Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3592355 Português
Ao discutir o peso do trabalho infantil enfrentado especificamente por meninos, Carvalho (2003) reconhece a grande complexidade do tema, mas afirma haver indicações suficientes de que a opção pelo trabalho remunerado nesse cenário vem frequentemente como decorrência de
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Q3592336 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Espaços públicos. Públicos?


    O surgimento das cidades, a partir de 10 mil anos atrás, é um marco civilizatório. Jericó é tida como provável primeira cidade concebida da História. Praças, ruas, prédios públicos, hoje temos Jericós espalhadas pelo mundo, democratizando as estruturas urbanas, colocando o coletivo à disposição de todos, permitindo o usufruto do bem comum.

  Porém… a privatização do espaço público vem sendo um dos grandes problemas nas cidades brasileiras. É o que está acontecendo com o Parque Villa-Lobos, em São Paulo, que está sofrendo um processo de privatização indevida e altamente prejudicial aos cidadãos. Muito dinheiro público foi gasto para tornar o espaço limpo, muito talento foi necessário para urbanizá-lo, muito tempo para que pudesse atrair pássaros...

   Até que o parque foi entregue a uma empresa privada. Supostamente para melhorar o que já era bom. As mudanças foram rápidas. Algumas evidentes: falta de manutenção, espaços apenas podendo ser utilizados por pagantes, poluição visual com propagandas de empresas particulares etc.

   Moral da história? Traição ao próprio sentido e objetivo das cidades. Não foi para isso que Jericó e outras cidades foram criadas. Temos ou não governantes com função de fazer com que os espaços públicos sejam, de fato, públicos?


(Jaime Pinsky. Correio Braziliense. https://www.correiobraziliense.com. br/opiniao/2025/06/7163007-espacos-publicos- publicos.html,03.06.2025. Adaptado) 
O autor do texto defende que as cidades
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Q3592335 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Espaços públicos. Públicos?


    O surgimento das cidades, a partir de 10 mil anos atrás, é um marco civilizatório. Jericó é tida como provável primeira cidade concebida da História. Praças, ruas, prédios públicos, hoje temos Jericós espalhadas pelo mundo, democratizando as estruturas urbanas, colocando o coletivo à disposição de todos, permitindo o usufruto do bem comum.

  Porém… a privatização do espaço público vem sendo um dos grandes problemas nas cidades brasileiras. É o que está acontecendo com o Parque Villa-Lobos, em São Paulo, que está sofrendo um processo de privatização indevida e altamente prejudicial aos cidadãos. Muito dinheiro público foi gasto para tornar o espaço limpo, muito talento foi necessário para urbanizá-lo, muito tempo para que pudesse atrair pássaros...

   Até que o parque foi entregue a uma empresa privada. Supostamente para melhorar o que já era bom. As mudanças foram rápidas. Algumas evidentes: falta de manutenção, espaços apenas podendo ser utilizados por pagantes, poluição visual com propagandas de empresas particulares etc.

   Moral da história? Traição ao próprio sentido e objetivo das cidades. Não foi para isso que Jericó e outras cidades foram criadas. Temos ou não governantes com função de fazer com que os espaços públicos sejam, de fato, públicos?


(Jaime Pinsky. Correio Braziliense. https://www.correiobraziliense.com. br/opiniao/2025/06/7163007-espacos-publicos- publicos.html,03.06.2025. Adaptado) 
No trecho “Supostamente para melhorar o que já era bom”, o termo destacado expressa o mesmo sentido de
Alternativas
Q3592334 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Espaços públicos. Públicos?


    O surgimento das cidades, a partir de 10 mil anos atrás, é um marco civilizatório. Jericó é tida como provável primeira cidade concebida da História. Praças, ruas, prédios públicos, hoje temos Jericós espalhadas pelo mundo, democratizando as estruturas urbanas, colocando o coletivo à disposição de todos, permitindo o usufruto do bem comum.

  Porém… a privatização do espaço público vem sendo um dos grandes problemas nas cidades brasileiras. É o que está acontecendo com o Parque Villa-Lobos, em São Paulo, que está sofrendo um processo de privatização indevida e altamente prejudicial aos cidadãos. Muito dinheiro público foi gasto para tornar o espaço limpo, muito talento foi necessário para urbanizá-lo, muito tempo para que pudesse atrair pássaros...

   Até que o parque foi entregue a uma empresa privada. Supostamente para melhorar o que já era bom. As mudanças foram rápidas. Algumas evidentes: falta de manutenção, espaços apenas podendo ser utilizados por pagantes, poluição visual com propagandas de empresas particulares etc.

   Moral da história? Traição ao próprio sentido e objetivo das cidades. Não foi para isso que Jericó e outras cidades foram criadas. Temos ou não governantes com função de fazer com que os espaços públicos sejam, de fato, públicos?


