Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3898733 Português

LÍNGUA PORTUGUESA


Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7.


    Segundo uma pesquisa do ONS, órgão oficial de estatísticas do Reino Unido, publicada em novembro, 33% dos britânicos de 16 a 29 anos relataram sentir solidão "com frequência, sempre ou às vezes" — a taxa mais alta entre todas as faixas etárias. Entre pessoas com mais de 70 anos, 17% disseram o mesmo. Neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisou diversos estudos publicados em diferentes países e constatou que jovens adultos e adolescentes relatam os níveis mais elevados de solidão.

    Os dados são complexos, e há indícios de que, em alguns países, entre o grupo mais idoso, de pessoas com mais de 85 anos, a solidão aumenta de forma acentuada e pode se igualar à registrada entre jovens de 18 a 30 anos. Ainda assim, analistas afirmam que, na maior parte das pesquisas, os jovens adultos se destacam como um grupo particularmente isolado. “Os adultos entre 18 e 24 anos são os que se sentem mais solitários, seguidos pelos idosos”, afirma a professora Andrea Wigfield, diretora do Centro de Estudos da Solidão da Sheffield Hallam University, no Reino Unido. "É um problema crescente".

    Cada vez mais, especialistas afirmam que o mundo moderno é o principal responsável pelo problema. Muitos jovens na faixa dos 20 anos vivem em casas compartilhadas nas quais não conhecem bem, ou não gostam, dos colegas de quarto. O trabalho, com frequência, passou a ser feito em casa, e o contato com os amigos muitas vezes ocorre pelas redes sociais. Nem tudo é desolador. Graças à internet, os jovens adultos têm acesso a amizades no mundo todo. Mas, de modo geral, dizem os especialistas, a imagem de uma vida social intensa entre jovens de 20 e poucos anos, apresentada em séries como Friends, da década de 90, precisa de uma correção urgente. 

    "Tendemos a romantizar o início da vida adulta como um período despreocupado, quando, na maioria das vezes, é o período mais miserável da vida das pessoas”, afirma o professor Richard Weissbourd, docente de educação na Universidade Harvard, nos EUA. Em alguns aspectos, o começo da vida adulta sempre foi um período de instabilidade. Os jovens adultos tendem a sair da casa dos pais e se mudar com frequência. Os amigos partem, e os laços familiares se enfraquecem. Esses eventos de transição podem, para algumas pessoas, levar a uma profunda solidão. “Um grande problema é a dispersão; todo mundo que você conheceu agora vive em um milhão de lugares diferentes”, diz a psicóloga clínica Meg Jay, autora do livro The Twenty-Something Treatment (O Tratamento para os 20 e Poucos, em tradução livre).

    Hoje, há também um conjunto de novos fatores e claramente modernos que podem estar agravando o problema. Em muitas partes do mundo, as pessoas estão se casando e tendo filhos mais tarde (ou nem sequer os têm). No Reino Unido, a idade média do primeiro casamento hoje é de 31 anos, segundo o ONS. Em 1970, essa média era de 23 anos para homens e 21 para mulheres. Os jovens adultos tendem a depender mais dos amigos para estabelecer conexões emocionais e, à medida que essas relações não correspondem às expectativas, a solidão pode surgir. 

    O professor Weissbourd, da Universidade Harvard, também aponta para uma fragmentação mais ampla das comunidades. Em países ricos, a participação em instituições cívicas, como igrejas, grupos comunitários ou sindicatos, vem diminuindo desde a década de 1970. Esse fenômeno é conhecido como a tese chamada de "Jogando Boliche Sozinho" (Bowling Alone), nome inspirado em um ensaio famoso publicado em 1995 pelo cientista político Robert Putnam. No texto, ele observou que mais jovens americanos estavam jogando boliche sozinhos, e não em grupo; um símbolo de um colapso amplo das relações sociais.

    Pessoas na faixa dos 20 anos, que podem ter deixado a casa da infância, mas ainda não formaram sua própria família, sentem essa perda de comunidade de forma mais aguda, afirma Weissbourd. “Vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista. Acho que a solidão é um sintoma da nossa incapacidade em cuidar uns dos outros”.


