Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Q3868019 Português

LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.




     



  1. TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).
A palavra "contingente" (Linha 36) pode ser substituída, no trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3868018 Português

LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.




     



  1. TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).
A expressão "Este último" (Linha 66) retoma:
Alternativas
Q3868017 Português

LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.




     



  1. TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).
Considerando as escolhas argumentativas do texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3868016 Português

LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.




     



  1. TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).

Considerando as características e à função comunicativa do texto, é possível afirmar que se trata de: 



Alternativas
Q3867712 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade

        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.

        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.

        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.

        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.

         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.

        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.

        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.

(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Considerando as características apresentadas no texto sobre sinais de ansiedade, qual tipologia textual predomina?
Alternativas
Q3867711 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade

        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.

        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.

        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.

        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.

         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.

        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.

        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.

(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Com base no texto, qual das ações abaixo representa uma forma adequada de um leigo apoiar alguém que apresenta sinais de ansiedade?
Alternativas
Q3867710 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer

        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.

        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.

        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.

        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

No texto, identificam-se termos relacionados ao uso da Inteligência Artificial na triagem e no diagnóstico do câncer, pertencentes tanto ao campo da Medicina quanto ao da Tecnologia. Assinale a alternativa cujos termos fazem referência semântica a essas duas áreas.
Alternativas
Q3867709 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer

        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.

        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.

        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.

        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

No texto, sobre o papel da IA na triagem e no diagnóstico de câncer, o autor utiliza alguns tipos de argumentos para sustentar suas ideias. Qual das alternativas identifica corretamente exemplos de estratégias argumentativas presentes no texto?
Alternativas
Q3867707 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer

        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.

        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.

        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.

        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

A partir dos argumentos centrais apresentados no texto, por qual razão profissionais de saúde demonstram preocupação em relação ao uso crescente da Inteligência Artificial na triagem e no diagnóstico de câncer?
Alternativas
Q3867672 Português

Tendo em vista o contexto coesivo do trecho, analise as informações contidas nas assertivas abaixo.


“A pesquisa avançou significativamente no último ano, pois novas equipes foram incorporadas ao projeto, e esse reforço permitiu que métodos mais precisos fossem testados embora alguns resultados ainda dependam de validação externa.”.



I - O termo “pois” estabelece uma relação de causa entre o avanço da pesquisa e a incorporação de novas equipes;


II - A expressão “e esse reforço” retoma uma informação anterior por meio de coesão referencial, funcionando como reiteração anafórica;


III - O conector “embora” introduz uma relação de concessão que contrapõe o progresso descrito às limitações ainda existentes;


IV - A forma verbal “dependam” estabelece coesão por subordinação, mas não guarda relação semântica com a ideia de oposição presente no segmento anterior.



Pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3867671 Português

Relacione o foco principal da mensagem [elemento da comunicação] (Coluna 1) com sua aplicação (Coluna 2).



Coluna 1


(1) Referencial


(2) Metalinguística


(3) Apelativa (ou Conativa)


(4) Fática


(5) Poética



Coluna 2


(__) - Vincula-se ao destinatário, visando persuadir ou orientar.


(__) - Centra-se na mensagem, valorizando forma e estilo.


(__) - Aplicada conforme o contexto, trazendo informação objetiva.


(__) - Prioriza o código, explicando a própria língua.


(__) - Mantém o canal, isto é, o contato comunicativo.



Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?

Alternativas
Q3867667 Português
No trecho “O sol se pôs lentamente, tingindo o céu de tons alaranjados, e a brisa fresca espalhava o cheiro das flores.”. A tipologia predominante é: 
Alternativas
Q3867604 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
O texto apresenta diferentes trechos, desde relatos pessoais até opiniões de profissionais. Sobre a variação da linguagem em função da situação comunicativa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867600 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
A partir das falas do médico veterinário e do psicólogo clínico no texto, qual inferência discursiva mais adequada pode ser construída sobre o papel dos pets na vida contemporânea?
Alternativas
Q3867599 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Considerando a tipologia textual predominante no texto apresentado, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada. 
Alternativas
Q3867598 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Com base nas informações da pesquisa realizada pela Petz, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O fato de 88% dos entrevistados considerarem seus pets como membros da família permite inferir que a relação afetiva entre tutores e animais está se tornando mais valorizada socialmente.
II. Se 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida, é possível deduzir que, para essa parcela, os pets ocupam papel central no bem-estar emocional.
III. Como a pesquisa ouviu 753 pessoas, é possível afirmar que toda a sociedade brasileira pensa da mesma forma em relação aos pets.
Alternativas
Q3867597 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
No texto apresentado, por que o autor escolhe usar frases ditas diretamente pelos personagens (discurso direto)? 
Alternativas
Q3867596 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
A divisão do texto em duas partes — uma contendo relatos e dados sociais sobre a relação afetiva com os pets e outra com opiniões de profissionais — atende a qual finalidade discursivo-argumentativa predominante?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto IACP Órgão: Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL Provas: Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Arquiteto | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Assistente Social | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Bibliotecário | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Contador | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Coreógrafo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Dentista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Enfermeiro(a) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Farmacêutico | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fiscal de Tributos | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fisioterapeuta | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fonoaudiólogo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) do Trabalho | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) Ginecologista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Nutricionista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Profissional de Educação Física | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Psicólogo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q3867565 Português
Leia a frase:

“Ela adora ler Shakespeare.”

A figura de linguagem utilizada é metonímia porque ocorre:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto IACP Órgão: Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL Provas: Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Arquiteto | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Assistente Social | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Bibliotecário | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Contador | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Coreógrafo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Dentista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Enfermeiro(a) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Farmacêutico | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fiscal de Tributos | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fisioterapeuta | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Fonoaudiólogo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) do Trabalho | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Médico(a) Ginecologista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Nutricionista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Profissional de Educação Física | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Psicólogo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Santa Luzia do Norte - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q3867563 Português
No trecho de bula: ‘Administre o medicamento conforme orientação médica’, predomina a função: 
Alternativas
Respostas
8101: B
8102: D
8103: D
8104: C
8105: E
8106: C
8107: D
8108: C
8109: A
8110: B
8111: E
8112: C
8113: A
8114: A
8115: E
8116: C
8117: A
8118: D
8119: A
8120: D