Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3594475 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo)
•  ... mas diversas questões barram o avanço da prática. (1o parágrafo)
•  No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro... (4o parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3594474 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q3594473 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
O objetivo do editorial é analisar
Alternativas
Q3594468 Português
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A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


Quinta: propriedade rural.
Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Ao falar sobre a recusa de Xico de ir à quinta, a narradora deixou claro que
Alternativas
Q3593898 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Dia do Pedreiro (13 de dezembro)


    O pedreiro é um dos operários mais antigos da história do mundo. A profissão surgiu quando o ser humano saiu das cavernas e passou a construir a própria casa. Esse operário rudimentar evoluiu, especializou- -se e profissionalizou-se, fazendo do uso de pedras e tijolos uma arte para construir as cidades.

    O próprio Jesus era conhecido como um carpinteiro ou operário da construção civil. “Não é ele o carpinteiro [...]?” (Mc6:3).*

    Em 1549, quando o governador-geral Tomé de Sousa desembarcou na Bahia, trouxe na sua comitiva um grupo de pedreiros portugueses, que vieram construir uma fortaleza de pedra e cal, por ordem do rei de Portugal.

    Em decorrência do desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, o pedreiro precisa se atualizar para usar os materiais de modo adequado, saber ler e interpretar desenhos e outras especificações técnicas, atender às demandas dos engenheiros e arquitetos, verificar a qualidade do trabalho executado, analisar o plano de execuções de acordo com as dimensões pedidas, enfim, controlar a qualidade da obra.

    Hoje, o pedreiro ganha importância por sua contribuição braçal na construção da sociedade. Em razão disso, vários países mantêm memoriais em homenagem a esses profissionais. Em 1961, o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira determinou que fosse erguido um monumento aos pedreiros, visto que eles que construíram a nova capital brasileira, em 41 meses.



(Jacinta Cericato, “Dia do Pedreiro (13 de dezembro)”, Datas comemorativas, cívicas e históricas. Disponível em: https://comeceodiafeliz.com.br/datas/dia-do-pedreiro. Adaptado)



*   (Mc 6:3): Marcos 6:3 refere-se a um trecho da Bíblia, no Evangelho de Marcos, capítulo 6, versículo 3. Nesse versículo, as pessoas questionam a identidade de Jesus, referindo-se a ele como o “filho de Maria, o carpinteiro”, e mencionam seus irmãos e irmãs que viviam na mesma cidade.

De acordo com o texto, o presidente Juscelino Kubitschek teve a seguinte iniciativa:
Alternativas
Q3593897 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Dia do Pedreiro (13 de dezembro)


    O pedreiro é um dos operários mais antigos da história do mundo. A profissão surgiu quando o ser humano saiu das cavernas e passou a construir a própria casa. Esse operário rudimentar evoluiu, especializou- -se e profissionalizou-se, fazendo do uso de pedras e tijolos uma arte para construir as cidades.

    O próprio Jesus era conhecido como um carpinteiro ou operário da construção civil. “Não é ele o carpinteiro [...]?” (Mc6:3).*

    Em 1549, quando o governador-geral Tomé de Sousa desembarcou na Bahia, trouxe na sua comitiva um grupo de pedreiros portugueses, que vieram construir uma fortaleza de pedra e cal, por ordem do rei de Portugal.

    Em decorrência do desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, o pedreiro precisa se atualizar para usar os materiais de modo adequado, saber ler e interpretar desenhos e outras especificações técnicas, atender às demandas dos engenheiros e arquitetos, verificar a qualidade do trabalho executado, analisar o plano de execuções de acordo com as dimensões pedidas, enfim, controlar a qualidade da obra.

    Hoje, o pedreiro ganha importância por sua contribuição braçal na construção da sociedade. Em razão disso, vários países mantêm memoriais em homenagem a esses profissionais. Em 1961, o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira determinou que fosse erguido um monumento aos pedreiros, visto que eles que construíram a nova capital brasileira, em 41 meses.



(Jacinta Cericato, “Dia do Pedreiro (13 de dezembro)”, Datas comemorativas, cívicas e históricas. Disponível em: https://comeceodiafeliz.com.br/datas/dia-do-pedreiro. Adaptado)



*   (Mc 6:3): Marcos 6:3 refere-se a um trecho da Bíblia, no Evangelho de Marcos, capítulo 6, versículo 3. Nesse versículo, as pessoas questionam a identidade de Jesus, referindo-se a ele como o “filho de Maria, o carpinteiro”, e mencionam seus irmãos e irmãs que viviam na mesma cidade.

Segundo o texto, a profissão de pedreiro é antiga e 
Alternativas
Q3593896 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Comportamento dos passageiros pode

afetar a segurança da viagem



    Os passageiros têm um papel preponderante na segurança de um carro em movimento. O comportamento dentro do automóvel pode aumentar ou diminuir o risco de ocorrência de um acidente de trânsito.

    “Por motivos diversos, o motorista compromete a segurança ao volante do carro ao perder a capacidade de detectar obstáculos e não acionar os freios, por exemplo”, afirma Cleber William Gomes, professor de Engenharia Mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI). “O tempo de reação é precioso para prevenir acidentes. Quando o motorista divide a atenção interagindo com outras pessoas a bordo, a incapacidade de identificar o perigo aumenta.”

    Embora o ser humano acredite na capacidade de fazer várias tarefas ao mesmo tempo, a direção pode ser impactada por condições adversas, que atrapalham a visão, a concentração e a atenção de motorista e passageiros.

    “Os passageiros devem ter consciência de que sua presença, de alguma forma, afeta o comportamento do motorista e eles tanto podem ser tranquilos e prestativos, como gerar algum tipo de estresse”, diz Gomes.



