Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.155 questões

Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Filosofia |
Q3626460 Português

Q9.png (353×104)


(Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/20421709.)



A tirinha apresentada constrói uma narrativa completa utilizando elementos visuais — expressões faciais, gestos, movimento e símbolos gráficos —.


Com base na imagem, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta

Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Filosofia |
Q3626452 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
As relações lógico-discursivas presentes em um texto — como causa, consequência, oposição, comparação, condição, entre outras — são fundamentais para a construção de sentido e coesão entre as ideias.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3626406 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo? 


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
As relações lógico-discursivas presentes em um texto — como causa, consequência, oposição, comparação, condição, entre outras — são fundamentais para a construção de sentido e coesão entre as ideias.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3626404 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo? 


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
O texto apresenta uma comparação entre diferentes tipos de pão, destacando aspectos como ingredientes, métodos de preparo, valor nutricional e acessibilidade, além de sugerir cuidados na escolha do produto.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3626402 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo? 


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
A escolha do pão mais saudável envolve fatores nutricionais, econômicos e práticos, como mostram os diferentes tipos de produção e os ingredientes utilizados.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Matemática |
Q3626355 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.

Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.

Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.

Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.

A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.

É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.

A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
As relações lógico-discursivas presentes em um texto — como causa, consequência, oposição, comparação, condição, entre outras — são fundamentais para a construção de sentido e coesão entre as ideias.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3626186 Português
O narrador inicia sua crônica relatando que entrou num botequim para tomar um café, mas revela que sua verdadeira intenção era:
Alternativas
Q3626183 Português
Leia o trecho abaixo.
“O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.” (Linhas 24 e 25).
Considerando as palavras destacadas e as relações de sentido, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3626182 Português
Observe a frase final da crônica.
“Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse “sorriso”.” (Linha 42).
Nesse trecho, a palavra “sorriso” foi usada em que sentido?
Alternativas
Q3626179 Português
Analise o trecho abaixo.
“Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse “sorriso”.” (linha 42).
Assinale o item que apresenta corretamente a função principal do trecho no texto.
Alternativas
Q3626178 Português
Embora o tom da crônica seja delicado e poético, o texto também permite uma reflexão crítica sobre:
Alternativas
Q3625955 Português

Leia o texto a seguir:


Uma vida inteira pela frente.

O tiro veio por trás.

Cíntia Moscovich, Os cem menores contos brasileiros do século (organização: Marcelino Freire).


Embora seja um texto composto por apenas duas linhas, é possível caracterizá-lo como uma narrativa. Nesse texto, essa caracterização deve-se ao fato de que ele apresenta

Alternativas
Q3625952 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
Analise a oração: “Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal” e marque a resposta que NÃO corresponde à interpretação correta:
Alternativas
Q3625950 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
No texto – “A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista.”. (l. 8-9) –, a palavra em destaque pode ser substituída, preservando o sentido com que se encontra no contexto, por:
Alternativas
Q3625949 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
A partir da leitura, identifique o objetivo do texto: 
Alternativas
Q3625948 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
O trecho do texto que mostra a tese o posicionamento do autor em relação ao tema é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Nova Mutum - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Agente Administrativo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Consultório Dentário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala/Libras | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Contação de História e Teatro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Corte e Costura | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Artesanato | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Desenho e Grafite | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Danças - Gauchescas | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Mato Grossenses | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Ballet | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Bicicross (BMX) | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Judô | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Inclusão Digital | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Informática | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Oficina Interativa | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Percussão | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Teclado, Piano e Viola Caipira | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico e Ukulele | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico/ Contra-Baixo e Guitarra | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnico em Laboratório |
Q3625929 Português

Leia o texto a seguir:



'Ainda Estou Aqui' é escolhido melhor filme do ano pela crítica internacional


Longa é a primeira produção brasileira a conquistar o prêmio Fipresci



    O longa-metragem "Ainda Estou Aqui" foi eleito o melhor filme do ano pela crítica internacional e recebeu o prestigiado Grand Prix da Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI). Esta é a primeira vez que uma produção brasileira vence o prêmio, concedido por 739 críticos de 75 países.


    Estrelado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro, o filme já havia sido coroado com Oscar na categoria Melhor Filme Internacional, o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Leão de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.


    Inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, a produção retrata a história de Eunice Paiva e sua luta após o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar. A narrativa sensível conquistou público e crítica, acumulando prêmios em dezenas de festivais e premiações ao redor do mundo.


    Responsável por dirigir o longa, Walter Salles receberá o troféu em cerimônia de gala na abertura do Festival de San Sebastian, no dia 19 de setembro.



Fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/2025/09/7122760-ainda-estou-aquie-escolhido-melhor-fi lme-do-ano-pela-critica-internacional.html. Acesso em 02/09/2025 

Ao afirmar que a narrativa "conquistou público e crítica", o autor estabelece uma determinada relação argumentativa, que é a de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Nova Mutum - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Agente Administrativo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Consultório Dentário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala/Libras | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Contação de História e Teatro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Corte e Costura | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Artesanato | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Desenho e Grafite | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Danças - Gauchescas | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Mato Grossenses | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Ballet | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Bicicross (BMX) | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Judô | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Inclusão Digital | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Informática | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Oficina Interativa | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Percussão | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Teclado, Piano e Viola Caipira | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico e Ukulele | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico/ Contra-Baixo e Guitarra | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnico em Laboratório |
Q3625928 Português

Leia o texto a seguir:



'Ainda Estou Aqui' é escolhido melhor filme do ano pela crítica internacional


Longa é a primeira produção brasileira a conquistar o prêmio Fipresci



    O longa-metragem "Ainda Estou Aqui" foi eleito o melhor filme do ano pela crítica internacional e recebeu o prestigiado Grand Prix da Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI). Esta é a primeira vez que uma produção brasileira vence o prêmio, concedido por 739 críticos de 75 países.


    Estrelado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro, o filme já havia sido coroado com Oscar na categoria Melhor Filme Internacional, o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Leão de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.


    Inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, a produção retrata a história de Eunice Paiva e sua luta após o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar. A narrativa sensível conquistou público e crítica, acumulando prêmios em dezenas de festivais e premiações ao redor do mundo.


    Responsável por dirigir o longa, Walter Salles receberá o troféu em cerimônia de gala na abertura do Festival de San Sebastian, no dia 19 de setembro.



Fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/2025/09/7122760-ainda-estou-aquie-escolhido-melhor-fi lme-do-ano-pela-critica-internacional.html. Acesso em 02/09/2025 

Segundo o texto, a escolha do filme "Ainda Estou Aqui" como melhor do ano pela FIPRESCI ganha relevância principalmente porque:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625847 Português
Imagem associada para resolução da questão

(Fonte: https://professorridaltovaz.blogspot.com/2014/10/charges-meioambiente.html.)

Com base na imagem, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - História |
Q3625843 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é o controverso "tratamento de princesa"? 


Estamos acostumados a ver cortejos à moda antiga da alta sociedade em séries como Bridgerton, Os Bucaneiros e A Idade Dourada.

Agora, porém, o fascínio por esse cavalheirismo típico das produções de época evoluiu para um novo fenômeno nas redes sociais, especialmente entre a geração Z, que vem ganhando destaque rapidamente: o chamado "tratamento de princesa".

Essa tendência de relacionamento consiste em gestos que evocam um universo digno de contos de fadas, realizados pelos parceiros das mulheres. Entre os exemplos mais recorrentes estão: café na cama, flores toda sexta-feira, manicure bancada pelo companheiro e portas abertas com galanteria — ainda que a lista não se limite a esses.

Nas redes sociais, o "tratamento de princesa" costuma ser contraposto ao que se chama de "mínimo necessário" — ou seja, aquelas expectativas básicas como se comunicar com atenção ou lembrar de datas importantes.

Naturalmente, esse tipo de conteúdo é altamente "clicável": as redes têm transformado gestos íntimos de afeto em exibições públicas cada vez mais frequentes.

Mas até que ponto isso é saudável? Será uma valorização das boas maneiras? Um ideal de relacionamento aspiracional? Uma fantasia inofensiva? Ou um retorno mascarado a um modelo antiquado e exacerbado de papel feminino?

No Instagram, já são quase cento e trinta mil publicações com a hashtag #princesstreatment.

No centro dessa onda está a influenciadora Courtney Palmer, de Utah (EUA), que se autodenomina "princesa dona de casa". Em um vídeo no TikTok — que já acumula 7,6 milhões de visualizações —, ela descreve suas polêmicas expectativas conjugais: "Em um restaurante com meu marido, eu não falo com a recepcionista, não abro a porta nem peço a minha comida".

Críticos mais severos afirmam que esse comportamento se aproxima mais ao de um prisioneiro do que ao de uma princesa.

Emma Beddington, colunista do jornal britânico The Guardian, classificou a tendência como "emética" e "perturbadora". Ainda assim, o "tratamento de princesa" segue repercutindo, principalmente nos Estados Unidos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05647q9585o.ADAPTADO.
O texto explora expressões que carregam significados simbólicos, afetivos ou críticos, permitindo identificar palavras com sentidos próximos (sinônimos) ou opostos (antônimos) de acordo com o contexto.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta quanto ao uso de sinônimos e antônimos em contexto.
Alternativas
Respostas
17161: D
17162: X
17163: X
17164: C
17165: D
17166: A
17167: C
17168: C
17169: A
17170: D
17171: C
17172: B
17173: C
17174: C
17175: D
17176: A
17177: D
17178: C
17179: E
17180: A