Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3297798 Português
Sabe-se que “a variação linguística é uma expressão que se refere às diversas maneiras pelas quais a língua se manifesta entre seus falantes”. Dentre os tipos de variação linguística, temos, por exemplo, as gírias presentes em
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Q3297437 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O segundo quadrinho da tira apresenta uma quebra de expectativa gerada a partir do termo “barbero”, citado pelo Chico Bento. A fala do personagem provoca humor devido à ocorrência da: 
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Q3297285 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta uma expressão em sentido figurado. 
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Q3297284 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão.

Captura_de tela 2025-04-14 184434.png (622×304)
(Mauricio de Sousa. Bidu: diversão em dobro! Porto Alegre: L&PM, 2016)

Na fala do cachorro Bidu − Estão distribuindo saquinhos nos pedágios das estradas...−, a palavra “distribuindo” tem sentido contrário de
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Q3297280 Português
Diversas figuras de linguagem, como metáfora, hipérbole e metonímia, são utilizadas em textos literários e não literários. Esses recursos podem alterar a significação literal e criar efeitos expressivos, influenciando a leitura e a interpretação. De que maneira é possível reconhecer a metonímia em um texto?
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Q3297277 Português
Uma professora reparou que em sua turma há grande dificuldade com pontuação em textos dissertativos. Os alunos produzem longos parágrafos sem pausas adequadas, e isso prejudica a compreensão. Ela iniciou um projeto de reescrita, mas percebeu resistência devido à falta de exemplos concretos. Nesse cenário, qual ação conduz a resultados mais eficazes?
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Q3297274 Português
O emprego dos diversos níveis de linguagem relaciona-se ao contexto em que o texto é produzido e ao público-alvo pretendido. Relações entre língua falada e escrita mostram variações linguísticas que influenciam a escolha do vocabulário e da estrutura frasal. Identifique a sentença que evidencia a adequação formal típica de comunicações acadêmicas:
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Q3296787 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
No último parágrafo, o narrador observa que, apesar de um possível futuro empreendimento, “até lá, aquele mato continuará existindo”. Que conclusão essa passagem sugere?
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Q3296786 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
Segundo o texto, qual a ideia central sobre o terreno baldio coberto de mato?
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Q3296752 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

Sobre o título “Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico”, o termo destacado só pode ser substituído sem alterar o sentido por:
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Q3296750 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

O tema desse texto é: 
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Q3296749 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

Segundo o texto, o currículo da escola só não é enriquecido com:
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Q3296747 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

Segundo o texto, o Projeto de viagem à Nasa só não busca:
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Q3296746 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

De acordo com o texto só é correto afirmar que:
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Q3296611 Português
Considere o texto lacunado:

“A equipe elaborou o plano minuciosamente. _______, alguns membros manifestaram insatisfação com a versão final e, _______, o coordenador resolveu promover uma assembleia interna para revisões.”

Das alternativas abaixo, assinale a que melhor preenche as lacunas, mantendo a coesão e a coerência:
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Q3296389 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

O sentido da vida (Luiz Fernando Emediato)

    O sentido da vida é nascer, crescer, envelhecer e morrer, deixando sob a terra este antigo corpo constituído da solitária e silenciosa matéria de que foram feitas as estrelas e seus filhos, e os filhos de seus filhos.
    Sim, é este o sentido da vida, ou não.
    O sentido da vida é descobrir alegre ou amargamente a consciência das coisas, da alegria e da dor, da tristeza e do tédio, e então alegrar-se ou entristecer-se.
    Sim, é este o sentido da vida, ou não.
    Será porventura o sentido da vida caminhar juntos sobre a mesma velha e generosa e solitária terra, dividir angústias e dor, enredar-se no cipoal das palavras?
    Sim, o sentido da vida é este, ou não.
    Será o sentido da vida buscar luz nas sombras ou sombras na luz, consumir dias e noites a trilhar o áspero caminho imperfeito, buscar o caminho torto, a estrada estreita e, no fim da estrada, apenas neblina, mistério?
    Sim, o sentido da vida é bem este, ou não.
    Será, meu Deus, o sentido da vida acreditar em Deus, ou alguma coisa superior à capacidade de entender, cair de joelhos e em prantos pedir caridade ou outro vago sentimento qualquer, e nada ouvir em resposta, ou, sim, ouvir uma voz silenciosa, e, então, chorar, dormir, sonhar?
    Sim, o sentido da vida é bem este – ou não.
    Será o sentido da vida crer na dourada utopia, descobrir então a insustentável fragilidade dos seres, o poder, a miséria?
    Sim, é bem este, ou não, o sentido da vida.?
    Estará o sentido da vida em sonhar o sonho impossível, alcançar a estrela inatingível, vencer o inimigo imbatível, tocar a realidade intangível, e encontrar nada mais que pesadelo, o nada, a fantasia, as miragens?
    Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
    Será o sentido da vida entregar-se apaixonadamente às ideias de grande extensão, consumirse como o fogo e ver apagar-se a chama? Será, criaturas, o sentido da vida consumir o sangue das veias, esgotar a serenidade, despentear os cabelos, perseguir a ilusão?
    Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
    Mas, se há perguntas demais e respostas de menos, sempre haverá a busca, a esperança, a vida, a luz no fim da escuridão.
    Porque é isto – buscar – o sentido da vida.

(Texto adaptado – O Estado de S. Paulo)
O que se pode inferir do texto acerca da busca pelo sentido da vida?
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Q3296199 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dito e Feito


Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível. 


 — Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.


— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.


— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!


— O ditado fala de paciência e esperança.


— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?


— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.


— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?


— Você está distorcendo, Marcelo.


— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?


— Está difícil hoje...


— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?


— Desisto, Marcelo. Estou indo.


— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.


Souza se despediu, murmurando:


— Antes só que mal acompanhado!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado



https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/ 

No texto "Dito e Feito", de Antonio Carlos Sarmento, o personagem Marcelo interpreta os ditados populares de forma literal, desconsiderando seus sentidos figurados. Essa estratégia discursiva empregada por Marcelo pode ser classificada como: 
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Q3296117 Português
Sobre a passagem “(...) no belíssimo rio Tibre (o terceiro mais longo da Itália) que deram a humanidade a aula definitiva sobre sistemas hidráulicos...” (6§), só é verdadeiro o que se afirma na opção:
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Q3296112 Português
Sobre o trecho “Secreta, sentina, retrete, quartinho.” (8§). A palavra em destaque pode ser substituída sem perda de sentido por: 
Alternativas
Q3296111 Português
“A arte de depurar não é uma arte qualquer.” (5§) Nesse trecho do comunicado, observa-se: 
Alternativas
Respostas
16641: E
16642: B
16643: A
16644: B
16645: C
16646: C
16647: C
16648: D
16649: C
16650: D
16651: A
16652: E
16653: E
16654: E
16655: C
16656: D
16657: D
16658: A
16659: C
16660: E