Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q3398064 Português
Movimentações do Pix batem recorde com R$ 17,2 trilhões em 2023


    Dados do Banco Central (BC) mostram que movimentações do Pix somaram R$ 17,2 trilhões e alcançaram novo recorde em 2023. O volume financeiro das transações via a plataforma digital aumentou 57,8% ante 2022, quando totalizou R$ 10,9 trilhões, e mais do que dobrou em relação a 2021.


    Hoje, a modalidade é amplamente usada por pessoas físicas e no setor varejista, enquanto outros meios de pagamento, como o DOC e TEC, são substituídos pela plataforma.


    Na contramão, o volume das tradicionais cédulas e moedas totalizou no último dia de dezembro de 2023 cerca de R$ 341 bilhões. Isso representa uma diminuição de 7,78% desde o surgimento do Pix, em 2020, quando o meio circulante nacional foi de aproximadamente R$ 370 bilhões.


    Segundo o BC, o Pix teria o potencial de incentivar, entre outros pontos, a “eletronização” do mercado de pagamentos de varejo e a inclusão financeira.


    O ano de 2020 fechou com 178 milhões de CPFs cadastrados na plataforma. Já no fim do ano passado, esse número subiu para 194 milhões — ou seja, pouco mais de 95% do total da população brasileira, que somou 203 milhões, segundo o Censo de 2022.


    Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático, modalidade que permite pagamentos recorrentes ao modelo de débito em conta e que deve ser ofertado obrigatoriamente pelos participantes.


    “O Pix Automático tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança, além de viabilizar uma ampliação da base de clientes dada a penetração do Pix”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte.


    Já do ponto de vista do pagador, Duarte acredita que irá corroborar com a efetivação de pagamentos e, com o preço menor, estimular as empresas a cada vez mais “ofertarem essa alternativa de pagamentos recorrentes por meio do Pix Automático, podendo, em alguns casos, ampliar o acesso da população a determinados serviços”.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/movimentacoesdo-pix-batem-recorde-com-r-172-trilhoes-em-2023/(adaptado). 
A frase "Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático" utiliza qual tipo de colocação pronominal?
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Q3393725 Português
Leia o texto para responder à questão.

A preguiça

    Tenho uma simpatia visceral pela preguiça. Aquele bicho que passa a vida pendurado pelo rabo, de cabeça para baixo, e se dedica à contemplação das coisas pelo inverso. Há outros animais contemplativos na natureza, mas nenhum com tanta convicção da própria inutilidade. O boi, por exemplo, é lento e filosófico, mas há uma certa empáfia na sua ponderação. O boi tem o ar de quem está só esperando que lhe peçam uma opinião. O boi tem teses sobre a vida, é que até hoje ninguém se interessou em saber. O hipopótamo é outro falso acomodado. Só o fato de ser anfíbio denuncia uma inquietação secreta. O hipopótamo tinha outros planos. O elefante? Um megalomaníaco. Depressivo. Não passou da fase anal retentiva, o que se manifesta em excessivos cuidados com a higiene e em certos pudores irracionais. Um elefante nunca morre na frente dos outros, e o que é mais íntimo do que a morte? A vida é uma provação para o elefante. 
    A preguiça não quer nem saber. A preguiça é um macaco que deu errado, um equívoco da evolução, e ela se esforça para não chamar a atenção para o erro. Se me descobrirem, me extinguem. Uma vez perguntaram a Darwin sobre a preguiça e ele fingiu que procurava um lápis embaixo da mesa. Todo animal tem uma função no universo. Pode ser a mais prosaica, como comer formiga, mas tem. Menos a preguiça. A preguiça não serve para nada. É uma espectadora do drama da criação. E mesmo como espectadora é incompetente, pois vê tudo de cabeça para baixo. Ao contrário. O Sol não se levanta para a preguiça, ele cai do horizonte como um ovo da galinha. O céu é o chão e o chão é o céu da preguiça. O espantoso é que com tanto sangue lhe subindo à cabeça a preguiça não tivesse desenvolvido o melhor cérebro do mundo animal.
    Há quem diga que desenvolveu, que a preguiça já pensou em tudo e resolveu que não valia a pena. Com duas semanas de existência, com o sangue fazendo o cérebro crescer duas vezes mais depressa do que o de qualquer outra espécie, a preguiça já tinha esquematizado toda a progressão da vida na Terra, desde o homemmacaco até o Clóvis Bornay, desde a roda até o foguete e desde o tambor tribal até a ONU. E desistiu, antes de começar. Hoje o sangue lhe sobe à cauda, a preguiça não quer nem saber. Alguns frutos que estiverem à mão, pensamentos leves... Para a preguiça nenhuma crise é novidade: o mundo está de pernas para o ar há muito tempo.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise o excerto a seguir quanto ao emprego do pronome pessoal “ele” e a não repetição do verbo “cair”: “O Sol não se levanta para a preguiça, ele cai do horizonte como um ovo da galinha.” No contexto apresentado, esses elementos são utilizados, respectivamente, como estratégias de coesão:
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Q3393665 Português
Leia o texto para responder à questão.

Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o seguinte excerto: “Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa.” Dentre as palavras que ocorrem no contexto apresentado, pertencem à classe gramatical dos pronomes apenas: 
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Q3393663 Português
Leia o texto para responder à questão.

Insônia

    A casa estala de noite. São as coisas se assentando. De dia as coisas ficaram em suspenso, assustadas com a gente. Há um espelho no corredor que já se viu mil vezes em mil pedaços. Essas crianças! De noite as coisas suspiram aliviadas. Isso que você ouve quando acorda no meio da noite é o silêncio que as coisas trocam, como um código. Nada a ver com você ou sua espécie. Todo homem que sai da sua cama e caminha no escuro é um intruso em sua casa e merece a topada. Essa sua sensação, quando acende a luz da sala, de que está interrompendo alguma coisa. São as poltronas e o sofá fazendo sala, como adultos repassando o dia depois que as crianças foram dormir. Por que você não está na cama, menino? De noite a sua casa não é sua. E range como um navio.
    Toda casa tem pelo menos um rato, nem que seja uma lagartixa. Tem um sótão e um porão. Pode ser apartamento, tem um sótão e um porão. As pessoas têm um sótão e um porão. Um lugar para guardar postais e botões dourados e o rosto da primeira namorada que disse que deixava você beijar na boca, sim, e apertou a boca, e um lugar escuro onde os seus detritos se amontoam. Você é uma casa que mal conhece, você tem quartos em que nunca entrou. De noite as coisas também se assentam dentro de você. Mesmo que você sonhe com a destruição do mundo ou com um filho se afogando. Em silêncio, as coisas se ajeitam dentro de você, as suas vigas e tábuas, mesmo que você acorde trincando os dentes. E confesse: em algum lugar dentro de você também existe um rato.
    Esse zumbido não é a geladeira, é um rumor subterrâneo, é a seiva do mundo, o barulho da máquina. Quando a humanidade desaparecer, as coisas do mundo também dirão, em silêncio, até que enfim, e a poeira assentará. Fomos um leve distúrbio na paz das coisas. Exigimos um sentido do mundo. A nossa casa, o nosso tempo, as nossas coisas. E nem o nosso corpo nos pertence. O coração bate como os tambores do jângal num filme com o Robert Taylor, uma mensagem obscura, outro código misterioso. O terrível não é que as coisas não têm sentido, é que não precisam ter sentido. O único consolo pela nossa mortalidade, que também não é nossa, é que ela nos desobriga de entender o universo. Assim é melhor. Todo mundo morre, os ossos encontram, finalmente, sua melhor posição — morrer é nunca mais se queixar da coluna — e as coisas ficam na sua, sem explicações. Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.
    Ouço um ruído diferente. Ou é um rato muito grande ou um ladrão muito pequeno. Mas não levanto mais da cama. Já fui três vezes até a cozinha, já acendi e apaguei a luz não sei quantas vezes, a casa ainda perde a paciência e me expulsa. Melhor dormir. O navio sabe para onde vai.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise o excerto a seguir em relação à colocação pronominal: “Os relógios funcionarão até que a última corda acabe, ou a última pilha pife, e só os bichos no zoológico sentirão a falta do homem, pois ninguém lhes levará comida.” Para que o pronome pessoal “lhes” possa ser colocado em posição enclítica, o contexto apresentado deve ser reescrito da seguinte forma:
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Q3393237 Português
Leia o versículo a seguir.

