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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.850 questões

Q3765345 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Brasil gera 88% da sua energia elétrica a partir de fontes renováveis


O Brasil produziu 88,2% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis em 2024, de acordo com o Balanço Energético Nacional 2025, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia e pela Empresa de Pesquisa Energética. O relatório mostra que a energia eólica e a solar, somadas, responderam por 23,7% da geração elétrica total no último ano. A capacidade da eólica cresceu 12,4%, a solar 39,6% e a geração a gás natural 23,9%, enquanto a participação da hidrelétrica caiu um ponto percentual. No total, a oferta de eletricidade do país alcançou 762,9 terawatts-hora, um aumento de 5,5% em relação a 2023. Desde 2004, as fontes renováveis respondem por mais de 70% da matriz elétrica brasileira de forma consistente, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.


Adaptado de: https://tvbrics.com/pt/news/brasilreforca-lideranca-global-com-88-da-energiaproveniente-de-fontes-renovaveis/.
O relatório evidencia a expansão das fontes de energia no Brasil e a estabilidade da matriz elétrica renovável ao longo das últimas décadas. Com base no texto, analise as assertivas que seguem:

I. A participação da energia hidrelétrica aumentou um ponto percentual em 2024.
II. O crescimento da energia solar em 2024 foi superior ao crescimento da energia eólica.
III. O Brasil é apresentado como um dos maiores produtores de energia limpa do mundo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3765308 Português
Não olhe, eles estão te julgando


As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas. O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo olhar alheio.

Andar sozinha em uma grande cidade pode ser assustador, e talvez por isso surja a necessidade de buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea.

Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.

Texto Adaptado

OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025. 
Com base na leitura crítica e interpretativa do texto apresentado, identifique a alternativa que expressa uma conclusão condizente com a estrutura argumentativa do texto, respeitando seus mecanismos discursivos e os efeitos de sentido por ele construídos.
Alternativas
Q3765306 Português
Não olhe, eles estão te julgando


As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas. O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo olhar alheio.

Andar sozinha em uma grande cidade pode ser assustador, e talvez por isso surja a necessidade de buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea.

Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.

Texto Adaptado

OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025. 
No excerto "Em lugares públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo olhar alheio" autora mobiliza escolhas lexicais que produzem efeitos de sentido específicos, articulando percepção subjetiva, introspecção e crítica social. Portanto, complementa-se essa informação considerando que:
Alternativas
Q3765302 Português
Não olhe, eles estão te julgando


As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas. O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo olhar alheio.

Andar sozinha em uma grande cidade pode ser assustador, e talvez por isso surja a necessidade de buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea.

Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.

Texto Adaptado

OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025. 
Considerando o trecho "Lembro-me da primeira vez que fui ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea", em relação à tipologia e ao gênero textual, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Unesc Órgão: Prefeitura de Morro da Fumaça - SC Provas: Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Assistente Social | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Educação Infantil | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Ensino Religioso | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Geografia | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de História | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Matemática | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Psicólogo | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Psicopedagogo | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Nutricionista | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Fonoaudiólogo | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Coordenador Pedagógico | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Educação Especial: Libras | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Arte | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Anos Iniciais (1° ao 5° ano) | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Ciências | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Educação Especial | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Língua Inglesa | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Língua Portuguesa | Unesc - 2025 - Prefeitura de Morro da Fumaça - SC - Professor de Educação Física |
Q3765183 Português
A distinção entre denotação e conotação é essencial para a interpretação textual, pois revela diferentes modos de construção de sentido. Observe os enunciados a seguir e relacione-os ao tipo de linguagem predominante em cada caso.

Coluna 01:
(__)O tempo é o melhor remédio para as dores da alma. (__)Ele tem um coração de pedra e não se comove com nada. (__)A água ferve a cem graus Celsius em condições normais. (__)A vida é um palco, e cada um de nós desempenha o seu papel.
Coluna 02:
I.Linguagem conotativa. II.Linguagem denotativa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3764997 Português
Deixou de ser medo mesmo?


Imagina dar de cara com um medo de infância. Você acha que vai rir e seguir em frente, até que você resolve voltar um pouco à infância e percebe que o medo não ficou tão para trás conforme cresceu. Vi no Twitter uma corrente sobre medos irracionais e encontrei a imagem do lobo mau do Castelo Rá Tim Bum, que já tinha me tirado o sono. Decidi rever o episódio para ver se ele era mesmo tão assustador quanto eu lembrava.

