Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4206994 Português
TEXTO II

LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


   15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

   Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

  “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

   Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

   60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.” A expressão destacada exprime uma circunstância de: 
Alternativas
Q4206982 Português
TEXTO I


LEIA O TEXTO A SEGUIR.

O texto que você irá ler agora é uma parábola utilizando o nome de Gandhi. Para muitos é um boato viralizado na internet, sendo na realidade mais uma “historinha de joãozinho”.


   Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

   O professor disse:

   - Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

   - Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

   O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

   Então resolve fazer a seguinte pergunta:

   - Sr. Gandhi, indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

   Gandhi respondeu....

   - Claro que com o dinheiro, Prof.!

   - Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

   - Tem razão professor cada um ficaria com o que não tem!

   O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.

Gandhi recebeu a prova, leu e voltou e disse:

   - Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!

Moral da história:

   Semeia a Paz, Amor, compreensão. Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas. 
Analisando as respostas de Gandhi ao professor, percebe-se que Gandhi:
Alternativas
Q4206469 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o trecho a seguir para responder a questão.



“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.”



Os termos destacados exprimem, respectivamente:

Alternativas
Q4206467 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Nesse trecho, percebe-se o emprego de uma figura de linguagem, que consiste numa omissão de um termo já citado, denominada:
Alternativas
Q4206464 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça

Leia o terceiro parágrafo do texto a seguir para responder a questão.



“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” 



Esse parágrafo finaliza com uma pergunta. O que fica subentendido a respeito dessa pergunta é:

Alternativas
Q4206463 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
No segundo parágrafo há referência à palavra “lágrimas”. Subentende-se no contexto em si:
Alternativas
Q4206462 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Levando em consideração o título do texto, “Artifícios”, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4206457 Português
TEXTO I


Leia o poema a seguir.


Ano Novo


Ficção de que começa alguma coisa!

Nada começa: tudo continua.

Na fluida e incerta essência misteriosa.

Da vida, flui em sombra a água nua.



Curvas do rio escondem só o movimento.

O mesmo rio flui onde se vê.

Começar só começa em pensamento.


(Fernando Pessoa)
Em relação ao poema ”Ano Novo", pode-se afirmar
Alternativas
Q4206284 Português
TEXTO IV


"Ela é tão livre que um dia será presa.”

"Presa por quê?"

“Por excesso de liberdade."

"Mas essa liberdade é inocente?"

"É" "Até mesmo ingênua."

"Então porque a prisão?"

"Porque a liberdade ofende."


(Clarisse Lispector)
Analisando o texto acima, houve alguns empregos da palavra por que e variações. Assinale a afirmativa pertinente ao emprego da palavra no texto. 
Alternativas
Q4206280 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O trecho que percebe uma gradação ascendente é:
Alternativas
Q4206277 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O último parágrafo do texto, pode ser considerado:
Alternativas
Q4206276 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
Pode-se afirmar, de acordo com o texto lido que: 
Alternativas
Q4206275 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
“Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”. Ainda em relação a esse trecho, a palavra que pode representar o estado de espírito da protagonista é: 
Alternativas
Q4206274 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
"Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”. Esse trecho foi marcado por aspas. Tal marcação deixa subentendido:
Alternativas
Q4206273 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
No segundo parágrafo quando a narradora cita “bagagem da responsabilidade sem manual de instrução”, utilizou:
Alternativas
Q4206271 Português
TEXTO II


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


Desafios entre fios


    15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.

    Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.

    “Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.

    Hoje, todos crescidos, criados, realizados.

    60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.


Sirley. (3o ano EM - EJA)
O texto lido consiste num miniconto feito por uma aluna do Ensino Médio, na modalidade EJA. O que se explica o título de acordo com o contexto é:
Alternativas
Q4206269 Português
TEXTO I


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


O texto que você irá ler agora é uma parábola utilizando o nome de Gandhi. Para muitos é um boato viralizado na internet, sendo na realidade mais uma “historinha de joãozinho”. 


    Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

    O professor disse: 

    - Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

    - Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

    O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

    Então resolve fazer a seguinte pergunta:

    - Sr. Gandhi, indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

    Gandhi respondeu....