Ensinar-vos-ei acerca da mão de Deus, e não vos encobrirei o que está com o Todo-Poderoso (Jó 13:9, 27:10,11).
BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. Edição Ecumênica.

Em relação às normas de colocação pronominal, a mesóclise não é feita, na segunda oração, em decorrência 
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Q3393231 Português
Leia o texto a seguir.

Fotografias que marcam a nossa história
Nájia Furlán
Magia. Mistério. Lembranças. Alegria. O dia 17 de julho de 1975 ficou na memória dos curitibanos e visitantes. Até hoje, passados mais de 30 anos, o dia da neve, ou seja, o dia em que nevou pela última vez, é lembrado por motivos diversos e bem pessoais. No dia que nevou na capital paranaense, Cláudio Seto, de 60 anos, estava de passagem a caminho do Rio Grande do Sul, quando resolveu passar a noite em Curitiba. “Meu avô e os irmãos vieram na primeira leva de imigrantes ao Brasil. Um dos meus tios-avôs trazia uma espada de família e desapareceu em 1909, em Curitiba. A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado. Quando eu vim de São Paulo para cá, fui buscar a espada que um senhor tinha guardado por 30 anos. Quando ele me entregou, disse que eu não sacasse a espada, pois se eu o fizesse ou eu teria de matar alguém ou algo aconteceria, de bom ou ruim. Cheguei aqui no dia 16 de julho, em 75, e, na manhã seguinte, levantei, não resisti e puxei a espada, quando eu olhei pela janela, enxerguei a Praça Rui Barbosa toda branca, estava nevando por aqui”, conta Seto.
Disponível em: <https://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/ha-30-anos-curitiba-ficou-branca-de-neve/>. Acesso em: 25 jan. 2024.

No trecho “A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado”, o termo que se repete deve ser substituído, respeitando as regras gramaticais, pelo pronome ou pela junção “preposição + pronome”
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Q3393153 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à colocação pronominal:
Alternativas
Q3390366 Português

Leia os textos a seguir e responda a questão.



Texto 1



        O fascínio que os escritos de Jane Austen exercem, mais do que se manter, torna-se maior no curso do tempo. A obra desta aclamada escritora tem sido constantemente adaptada para o teatro, o cinema e a televisão. Nos meios acadêmicos, tem gerado abundantes e fecundos estudos de sua dimensão estética, sociológica e histórica. Em vários países, inclusive no Brasil, são-lhe dedicados ativos e entusiasmados fã-clubes; e, na web, há um número assombroso de páginas que remetem a Jane Austen.

        Esta edição especial reúne Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Persuasão – três dos mais apreciados romances desta que é uma das mais lidas e amadas autoras inglesas em todo o mundo.


Fonte: AUSTEN, Jane. Razão e sensibilidade; Orgulho e Preconceito; Persuasão. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Marton Claret, 2012.



Texto 2



        Em seu livro intitulado Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática, por meio de uma linguagem objetiva e didática, o professor doutor da Universidade Federal da Bahia, Luciano Amaral de Oliveira, ressalta a importância de um ensino de português contextualizado, em uma perspectiva interacionista, de modo a conquistar os alunos com a riqueza da nossa língua.

      Enfatizando a importância dos domínios da leitura e escrita no mundo contemporâneo, em um contexto político-econômico de desigualdades sociais, o autor mostra a necessidade de aplicarmos a teoria na prática. Ou seja, discutimos tanto sobre a importância de um ensino de língua materna contextualizado, considerando o funcionamento real da língua, quando, na verdade, o que vemos nas escolas de ensino fundamental e médio são aulas de gramática, puramente, maçantes e desinteressantes. Pensando nisso, o professor Luciano Oliveira, de uma maneira que parece-nos conversar com o leitor, apresenta, em sua obra, seis capítulos, nos quais expõe discussões objetivas e exemplificadas em torno da metodologia de ensino de língua, leitura, escrita, literatura, vocabulário e gramática; coisas essas que, segundo ele, todo professor de português necessita saber.

      Ao longo da leitura destes capítulos, deparamo-nos com exemplos e discussões que nos fazem reconhecer a realidade prática e a teoria, fazendo-nos compreender que, mesmo que já tenhamos discutido tanto sobre o assunto apresentado, não podemos nos calar. Ainda devemos discutir mais e mais, até que, de fato, estas discussões transformem-se em mudanças nas mais diversas escolas de ensino fundamental e médio do Brasil. Por isso, este livro resenhado deve ser lido não só pelos professores de língua portuguesa em formação, mas, sem dúvidas, também, pelos professores que estão nas salas de aula brasileiras todos os dias e que devem, continuamente, refletir sobre suas práticas, procurando compreender qual o impacto destas no processo de ensino-aprendizagem de seus alunos.


Fonte: https://ataufpb.wixsite.com.



Texto 3



Ceia nos ares: Gol e Perdigão servem chester a passageiros

Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante o voo



        Os passageiros que voarem entre 20 e 25 de dezembro pela Gol Linhas Aéreas podem ser presenteados com uma ceia de Natal a bordo. A iniciativa é uma parceria com a Perdigão, líder do segmento de aves natalinas no Brasil. Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante os voos com chester do frigorífico.


Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/radareconomico/ceia-nos-ares-gol-e-perdigaoserve-peru-a-passageiros/.

No texto 2, as palavras destacadas no excerto “[...] coisas essas que, segundo ele, todo professor de português necessita saber” podem ser, morfologicamente, nessa ordem, classificadas como:
Alternativas
Q3389386 Português

Em relação ao uso dos pronomes para substituir substantivos, analisar os itens abaixo:



I. Capaz que meu amigo faria isso! Ela jamais me trairia, somos amigos há anos.


II. Cristiano é professor de português, pois ele sempre amou estudar línguas.


III. Carol é muito amiga de Lucas, embora eles briguem às vezes.



Está(ão) CORRETO(S): 

Alternativas
Q3387484 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O valor do trabalho


Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.

Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:

Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.

As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.

As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.

Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.

Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.

Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.

 A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.

(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.

É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.

A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.

 Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.


Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/

Quanto à colocação pronominal em: "Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço..." pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3387205 Português
A colocação pronominal determina a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo. Sendo assim, assinalar a alternativa em que a colocação pronominal atende à norma-padrão:
Alternativas
Q3387072 Português

Os três pronomes destacados na primeira estrofe dessa letra de música exercem as respectivas funções sintáticas: 



Inteira 


Não é de Deus essa vontade
De querer você inteira e você vem pela metade
E com um sorriso bobo tende a me fazer
Te aceitar pra ir de novo

Mas que diabos você pensa
Quando inventa um final meticuloso
Esconde do povo, mas se envolve o tempo todo
Em meus abraços e eu nos teus. [...]


Disponível em: https://www.letras.mus.br/tem-amor/inteira/. Acesso em: 21 maio 2024.  

Alternativas
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Q3386603 Português
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Aludindo-se à colocação pronominal, leia os itens e assinale a alternativa correspondente.

I- A ênclise ocorre também, quando o verbo está no gerúndio.
II- Também acontece a ênclise, com o verbo no infinitivo impessoal.
III- Ocorre a próclise também, quando, antes do verbo, vier um pronome indefinido.
IV- Acontece também a próclise, quando, antes do verbo, vier um advérbio. 
Alternativas
Q3386324 Português

Referindo-se a pronomes, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.



( ) Os pronomes são palavras que possibilitam substituir termos já utilizados, evitando a repetição de palavras e conferindo unidade e elegância ao texto.


( ) A 1ª pessoa é quem fala ou escreve.


( ) A 2ª pessoa é quem ouve ou lê.


( ) A 3ª pessoa é de quem (ou de que) se fala ou sobre quem (ou sobre que) se escreve.