(Jornal BBC News Brasil, 20.12.2025. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3898732 Português

LÍNGUA PORTUGUESA


Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7.


    Segundo uma pesquisa do ONS, órgão oficial de estatísticas do Reino Unido, publicada em novembro, 33% dos britânicos de 16 a 29 anos relataram sentir solidão "com frequência, sempre ou às vezes" — a taxa mais alta entre todas as faixas etárias. Entre pessoas com mais de 70 anos, 17% disseram o mesmo. Neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) analisou diversos estudos publicados em diferentes países e constatou que jovens adultos e adolescentes relatam os níveis mais elevados de solidão.

    Os dados são complexos, e há indícios de que, em alguns países, entre o grupo mais idoso, de pessoas com mais de 85 anos, a solidão aumenta de forma acentuada e pode se igualar à registrada entre jovens de 18 a 30 anos. Ainda assim, analistas afirmam que, na maior parte das pesquisas, os jovens adultos se destacam como um grupo particularmente isolado. “Os adultos entre 18 e 24 anos são os que se sentem mais solitários, seguidos pelos idosos”, afirma a professora Andrea Wigfield, diretora do Centro de Estudos da Solidão da Sheffield Hallam University, no Reino Unido. "É um problema crescente".

    Cada vez mais, especialistas afirmam que o mundo moderno é o principal responsável pelo problema. Muitos jovens na faixa dos 20 anos vivem em casas compartilhadas nas quais não conhecem bem, ou não gostam, dos colegas de quarto. O trabalho, com frequência, passou a ser feito em casa, e o contato com os amigos muitas vezes ocorre pelas redes sociais. Nem tudo é desolador. Graças à internet, os jovens adultos têm acesso a amizades no mundo todo. Mas, de modo geral, dizem os especialistas, a imagem de uma vida social intensa entre jovens de 20 e poucos anos, apresentada em séries como Friends, da década de 90, precisa de uma correção urgente. 

    "Tendemos a romantizar o início da vida adulta como um período despreocupado, quando, na maioria das vezes, é o período mais miserável da vida das pessoas”, afirma o professor Richard Weissbourd, docente de educação na Universidade Harvard, nos EUA. Em alguns aspectos, o começo da vida adulta sempre foi um período de instabilidade. Os jovens adultos tendem a sair da casa dos pais e se mudar com frequência. Os amigos partem, e os laços familiares se enfraquecem. Esses eventos de transição podem, para algumas pessoas, levar a uma profunda solidão. “Um grande problema é a dispersão; todo mundo que você conheceu agora vive em um milhão de lugares diferentes”, diz a psicóloga clínica Meg Jay, autora do livro The Twenty-Something Treatment (O Tratamento para os 20 e Poucos, em tradução livre).

    Hoje, há também um conjunto de novos fatores e claramente modernos que podem estar agravando o problema. Em muitas partes do mundo, as pessoas estão se casando e tendo filhos mais tarde (ou nem sequer os têm). No Reino Unido, a idade média do primeiro casamento hoje é de 31 anos, segundo o ONS. Em 1970, essa média era de 23 anos para homens e 21 para mulheres. Os jovens adultos tendem a depender mais dos amigos para estabelecer conexões emocionais e, à medida que essas relações não correspondem às expectativas, a solidão pode surgir. 

    O professor Weissbourd, da Universidade Harvard, também aponta para uma fragmentação mais ampla das comunidades. Em países ricos, a participação em instituições cívicas, como igrejas, grupos comunitários ou sindicatos, vem diminuindo desde a década de 1970. Esse fenômeno é conhecido como a tese chamada de "Jogando Boliche Sozinho" (Bowling Alone), nome inspirado em um ensaio famoso publicado em 1995 pelo cientista político Robert Putnam. No texto, ele observou que mais jovens americanos estavam jogando boliche sozinhos, e não em grupo; um símbolo de um colapso amplo das relações sociais.

    Pessoas na faixa dos 20 anos, que podem ter deixado a casa da infância, mas ainda não formaram sua própria família, sentem essa perda de comunidade de forma mais aguda, afirma Weissbourd. “Vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista. Acho que a solidão é um sintoma da nossa incapacidade em cuidar uns dos outros”.


(Jornal BBC News Brasil, 20.12.2025. Adaptado).

Em relação à solidão, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3898467 Português

Analise a tirinha abaixo e responda a questão.


Revista Galileu.globo.com

22 de setembro de 2022.


 

A crítica central presente na tirinha da Mafalda dirige-se, principalmente, à: 


Alternativas
Q3898385 Português
O 'iceberg de gordura' pesando 100 toneladas achado no esgoto de Londres


Um "iceberg" de gordura, com peso estimado de cerca de 100 toneladas, foi encontrado bloqueando os esgotos da zona leste de Londres.

A massa de gordura, óleo e graxa solidificada foi descoberta nos túneis embaixo do distrito de Whitechapel. Ela mede cerca de 100 metros de comprimento.

A Thames Water (empresa responsável pelos serviços de água e esgoto de Londres) declarou que a extração completa do bloco poderá levar semanas e que "ele serve de duro lembrete de que o que desce pelo cano não desaparece".

A companhia pede às pessoas que pensem cuidadosamente no que irão despejar nas pias e vasos sanitários durante as festas de final de ano.

A Thames Water afirma que os moradores, até o momento, não foram afetados porque o bloqueio do esgoto é apenas parcial

O chefe de operações do norte de Londres, Tim Davies, declarou que "este novo 'fatberg' [algo como 'iceberg de gordura', em inglês] mostra exatamente o que acontece quando gorduras, óleos e papéis descem pelos nossos encanamentos. Eles não desaparecem, mas sim se acumulam, causando sérios danos."

"O custo de limpeza dos bloqueios e reparo dos esgotos soma dezenas de milhões de libras todos os anos", destaca ele, "e este dinheiro, em última análise, vem dos nossos clientes."

O bloco foi apelidado de "neto" do iceberg de gordura de Whitechapel de 2017. Ele pesava 130 toneladas e tinha mais de 250 metros de comprimento.

Aquele bloco foi um dos maiores já encontrados na capital britânica. Uma amostra chegou a ficar exposta no Museu de Londres, atraindo grande número de visitantes.

A Thames Water explica que os bloqueios costumam ocorrer mais em dezembro e janeiro. Por isso, ela pede às pessoas que raspem a comida dos pratos, usem ralos nas pias e evitem despejar na pia cremes e alimentos líquidos, como molhos ou caldos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3r704yy87po
"O 'iceberg de gordura' pesando 100 toneladas achado no esgoto de Londres."
Após análise do texto-base é correto afirmar que quanto ao tipo textual ele caracteriza-se predominantemente como: 
Alternativas
Q3898020 Português
Assinale a alternativa que ordena os termos do geral para o particular. 
Alternativas
Q3898018 Português
No trecho “Eu havia acabado de segurá-la para que ela passasse a pequena mão na água da fonte do jardim.” (linha 02), o termo em destaque refere-se a:
Alternativas
Q3897756 Português
A porta
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão 
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!

(Vinícius de Moraes)

A literatura infantojuvenil é destinada a crianças e adolescentes. O poema acima é um exemplo desse tipo de literatura. Pode-se afirmar que esse tipo de obra apresenta:

I.Tema e linguagem rebuscados, visto que os poemas são de difícil interpretação.
II.Personificação, pois atribui vida a objetos, recurso muito usado em literatura infantil.
III.Humor e diversão, pois provoca riso e curiosidade, características típicas da literatura para crianças.
IV.Elementos do cotidiano, pois apresenta situações familiares e facilmente compreendidas pelo público infantil.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3897750 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'.


O professor de História Régis Marques ouviu falar pela primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.