    - Claro que com o dinheiro, Prof.!

    - Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

    - Tem razão professor cada um ficaria com o que não tem!

    O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou. Gandhi recebeu a prova, leu e voltou e disse:

    - Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota! 


Moral da história:

    Semeia a Paz, Amor, compreensão. Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas.
A finalidade do texto:
Alternativas
Q4206268 Português
TEXTO I


LEIA O TEXTO A SEGUIR.


O texto que você irá ler agora é uma parábola utilizando o nome de Gandhi. Para muitos é um boato viralizado na internet, sendo na realidade mais uma “historinha de joãozinho”. 


    Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

    O professor disse: 

    - Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

    - Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

    O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

    Então resolve fazer a seguinte pergunta:

    - Sr. Gandhi, indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

    Gandhi respondeu....

    - Claro que com o dinheiro, Prof.!

    - Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

    - Tem razão professor cada um ficaria com o que não tem!

    O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou. Gandhi recebeu a prova, leu e voltou e disse:

    - Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota! 


Moral da história:

    Semeia a Paz, Amor, compreensão. Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas.
No desfecho da história, o professor escreveu IDIOTA na prova do aluno. A afirmação de Gandhi ao questionar o professor sobre a nota, deixa subentendido em sua fala: 
Alternativas
Q4200323 Português
Leia com atenção o excerto de um texto assinado por Zoel Garcia Siqueira.

“Se até o poderoso presidente russo Vladimir Putin viu-se em maus lençóis com a terceirização de parte das forças armadas, o que dizer de nós, povo e servidores brasileiros, com esse processo nos serviços públicos?”

(Atribuna. Disponível em: https://abrir.link/ScUkp. Acesso em 08.05.2023)

Pelas suas características de redação e edição, esse texto é a abertura de
Alternativas
Q4200281 Português
Em entrevista, Mário Sérgio Cortella fala sobre felicidade e carreira

    O filósofo e educador defende que é possível encontrar no trabalho, alegria, prazer e sentido para a vida. Contudo, é preciso ter em mente que, para isso, é preciso aguentar momentos difíceis também. Quando se gosta de uma atividade, a intensa dedicação não traz estresse, apenas cansaço e, ainda assim, com vontade de continuar trabalhando

    Em entrevista exclusiva, o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella, conhecido por tratar de temas sociais contemporâneos à luz da filosofia, defende que é possível - e aconselhável - conciliar felicidade e trabalho. Autor de 33 livros, ele esteve em Brasília para palestra no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), com capacidade para 2.500 pessoas, em 21 de agosto. O evento, promovido pela plataforma Doos, teve apoio do Correio Braziliense. Na ocasião, o expoente do pensamento brasileiro falou sobre a seguinte pergunta: qual é a tua obra? O questionamento é baseado em livro homônimo, no qual Cortella defende a substituição do conceito de trabalho como algo penoso pela realização de uma obra. Esta foi a primeira palestra do filósofo desde que ele fraturou o joelho direito. Por causa disso, foi obrigado a dar uma pausa na intensa rotina de palestras. “Retornei depois de 60 dias, foi minha primeira viagem de avião desde que comecei a usar cadeira de rodas e muletas”, conta. O curitibano voltará ao DF para nova palestra em outubro. Confira conversa com o pensador sobre trabalho:

     Felicidade

    Uma das coisas mais ruins é as pessoas imaginarem que precisam abrir mão da felicidade no trabalho. Mas também é desejar apenas felicidade no trabalho. São duas ilusões. O trabalho é uma circunstância da vida, a carreira é a maneira de fazê-lo, e a felicidade se apresenta e se ausenta em vários momentos. Não há felicidade sem esforço quando você pensa em carreira. Existe felicidade sem esforço quando você está passando e sem fazer nada, exceto virar o rosto, vê um pôr do sol no cerrado, daqueles magníficos na reta do horizonte. No que se refere à carreira, a felicidade tem que ser um horizonte, mas não é um território no qual se ande o tempo todo. Há pessoas que dizem algo estranho: quero fazer só o que eu gosto. A gente chama isso de hedonismo, a procura do prazer contínuo. Para que alguém faça só o que goste, terá que fazer muitas coisas de que não gosta. Por exemplo, gosto demais de dar aula, mas não gosto de corrigir prova; aliás, conheço poucos professores que gostam de fazê-lo. Gosto de cozinhar, mas não acho prazeroso lavar toda a louça na sequência. Isso significa que, quando me envolvo numa atividade, sei que há coisas de que não vou gostar, mas o que eu quero é a obra, isto é, o resultado. A carreira tem exatamente essa condição. A felicidade aparece como consequência e não como processo.

    Prazer

    Aristóteles dizia que o prazer do trabalho aperfeiçoa a alma. Uma das coisas mais gostosas é ter a capacidade de tirar uma fruição, um gosto daquilo que se faz. É importante fazê-lo não apenas com a intenção de um retorno pecuniário, mas especialmente com alegria de fazê-lo. A gente encontra em várias atividades pessoas com prazer imenso. Sempre digo que uma fórmula para pensar internamente - mas não diga ao patrão - é que, quando você gosta demais de fazer algo, faria até de graça.

     Sentido da vida x Meio para um fim 

    A gente pode entender emprego como meio, mas trabalho, jamais. Há uma distinção entre trabalho e emprego: trabalho é fonte de vida, emprego é fonte de renda. Meu trabalho é aquilo que faço para que minha vida tenha sentido. Um pedaço do trabalho é emprego, mas não todo ele. Há pessoas que não têm emprego e trabalham: fazem trabalho voluntário, cuidam da casa e de outras pessoas. É uma ocupação. O mais gostoso é quando o emprego coincide com o trabalho. Nessa hora, evidente que o trabalho é fonte de vida, mas também meio de vida. A gente não pode imaginar que daria para olhar o trabalho somente como situação que uso para conseguir outras coisas. Ele também é resultante de uma obra, de uma coisa que me alegre, me anime, me faça crescer e me elevar. Pessoas que enxergam no trabalho apenas um meio de vida, sem dúvida, terão dificuldade porque viverão talvez em estado de queixa, dizendo: “Ah! No dia que eu puder, vou fazer o que eu gosto”. É preciso que ela se alerte a tempo quanto a isso.
   
     Atividade desgostosa

     Existe a possibilidade de trabalhar com algo de que não se gosta para ter como fazer o que gosta fora do trabalho. Mas aí é uma coisa consciente. O fato de alguém estar numa situação de emprego transitória para que consiga outras coisas não é degradante. Desde que a pessoa tenha clareza disso. Há momentos, por exemplo, em que alguém vai fazer um esforço imenso para entrar, como concursado, na atividade pública, para que, com isso, possa conseguir recurso para abrir um negócio, cuidar de algo, ser artista, tanto faz. Isso não é nem irrelevante nem negativo. A grande questão é a consciência deliberada. É preciso ter consciência do que está fazendo. Agora, alguém que se saiba de passagem num emprego, mas se coloque também de passagem naquela vivência, nunca vai aproveitar aquele lugar como de aprendizado nem vai contribuir para ele, porque vai ficar o tempo todo em estado de partida, se arrumando para ir embora. Quando, sabendo que é transitório, poderia usar ao máximo aquele período transitório para retirar daquilo um aprendizado...

    [...]

Adaptado de https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/euestudante/trabalho-e-formacao/2017/09/03/interna-trabalhoeformacao2019,623054/em-entrevista-mario-sergio-cortella-fala-sobre-felicidade-ecarreira.shtml
O trecho anterior reescrito da seguinte maneira: “A intensa dedicação não traz estresse quando se gosta de uma atividade” está
Alternativas
Respostas
19641: D
19642: C
19643: B
19644: D
19645: A
19646: D
19647: C
19648: A
19649: C
19650: D
19651: C
19652: A
19653: C
19654: D
19655: C
19656: B
19657: D
19658: A
19659: E
19660: C