Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3674822 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

De acordo com o texto, pode-se inferir que a autora discorda da(s)  
Alternativas
Q3674821 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Entre as ideias defendidas pela autora, encontra-se a  
Alternativas
Q3674632 Português
Considerando o estudo das figuras de linguagem, analise o excerto abaixo, que apresenta um fenômeno de sinestesia:

"A música doce acariciava seus ouvidos, envolvendo-a numa atmosfera quente de lembranças."

A partir da análise do excerto apresentado, assinale a alternativa em que há outro caso de sinestesia.
Alternativas
Q3673288 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comer cereais no café da manhã realmente faz bem à saúde?


O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia, e a escolha dos alimentos influencia diretamente na energia e concentração. Entre as opções, os cereais matinais ocupam lugar de destaque, embora sua qualidade varie bastante.


Os cereais são grãos — trigo, arroz, aveia, cevada, milho — compostos por farelo, endosperma e gérmen. Alguns produtos preservam essas partes, oferecendo fibras, vitaminas e minerais; outros passam por intenso processamento industrial, recebendo açúcar, sal, aromatizantes e aditivos.


A fortificação com vitaminas e minerais ajudou a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes, especialmente para crianças, gestantes, idosos e pessoas com dietas restritivas. Estudos confirmam que contribuem para reduzir deficiências de ferro, cálcio, vitamina D e fibras, elementos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.


Contudo, muitos cereais possuem alto teor de açúcar, baixo teor de fibras e elevado índice glicêmico, o que pode gerar picos de glicose, fome precoce e maior risco de doenças crônicas. A aveia em flocos, por exemplo, associa-se à redução de diabetes tipo 2 e colesterol LDL, mas versões refinadas ou instantâneas perdem esses benefícios.


A literatura científica mostra que cereais integrais, como granola e mingau de aveia, quando pouco processados e com baixo teor de açúcar, favorecem a saúde cardiovascular, o controle glicêmico e a longevidade. Já os cereais ultraprocessados, ricos em açúcares e aditivos, devem ser consumidos com cautela.


Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados. Além disso, acrescentar frutas, nozes, sementes e iogurte transforma um cereal simples em refeição equilibrada, capaz de manter a saciedade por mais tempo.


Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg75xxz41go.adaptado.
Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.

Na frase, encontra-se uma figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q3673286 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comer cereais no café da manhã realmente faz bem à saúde?


O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia, e a escolha dos alimentos influencia diretamente na energia e concentração. Entre as opções, os cereais matinais ocupam lugar de destaque, embora sua qualidade varie bastante.


Os cereais são grãos — trigo, arroz, aveia, cevada, milho — compostos por farelo, endosperma e gérmen. Alguns produtos preservam essas partes, oferecendo fibras, vitaminas e minerais; outros passam por intenso processamento industrial, recebendo açúcar, sal, aromatizantes e aditivos.


A fortificação com vitaminas e minerais ajudou a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes, especialmente para crianças, gestantes, idosos e pessoas com dietas restritivas. Estudos confirmam que contribuem para reduzir deficiências de ferro, cálcio, vitamina D e fibras, elementos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.


Contudo, muitos cereais possuem alto teor de açúcar, baixo teor de fibras e elevado índice glicêmico, o que pode gerar picos de glicose, fome precoce e maior risco de doenças crônicas. A aveia em flocos, por exemplo, associa-se à redução de diabetes tipo 2 e colesterol LDL, mas versões refinadas ou instantâneas perdem esses benefícios.


A literatura científica mostra que cereais integrais, como granola e mingau de aveia, quando pouco processados e com baixo teor de açúcar, favorecem a saúde cardiovascular, o controle glicêmico e a longevidade. Já os cereais ultraprocessados, ricos em açúcares e aditivos, devem ser consumidos com cautela.


Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados. Além disso, acrescentar frutas, nozes, sementes e iogurte transforma um cereal simples em refeição equilibrada, capaz de manter a saciedade por mais tempo.


Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg75xxz41go.adaptado.
Na rotina alimentar, alguns alimentos podem ser benéficos à saúde, enquanto outros exigem maior atenção por conterem substâncias que não são recomendadas em excesso.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3672998 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os planos da Nasa para mandar humanos à Lua pela primeira vez em 50 anos em 2026


A Nasa pretende enviar quatro astronautas em uma missão de dez dias ao redor da Lua já em fevereiro de 2026, antecipando o prazo inicial e marcando o retorno de seres humanos ao espaço profundo após 50 anos. A Artemis II, segunda etapa do programa Artemis, tem como objetivo testar sistemas essenciais para futuras missões com pouso lunar e preparar o caminho para uma presença humana duradoura na superfície.


A missão levará Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, a cerca de 9,2 mil quilômetros além da Lua, tornando-os os primeiros a ultrapassar a órbita baixa da Terra desde 1972. A cápsula Orion servirá de habitação durante a viagem, sendo lançada pelo foguete SLS. Após a separação dos estágios iniciais e a verificação dos sistemas, será realizada a injeção translunar, que colocará a nave em rota para a Lua.


Durante o percurso, a tripulação executará manobras de aproximação simuladas, fundamentais para futuras operações de acoplamento com módulos de pouso lunar. Essas etapas são essenciais para garantir a precisão e a segurança nas próximas missões que pretendem estabelecer presença humana na superfície lunar, funcionando como um ensaio geral para as operações que serão realizadas em missões posteriores.


Durante a jornada, os astronautas farão também experimentos biológicos para estudar os efeitos da microgravidade e da radiação no organismo humano. Após passarem pela Lua, retornarão à Terra e enfrentarão a etapa mais arriscada: a reentrada atmosférica e o pouso no oceano próximo à Califórnia.


O sucesso da Artemis II será fundamental para o cronograma da Artemis III, planejada para pousar na Lua. A missão também dependerá do desenvolvimento da nave Starship, da SpaceX, ainda em fase de testes para alcançar voos orbitais e transportar astronautas à superfície lunar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8xrd4dz9kno.adaptado. 
A exploração espacial tem avançado com projetos ambiciosos voltados ao retorno de missões tripuladas à Lua. Essas iniciativas envolvem testes de sistemas, experimentos científicos e manobras fundamentais que servirão de base para futuras operações na superfície lunar.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Provas: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Administração Geral | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Administração Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Química | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes Visuais | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Desenvolvimento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Engenharia Civil | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Espanhol | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Redes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Inglês | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Audiovisual | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Contabilidade | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sistemas Digitais e Segurança de Dados | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Logística | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Produção Alimentícia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Estruturas | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Libras | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Topografia e Geoprocessamento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Economia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - História | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sociologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Direito | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cuidados Intensivos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Português | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Urgência e Emergência | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cirúrgica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Neonatal e Pediátrica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Gestão em Serviços de Saúde | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Assistência Hospitalar | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Gestão Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Psicologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Radiologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Automação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletrotécnica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Mecânica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Refrigeração | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Design e interação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música/Piano | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Animação e Jogos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música |
Q3672926 Português
TEXTO 1



A ciência transforma, mas só se for compreendida



André Kauric de Campos


          A história mostra que a insegurança com o novo não é novidade. Desde que a humanidade aprendeu a transformar ideias em ferramentas, todo salto tecnológico foi precedido por uma fase de dúvida, resistência, desconfiança — e muita desinformação. É um período de desorientação coletiva, em que o pensamento crítico parece hibernar e a mente pública se torna refém de processos que se impõem de forma automatizada, sem qualquer domínio social.

      É justamente nesse lapso entre a revolução e a compreensão que surgem os maiores perigos: a lucidez coletiva se fragiliza, e a população se torna mais vulnerável à manipulação por parte de pessoas ou corporações oportunistas, gananciosas e sabotadoras do bem comum. Foi assim com a teoria da evolução, a energia nuclear e os antibióticos. Ainda é com as vacinas, a informação e as redes sociais.

         Esse intervalo entre a tecnologia e seu domínio público pode ser fatal. E a receita para evitar o colapso sempre foi a mesma: comunicação pública da ciência. Vejamos o caso da inteligência artificial (IA), um dos grandes saltos tecnológicos do nosso tempo — ao lado da computação quântica, da biotecnologia e da automação autônoma. No Brasil, por exemplo, a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) representa um avanço relevante. Diretrizes foram definidas. Centros de pesquisa estão sendo anunciados em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. O plano é robusto: princípios éticos, regulamentação, segurança, transparência e incentivo à inovação.

