Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.328 questões
I. Qual a importância da IA para os setores bancário e de saúde?
II. O que fazer, então, para não barrar a expansão econômica e, ao mesmo tempo, evitar o vale-tudo?
III. Na sua opinião, a criação de novas leis é essencial para lidar com os desafios trazidos pela inteligência artificial?
Quais perguntas podem ser consideradas coerentes de acordo com a resposta apresentada?
Recentemente, o encontro de ________________, ex-comandante rebelde islamista, com o então presidente norte-americano ______________, surpreendeu a comunidade internacional. Ocorrido em Riad, depois da reunião foi anunciado o _________________. O ato representa uma grande mudança na política externa estadunidense em relação à Síria, país que busca reconstruir a economia após vários anos de guerra civil, mas passa por um período de instabilidade após a queda de Bashar al-Assad.
Peixe gigante da Amazônia é pescado em rio na Bahia
Exatos 40 dias após a pesca de um pirarucu de 80 quilos e 2,2 metros de comprimento, outro peixe da mesma espécie, mas ainda mais pesado, foi pescado no mesmo município: Malhada, no sudoeste da Bahia. O segundo exemplar tem 92 quilos e 2,15 metros de comprimento e foi capturado na segunda-feira (26).
O primeiro foi pescado em 16 de abril numa região pantaneira do rio São Francisco conhecida como Quilombo do Pau D'Arco, por sete amigos. O segundo estava na Lagoa do Mucambo, o que indica que o peixe pode ter se espalhado por rios da bacia do São Francisco. Ao todo, foram necessárias cinco pessoas para pescar o pirarucu. O grupo de pescadores pretende vender o animal.
O pirarucu (Arapaima gigas) é uma espécie de peixe de água doce que pertence à família Arapaimidae e é encontrado na Amazônia e em outras regiões específicas da América do Sul. Ele pode atingir até 3 metros de comprimento e pesar até 200 quilos, tornando-se um dos maiores peixes de água doce do mundo. A espécie é carnívora, se alimentando de outros peixes, crustáceos e pequenos animais aquáticos.
Fora de seu habitat, a espécie, que atrai pescadores e turistas, é considerada exótica e põe em risco a fauna nativa. O risco é de impacto na população local de peixes e no ecossistema aquático, já que, nesses rios, não há predadores naturais do pirarucu.
A presença de pirarucus, peixes amazônicos, em locais fora de seu habitat natural, não é algo exclusivo da Bahia. Como mostrou o Estadão, em 2022, pescadores de Cardoso, na região norte do Estado de São Paulo, pescaram espécimes de até 110 quilos no Rio Grande, na divisa com Minas Gerais. Na ocasião, especialistas advertiram que o pirarucu pode se tornar uma ameaça para os peixes nativos dos rios paulistas, por ser voraz e capaz de desestabilizar as cadeias alimentares.
Fonte: Peixe gigante da Amazônia encontrado na Bahia pode afetar a sobrevivência de outros animais do Rio São Francisco | Bahia | G1
Internet: <agenciagov.ebc.com.br> (com adaptações).
O texto refere-se aos avanços na proteção da Terra Yanomami contra
Machado de Assis. O segredo do Bonzo. In: 50 Contos de Machado de Assis. Selecionados por John Gledson. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 95.
Os elementos temáticos e estruturais do texto precedente permitem afirmar que tal composição
Cavaleiro das armas escuras, Onde vais pelas trevas impuras Com a espada sanguenta na mão? Por que brilham teus olhos ardentes E gemidos nos lábios frementes Vertem fogo do teu coração?
Cavaleiro, quem és? — O remorso? Do corcel te debruças no dorso...
E galopas do vale através... Oh! da estrada acordando as poeiras Não escutas gritar as caveiras E morder-te o fantasma nos pés?
Onde vais pelas trevas impuras, Cavaleiro das armas escuras, Macilento qual morto na tumba?... Tu escutas... Na longa montanha Um tropel teu galope acompanha? E um clamor de vingança retumba?
Cavaleiro, quem és? que mistério... Quem te força da morte no império Pela noite assombrada a vagar?
O FANTASMA
Sou o sonho de tua esperança, Tua febre que nunca descansa, O delírio que te há de matar!...
Álvares de Azevedo. Meu sonho. In: Lira dos vinte anos. São Paulo: Martins Fontes, 1996, p. 39-40.
À meia noite, como de costume, passa o Cavaleiro todo de ferro e horror. Passa ou não passa? Duvido. (E tenho medo.) Hoje não durmo. Hei de escutar o som das ferraduras na gelada Rua Municipal, o estalar do chicote na garupa do cavalo-fantasma. Escuto, protegido em cobertor de casa-fortaleza de família importante. Passa, passa, anda, passa, Cavaleiro, está com medo do medo meu, quem sabe, da garrucha do Coronel?
O cavaleiro anda atrasado. Vai esperar o sono me vencer para aparecer dentro do sono? Chego à janela. A branca escuridão (o frio é branco) não filtra nem um grilo de ruído. Massa de cidade e serra: breu silente. Boca seca, trêmulo, não vejo o Cavaleiro, estou ouvindo em mim o Cavaleiro, em mim é que ele passa, sempre passou e passa sempre e não acaba de passar. É isso. Vou dormir. Dou descanso ao cavalo e ao Cavaleiro.
Carlos Drummond de Andrade. O Cavaleiro. In: Boitempo: Menino antigo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 221.
Da leitura comparativa entre os dois poemas apresentados é correto concluir que

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.
O emprego da primeira pessoa em “Sinto o vento vargeiro” e “Quero mais que 80%” evidencia o caráter de objetividade no tratamento do tema.

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.
A expressão “Estrada molhada” é uma metáfora para rio.

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.
A voz que se expressa no texto dirige-se diretamente à Amazônia.

Acerca do texto Para sempre Amazônias, julgue o próximo item.
A forma como a última estrofe é expressa pode ser interpretada como um recurso literário de referência à ancestralidade da autora.
A expressão “O grupo” (início do terceiro parágrafo) refere-se a “Lideranças indígenas e ativistas ambientais de diferentes países da América Latina” (primeiro parágrafo).
Das relações de sentido estabelecidas no quinto parágrafo conclui-se que a forma pronominal “la”, em “apoiá-la”, refere-se a “floresta amazônica”.
É correto concluir da leitura do texto que, segundo a liderança do povo maya k’iche, a alternativa à destruição climática passa pelo atendimento das demandas defendidas pelos povos indígenas.
Os termos “jornada” (segundo parágrafo) e “travessia” (sexto parágrafo) têm, no texto, o mesmo referente semântico.
Infere-se do texto que os participantes da jornada opõem-se à realização da COP 30.
De acordo com as informações do texto, o grupo que realizou a travessia parou em cada comunidade indígena dos locais por onde passou, a fim de trocar experiências e debater a natureza global do impacto ambiental.