Revendo hoje, aos 23, notei que tudo era divertido até o lobo aparecer. Quando surgiu em close, fechei os olhos como se fosse criança, mesmo sabendo que era só uma fantasia. O episódio continuou, os conflitos se resolveram e eu ainda olhava para a tela com os olhos entreabertos sempre que o lobo surgia.

A fantasia era realmente muito feia, e entendi por que meu eu pequeno teve pesadelos. Ainda assim, reencontrei uma memória afetiva e até engraçada. Acho que hoje o lobo já não me tira o sono − os medos de gente grande fazem isso, mas rendeu uma boa história para guardar e contar.

Texto Adaptado

BARBOSA, Catarina Virginia. Deixou de ser medo mesmo? In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa cuja interpretação revela maior consonância com o sentido global do relato e com os recursos discursivos empregados pelo enunciador. 
Alternativas
Q3764995 Português
Deixou de ser medo mesmo?


Imagina dar de cara com um medo de infância. Você acha que vai rir e seguir em frente, até que você resolve voltar um pouco à infância e percebe que o medo não ficou tão para trás conforme cresceu. Vi no Twitter uma corrente sobre medos irracionais e encontrei a imagem do lobo mau do Castelo Rá Tim Bum, que já tinha me tirado o sono. Decidi rever o episódio para ver se ele era mesmo tão assustador quanto eu lembrava.

Revendo hoje, aos 23, notei que tudo era divertido até o lobo aparecer. Quando surgiu em close, fechei os olhos como se fosse criança, mesmo sabendo que era só uma fantasia. O episódio continuou, os conflitos se resolveram e eu ainda olhava para a tela com os olhos entreabertos sempre que o lobo surgia.

A fantasia era realmente muito feia, e entendi por que meu eu pequeno teve pesadelos. Ainda assim, reencontrei uma memória afetiva e até engraçada. Acho que hoje o lobo já não me tira o sono − os medos de gente grande fazem isso, mas rendeu uma boa história para guardar e contar.

Texto Adaptado

BARBOSA, Catarina Virginia. Deixou de ser medo mesmo? In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025
No texto, a narradora declara que reencontrou "uma memória afetiva e até engraçada", mesmo após recordar o medo que sentia do lobo. Considerando o valor semântico das palavras no contexto, o emprego da expressão "memória afetiva": 
Alternativas
Q3764959 Português
Leia as afirmativas a seguir e analise quais são problemas de ensino e de aprendizagem em leitura e produção de textos:

I. Atividade de leitura centrada nas habilidades mecânicas de decodificação da escrita, sem dirigir a aquisição dessas habilidades para a dimensão da interação verbal.
II. Atividades de leitura desvinculadas dos usos sociais que se faz da leitura, sem função e sem interesse.
III. Atividade de leitura convertida em momento de treino, de avaliação e em oportunidade apenas de futuras cobranças.
IV. Atividade que suscita no aluno a compreensão das múltiplas funções sociais da leitura.

Assinale a alternativa a seguir que contém afirmativas que refletem problemas de ensino-aprendizagem em leitura e produção de textos:
Alternativas
Q3764955 Português
Entre os gêneros e tipos textuais sugeridos para trabalhar a compreensão de textos em língua escrita estão os abaixo descritos, EXCETO:
Alternativas
Q3764953 Português
A retextualização não é um processo mecânico, mas envolve operações complexas que evidenciam aspectos da relação entre oralidade e escrita. Assinale a alternativa correta a respeito dos aspectos envolvidos nos processos de retextualização:
Alternativas
Q3764889 Português
Observe o trecho, analise as afirmativas e marque-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).

Considero muito importante ressaltar, desde logo, que a consolidação da música popular constitui uma criação que é contemporânea ao aparecimento das cidades. E deve-se deixar claro também que música popular só pode existir ou florescer quando há povo. (ALBIN, 2003)

( ) O texto relaciona o surgimento da música popular ao processo de urbanização.
( ) Segundo o trecho, a música popular poderia florescer mesmo sem a existência do povo.
( ) A consolidação da música popular é apresentada como um fenômeno histórico e social.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3764882 Português
No que diz respeito à cultura local, pode-se constatar que quase sempre apenas o nível _________ dessa cultura é admitido na escola (Tarsila, Portinari etc.). As culturas de classes sociais economicamente desfavorecidas continuam a ser ignoradas pelas instituições educacionais, mesmo pelos que estão envolvidos na educação dessas classes.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima:
Alternativas
Q3764829 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.


