Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Q3676098 Português

Leia a charge abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.


Q23.png (361×265)


O risco apontado na charge tem relação com o(a)

Alternativas
Q3676097 Português
Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Instagram é favorito dos brasileiros para se informar, diz pesquisa

    O Instagram foi a principal rede social usada pelos brasileiros para se informar em 2024. [...] 68,8% dos entrevistados apontaram a plataforma como favorita na hora de buscar informações. YouTube e Facebook vêm na sequência, com 55,9% e 43,7%, respectivamente. Cerca de 52% dos entrevistados disseram se informar por meio das redes sociais. A televisão vem logo atrás, com metade dos entrevistados. A predominância das redes está de acordo com outras pesquisas acadêmicas e de mercado, diz o relatório."
    Estadão Verifica. Instagram é favorito dos brasileiros para se informar, diz pesquisa. 2024.

Disponível em: https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/instagramrede-social-favorito-informacao-brasileiros-relatorio

O crescimento das redes sociais no Brasil:
Alternativas
Q3676096 Português

Leia a charge abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.


Q21.png (356×265)


As chamadas “Fake News” são representadas na charge como

Alternativas
Q3676084 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores...”, a expressão “em sintonia” significa
Alternativas
Q3676082 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024”, o pronome pessoal “ela” foi empregado no texto para fazer referência a que outro termo citado anteriormente?
Alternativas
Q3676077 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
“A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.” Ao comparar os dados apresentados no trecho em destaque com o resultado final da pesquisa, pode-se concluir que 
Alternativas
Q3676076 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
De acordo com as informações contidas no texto em análise sobre a leitura no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3675937 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas detectam acontecimento sem precedentes no Golfo do Panamá


Cientistas detectaram um acontecimento inédito no Golfo do Panamá, que desafiou as estatísticas obtidas nos últimos 40 anos sobre o comportamento dos mares na região.


A ressurgência sazonal, que acontece tipicamente entre janeiro e abril, não pôde ser observada em 2025, alertando os pesquisadores do Smithsonian Tropical Research Institute (STRI) sobre as alterações no clima do golfo.


Em um estudo publicado no início de setembro, os pesquisadores detalharam os dados obtidos nesse período e mostraram que as quedas típicas de temperatura e os picos de produtividade durante essa época do ano foram reduzidos neste ano.


O sistema de ressurgência sazonal no Golfo do Panamá permite que águas frias e ricas em nutrientes das profundezas do oceano subam à superfície, sendo de extrema importância para a pesca, além de ajudar a proteger os recifes de corais do estresse térmico.


É graças a fenômeno que as praias do Pacífico do Panamá continuam frescas mesmo durante o verão.


As análises permitiram que os cientistas do STRI identificassem que a causa da ressurgência não ter acontecido neste ano foi a redução significativa nos padrões de vento no país. No artigo, eles explicitam como as alterações climáticas podem afetar os processos oceânicos.


Como resultado, a falta do fenômeno pode ter reduzido a produtividade pesqueira e causado um estresse térmico exacerbado nos corais, que se beneficiam do resfriamento da ressurgência.


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cientistas-detectam-acontecim ento-sem-precedentes-no-golfo-do-panama/
As investigações científicas frequentemente revelam fenômenos que colocam em dúvida dados consolidados, exigindo novas interpretações. No caso do estudo desenvolvido no Golfo do Panamá, percebe-se que uma alteração inesperada desestabilizou o padrão climático e biológico da região. Considerando as informações fornecidas no texto, qual foi a constatação dos pesquisadores?
Alternativas
Q3675936 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas detectam acontecimento sem precedentes no Golfo do Panamá


Cientistas detectaram um acontecimento inédito no Golfo do Panamá, que desafiou as estatísticas obtidas nos últimos 40 anos sobre o comportamento dos mares na região.


A ressurgência sazonal, que acontece tipicamente entre janeiro e abril, não pôde ser observada em 2025, alertando os pesquisadores do Smithsonian Tropical Research Institute (STRI) sobre as alterações no clima do golfo.


Em um estudo publicado no início de setembro, os pesquisadores detalharam os dados obtidos nesse período e mostraram que as quedas típicas de temperatura e os picos de produtividade durante essa época do ano foram reduzidos neste ano.


O sistema de ressurgência sazonal no Golfo do Panamá permite que águas frias e ricas em nutrientes das profundezas do oceano subam à superfície, sendo de extrema importância para a pesca, além de ajudar a proteger os recifes de corais do estresse térmico.


É graças a fenômeno que as praias do Pacífico do Panamá continuam frescas mesmo durante o verão.


As análises permitiram que os cientistas do STRI identificassem que a causa da ressurgência não ter acontecido neste ano foi a redução significativa nos padrões de vento no país. No artigo, eles explicitam como as alterações climáticas podem afetar os processos oceânicos.


Como resultado, a falta do fenômeno pode ter reduzido a produtividade pesqueira e causado um estresse térmico exacerbado nos corais, que se beneficiam do resfriamento da ressurgência.


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cientistas-detectam-acontecim ento-sem-precedentes-no-golfo-do-panama/
Os fenômenos naturais desempenham papel essencial no equilíbrio ecológico e econômico de determinadas regiões. No caso do Golfo do Panamá, a ausência da ressurgência sazonal em 2025 revelou consequências ambientais e sociais relevantes. Considerando as informações apresentadas, qual aspecto se destacou como a principal implicação desse evento? 
Alternativas
Q3675382 Português
Os jogos, brinquedos e brincadeiras fazem parte da cultura humana e podem ser importantes ferramentas para a educação inclusiva e para a conscientização ambiental, principalmente quando confeccionados com materiais recicláveis:

Excerto I. A construção de jogos na escola vai além da diversão, pois fortalece vínculos entre professores, alunos e comunidade, desenvolve habilidades e promove a interação, valorizando o trabalho coletivo.
Excerto II. Os jogos feitos com materiais recicláveis despertam novos interesses, estimulam a criatividade e a destreza manual, além de contribuir para o cuidado com o meio ambiente, a economia e a cultura, incentivando o hábito da reciclagem.
Fonte: Silva, W.A. et al. Educação Inclusiva: Jogos Pedagógicos Recicláveis como Ferramenta Indispensável no Processo de Ensino-Aprendizagem. Educação Ambiental em Ação, 2018.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3675290 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitos processos relacionados à saúde não se manifestam de forma instantânea, mas resultam de desgastes acumulados ao longo do tempo. No caso do estresse ambiental, a descrição apresentada pela especialista evidencia que seus efeitos podem comprometer gradualmente a capacidade do organismo de reagir a novas demandas. Considerando esse contexto, qual conclusão se mostra coerente com o texto?
Alternativas
Q3675289 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações corriqueiras que antes eram administradas sem maiores dificuldades passam a ganhar proporções exageradas quando o organismo já se encontra sobrecarregado. Esse processo, ao se intensificar, desencadeia um efeito cascata que pode comprometer diversas dimensões da saúde. Considerando as informações do texto, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675288 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
Muitas vezes, situações do cotidiano que parecem inofensivas podem exercer um impacto profundo sobre o equilíbrio físico e mental das pessoas. No caso do estresse ambiental, descrito no texto, esse efeito não ocorre de forma imediata, mas de maneira contínua e cumulativa. Considerando a explicação apresentada, qual interpretação é a adequada?
Alternativas
Q3675287 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
O enfrentamento do estresse cotidiano não depende apenas de eliminá-lo, mas de adotar estratégias capazes de reduzir seus efeitos nocivos. O texto apresenta diferentes formas de cuidado que buscam restaurar o equilíbrio físico e emocional do indivíduo, mesmo em meio às pressões diárias. Nesse sentido, qual interpretação está alinhada à proposta apresentada?
Alternativas
Q3675286 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele


Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso.

Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes.

O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean.

Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH.

Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas.

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem:

     • Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado 

    • Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção 

     • Dificuldade para dormir ou acordar cansado

     • Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas

     • Hipersensibilidade a sons ou interações sociais

     • Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer

    • Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal

Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples:

  • Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean.

   • Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial.

   • Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg.

  • Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo.

   • Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg.

    • Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma.

   • Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?"

    •  E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.



https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/o-que-e-estresse-ambientale-como-lidar-com-ele/ 
As manifestações do estresse crônico podem se apresentar de maneiras sutis e diversas, afetando tanto o corpo quanto as emoções. O texto mostra que esses sinais, embora variem entre indivíduos, revelam um padrão de desgaste progressivo que altera a percepção de si e do ambiente. Considerando essa descrição, qual conclusão é condizente com a interpretação do trecho?
Alternativas
Q3675140 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O texto discute os impactos do ChatGPT na cognição humana, ponderando se a inteligência artificial generativa pode representar risco ou oportunidade, a depender da forma como é utilizada.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3675137 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O texto reflete sobre os impactos da inteligência artificial generativa na vida humana, discutindo tanto as potencialidades quanto os riscos, sobretudo quando seu uso ocorre de forma acrítica.

De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta quanto à ideia central apresentada. 
Alternativas
Q3674828 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 




Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/pergunta-mais-importante/. Acesso em: 17 ago. 2025. 

De acordo com o texto, infere-se que  

Alternativas
Q3674824 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise as passagens do texto, tendo em vista o uso do recurso da intertextualidade.



I- “Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar.”


II- “Claro, a primeira forma mental que surge é: ‘A perfeição não existe!’, ou ainda: ‘Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!’”


III- “[...] que ele possa dizer do meu trabalho: ‘Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!’, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.”


IV- “Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade.”


V- “Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: ‘Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!’”



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3674823 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se inferem do texto em relação à citação do psiquiatra Carl Jung.



I- Carl Jung considera que, para algumas pessoas, só é possível acreditar em Deus, se se considerar um sistema de crenças.


II- Carl Jung é irônico para afirmar que algumas pessoas pensam que ele não acredita em Deus porque ele não trabalha com um sistema de crenças.


III- A autora cita Carl Jung justamente porque ela considera que, para acreditar em Deus, basta observar a natureza.


IV- A autora, assim como Carl Jung, considera que, para acreditar em Deus, não é preciso trabalhar com um sistema de crenças.


V- A autora considera que o psiquiatra Carl Jung não acredita em Deus, pois ele não trabalha com um sistema de crenças.



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Respostas
16541: C
16542: A
16543: D
16544: A
16545: C
16546: C
16547: A
16548: D
16549: A
16550: B
16551: E
16552: C
16553: E
16554: A
16555: C
16556: A
16557: C
16558: A
16559: C
16560: B