"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira notícia que encontrei relatava que a comunidade onde ela está inserida enfrentava insegurança devido à violência. A segunda reportagem mencionava que a escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.

"Também havia um terceiro texto que falava que, em uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola e fizeram algazarra durante a festa."

Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus, será que eu vou para essa escola mesmo?".

A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo assim, Régis aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola pública, que vivia enfrentando invasões, furtos e episódios de violência, ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade.

A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025 (World's Best School Prize), realizado pela Organização Britânica T4 Education.


Inspiração em modelo cubano


Para o diretor, o projeto mais transformador veio inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as famílias em suas residências.

Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica alunos com problemas de frequência ou indisciplina e marca um encontro com os responsáveis aos finais de semana.

É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula.

"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno, compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores muitas vezes não veem."

Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos,  um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos.

Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e Paulo Freire.

Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de polarização política — entre elas do Escola Sem Partido, movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica" nas escolas.

As lideranças servem de inspiração para um dos pilares pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da Não Violência.

Realizada anualmente em outubro, o evento envolve rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a proposta vai muito além de "ser bonzinho". 

"Não violência não é dar a outra face. Não violência é você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.

O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende que a pauta da escola é a união.

"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda, de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado 
"A escola Parque dos Sonhos transformou pesadelos em sonhos e muros em caminhos para a esperança."

Considerando o valor semântico que os sintagmas expressam no trecho, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q3897747 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'.


O professor de História Régis Marques ouviu falar pela primeira vez na Escola Estadual Parque dos Sonhos quando recebeu um telefonema, em 2016, da Diretoria de Ensino de Santos. Era um convite para ele assumir a direção da unidade, que fica em Cubatão, litoral paulista.

"Fui pesquisar na internet sobre a escola, e a primeira notícia que encontrei relatava que a comunidade onde ela está inserida enfrentava insegurança devido à violência. A segunda reportagem mencionava que a escola havia sido alvo de furto", conta o diretor.

"Também havia um terceiro texto que falava que, em uma festa junina, pessoas do tráfico entraram na escola e fizeram algazarra durante a festa."

Diante das manchetes, ele hesitou. "Pensei: Meu Deus, será que eu vou para essa escola mesmo?".

A má fama da escola era tanta que a Parque dos Sonhos ganhou o apelido de Parque dos Pesadelos. Mesmo assim, Régis aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola pública, que vivia enfrentando invasões, furtos e episódios de violência, ganhou um prêmio internacional com o reconhecimento do trabalho feito para mudar essa realidade.

A Parque dos Sonhos venceu na categoria "Superação de Adversidades". Em 15 de novembro, o diretor foi a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a cerimônia do Prêmio Melhor Escola do Mundo 2025 (World's Best School Prize), realizado pela Organização Britânica T4 Education.


Inspiração em modelo cubano


Para o diretor, o projeto mais transformador veio inspirado em um modelo cubano de educação: visitar as famílias em suas residências.

Batizado de "A escola vai à sua casa", o projeto identifica alunos com problemas de frequência ou indisciplina e marca um encontro com os responsáveis aos finais de semana.

É um jeito de compreender a vida dos alunos para além dos muros da escola, considerando que muitos atravessam condições precárias para chegar à sala de aula.

"É uma maneira de colocar-se no lugar do aluno, compreender as dificuldades que ele enfrenta e observar como é o seu ambiente doméstico", diz Régis." Tem muitas questões que os professores muitas vezes não veem."

Os corredores da escola também contam uma história. Em cada porta das salas de aula da Parque dos Sonhos,  um grafite de um personagem histórico ligado à luta pelos direitos humanos.

Figuras como o indiano Mahatma Gandhi, o sul-africano Nelson Mandela, a paquistanesa Malala Yousafzai, o uruguaio Pepe Mujica e os brasileiros Marielle Franco e Paulo Freire.

Nomes que já foram alvo de críticas em um contexto de polarização política — entre elas do Escola Sem Partido, movimento que prega o fim da "doutrinação ideológica" nas escolas.