(Jaime Pinsky. Correio Braziliense. https://www.correiobraziliense.com. br/opiniao/2025/06/7163007-espacos-publicos- publicos.html,03.06.2025. Adaptado) 
No 2o parágrafo, o termo “porém” estabelece relação de 
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Q3592333 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   “Junho Violeta” é a campanha dedicada a incentivar boas práticas relacionadas ao convívio com idosos, combatendo simultaneamente violência de todos os tipos contra as pessoas na faixa etária dos 60+. O desafio de melhorar o cenário torna-se trabalho de Hércules num país onde a idade é interpretada como “peso” porque se paga aposentadoria. A negligência e a omissão, levando em conta a fragilidade da saúde da turma veterana, são consideradas falhas comportamentais de cuidadoras e cuidadores, conforme previsto no Estatuto do Idoso.

     São 32 milhões, ou 15% da população, ganhando o país se soubesse a sociedade brasileira tirar melhor proveito das lições de vida e bons conselhos do Poder Grisalho. Nações indígenas originárias; etnias ciganas; e até os lobos são leais aos mais vividos, jamais os abandonando, em prática virtuosa disponível para ser copiada na hipótese de se querer seguir a natureza do bem.


(Editorial. A Tarde. https://atarde.com.br/opiniao/afeto-grisalho-1330613, 12.06.2025. Adaptado)
A expressão “Poder Grisalho” evidencia a ideia que os idosos
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Q3592332 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   “Junho Violeta” é a campanha dedicada a incentivar boas práticas relacionadas ao convívio com idosos, combatendo simultaneamente violência de todos os tipos contra as pessoas na faixa etária dos 60+. O desafio de melhorar o cenário torna-se trabalho de Hércules num país onde a idade é interpretada como “peso” porque se paga aposentadoria. A negligência e a omissão, levando em conta a fragilidade da saúde da turma veterana, são consideradas falhas comportamentais de cuidadoras e cuidadores, conforme previsto no Estatuto do Idoso.

     São 32 milhões, ou 15% da população, ganhando o país se soubesse a sociedade brasileira tirar melhor proveito das lições de vida e bons conselhos do Poder Grisalho. Nações indígenas originárias; etnias ciganas; e até os lobos são leais aos mais vividos, jamais os abandonando, em prática virtuosa disponível para ser copiada na hipótese de se querer seguir a natureza do bem.


(Editorial. A Tarde. https://atarde.com.br/opiniao/afeto-grisalho-1330613, 12.06.2025. Adaptado)
O editorial vale-se do exemplo de outros povos e de animais com o objetivo de
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Q3592241 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?

Alternativas
Q3592234 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos."


Os vícios de linguagem são erros gramaticais causados por descuido ou falta de conhecimento das normas em diversos níveis da língua.


No trecho acima, observa-se um vício de linguagem denominado:

Alternativas
Q3592088 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


 A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania.


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século 16.


 O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos. 


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar.


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


 A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


 Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?

Alternativas
Q3592010 Português
Leia a frase de um poeta italiano a seguir.

Assim como a chama que mais cresce quanto mais é combatida pelo vento, toda virtude que o céu exalta mais resplandece quanto mais for ofendida.

Sobre a sua significação ou estruturação, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3592009 Português
Leia o texto a seguir.

“A floresta aterrorizava as crianças do local. Os grandes galhos se agitavam como fantasmas. Pequenos arbustos disformes produziam sons estranhos nas clareiras. A vegetação rasteira se mexia como enguias.”

Considerando a progressão temática do texto abaixo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3592007 Português
O tipo de argumento lógico utilizado em cada texto está incorretamente identificado em:
Alternativas
Q3592006 Português
A frase a seguir que apresenta um exemplo de má argumentação, apoiado numa generalização excessiva, é:
Alternativas
Q3592005 Português
Leia a frase de uma escritora inglesa, a seguir.

Viajar é a ruína de toda felicidade! Não se consegue mais olhar para um edifício aqui depois de ter visto a Itália.

Sobre a sua significação ou estruturação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3592003 Português
Todas as frases a seguir estão acompanhadas de um comentário. Assinale a frase em que esse comentário está incorreto.
Alternativas
Q3592002 Português
A seguir, leia a frase do filósofo inglês Francis Bacon.

Viajar, para os jovens, faz parte da educação; para os adultos, faz parte da experiência.

Sobre a sua significação ou estruturação, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3592001 Português
A seguir, leia a frase do escritor latino Plínio, o Jovem.

Se colocarem sob os nossos olhos aquelas coisas que nos fazem atravessar os mares para conhecê-las, nem faremos caso delas.

Sobre a sua significação ou estruturação, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3592000 Português
A seguir, leia a frase do poeta latino Horácio.

Quem atravessa os mares muda de céu, mas não de ânimo.

Sobre a sua significação ou estruturação, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3591989 Português
“O leiturista deve visitar cada imóvel mensalmente, observando o número no hidrômetro e registrando com exatidão o consumo.”

Assinale a alternativa que melhor descreve o que significa a frase “registrando com exatidão”. 
Alternativas
Q3591905 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Respostas
17761: E
17762: D
17763: C
17764: B
17765: C
17766: A
17767: A
17768: C
17769: A
17770: C
17771: D
17772: C
17773: E
17774: A
17775: C
17776: B
17777: A
17778: E
17779: C
17780: C