(O Estado de S.Paulo. Adaptado)

Leia as frases a seguir:



•  “Os passageiros têm um papel preponderante na segurança de um carro em movimento.” (1º parágrafo)


•  “O tempo de reação é precioso para prevenir acidentes.” (2º parágrafo)



As palavras em destaque podem ser substituídas, na ordem em que aparecem, sem alterar o sentido original do texto, por:

Alternativas
Q3593895 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Comportamento dos passageiros pode

afetar a segurança da viagem



    Os passageiros têm um papel preponderante na segurança de um carro em movimento. O comportamento dentro do automóvel pode aumentar ou diminuir o risco de ocorrência de um acidente de trânsito.

    “Por motivos diversos, o motorista compromete a segurança ao volante do carro ao perder a capacidade de detectar obstáculos e não acionar os freios, por exemplo”, afirma Cleber William Gomes, professor de Engenharia Mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI). “O tempo de reação é precioso para prevenir acidentes. Quando o motorista divide a atenção interagindo com outras pessoas a bordo, a incapacidade de identificar o perigo aumenta.”

    Embora o ser humano acredite na capacidade de fazer várias tarefas ao mesmo tempo, a direção pode ser impactada por condições adversas, que atrapalham a visão, a concentração e a atenção de motorista e passageiros.

    “Os passageiros devem ter consciência de que sua presença, de alguma forma, afeta o comportamento do motorista e eles tanto podem ser tranquilos e prestativos, como gerar algum tipo de estresse”, diz Gomes.



(O Estado de S.Paulo. Adaptado)

A partir das informações do texto, é correto afirmar que os acidentes de trânsito estão relacionados
Alternativas
Q3593894 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Comportamento dos passageiros pode

afetar a segurança da viagem



    Os passageiros têm um papel preponderante na segurança de um carro em movimento. O comportamento dentro do automóvel pode aumentar ou diminuir o risco de ocorrência de um acidente de trânsito.

    “Por motivos diversos, o motorista compromete a segurança ao volante do carro ao perder a capacidade de detectar obstáculos e não acionar os freios, por exemplo”, afirma Cleber William Gomes, professor de Engenharia Mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI). “O tempo de reação é precioso para prevenir acidentes. Quando o motorista divide a atenção interagindo com outras pessoas a bordo, a incapacidade de identificar o perigo aumenta.”

    Embora o ser humano acredite na capacidade de fazer várias tarefas ao mesmo tempo, a direção pode ser impactada por condições adversas, que atrapalham a visão, a concentração e a atenção de motorista e passageiros.

    “Os passageiros devem ter consciência de que sua presença, de alguma forma, afeta o comportamento do motorista e eles tanto podem ser tranquilos e prestativos, como gerar algum tipo de estresse”, diz Gomes.



(O Estado de S.Paulo. Adaptado)

De acordo com o professor Cleber William Gomes, é correto afirmar que os passageiros
Alternativas
Q3593893 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão: 





O Sargento Tainha é um personagem de Recruta Zero, que, na tira apresentada, está passando por uma consulta médica. Ele é conhecido por sua personalidade rabugenta, por ser severo e exigente e por viver em conflito com o Recruta Zero e outros membros do quartel, porque não admite nenhuma desobediência.


Com base nesse contexto, é correto afirmar que o efeito de humor da tira apresentada deve-se, principalmente, ao fato de o

Alternativas
Q3593892 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão: 





As frases da tira são corretamente classificadas, de acordo com a intenção de quem fala e na ordem em que aparecem, em

Alternativas
Q3593729 Português
Este dicionário, composto de 4 volumes, cada um deles com mais de 800 páginas, traz todas as informações sobre as palavras da língua portuguesa, com dados etimológicos, gramaticais e de uso, não encontrados em nenhuma outra obra. Por sua raridade, sua encadernação é de couro polido, que serve de eficaz proteção.
Considerando os recursos argumentativos empregados no texto, assinale a afirmativa que identifica corretamente a estratégia de convencimento adotada. 
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Q3593728 Português
O livro é relativamente grosso, de capa dura, na cor vermelha, com grandes letras na capa, destacando-se o nome do autor. Em seu interior, as páginas estão impressas em duas colunas, com letras pequenas e muitas observações no pé da página.
Considerando os aspectos semânticos e estruturais do texto, assinale a opção que apresenta uma análise adequada quanto à tipologia textual. 
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Q3593727 Português
Em todas as sentenças a seguir, foi inserida uma expressão entre parênteses com o objetivo de reescrever a frase sem alterar sua correção gramatical ou seu sentido original.

Assinale a afirmativa em que essa inserção foi feita de maneira inadequada, comprometendo a estrutura ou o significado da frase.
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Q3593394 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


No segmento “Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.” (3º§), as expressões destacadas significam, respectivamente:
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Q3593393 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


A transcrição textual que NÃO contém nenhum tipo de intensificação é: 


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Q3593392 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


Pode-se afirmar que a narradora-personagem faz, através da “sua janela”, uma leitura de mundo:


Alternativas
Q3593391 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


Através do título do texto – “A arte de ser feliz”, pode-se inferir que, segundo a autora, a felicidade:


Alternativas
Q3593390 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


Segundo o texto:


 

Alternativas
Q3593389 Português

A arte de ser feliz


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


Com base nas informações textuais, assinale a afirmativa INCORRETA.


Alternativas
Respostas
17721: B
17722: C
17723: D
17724: E
17725: C
17726: D
17727: A
17728: B
17729: D
17730: B
17731: C
17732: C
17733: D
17734: E
17735: B
17736: B
17737: B
17738: D
17739: B
17740: D