As lideranças servem de inspiração para um dos pilares pedagógicos mais importantes da escola: a Semana da Não Violência.

Realizada anualmente em outubro, o evento envolve rodas de conversa, estudos sobre ícones pacifistas e práticas de justiça restaurativa. Segundo o diretor, a proposta vai muito além de "ser bonzinho". 

"Não violência não é dar a outra face. Não violência é você questionar o sistema que te oprime", afirma Régis.

O diretor afirma não temer críticas ideológicas e defende que a pauta da escola é a união.

"Aqui é uma escola que parte do princípio do que nos une, e não do que nos diferencia ou de tudo aquilo que nos afasta. Escuto todos, seja de direita, de esquerda, de centro, de extrema-direita, de extrema-esquerda."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o- adaptado 
Os gêneros textuais representam as diversas estruturas que organizam os textos utilizados no dia a dia, como cartas, reportagens, artigos, entre outros.

Considerando a organização do texto sobre a Escola Parque dos Sonhos e seus objetivos comunicativos, assinale a alternativa que indica corretamente o tipo textual predominante: 
Alternativas
Q3897201 Português


Adaptado de: BRUM, Eliane. A menina quebrada. Revista Época. 28/01/2013. Disponível em
<http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/a-menina-quebrada/>. Acesso em 18 jan.
2026.
Sobre a organização do segundo parágrafo do texto, é correto afirmar que ele se desenvolve preferencialmente a partir:
Alternativas
Q3897199 Português


Adaptado de: BRUM, Eliane. A menina quebrada. Revista Época. 28/01/2013. Disponível em
<http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/a-menina-quebrada/>. Acesso em 18 jan.
2026.
No trecho “Era mais uma denúncia” (linha 15), a palavra que, caso substituísse o termo destacado, melhor conservaria seu sentido seria: 
Alternativas
Q3897197 Português


Adaptado de: BRUM, Eliane. A menina quebrada. Revista Época. 28/01/2013. Disponível em
<http://elianebrum.com/opiniao/colunas-na-epoca/a-menina-quebrada/>. Acesso em 18 jan.
2026.
Da leitura do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3896931 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem


Q1_10.png (693×505)

Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026. 
Assinale a alternativa que reescreve, de forma coesa e coerente, conforme a norma padrão escrita e sem alteração de sentido, o trecho "[...] apesar desse histórico impressionante, uma equipe de ratos não inspira imediatamente confiança nas comunidades com as quais trabalha, mesmo que usem coletes com identificação" (linhas 19-20).
Alternativas
Q3896930 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem


Q1_10.png (693×505)

Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026. 
No trecho "havia muito mais ceticismo..." (linha 21), infere-se que:
Alternativas
Q3896929 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem


Q1_10.png (693×505)

Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026. 
Com base no texto, é correto afirmar que o trabalho dos ratos-gigantes-africanos:
Alternativas
Q3896928 Português
TEXTO: Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem


Q1_10.png (693×505)

Adaptado de: WATT, S.; KNIGHT, E. Os animais que realizam trabalhos que nem humanos ou robôs conseguem. BBC. Série Discovery. 2/2/2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o. Acesso em 3 fev. 2026. 
Assinale a alternativa que estabelece corretamente a relação semântica entre os termos no texto.
Alternativas
Q3896716 Português
O trabalho em equipe não se resume apenas à soma dos esforços individuais de um grupo de pessoas. Ele também envolve a integração de necessidades, expectativas, motivações e objetivos, tanto individuais quanto coletivos. Além disso, a interação entre os membros influencia profundamente a forma de pensar, sentir e agir de cada indivíduo, podendo modificar comportamentos e atitudes no ambiente de trabalho. As palavras abaixo relacionam-se ao texto. Dentre elas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
8721: A
8722: C
8723: B
8724: C
8725: E
8726: A
8727: B
8728: B
8729: C
8730: B
8731: D
8732: B
8733: B
8734: D
8735: A
8736: D
8737: A
8738: B
8739: B
8740: C