerusalem Post, as menções mitológicas eram incluídas como superstição para garantir o triunfo no campo de batalha, tal qual uma espécie de ameaça aos inimigos do guerreiro grego que portava o estilingue.

   “A dupla de deuses Hauron e Héracles eram considerados os patronos divinos de Yavne durante o período helenístico”, afirma a pesquisadora, na reportagem. “Na verdade, a inscrição em uma munição de baladeira é a primeira evidência arqueológica dos dois guardiões de Yavne, descoberta dentro da própria cidade. Até hoje, os deuses foram citados apenas em uma inscrição na ilha grega de Delos”, explica Ustinova.

    De acordo com especialistas, não é possível determinar se a peça de chumbo realmente veio de um soldado grego, ou se foi utilizada durante uma guerra entre gregos e asmoneus: apesar de serem encontrados no mundo antigo a partir do século 5 antes da Era Comum, na região de Israel esses projéteis foram raramente descobertos com inscrições do tipo. A expedição que encontrou a “bala” de estilingue é parte de um projeto arqueológico em maior escala em progresso na região: a peça será exibida no Salão de Cultura de Yavne junto de outros artefatos encontrados no sítio arqueológico.


(Fonte: Hypeness - adaptado.)
Assinalar a alternativa que corresponde à classe gramatical da palavra sublinhada em “(...) na região de Israel esses projéteis (...)”:
Alternativas
Q3598727 Português
Considerando as classes gramaticais variáveis, assinale a alternativa que apresenta uma relação INCORRETA entre os vocábulos e sua classificação. 
Alternativas
Q3598547 Português
Sobre questões referentes à colocação pronominal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) A mesóclise, na variedade oral brasileira, é pouco utilizada.
(_) É comum observar, na oralidade brasileira, a construção “pronome oblíquo + verbo” logo no início de frases, ainda que a ênclise seja uma exigência da norma-padrão.
(_) As regras gramaticais de colocação pronominal são também destinadas a frases não verbais.
Alternativas
Q3598190 Português




Autor: André Dahmer  

A palavra isso, no primeiro quadrinho, consiste em um pronome demonstrativo. Os pronomes demonstrativos são usados para indicar ou demonstrar a posição ou identidade de um substantivo em relação à conversa. Sabendo disso, em qual das seguintes frases tem-se a presença de um pronome demonstrativo? 
Alternativas
Q3597660 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão

Recado ao sr. 903

Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclama contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meianoite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explicito e, se não fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a lei e a polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a leste pelo 1005, a oeste pelo 1001, ao sul pelo oceano Atlântico, ao norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago sul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21,45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 horas às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando o número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhes desculpas – e prometo silêncio.

… Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou”. E o outro respondesse: “Entra vizinho, e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.

E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.

Rubem Braga
A colocação pronominal prevê três tipos de colocação do pronome em relação ao verbo (próclise, mesóclise e ênclise) pelas regras da gramática da língua portuguesa. Assinale a alternativa em que, pelo caráter mais descontraído do texto em questão, foi utilizada uma colocação que fere as regras da norma padrão:
Alternativas
Q3597006 Português
Assinale a sentença que, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, não se admite a posição proclítica do pronome sublinhado. 
Alternativas
Q3597005 Português

Analise as sentenças.

I- Maria e José nunca se encontraram antes.

II- Leve-me embora.

III- Fazia frio quando a vi.

IV- Chamar-lhe-ia de meu, se eu pudesse.

V- Quem lhe disse isso?

VI- Dê-lhe outra cadeira para sentar.


Os casos de colocação pronominal são classificados, respectivamente, como: 

Alternativas
Q3595349 Português
Considerando-se os pronomes relativos, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Essas eram as pessoas ______ eu trabalhava no escritório.
Alternativas
Q3592503 Português

Texto para a questão.


Cotidiano – Chico Buarque


Todo dia ela faz tudo sempre igual

Me sacode às seis horas da manhã

Me sorri um sorriso pontual

E me beija com a boca de hortelã


Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar

E essas coisas que diz toda mulher

Diz que está me esperando pro jantar

E me beija com a boca de café


Todo dia eu só penso em poder parar

Meio-dia eu só penso em dizer não

Depois penso na vida pra levar

E me calo com a boca de feijão


Seis da tarde como era de se esperar

Ela pega e me espera no portão

Diz que está muito louca pra beijar

E me beija com a boca de paixão


Toda noite ela diz pra eu não me afastar

Meia-noite ela jura eterno amor

E me aperta pra eu quase sufocar

E me morde com a boca de pavor


Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/82001/

No verso “Todo dia ela faz tudo sempre igual” há três pronomes que são, respectivamente: 
Alternativas
Q3592500 Português

Texto para a questão.