Não olhe, eles estão te julgando


As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas. O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo olhar alheio.


Andar sozinha em uma grande cidade pode ser assustador, e talvez por isso surja a necessidade de buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea.


Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.


Texto Adaptado


OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.

Disponível em:

https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025.

Com base na leitura do excerto a seguir, identifique a alternativa que apresenta uma análise correta e teoricamente fundamentada da figura de linguagem predominante, considerando seus efeitos de sentido e seu papel na construção do argumento no texto.
"Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea." 
Alternativas
Q3764643 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


 


1º quadro:


Professora: "Vamos ver, Manolito, uma palavra que comece com 'P'."


2º quadro:


Mafalda (pensamento): "Chi... vai ver que ele vai falar aquele palavrão."


3º quadro:


Manolito: "Política."


4º quadro:


Mafalda: "E falou mesmo!"



https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/09/7-tirinhas-de-ma

falda-para-refletir-sobre-os-tempos-atuais.html

A construção do pensamento de Mafalda ao longo dos quadros evidencia sua percepção crítica sobre a sociedade. Observando a sequência narrativa e o uso dos balões de pensamento e fala, qual elemento discursivo reforça a crítica social presente na tirinha?
Alternativas
Q3764642 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


 


1º quadro:


Professora: "Vamos ver, Manolito, uma palavra que comece com 'P'."


2º quadro:


Mafalda (pensamento): "Chi... vai ver que ele vai falar aquele palavrão."


3º quadro:


Manolito: "Política."


4º quadro:


Mafalda: "E falou mesmo!"



https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/09/7-tirinhas-de-ma

falda-para-refletir-sobre-os-tempos-atuais.html

Na tirinha, o humor está construído a partir da expectativa da personagem e a resposta de Manolito. Esse contraste revela uma crítica sutil, característica da obra de Quino, que usa o olhar infantil para questionar temas adultos. Considerando esse aspecto, qual interpretação explica o efeito de sentido produzido pela fala final de Mafalda?
Alternativas
Q3764621 Português
Leia o trecho:

A aventura cortou para sempre a carreira de um entusiasta da aviação, o Otto. Dentro de um avião, este se portava, até aquela data, com uma inconveniência admirável, divertindo-se em amedrontar amigos e conhecidos. Pois terminou ali a carreira do gozador, que amava até as tempestades no ar e se ria a valer com a paura dos outros.”

CAMPOS, Paulo Mendes. Medo de avião. Manchete, n. 625, Rio de Janeiro, 11 abr. 1964. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7151/medo-deaviao>. 

Assinale a seguir um termo que NÃO é um elemento de coesão no trecho acima:
Alternativas
Q3764617 Português
Assinale a alternativa que nomeia corretamente duas figuras de linguagem que ocorrem no trecho a seguir:

“A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano.”

ASSIS, Machado de. Um apólogo. Disponível em:  <https://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv0 00269.pdf>. 
Alternativas
Q3764613 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
O termo “anedotas”, no trecho “As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral”, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por qual dos termos a seguir?
Alternativas
Q3764612 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
No texto, o personagem Adamastor é um homem crítico e diversas de suas insatisfações em relação às outras pessoas são descritas ao longo do texto. De acordo com o autor, as críticas de Adamastor não têm fundamento lógico ou racional. Qual trecho do texto evidencia essa interpretação?
Alternativas
Q3764539 Português

TEXTO


Oi, Chico!


Clarice Lispector 


                                                         


O texto I apresenta marcas de oralidade que aproximam a escrita de uma situação conversacional. Considerando as diferenças formais e funcionais entre fala e escrita, assinale a afirmação verdadeira. 
Alternativas
Respostas
11061: C
11062: A
11063: C
11064: A
11065: C
11066: B
11067: D
11068: B
11069: E
11070: D
11071: D
11072: D
11073: C
11074: C
11075: D
11076: C
11077: E
11078: A
11079: D
11080: C