Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Ensinar-vos-ei acerca da mão de Deus, e não vos encobrirei o que está com o Todo-Poderoso (Jó 13:9, 27:10,11).
BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. Edição Ecumênica.
Em relação às normas de colocação pronominal, a mesóclise não é feita, na segunda oração, em decorrência
Fotografias que marcam a nossa história
Nájia Furlán
Magia. Mistério. Lembranças. Alegria. O dia 17 de julho de 1975 ficou na memória dos curitibanos e visitantes. Até hoje, passados mais de 30 anos, o dia da neve, ou seja, o dia em que nevou pela última vez, é lembrado por motivos diversos e bem pessoais. No dia que nevou na capital paranaense, Cláudio Seto, de 60 anos, estava de passagem a caminho do Rio Grande do Sul, quando resolveu passar a noite em Curitiba. “Meu avô e os irmãos vieram na primeira leva de imigrantes ao Brasil. Um dos meus tios-avôs trazia uma espada de família e desapareceu em 1909, em Curitiba. A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado. Quando eu vim de São Paulo para cá, fui buscar a espada que um senhor tinha guardado por 30 anos. Quando ele me entregou, disse que eu não sacasse a espada, pois se eu o fizesse ou eu teria de matar alguém ou algo aconteceria, de bom ou ruim. Cheguei aqui no dia 16 de julho, em 75, e, na manhã seguinte, levantei, não resisti e puxei a espada, quando eu olhei pela janela, enxerguei a Praça Rui Barbosa toda branca, estava nevando por aqui”, conta Seto.
Disponível em: <https://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/ha-30-anos-curitiba-ficou-branca-de-neve/>. Acesso em: 25 jan. 2024.
No trecho “A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado”, o termo que se repete deve ser substituído, respeitando as regras gramaticais, pelo pronome ou pela junção “preposição + pronome”
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas
No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.
Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.
Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.
Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.
O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.
Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.
Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.
Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.
No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.
Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.
Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.
Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Leia os textos a seguir e responda a questão.
Texto 1
O fascínio que os escritos de Jane Austen exercem, mais do que se manter, torna-se maior no curso do tempo. A obra desta aclamada escritora tem sido constantemente adaptada para o teatro, o cinema e a televisão. Nos meios acadêmicos, tem gerado abundantes e fecundos estudos de sua dimensão estética, sociológica e histórica. Em vários países, inclusive no Brasil, são-lhe dedicados ativos e entusiasmados fã-clubes; e, na web, há um número assombroso de páginas que remetem a Jane Austen.
Esta edição especial reúne Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Persuasão – três dos mais apreciados romances desta que é uma das mais lidas e amadas autoras inglesas em todo o mundo.
Fonte: AUSTEN, Jane. Razão e sensibilidade; Orgulho e Preconceito; Persuasão. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Marton Claret, 2012.
Texto 2
Em seu livro intitulado Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática, por meio de uma linguagem objetiva e didática, o professor doutor da Universidade Federal da Bahia, Luciano Amaral de Oliveira, ressalta a importância de um ensino de português contextualizado, em uma perspectiva interacionista, de modo a conquistar os alunos com a riqueza da nossa língua.
Enfatizando a importância dos domínios da leitura e escrita no mundo contemporâneo, em um contexto político-econômico de desigualdades sociais, o autor mostra a necessidade de aplicarmos a teoria na prática. Ou seja, discutimos tanto sobre a importância de um ensino de língua materna contextualizado, considerando o funcionamento real da língua, quando, na verdade, o que vemos nas escolas de ensino fundamental e médio são aulas de gramática, puramente, maçantes e desinteressantes. Pensando nisso, o professor Luciano Oliveira, de uma maneira que parece-nos conversar com o leitor, apresenta, em sua obra, seis capítulos, nos quais expõe discussões objetivas e exemplificadas em torno da metodologia de ensino de língua, leitura, escrita, literatura, vocabulário e gramática; coisas essas que, segundo ele, todo professor de português necessita saber.
Ao longo da leitura destes capítulos, deparamo-nos com exemplos e discussões que nos fazem reconhecer a realidade prática e a teoria, fazendo-nos compreender que, mesmo que já tenhamos discutido tanto sobre o assunto apresentado, não podemos nos calar. Ainda devemos discutir mais e mais, até que, de fato, estas discussões transformem-se em mudanças nas mais diversas escolas de ensino fundamental e médio do Brasil. Por isso, este livro resenhado deve ser lido não só pelos professores de língua portuguesa em formação, mas, sem dúvidas, também, pelos professores que estão nas salas de aula brasileiras todos os dias e que devem, continuamente, refletir sobre suas práticas, procurando compreender qual o impacto destas no processo de ensino-aprendizagem de seus alunos.
Fonte: https://ataufpb.wixsite.com.
Texto 3
Ceia nos ares: Gol e Perdigão servem chester a passageiros
Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante o voo
Os passageiros que voarem entre 20 e 25 de dezembro pela Gol Linhas Aéreas podem ser presenteados com uma ceia de Natal a bordo. A iniciativa é uma parceria com a Perdigão, líder do segmento de aves natalinas no Brasil. Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante os voos com chester do frigorífico.
Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/radareconomico/ceia-nos-ares-gol-e-perdigaoserve-peru-a-passageiros/.
Em relação ao uso dos pronomes para substituir substantivos, analisar os itens abaixo:
I. Capaz que meu amigo faria isso! Ela jamais me trairia, somos amigos há anos.
II. Cristiano é professor de português, pois ele sempre amou estudar línguas.
III. Carol é muito amiga de Lucas, embora eles briguem às vezes.
Está(ão) CORRETO(S):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Os três pronomes destacados na primeira estrofe dessa letra de música exercem as respectivas funções sintáticas:
Inteira
Não é de Deus essa vontade
De querer você inteira e você vem pela metade
E com um sorriso bobo tende a me fazer
Te aceitar pra ir de novo
Mas que diabos você pensa
Quando inventa um final meticuloso
Esconde do povo, mas se envolve o tempo todo
Em meus abraços e eu nos teus. [...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/tem-amor/inteira/. Acesso em: 21 maio 2024.
google.com.br
Aludindo-se à colocação pronominal, leia os itens e assinale a alternativa correspondente.
I- A ênclise ocorre também, quando o verbo está no gerúndio.
II- Também acontece a ênclise, com o verbo no infinitivo impessoal.
III- Ocorre a próclise também, quando, antes do verbo, vier um pronome indefinido.
IV- Acontece também a próclise, quando, antes do verbo, vier um advérbio.
Referindo-se a pronomes, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Os pronomes são palavras que possibilitam substituir termos já utilizados, evitando a repetição de palavras e conferindo unidade e elegância ao texto.
( ) A 1ª pessoa é quem fala ou escreve.
( ) A 2ª pessoa é quem ouve ou lê.
( ) A 3ª pessoa é de quem (ou de que) se fala ou sobre quem (ou sobre que) se escreve.
I. Bastante ouviu-se a respeito do coronavírus.
II. Que Deus o proteja.
III. Conforme te disse antes, esta é a última unidade disponível.
Está(ão) CORRETO(S):
Em muitas dessas nações insulares, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis.
Assinale a opção que contenha um pronome e um advérbio, respectivamente.
Leia a crônica abaixo e responda a questão
Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes