Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3806734 Português
Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença renal crônica


A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais de 10% da população mundial tenha algum grau de doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850 milhões de pessoas.

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em diálise, número que cresce ano após ano. O dado é ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos pacientes com insuficiência renal consegue receber diagnóstico ou acompanhamento adequados.

Os principais fatores que impulsionam o aumento da DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade — condições que também estão em ascensão no país. Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o envelhecimento populacional contribuem para o avanço da doença.

Muitos pacientes só descobrem o problema em fases avançadas, quando já apresentam sintomas como inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as opções de tratamento são mais limitadas e incluem hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil, estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano do orçamento público, reforçando a importância da prevenção.

A boa notícia é que a progressão da doença renal crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito em fase precoce. Um exame simples de sangue, que mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes para identificar precocemente a doença. Campanhas de rastreamento em populações de risco, como diabéticos e hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para detectar o problema antes que chegue a estágios críticos.

Nos últimos anos, novos medicamentos também têm ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles estão os inibidores de SGLT2, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que demonstraram benefícios significativos na proteção da função renal e na redução de eventos cardiovasculares. Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.

A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar automedicação, reduzir o consumo de sal e ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável são medidas simples que podem preservar a função dos rins. O crescimento expressivo do número de pacientes em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das cinco principais causas de morte no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
Ao analisar o texto, percebe-se que a Doença Renal Crônica é apresentada não apenas como uma condição médica, mas também como um problema social crescente, ligado ao estilo de vida e às mudanças demográficas da população. Considerando essa perspectiva ampliada sobre o tema, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto: 
Alternativas
Q3806733 Português
Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença renal crônica


A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo. Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais de 10% da população mundial tenha algum grau de doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850 milhões de pessoas.

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em diálise, número que cresce ano após ano. O dado é ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos pacientes com insuficiência renal consegue receber diagnóstico ou acompanhamento adequados.

Os principais fatores que impulsionam o aumento da DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade — condições que também estão em ascensão no país. Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o envelhecimento populacional contribuem para o avanço da doença.

Muitos pacientes só descobrem o problema em fases avançadas, quando já apresentam sintomas como inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as opções de tratamento são mais limitadas e incluem hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil, estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano do orçamento público, reforçando a importância da prevenção.

A boa notícia é que a progressão da doença renal crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito em fase precoce. Um exame simples de sangue, que mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes para identificar precocemente a doença. Campanhas de rastreamento em populações de risco, como diabéticos e hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para detectar o problema antes que chegue a estágios críticos.

Nos últimos anos, novos medicamentos também têm ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles estão os inibidores de SGLT2, originalmente desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que demonstraram benefícios significativos na proteção da função renal e na redução de eventos cardiovasculares. Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.

A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar automedicação, reduzir o consumo de sal e ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável são medidas simples que podem preservar a função dos rins. O crescimento expressivo do número de pacientes em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das cinco principais causas de morte no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
O texto evidencia que o agravamento da Doença Renal Crônica traz consequências significativas tanto para o indivíduo quanto para o sistema de saúde, destacando a importância de ações preventivas. Ao observar a relação entre diagnóstico tardio, impacto social e possibilidades de intervenção, é possível perceber que o texto busca enfatizar uma orientação central. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa essa orientação: 
Alternativas
Q3806729 Português
Minha avó era uma boa contadora de histórias. Só que ela não contava as histórias, ela as vivia. Ou melhor, talvez as histórias ganhassem vida na vida que ela vivia. Era assim, mesmo, um pouco claro e muito confuso. Meus primos e eu não conseguíamos definir o que ela era. E quando a víamos sorrateiramente sair rumo ao mato, ficávamos atentos, pois sabíamos que haveria algo novo para conhecermos naquele dia.

MUNDURUKU, Daniel. A história de uma vez: Um olhar sobre o contador de histórias indígena. Disponível em: pluriverso.online. Acesso em: 30 out. 2025.

De acordo com o texto, é correto afirmar que a avó do narrador
Alternativas
Q3806675 Português
Nova Combinação de Terapias Mostra Resultados Inéditos Contra o Câncer de Bexiga

Um novo estudo trouxe esperança para pessoas com câncer de bexiga em estágio avançado. Até pouco tempo atrás, a melhor opção de tratamento era a quimioterapia antes da cirurgia, que ajudava a reduzir o risco de metástases e aumentava as chances de cura. Mas essa estratégia não servia para todos: muitos pacientes não podiam receber esse tipo de quimioterapia e acabavam tendo como única alternativa a cirurgia, com resultados nem sempre satisfatórios.

O trabalho mostrou que a combinação do imunoterápico pembrolizumabe com o anticorpo conjugado à droga enfortumabe vedotina, administrada antes e depois da cirurgia, promoveu melhora significativa na sobrevida livre de eventos, na sobrevida global e na taxa de resposta patológica completa em comparação à cirurgia isolada. É a primeira terapia sistêmica perioperatória a demonstrar superioridade nesse cenário, abrindo caminho para um possível novo padrão de tratamento.

No Brasil, o câncer de bexiga merece atenção especial. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são diagnosticados cerca de 11,3 mil novos casos por ano, o que representa aproximadamente 3,3% de todos os casos de câncer entre homens. Embora não esteja entre os mais incidentes, a doença apresenta prognóstico variável e desafiador. Nos tumores não invasivos de músculo, a sobrevida em cinco anos pode chegar a 90%, mas cai para 60% ou menos nos casos invasivos. Além disso, a taxa de recidiva após a cirurgia ultrapassa 50% em dois anos.

Por isso, os resultados do estudo são tão relevantes. Eles representam não apenas uma vitória científica, mas também um avanço com impacto humano direto, oferecendo mais sobrevida, qualidade de vida e esperança para pacientes que até então enfrentavam limitações terapêuticas importantes. Também ampliam as opções para aqueles que não podiam se beneficiar da quimioterapia convencional.

O desafio agora está em transformar essa inovação em acesso. Os resultados marcam um novo capítulo na luta contra o câncer de bexiga. O próximo passo é garantir que a esperança gerada pela ciência não se restrinja a poucos, mas alcance quem mais precisa.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/fernando-maluf-nova-combinaca o-de-terapias-mostra-resultados-ineditos-contra-o-cancer-de-bexiga/
O texto apresenta dados relevantes sobre o câncer de bexiga no Brasil, destacando não apenas sua incidência, mas também a complexidade de seu prognóstico e a alta taxa de recorrência após o tratamento. A partir dessas informações, é possível perceber que o desafio relacionado à doença vai além do diagnóstico inicial. Considerando esse panorama, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto.
Alternativas
Q3806674 Português
Nova Combinação de Terapias Mostra Resultados Inéditos Contra o Câncer de Bexiga

Um novo estudo trouxe esperança para pessoas com câncer de bexiga em estágio avançado. Até pouco tempo atrás, a melhor opção de tratamento era a quimioterapia antes da cirurgia, que ajudava a reduzir o risco de metástases e aumentava as chances de cura. Mas essa estratégia não servia para todos: muitos pacientes não podiam receber esse tipo de quimioterapia e acabavam tendo como única alternativa a cirurgia, com resultados nem sempre satisfatórios.

O trabalho mostrou que a combinação do imunoterápico pembrolizumabe com o anticorpo conjugado à droga enfortumabe vedotina, administrada antes e depois da cirurgia, promoveu melhora significativa na sobrevida livre de eventos, na sobrevida global e na taxa de resposta patológica completa em comparação à cirurgia isolada. É a primeira terapia sistêmica perioperatória a demonstrar superioridade nesse cenário, abrindo caminho para um possível novo padrão de tratamento.

No Brasil, o câncer de bexiga merece atenção especial. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são diagnosticados cerca de 11,3 mil novos casos por ano, o que representa aproximadamente 3,3% de todos os casos de câncer entre homens. Embora não esteja entre os mais incidentes, a doença apresenta prognóstico variável e desafiador. Nos tumores não invasivos de músculo, a sobrevida em cinco anos pode chegar a 90%, mas cai para 60% ou menos nos casos invasivos. Além disso, a taxa de recidiva após a cirurgia ultrapassa 50% em dois anos.

Por isso, os resultados do estudo são tão relevantes. Eles representam não apenas uma vitória científica, mas também um avanço com impacto humano direto, oferecendo mais sobrevida, qualidade de vida e esperança para pacientes que até então enfrentavam limitações terapêuticas importantes. Também ampliam as opções para aqueles que não podiam se beneficiar da quimioterapia convencional.

O desafio agora está em transformar essa inovação em acesso. Os resultados marcam um novo capítulo na luta contra o câncer de bexiga. O próximo passo é garantir que a esperança gerada pela ciência não se restrinja a poucos, mas alcance quem mais precisa.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/fernando-maluf-nova-combinaca o-de-terapias-mostra-resultados-ineditos-contra-o-cancer-de-bexiga/
O texto aborda avanços científicos no tratamento do câncer de bexiga, evidenciando uma mudança significativa no cenário terapêutico. A partir da introdução de novas combinações de medicamentos, o estudo mencionado sugere uma evolução nas possibilidades de cura e na qualidade de vida dos pacientes. Considerando o conteúdo e a intenção comunicativa do autor, assinale a alternativa que expressa a principal contribuição do estudo apresentado.
Alternativas
Q3806673 Português
Nova Combinação de Terapias Mostra Resultados Inéditos Contra o Câncer de Bexiga

Um novo estudo trouxe esperança para pessoas com câncer de bexiga em estágio avançado. Até pouco tempo atrás, a melhor opção de tratamento era a quimioterapia antes da cirurgia, que ajudava a reduzir o risco de metástases e aumentava as chances de cura. Mas essa estratégia não servia para todos: muitos pacientes não podiam receber esse tipo de quimioterapia e acabavam tendo como única alternativa a cirurgia, com resultados nem sempre satisfatórios.

O trabalho mostrou que a combinação do imunoterápico pembrolizumabe com o anticorpo conjugado à droga enfortumabe vedotina, administrada antes e depois da cirurgia, promoveu melhora significativa na sobrevida livre de eventos, na sobrevida global e na taxa de resposta patológica completa em comparação à cirurgia isolada. É a primeira terapia sistêmica perioperatória a demonstrar superioridade nesse cenário, abrindo caminho para um possível novo padrão de tratamento.

No Brasil, o câncer de bexiga merece atenção especial. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são diagnosticados cerca de 11,3 mil novos casos por ano, o que representa aproximadamente 3,3% de todos os casos de câncer entre homens. Embora não esteja entre os mais incidentes, a doença apresenta prognóstico variável e desafiador. Nos tumores não invasivos de músculo, a sobrevida em cinco anos pode chegar a 90%, mas cai para 60% ou menos nos casos invasivos. Além disso, a taxa de recidiva após a cirurgia ultrapassa 50% em dois anos.

Por isso, os resultados do estudo são tão relevantes. Eles representam não apenas uma vitória científica, mas também um avanço com impacto humano direto, oferecendo mais sobrevida, qualidade de vida e esperança para pacientes que até então enfrentavam limitações terapêuticas importantes. Também ampliam as opções para aqueles que não podiam se beneficiar da quimioterapia convencional.

O desafio agora está em transformar essa inovação em acesso. Os resultados marcam um novo capítulo na luta contra o câncer de bexiga. O próximo passo é garantir que a esperança gerada pela ciência não se restrinja a poucos, mas alcance quem mais precisa.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/fernando-maluf-nova-combinaca o-de-terapias-mostra-resultados-ineditos-contra-o-cancer-de-bexiga/
O texto apresenta uma reflexão sobre os impactos de uma descoberta científica recente no tratamento do câncer de bexiga, destacando tanto seu valor clínico quanto suas implicações sociais. Ao mesmo tempo que celebra o avanço médico, o autor alerta para um obstáculo que ultrapassa o campo da ciência. Considerando o conteúdo e o tom do trecho, assinale a alternativa que expressa a mensagem principal do autor.
Alternativas
Q3806565 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
O texto apresenta reflexões do psiquiatra Daniel Martins de Barros sobre a diferença entre o sofrimento cotidiano e os transtornos mentais. Essa distinção, embora sutil, é essencial para evitar tanto o descuido diante de sintomas sérios quanto o excesso de medicalização de experiências humanas comuns. Considerando o que o texto sugere, analise as alternativas a seguir e identifique a interpretação adequada sobre a mensagem central do autor.
Alternativas
Q3806564 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
No texto, o autor apresenta uma reflexão sobre os desafios contemporâneos relacionados à saúde mental, destacando tanto o desconhecimento dos sintomas quanto a falta de tratamento adequado. Essa abordagem evidencia não apenas a dimensão clínica, mas também social e cultural do problema. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que expressa a crítica implícita no texto.
Alternativas
Q3806563 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
O texto aborda a tênue fronteira entre o sofrimento comum e aquele que passa a comprometer o equilíbrio psicológico do indivíduo. Ao destacar a fala de um paciente que afirma não se reconhecer mais, o autor sugere uma transformação interna profunda, que interfere nas esferas mais diversas da vida. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que expressa o sentido principal do texto.
Alternativas
Q3806515 Português
Por que cantar é surpreendentemente bom para a saúde


Cantar oferece inúmeros benefícios à saúde física, emocional e social, especialmente quando praticado em grupo. Além de promover integração entre as pessoas, a atividade fortalece o sistema respiratório, melhora a frequência cardíaca, auxilia no controle da pressão arterial e fortalece o sistema imunológico. Por isso, o canto é utilizado como terapia em diversas condições de saúde.