        Mas há uma ausência comum — e grave — em todas essas iniciativas: não há qualquer eixo, meta ou investimento voltado à comunicação pública da ciência. E isso compromete tudo. A IA é, antes de tudo, uma nova forma de se relacionar com o mundo, com os dados, com as decisões. Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido. A IA pode transformar e unir o mundo — mas só com educação e comunicação podemos fazê-la conversar de forma eficiente e sábia.

        Assim como a internet, o medo da IA não é da tecnologia; é do novo. Do que não se conhece. Do que não se domina. Do que é anunciado como inevitável, mas não explicado como funciona. Sem pontes entre o conhecimento técnico e o entendimento público, corremos o risco de construir muros em vez de caminhos. A IA para o povão não será de inteligência — será de ilusão. Não basta que os algoritmos sejam éticos. É preciso que sejam compreendidos.

        Não basta que os dados sejam transparentes. É preciso que estejam acessíveis. O problema não é a inteligência artificial — é a ausência de comunicação real. Sem comunicação pública da ciência, até o progresso vira ameaça. A tecnologia evolui. Mas o entendimento precisa acompanhar. O futuro só será coletivo se for compreensível. Inteligência artificial, sem escuta e explicação, vira apenas exclusão automatizada.

         Imagine algoritmos decidindo quem recebe um benefício social, quem será priorizado na saúde pública ou quais bairros devem ter mais policiamento. Agora, imagine que ninguém sabe como essas decisões são feitas — nem mesmo quem as administra. A inteligência vira opacidade. O automatismo vira desumanização.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 11 ago. 2025. 

Considere o texto reproduzido a seguir.


TEXTO 2


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: folha.uol.com.br. Acesso em: 19 ago. 2025.



A leitura dos textos 1 e 2 permite afirmar que eles


Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Provas: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Administração Geral | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Administração Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Química | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes Visuais | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Desenvolvimento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Engenharia Civil | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Espanhol | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Redes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Inglês | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Audiovisual | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Contabilidade | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sistemas Digitais e Segurança de Dados | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Logística | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Produção Alimentícia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Estruturas | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Libras | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Topografia e Geoprocessamento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Economia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - História | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sociologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Direito | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cuidados Intensivos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Português | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Urgência e Emergência | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cirúrgica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Neonatal e Pediátrica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Gestão em Serviços de Saúde | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Assistência Hospitalar | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Gestão Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Psicologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Radiologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Automação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletrotécnica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Mecânica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Refrigeração | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Design e interação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música/Piano | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Animação e Jogos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música |
Q3672923 Português
TEXTO 1



A ciência transforma, mas só se for compreendida



André Kauric de Campos


          A história mostra que a insegurança com o novo não é novidade. Desde que a humanidade aprendeu a transformar ideias em ferramentas, todo salto tecnológico foi precedido por uma fase de dúvida, resistência, desconfiança — e muita desinformação. É um período de desorientação coletiva, em que o pensamento crítico parece hibernar e a mente pública se torna refém de processos que se impõem de forma automatizada, sem qualquer domínio social.

      É justamente nesse lapso entre a revolução e a compreensão que surgem os maiores perigos: a lucidez coletiva se fragiliza, e a população se torna mais vulnerável à manipulação por parte de pessoas ou corporações oportunistas, gananciosas e sabotadoras do bem comum. Foi assim com a teoria da evolução, a energia nuclear e os antibióticos. Ainda é com as vacinas, a informação e as redes sociais.

         Esse intervalo entre a tecnologia e seu domínio público pode ser fatal. E a receita para evitar o colapso sempre foi a mesma: comunicação pública da ciência. Vejamos o caso da inteligência artificial (IA), um dos grandes saltos tecnológicos do nosso tempo — ao lado da computação quântica, da biotecnologia e da automação autônoma. No Brasil, por exemplo, a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) representa um avanço relevante. Diretrizes foram definidas. Centros de pesquisa estão sendo anunciados em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. O plano é robusto: princípios éticos, regulamentação, segurança, transparência e incentivo à inovação.

        Mas há uma ausência comum — e grave — em todas essas iniciativas: não há qualquer eixo, meta ou investimento voltado à comunicação pública da ciência. E isso compromete tudo. A IA é, antes de tudo, uma nova forma de se relacionar com o mundo, com os dados, com as decisões. Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido. A IA pode transformar e unir o mundo — mas só com educação e comunicação podemos fazê-la conversar de forma eficiente e sábia.

        Assim como a internet, o medo da IA não é da tecnologia; é do novo. Do que não se conhece. Do que não se domina. Do que é anunciado como inevitável, mas não explicado como funciona. Sem pontes entre o conhecimento técnico e o entendimento público, corremos o risco de construir muros em vez de caminhos. A IA para o povão não será de inteligência — será de ilusão. Não basta que os algoritmos sejam éticos. É preciso que sejam compreendidos.

        Não basta que os dados sejam transparentes. É preciso que estejam acessíveis. O problema não é a inteligência artificial — é a ausência de comunicação real. Sem comunicação pública da ciência, até o progresso vira ameaça. A tecnologia evolui. Mas o entendimento precisa acompanhar. O futuro só será coletivo se for compreensível. Inteligência artificial, sem escuta e explicação, vira apenas exclusão automatizada.

         Imagine algoritmos decidindo quem recebe um benefício social, quem será priorizado na saúde pública ou quais bairros devem ter mais policiamento. Agora, imagine que ninguém sabe como essas decisões são feitas — nem mesmo quem as administra. A inteligência vira opacidade. O automatismo vira desumanização.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 11 ago. 2025. 
Em relação aos benefícios trazidos pelas inovações tecnológicas, o texto desenvolve um raciocínio
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Provas: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Administração Geral | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Administração Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Química | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes Visuais | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Desenvolvimento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Engenharia Civil | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Espanhol | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Redes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Inglês | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Audiovisual | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Contabilidade | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sistemas Digitais e Segurança de Dados | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Logística | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Produção Alimentícia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Estruturas | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Libras | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Topografia e Geoprocessamento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Economia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - História | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sociologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Direito | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cuidados Intensivos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Português | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Urgência e Emergência | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cirúrgica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Neonatal e Pediátrica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Gestão em Serviços de Saúde | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Assistência Hospitalar | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Gestão Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Psicologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Radiologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Automação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletrotécnica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Mecânica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Refrigeração | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Design e interação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música/Piano | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Animação e Jogos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música |
Q3672922 Português
TEXTO 1



A ciência transforma, mas só se for compreendida



André Kauric de Campos


          A história mostra que a insegurança com o novo não é novidade. Desde que a humanidade aprendeu a transformar ideias em ferramentas, todo salto tecnológico foi precedido por uma fase de dúvida, resistência, desconfiança — e muita desinformação. É um período de desorientação coletiva, em que o pensamento crítico parece hibernar e a mente pública se torna refém de processos que se impõem de forma automatizada, sem qualquer domínio social.

      É justamente nesse lapso entre a revolução e a compreensão que surgem os maiores perigos: a lucidez coletiva se fragiliza, e a população se torna mais vulnerável à manipulação por parte de pessoas ou corporações oportunistas, gananciosas e sabotadoras do bem comum. Foi assim com a teoria da evolução, a energia nuclear e os antibióticos. Ainda é com as vacinas, a informação e as redes sociais.

         Esse intervalo entre a tecnologia e seu domínio público pode ser fatal. E a receita para evitar o colapso sempre foi a mesma: comunicação pública da ciência. Vejamos o caso da inteligência artificial (IA), um dos grandes saltos tecnológicos do nosso tempo — ao lado da computação quântica, da biotecnologia e da automação autônoma. No Brasil, por exemplo, a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) representa um avanço relevante. Diretrizes foram definidas. Centros de pesquisa estão sendo anunciados em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. O plano é robusto: princípios éticos, regulamentação, segurança, transparência e incentivo à inovação.

        Mas há uma ausência comum — e grave — em todas essas iniciativas: não há qualquer eixo, meta ou investimento voltado à comunicação pública da ciência. E isso compromete tudo. A IA é, antes de tudo, uma nova forma de se relacionar com o mundo, com os dados, com as decisões. Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido. A IA pode transformar e unir o mundo — mas só com educação e comunicação podemos fazê-la conversar de forma eficiente e sábia.