Cotidiano – Chico Buarque


Todo dia ela faz tudo sempre igual

Me sacode às seis horas da manhã

Me sorri um sorriso pontual

E me beija com a boca de hortelã


Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar

E essas coisas que diz toda mulher

Diz que está me esperando pro jantar

E me beija com a boca de café


Todo dia eu só penso em poder parar

Meio-dia eu só penso em dizer não

Depois penso na vida pra levar

E me calo com a boca de feijão


Seis da tarde como era de se esperar

Ela pega e me espera no portão

Diz que está muito louca pra beijar

E me beija com a boca de paixão


Toda noite ela diz pra eu não me afastar

Meia-noite ela jura eterno amor

E me aperta pra eu quase sufocar

E me morde com a boca de pavor


Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/82001/

Na letra de toda a música, há predominantemente o uso do pronome átono na posição classificada como:
Alternativas
Q3592432 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

A relação coesiva entre termos falhou na identificação em: 
Alternativas
Q3591678 Português
Ritalina não melhora performance de estudantes em provas, mostra estudo
Por Leo Caparroz 15 jun 2023, 17h01

No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.
O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”, “drogas inteligentes”.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ritalina-nao-melhora-a-performance-de estudantes-em-provas-mostra-estudo/. Acesso em: 16 jun. 2023 
No trecho: “onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo...”, o termo em destaque atua como elemento coesivo, a fim de: 
Alternativas
Q3591534 Português

Leia o texto e responda a questão.


Furto de flor


Carlos Drummond de Andrade


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.


Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. 


Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:


– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 

Em qual trecho o pronome oblíquo átono “a” está posicionado depois do verbo? 
Alternativas
Q3591478 Português

Leia a tirinha e responda a questão.



No primeiro quadrinho, a posição do pronome “me” indica a utilização de uma próclise. Isso significa que:
Alternativas
Q3591044 Português
Assinale a opção cujas palavras grifadas sejam todas pronomes.
Alternativas
Q3590579 Português

Leia o poema.


Congresso internacional do medo



Provisoriamente não cantaremos o amor,

Que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.

Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,

Não cantaremos o ódio, porque este não existe,

Existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,

o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, 

o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das

igrejas,]

cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos

democratas,]

cantaremos o medo da morte e o medo de depois da

morte,]

depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos

nascerão flores amarelas e medrosas.



(Carlos Drummond de Andrade)



I- O sujeito da forma verbal cantaremos está implícito.


II- Na oração: “porque este não existe”, o pronome este se refere ao substantivo medo.


III- Na oração: “nascerão flores amarelas e medrosas”, flores amarelas e medrosas é sujeito da forma verbal nascerão.

Alternativas
Q3590136 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Léa Garcia foi nome importante da arte contra o racismo


    A arte brasileira perdeu um de seus maiores representantes nas lutas pela representatividade negra e contra o racismo: a carioca Léa Garcia morreu nesta terça-feira (15), aos 90 anos.

[...] 

    Nascida em 11 de março de 1933 no Rio de Janeiro, Léa Garcia teve muita relevância ao coroar o espaço de artistas negros na dramaturgia brasileira. Foi aos 16 anos que ela conheceu o Teatro Experimental do Negro (TEN), grupo liderado por Abdias Nascimento, conforme a biografia traçada pelo Ipeafro (Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros). A estreia da atriz nos palcos se deu em 1952, com Rapsódia Negra, em que ela interpretava uma poesia de Castro Alves. Demorou para que Abdias a convencesse a atuar, mas Léa estaria presente em sete montagens do TEN.


Na televisão

    O início do apogeu da carreira da atriz na teledramaturgia ocorreu no início da década de 1970, em que Léa interpretaria uma de suas personagens mais marcantes na novela A Escrava Isaura, da TV Globo. A artista viveu Rosa, uma escrava atingida pelas injustiças sociais que se tornaria uma das vilãs do folhetim.

    Outras novelas também marcariam a trajetória da artista na televisão brasileira, como Selva de Pedra, Xica da Silva e O Clone. Léa teve imenso destaque na quebra de personagens que eram direcionados a atrizes negras.

[...]


Ativismo

    A atriz também levaria seu ativismo antirracista para fora dos palcos e das telas. Ela foi servidora pública no Ministério da Saúde, ingressando no Departamento Nacional de Endemias Rurais na década de 1960, e trabalhando no Hospital Psiquiátrico Philippe Pinel até a década de 1990.

    No hospital, a artista desenvolveria atividades que uniam teatro e terapia em prol dos pacientes do local, que, segundo a plataforma Google Arts & Culture, possivelmente teria sido inspirada em atividades realizadas no TEN para aliviar os efeitos do racismo.



No trecho “Demorou para que Abdias a convencesse [...]”, a posição do pronome “a” indica que se trata de uma:
Alternativas
Q3589663 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
A relação coesiva entre termos falhou na identificação em:
Alternativas
Respostas
4241: B
4242: D
4243: A
4244: C
4245: A
4246: D
4247: C
4248: D
4249: B
4250: D
4251: D
4252: B
4253: D
4254: A
4255: A
4256: A
4257: B
4258: C
4259: B
4260: B