Do ponto de vista neurológico, cantar ativa amplas áreas do cérebro ligadas à linguagem, ao movimento e às emoções, além de estimular a liberação de endorfinas, associadas ao prazer e ao alívio da dor. Esses efeitos fazem do canto um importante redutor do estresse. Pesquisas também indicam que pessoas que cantam juntas criam vínculos rapidamente, fortalecendo o bem-estar psicológico.

Estudos sugerem que o canto acompanha a humanidade desde antes da fala, sendo fundamental para a expressão de sentimentos, a formação de vínculos sociais e os rituais. Ao longo da vida, ele está presente em momentos marcantes, como na infância, na educação e em cerimônias sociais.

Cantar em grupo mostra-se mais benéfico do que cantar sozinho, sendo utilizado na educação para estimular a cooperação, a linguagem e a regulação emocional. Na área da saúde, auxilia pessoas com Parkinson, demência, doenças respiratórias e câncer, contribuindo para a articulação da fala, a respiração e a qualidade de vida.

Apesar dos muitos benefícios, o canto em grupo exige cuidados em situações de infecção respiratória, como observado durante a pandemia. Ainda assim, pesquisas indicam que o canto estimula a neuroplasticidade cerebral, favorece a recuperação da fala e contribui para retardar o declínio cognitivo. Dessa forma, o canto se confirma como uma prática acessível, poderosa e ligada à saúde e ao bem-estar humano.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg1n677geno.adaptado.
A prática do canto, segundo estudos recentes, tem sido associada a diversos benefícios físicos, emocionais e sociais, especialmente quando realizada de forma coletiva.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3806447 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto destaca que o ato de compartilhar refeições, antes visto apenas como um costume cultural ou familiar, passa a ser reconhecido também pela pesquisa científica como um elemento determinante no bem-estar. Ao comparar esse hábito com outros fatores tradicionalmente associados à felicidade, percebe-se um deslocamento na compreensão do que contribui para uma vida satisfatória. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor traduz a ideia central apresentada: 
Alternativas
Q3806446 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

Ao observar o contraste estabelecido entre o passado e o presente, percebe-se que o texto propõe uma reflexão sobre a transformação das relações sociais mediadas pelo convívio familiar. Essa mudança, impulsionada por novos hábitos e pela presença constante das tecnologias, afeta não apenas a forma como as pessoas se relacionam, mas também aspectos emocionais mais profundos. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que o texto destaca:
Alternativas
Q3806445 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto evidencia que o ato de compartilhar refeições não se limita a um costume cultural ou familiar, mas possui implicações significativas para a saúde emocional, especialmente em determinados grupos etários. Ao relacionar a prática com evidências científicas, o texto indica benefícios concretos associados à socialização durante as refeições. Com base nisso, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem do texto: 
Alternativas
Q3806444 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto apresenta uma reflexão sobre o papel das refeições coletivas no contexto da vida moderna, destacando momentos específicos do dia em que a interação social é mais significativa. A análise sugere que o ato de compartilhar refeições vai além da nutrição, funcionando como um ponto de apoio emocional e social. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem central do texto: 
Alternativas
Q3806443 Português
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental

As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.

Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .

A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.

A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.

A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.

Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.

É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.

A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

 O texto estabelece uma conexão entre práticas antigas de convivência alimentar e descobertas recentes da ciência sobre o impacto das refeições coletivas no bem-estar humano. Ao relacionar tradição e evidência científica, percebe-se que compartilhar a alimentação vai além de um costume cultural, assumindo funções emocionais e sociais importantes. Considerando essas informações, é correto afirmar que o texto indica: 
Alternativas
Q3806365 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
O texto apresenta reflexões do psiquiatra Daniel Martins de Barros sobre a diferença entre o sofrimento cotidiano e os transtornos mentais. Essa distinção, embora sutil, é essencial para evitar tanto o descuido diante de sintomas sérios quanto o excesso de medicalização de experiências humanas comuns. Considerando o que o texto sugere, analise as alternativas a seguir e identifique a interpretação adequada sobre a mensagem central do autor.
Alternativas
Q3806364 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
No texto, o autor apresenta uma reflexão sobre os desafios contemporâneos relacionados à saúde mental, destacando tanto o desconhecimento dos sintomas quanto a falta de tratamento adequado. Essa abordagem evidencia não apenas a dimensão clínica, mas também social e cultural do problema. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que expressa a crítica implícita no texto.
Alternativas
Q3806363 Português
Psiquiatra explica diferença entre depressão e ansiedade

A linha entre sofrimento comum e doença mental nem sempre é clara, mas existem sinais importantes que podem ajudar a identificar quando é necessário buscar ajuda profissional. De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, autor do livro "Sofrimento não é doença", nem todo sofrimento precisa ser medicado ou tratado clinicamente.

O especialista explica que a depressão vai muito além da tristeza comum. "Depressão é um conjunto de sintomas que às vezes inclui a tristeza, mas nem sempre. Às vezes a pessoa nem se sente triste, mas apresenta desânimo, falta de energia, irritação, sono ruim e apetite alterado", esclarece.

Um sinal importante de que o sofrimento ultrapassou o limite do normal é quando ele começa a prejudicar significativamente a vida da pessoa. Isso pode se manifestar no trabalho, nas relações familiares e na capacidade de realizar atividades cotidianas. Como destaca Barros, muitos pacientes relatam uma sensação de não se reconhecerem mais: "Uma vez uma pessoa me falou: doutor, eu não sou essa pessoa que eu estou".

Enquanto a depressão está mais relacionada ao humor e ao desânimo, a ansiedade se caracteriza pelo medo e preocupação constantes. A ansiedade generalizada, por exemplo, é um diagnóstico comum, mas muitas pessoas demoram para buscar tratamento por acreditarem que viver em estado permanente de alerta é normal.

Um dado alarmante revelado pelo especialista indica que cerca de 80% das pessoas com depressão no Brasil não recebem tratamento adequado, seja por falta de diagnóstico, acesso ou por não buscarem ajuda. Isso significa que muitas pessoas vivem com sofrimento que poderia ser tratado, sem saber que existe possibilidade de melhora.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/psiquiatra-explica-diferenca-entre-d epressao-e-ansiedade/
O texto aborda a tênue fronteira entre o sofrimento comum e aquele que passa a comprometer o equilíbrio psicológico do indivíduo. Ao destacar a fala de um paciente que afirma não se reconhecer mais, o autor sugere uma transformação interna profunda, que interfere nas esferas mais diversas da vida. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que expressa o sentido principal do texto. 
Alternativas
Q3806253 Português
A brasileira que viraliza traduzindo o caos da IA: 'As pessoas estão perdidas'


Você sabe reconhecer se uma imagem foi criada por inteligência artificial? Sabe como se proteger de golpes que usam esse tipo de tecnologia? E entende os riscos de participar de competições de IA, como aquelas em que pessoas geram versões animadas de si mesmas em estilo de estúdio?

Temas como esses pareciam ficção há poucos anos, mas hoje fazem parte das discussões públicas sobre tecnologia e segurança digital.

Uma das vozes que tem se destacado nesse debate é a da brasileira Catharina Doria, especialista em letramento de IA, que viralizou nas redes ao publicar vídeos explicando, de forma acessível, como se proteger e entender os riscos da inteligência artificial.

Em menos de um ano, ela conquistou mais de trezentos mil seguidores no Instagram, e alguns de seus vídeos ultrapassam a marca de um milhão de visualizações.

A saga começou quando ela publicou um vídeo em que provoca o espectador a descobrir qual vídeo foi gerado por IA e qual é real.

"Parece fácil, mas é muito difícil", diz ela na publicação, que mostra vídeos curtos de uma influenciadora, uma cantora e um jogador de games. Todos falsos. "Você precisa treinar seu cérebro para se proteger dessa tecnologia", alerta ela na postagem.

O primeiro vídeo, que virou uma série, teve mais de sessenta mil visualizações. "Fiz o vídeo para adicionar senso crítico na cabeça das pessoas, de que vários vídeos que estamos vendo online são feitos com IA e como eles conseguem detectar que foi feito por IA", disse Doria.

Em outro vídeo mais recente, ela alerta para os riscos de privacidade que existem ao usar robôs aspiradores, que coletam dados pessoais dos usuários e até captam imagens. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9v1292nrzro.adaptado.
A circulação de conteúdos digitais gerados por novas tecnologias ampliou o debate sobre segurança, privacidade e senso crítico no uso da internet, especialmente nas redes sociais.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3806217 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO III



Disponível em: https://www.tribunaribeirao.com.br/charge-15-03-2025/  

Na charge, há predominância de qual figura de linguagem?
Alternativas
Respostas
12961: D
12962: C
12963: D
12964: D
12965: A
12966: A
12967: C
12968: B
12969: C
12970: B
12971: C
12972: A
12973: D
12974: C
12975: B
12976: B
12977: A
12978: A
12979: C
12980: A