Alternativas
Q3386113 Português
Considerando-se as regras de colocação pronominal, analisar os itens abaixo:

I. Bastante ouviu-se a respeito do coronavírus.
II. Que Deus o proteja.
III. Conforme te disse antes, esta é a última unidade disponível.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3385953 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mundo tem um bilhão de obesos

Mais de um bilhão de pessoas vivem com obesidade em todo o mundo, mostram estimativas globais publicadas pela revista científica The Lancet.

As taxas mais elevadas foram registradas em Tonga e na Samoa Americana para as mulheres e na Samoa Americana e Nauru para os homens.

A equipe internacional de cientistas afirma que há uma necessidade urgente de grandes mudanças na forma como a obesidade é combatida, pois ela aumenta o risco de desenvolver muitos problemas de saúde graves, incluindo doenças cardíacas, diabetes tipo dois e alguns tipos de câncer.

"Em muitas dessas nações insulares, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis", disse à BBC o pesquisador sênior Majid Ezzati, professor da Imperial College London.

"Em alguns casos, houve campanhas de marketing agressivas, promovendo alimentos não saudáveis, enquanto o custo e a disponibilidade de alimentos mais saudáveis tornaram-se problemáticos."

O professor Ezzati, que analisa dados globais há anos, diz estar surpreso com a velocidade com que o quadro mudou; há muitos países enfrentando agora uma crise de obesidade, enquanto o número de lugares onde pessoas estão abaixo do peso é considerado uma preocupação.

O relatório constatou que a taxa de obesidade quadruplicou entre crianças e adolescentes. Entretanto, para os adultos, a taxa mais do que duplicou nas mulheres e quase triplicou nos homens.

"Este novo estudo destaca a importância de prevenir e controlar a obesidade desde o início da vida até a idade adulta, por meio de dieta, atividade física e cuidados adequados", afirmou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Ele acrescentou que isso exige trabalho dos governos e das comunidades e "requer de forma importante a cooperação do setor privado, responsável pelos impactos dos seus produtos na saúde".

Um dos autores do estudo, o doutor Guha Pradeepa, afirma que os principais problemas globais correm o risco de agravar a desnutrição causada pela obesidade e pelo baixo peso.

"O impacto de questões como as mudanças climáticas, as perturbações causadas pela pandemia e a guerra na Ucrânia agravam as taxas de obesidade e de baixo peso, aumentando a pobreza e o custo dos alimentos ricos em nutrientes", disse.

"Os efeitos em cadeia são a alimentação insuficiente em alguns países e famílias, e a mudança para alimentos menos saudáveis em outros."

A rede de pesquisadores analisou medidas de altura e peso de cerca de duzentos e vinte milhões de pessoas com cinco anos ou mais. Eles usaram uma medida chamada índice de massa corporal, o IMC.

Embora reconheçam que esta é uma medida imperfeita da extensão da gordura corporal e afirmem que alguns países têm dados melhores do que outros, argumentam que é a mais amplamente utilizada, tornando possível a análise global.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/
c0v38dy8vygo.adaptado.

Em muitas dessas nações insulares, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis.


Assinale a opção que contenha um pronome e um advérbio, respectivamente.

Alternativas
Q3385162 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023
Nas alternativas a seguir, são apresentadas entre parênteses reescritas de trechos do texto, substituindo o segmento destacado por um pronome átono. Assinale a alternativa em que essa substituição NÃO segue os preceitos ditados pela norma culta do idioma.
Alternativas
Q3385062 Português
Quanto à colocação pronominal em: "Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço..." pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3384950 Português

Leia a crônica abaixo e responda a questão        



      Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.



        Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.



        Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.



        Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.


Autor: Ricardo Menezes

Qual elemento de coesão é utilizado para indicar uma relação de contraste entre as torcidas do Atlético Mineiro e Cruzeiro? 
Alternativas
Q3383635 Português
Assinale a alternativa em que se verifica o pronome átono colocado em mesóclise.
Alternativas
Respostas
2561: A
2562: A
2563: B
2564: C
2565: D
2566: B
2567: E
2568: C
2569: D
2570: A
2571: C
2572: B
2573: B
2574: D
2575: C
2576: A
2577: D
2578: E
2579: A
2580: D