        Assim como a internet, o medo da IA não é da tecnologia; é do novo. Do que não se conhece. Do que não se domina. Do que é anunciado como inevitável, mas não explicado como funciona. Sem pontes entre o conhecimento técnico e o entendimento público, corremos o risco de construir muros em vez de caminhos. A IA para o povão não será de inteligência — será de ilusão. Não basta que os algoritmos sejam éticos. É preciso que sejam compreendidos.

        Não basta que os dados sejam transparentes. É preciso que estejam acessíveis. O problema não é a inteligência artificial — é a ausência de comunicação real. Sem comunicação pública da ciência, até o progresso vira ameaça. A tecnologia evolui. Mas o entendimento precisa acompanhar. O futuro só será coletivo se for compreensível. Inteligência artificial, sem escuta e explicação, vira apenas exclusão automatizada.

         Imagine algoritmos decidindo quem recebe um benefício social, quem será priorizado na saúde pública ou quais bairros devem ter mais policiamento. Agora, imagine que ninguém sabe como essas decisões são feitas — nem mesmo quem as administra. A inteligência vira opacidade. O automatismo vira desumanização.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 11 ago. 2025. 
De forma global, o texto
Alternativas
Q3672775 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Captura_de tela 2025-10-21 101258.png (421×474)

Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025.
Na passagem do texto “[...] cabe a mim decidir entre rir ou chorar, / ir ou ficar, desistir ou lutar/[...]”, verifica-se, na alternância de verbos, o uso do recurso de linguagem denominado 
Alternativas
Q3672774 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Captura_de tela 2025-10-21 101258.png (421×474)

Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025.
Analise os itens a seguir, tendo em vista as ideias presentes no texto.

I- As diferentes formas para o enfrentamento dos problemas.
II- A importância da decisão frente à imprevisibilidade da vida.
III- A autorresponsabilidade diante das escolhas a serem feitas.
IV- A incerteza advinda da imprevisibilidade da vida.
V- A impotência ante os problemas inerentes à vida.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3672770 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão que são usados na construção do texto.

I- subjetividade.
II- conotatividade.
III- denotatividade.
IV- coloquialidade.
V- intertextualidade.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3672769 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
Embora defenda o bom humor, para a autora, em alguns momentos da vida, o mau humor é um sentimento 
Alternativas
Q3672768 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
De acordo com o texto, o bom humor gera

I- criatividade.
II- irresponsabilidade.
III- desmotivação.
IV- desumanização.
V- produtividade.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3672720 Português
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se referem.

Texto 02

Captura_de tela 2025-10-21 101258.png (421×474)

Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025. 
Na passagem do texto “[...] cabe a mim decidir entre rir ou chorar, / ir ou ficar, desistir ou lutar/[...]”, verifica-se, na alternância de verbos, o uso do recurso de linguagem denominado
Alternativas
Q3672719 Português
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se referem.

Texto 02

Captura_de tela 2025-10-21 101258.png (421×474)

Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista as ideias presentes no texto.

I- As diferentes formas para o enfrentamento dos problemas.
II- A importância da decisão frente à imprevisibilidade da vida.
III- A autorresponsabilidade diante das escolhas a serem feitas.
IV- A incerteza advinda da imprevisibilidade da vida.
V- A impotência ante os problemas inerentes à vida.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3672715 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão que são usados na construção do texto.

I- subjetividade.
II- conotatividade.
III- denotatividade.
IV- coloquialidade.
V- intertextualidade.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3672714 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
Embora defenda o bom humor, para a autora, em alguns momentos da vida, o mau humor é um sentimento
Alternativas
Q3672713 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
De acordo com o texto, o bom humor gera

I- criatividade.
II- irresponsabilidade.
III- desmotivação.
IV- desumanização.
V- produtividade.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3672712 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida

    Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
   Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
    Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
    E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
    Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
    No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos que a autora do texto desconsidera como empecilhos para o bom humor:

I- O acúmulo de atividades.
II- A inerente timidez.
III- A falta de tempo.
IV- A inabilidade para as piadas.
V- A incapacidade de fazer rir.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Respostas
16561: A
16562: B
16563: B
16564: A
16565: A
16566: D
16567: A
16568: E
16569: E
16570: C
16571: B
16572: E
16573: A
16574: B
16575: C
16576: B
16577: E
16578: A
16579: B
16580: E