Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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I. Admito que tudo aquilo pareceu-me balela. II. Quem disse-lhe isto? III. Eu quero-lhe falar a respeito do comportamento de Ana.
A colocação pronominal enclítica está correta apenas em:
"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".
Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)
Analise a colocação pronominal nas frases indicadas a seguir e identifique as inadequações.
I. Quem nos ajudará se precisarmos?
II. Você sabe que vai se arrepender.
III. Darei -lhe todas as informações necessárias.
IV. Poderia-se fazer uma campanha social.
V. Nossa equipe havia encontrado-se antes da votação final.
Quais frases desrespeitam a colocação pronominal, segundo o padrão de norma culta da língua portuguesa no Brasil?
Leia a charge para responder à questão.

WATTERSON II, W. B. Calvin & Haroldo. 1987.
Considerando-se o CORRETO emprego da colocação pronominal, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Ênclise.
(2) Próclise.
(3) Mesóclise.
( ) “Poder-se-á utilizar uma ou mais técnicas”.
( ) “Habilidade linguística que se quer desenvolver”.
( ) “Optar pela teoria que lhe parece, à primeira vista, a mais válida”.
( ) “Acrescente-se, ainda, que nenhum modelo teórico forneceu uma descrição completa”.
A questão se refere ao enunciado a seguir:
“___ notícia era a mais animadora: que não _____ mortes no acidente”.
TEXTO I
“Tire suas próprias conclusões”
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.
É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.
Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.
Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?
Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.
É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.
(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)
Nossos sistemas fisiológicos sabem lidar bem com estressores agudos, mas não tanto com aqueles que são crônicos.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras.
“Diz-me com quem andas e eu te direi quem és.” (ditado popular)
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51jkl0y9nlo.adaptado.)
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras apresentadas.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://www.pensador.com/frase. Acesso em: 1 abr. 2024.
I. Os vocábulos “avalia” e “tendem” se encontram conjugados no mesmo tempo e modo verbal e possuem, no contexto, classificação sintática idêntica por exigirem tipo de complemento equivalente.
II. A locução conjuntiva “à medida que” poderia ser substituída por “à proporção que”, “ao passo que”, “enquanto” ou “consoante”, a fim de manter a correção gramatical e o valor semântico do contexto.
III. Os vocábulos “nossa”, “essas” e “se” possuem classificação gramatical análoga. Porém o último destoa enquanto papel sintático por possuir natureza reflexiva, enquanto os primeiros exercem função adjetiva.
IV. Na passagem “não se dissiparem” a apossínclese é justificada por haver partícula atrativa de natureza adverbial.
Pode-se dizer que está correto, segundo a Norma Culta da Língua Portuguesa, o que se afirma em: