Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão
A geração sóbria': por que cada vez mais jovens trocam o álcool por remédios de ansiedade, e por que isso preocupa.
A busca por alternativas "mais saudáveis" ao consumo de bebidas alcoólicas ajudou a criar um novo mercado para substâncias divulgadas nas redes sociais como drogas sociais sem a ressaca.
Elas são vistas como a "alternativa mais limpa e segura", diz Liam Knowles, pesquisador de dependência química da Universidade de Teesside. "[Os usuários] não se sentem tão mal no dia seguinte e é um medicamento, então as pessoas pensam que é mais seguro."
É difícil saber exatamente quantos jovens estão usando remédios que necessitam prescrição médica e peptídeos não regulamentados para socializar, já que muitos os obtêm sem receita médica. Knowles acredita que "provavelmente há um número considerável de pessoas que estão se tornando viciadas".
Hashtags relacionadas aos medicamentos geram milhares de vídeos em plataformas de mídia social, com usuários sendo incentivados a criar seus próprios coquetéis de medicamentos, conhecidos online como "stacking".
O crescente interesse nessas substâncias surge à medida que os jovens adultos evitam cada vez mais o álcool, o que rendeu à Geração Z o apelido de "geração sóbria". Os mesmos influenciadores que divulgam os benefícios dessas "combinações" também recomendam evitar o álcool.
Uma pesquisa realizada no ano passado pela organização beneficente Drinkaware revelou que 26% dos jovens de 18 a 24 anos no Reino Unido não consumiam álcool, em comparação com 7% em 2012.
Entretanto, a professora Emily Jones, psicóloga do King's College London, acredita que a pandemia da covid pode ter contribuído para o aumento da ansiedade social, particularmente entre os jovens.
"O isolamento social, na prática, ensinou a todos a ter medo da interação social", diz ela.
Para os jovens que desejam experimentar, a pregabalina tornou-se um foco particular.
Um estudo publicado na revista Nature Communications estimou que o consumo global da droga mais do que quadruplicou entre 2008 e 2018.
Entretanto, também houve um aumento acentuado nas mortes relacionadas à pregabalina. Dados do Escritório Nacional de Estatísticas mostram que a pregabalina foi mencionada em 2.360 certidões de óbito por envenenamento relacionado a medicamentos na Inglaterra e no País de Gales entre 2020 e 2024, em comparação com 768 entre 2015 e 2019.
Uma dessas mortes foi a de Alex Cottam, um engenheiro de software de 27 anos de Eccles, descrito por sua mãe, Michelle, como "adorável, inteligente e popular".
Ele tinha prescrição de pregabalina para tratar sua ansiedade, mas sua mãe diz que ele "ficou viciado" e começou a aumentar seu estoque comprando a droga em sites ilegais.
"Não consigo parar de pensar todos os dias que a pregabalina matou meu filho", disse ela à BBC em 2024.
Na Inglaterra, a pregabalina foi reclassificada como droga controlada de Classe C em 2019: quem a compra sem receita médica pode ser condenado a dois anos de prisão (embora, na prática, poucas pessoas sejam presas). Ela continua sendo amplamente prescrita para epilepsia, dor neuropática e ansiedade. Os consultores independentes de drogas do governo do Reino Unido também iniciaram uma revisão para examinar o uso indevido.
Na Jordânia, Ucrânia e Índia, pesquisadores também observaram um aumento no abuso de pregabalina.
Na China, o governo intensificou o controle sobre o medicamento no início deste ano, proibindo a maior parte das vendas online e estabelecendo limites para a quantidade que pode ser fabricada em cada província.
A GERAÇÃO sóbria': por que cada vez mais jovens trocam o álcool por remédios de ansiedade — e por que isso preocupa. BBC News Brasil, [S. l.], [2026]. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr78gqw7qqo. Acesso em: 22 ago. 2026.
É difícil saber exatamente quantos jovens estão usando remédios que necessitam prescrição médica e peptídeos não regulamentados para socializar, já que muitos os obtêm sem receita médica."
Analise as asserções a seguir.
I.No trecho, 'os' e 'muitos' são, respectivamente, pronome oblíquo átono e pronome indefinido.
PORQUE
II.O pronome 'os' é empregado sem preposição e retoma 'jovens', enquanto 'muitos' expressa uma quantidade indefinida, sem indicar número exato.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do pronome 'isso' no trecho.
Em Filosofia da Crise, Mário Ferreira dos Santos assim diz:
É a desesperança que cava abismos. E o homem desesperado, quando não mais espera o que esperava, precisa encontrar o que não tem. E o desespero, que está virtualizado no crente fiel, atualiza-se no homem que duvida. Cavam abismos os que duvidam.
Marque a única afirmação correta sobre o texto

(BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DYCpd8WiSVD/>.
I. É possível identificar a inclusão dos interlocutores a partir da escolha linguística realizada.
II. Considerando a norma-padrão, a concordância verbal estabelecida está de acordo com os critérios estabelecidos.
III. Considerando o trecho original, a substituição do termo sintático identificado como sujeito por equivalente no plural “nós” promove a constância semântica e permanência de efeito de sentido.
Está correto o que se afirma em
Leia os períodos abaixo antes de responder ao que se pede.
I. “O número de pessoas que trabalham por meio de plataformas digitais e aplicativos de serviços chegou a 1,959 milhão em 2025, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 4.” (1º par.)
II. “O percentual de trabalhadores por aplicativos que contribuíam passou de 35,9% em 2024 para 34% em 2025.” (6º par.)
III. “Em 2025, porém, os dois grupos registraram equiparação nesse indicador.” (7º par.)
Assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, elementos coesivos de mesma natureza semântica das expressões em destaque dos períodos acima.
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.
( ) Em “Quase 2 milhões trabalham por aplicativos no Brasil, diz IBGE” (título), tem-se em destaque um exemplo de Sujeito posposto em relação ao seu predicado.
( ) Em “O número de pessoas que trabalham por meio de plataformas digitais e aplicativos de serviços chegou a 1,959 milhão em 2025...” (1º par.), nota-se em destaque um Adjunto adverbial de modo.
( ) Em “Entre os trabalhadores que utilizavam aplicativos, 57,5%, ou 1,036 milhão de pessoas, exerciam sua atividade principal por meio de plataformas de transporte particular de passageiros...” (3º par.), o pronome possessivo em destaque exerce função adjetiva e, ao mesmo tempo, faz referência ao substantivo “trabalhadores”.
( ) Em “Os dados mostram predominância masculina entre os trabalhadores de plataformas.” (4º par.), encontra-se em destaque um verbo bitransitivo cujo objeto direto é o termo “predominância masculina” e o objeto indireto é “entre os trabalhadores de plataforma”.
( ) Em “A contribuição para algum instituto oficial de previdência também recuou.” (6º par.), o termo em destaque exerce função sintática de objeto indireto em relação ao vocábulo “contribuição”.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência.

I. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, encontram-se destacados dois artigos definidos femininos referentes à Raposa.
II. Em “Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore.”, as palavras destacadas são monossílabos pertencentes à mesma classe morfológica: Pronome.
III. Em “Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer.”, o pronome em destaque foi usado como elemento coesivo para recuperar o substantivo “Galo”.
IV. Em “Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:”, a palavra destacada é um Adjetivo que se encontra no grau diminutivo pelo processo de sufixação.
Pode-se dizer que se encontra correto o que se afirmou apenas em:
( ) “Três presidentes, três operações cirúrgicas, três decisões tomadas sem consulta prévia ao Congresso – e apenas uma delas passou a ser tratada como escândalo institucional.” (2º par.) – conjunção coordenativa adversativa, podendo, assim, ser substituída pela expressão “todavia” ou “porém”.
( ) “Não se trata apenas da queda de um ditador latino-americano, mas do retorno explícito de uma lógica de poder que havia sido suspensa, terceirizada ou disfarçada por décadas: a de que a soberania real exige capacidade de agir – e disposição para fazê-lo.” (2º par.) – a expressão sublinhada cumpre papel coesivo referencial ao representar contextualmente “a lógica de poder”.
( ) “A imprensa que hoje se apressa em questionar a legalidade da ação esquece – ou prefere esquecer – um detalhe essencial: o precedente existe. Ele não é obscuro nem controverso. Ele é histórico. (3º par.) – a ideia estabelecida entre os dois últimos períodos é a de conclusão, podendo-se inserir o elemento coesivo “Portanto” no início do último, a fim de manter o valor semântico inicial.
( ) “Noriega e Bin Laden foram capturados ou eliminados sem autorização legislativa prévia. Em nenhum dos dois casos, os Estados Unidos enfrentaram uma crise institucional, nem a Casa Branca foi acusada de ‘golpismo institucional’. Ao contrário: as ações foram entendidas como exercício legítimo do poder executivo em defesa da segurança nacional. (4º par.) – a expressão em destaque estabelece valor de causa no contexto em que fora empregada.
( ) “O mundo que emerge após janeiro de 2026 é menos confortável para ditadores, menos previsível para burocracias internacionais e mais exigente para aliados hesitantes. É um mundo em que a aposta na erosão lenta das democracias passa a ter custo real;” (15º par.) – a expressão em destaque poderia ser corretamente substituída pelo conectivo “onde” a fim de manter o caráter semântico e gramatical no contexto, uma vez que se trata de um pronome relativo exercendo valor anafórico.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se constatar, pela ordem, a seguinte sequência.
Leia o período a seguir:
Hospital que cobrava pacientes do SUS terá de ressarcir os pacientes em dobro.
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o período de acordo com a norma padrão do português escrito, mantendo seu sentido original.
Dê-nos uma chance, por favor. Espero que se saiam muito bem no jogo. Jamais se renda aos adversários. Eu nunca lhe implorarei clemência. Eu não vou fazê-los esperar tanto tempo.
TEXTO I
O homem, o menino e o burro

Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:
- Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:
- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!
Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:
- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.
O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:
- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?
O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.
- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.
ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette.
Leia cada afirmação abaixo antes de julgar o que se pede.
( ) Em “Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!”, o pronome em destaque cumpre o papel coesivo de recuperar o Substantivo Menino no contexto.
( ) Em “É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear”, a mudança de posição entre as palavras destacadas acarretaria mudança de sentido no contexto.
( ) Em “Por esta altura, já tinham chegado à cidade”, nota-se que a palavra destacada recebeu um acento agudo.
( ) Em “Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres...”, os verbos em destaque fazem concordância com o mesmo Sujeito: “mulheres”.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que a sequência acima pela ordem é:
TEXTO I
O homem, o menino e o burro

Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:
- Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:
- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!
Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:
- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.
O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:
- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?
O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.
- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.
ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette.

I. Os vocábulos “perda” e “uso” se mostram como substantivos abstratos primitivos que dão origem aos seus respectivos verbos derivados: “perder” e “usar”.
II. Em “Uma parte do meu cérebro se ilumina quando leio.” (3º par.), o pronome oblíquo tônico se encontra na posição proclítica, mas não de forma obrigatória.
III. Em “Com isso, ficou evidente o prejuízo causado pela degradação da linguagem, um fenômeno encorajado por sistemas políticos populistas como forma de igualdade.” (4º par.), o vocábulo destacado sofreu o processo de derivação parassintética quanto à inserção de prefixo e sufixo junto ao radical.
IV. Em “É a ideia de que existem muitos ‘saberes’ igualmente importantes, mesmo que alguns desses saberes não saibam nada.” (4º par.), a expressão destacada poderia ser coesivamente substituída por “destes” a fim de manter a correção e o sentido do contexto.
Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi afirmado somente em: