Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4039120 Português
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Q13.png (341×374) Disponível em: https://www.instagram.com

A Pragmática é o ramo da ciência linguística que estuda como o contexto influencia o significado das palavras. No meme apresentado, pode-se afirmar, do ponto de vista pragmático, que:
Alternativas
Q4039108 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.


Q1_5.png (345×192)


    Em Produção textual na universidade, publicado em 2010 pela Parábola Editorial, Désirée Motta-Roth, doutora em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e Graciela Rabuske Hendges, doutora em Letras/Inglês pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), partem da máxima publish or perish – publique ou pereça – para apresentar subsídios teórico-práticos vinculados à leitura e à produção de gêneros discursivos, sobretudo baseadas nos pressupostos de John Malcolm Swales, que permeiam as nuances do letramento científico no contexto da Educação Superior. Nessa perspectiva, tendo como público-alvo estudantes universitários, as autoras, no decorrer do livro, perfazem uma trilha sistemática que se faz basilar para a produção de artigos acadêmicos em quaisquer que sejam as áreas de conhecimento, o que deve partir do levantamento dos trabalhos importantes atrelados à temática, seguindo-se da elaboração de resenhas sobre estes, desenvolvimento de um projeto de pesquisa, escrita do artigo acadêmico e, por fim, elaboração do resumo acadêmico/abstract.

    Notadamente, partindo da produção escrita como um processo complexo em que o artigo acadêmico, que é um produto, tem sua construção alicerçada na leitura e produção de vários outros gêneros do discurso circundantes na esfera acadêmico-científica, Motta-Roth e Hendges constroem um gênero de formação, como diria Navarro (2017), muito importante para estudantes que desejam se inteirar das práticas de produção de textos acadêmicos, especialmente no que tange ao artigo acadêmico. No decorrer do texto, as autoras exemplificam todo o processo de escrita acadêmica com gêneros produzidos em áreas do saber diversas, desde textos advindos da Medicina a textos da área da Economia, esclarecendo aspectos linguístico-textual-discursivos que são próprios e/ou mais comuns de cada área em específico. Ainda, ao final de alguns capítulos, as sugestões de atividades apresentadas, bem como a presença de modelos/esboços/direcionamentos didáticos de alguns dos gêneros discursivos acadêmicos discutidos no decorrer do livro, favorecem o desenvolvimento de habilidades de identificação e caracterização linguístico-textual-discursiva de gêneros acadêmicos, o que só tem a somar à formação acadêmico-científica dos universitários, constituindo-se importantes elementos para o trabalho docente na perspectiva do letramento científico. Dado o exposto, é nítida a relevância desta obra de Motta-Roth e Hendges, pois, além do seu caráter prático-didático, contempla um certo viés interdisciplinar por implementar ponte-exemplos com variadas áreas do saber, o que reforça o caráter do livro de atender a uma demanda da própria Academia, da graduação à pós, de nortear o processo de produção do artigo acadêmico enquanto elemento importante para a formação de cientistas e de divulgação de uma ciência de qualidade.


Disponível em: https://www.ataufpb.org [adaptado]
As características do gênero textual são definidas de acordo com a sua função social, assim como o contexto em que foi produzido. Sabendo disso, diante das características do texto, pode-se afirmar que se trata de:
Alternativas
Q4039061 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

 Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia. 

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

A organização de um texto envolve a articulação entre uma ideia central e informações que a explicam, complementam ou exemplificam. A análise da estrutura textual permite distinguir o núcleo temático do texto e identificar ideias secundárias ou inferências decorrentes das informações apresentadas.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4039056 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

 Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia. 

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

 A relação entre sociedade e tecnologia envolve mudanças contínuas nos hábitos de uso e nas formas de atribuir valor a determinados objetos do cotidiano. Inovações tecnológicas muitas vezes são apresentadas como inevitáveis, mas os usuários podem reinterpretar essas mudanças ao longo do tempo.


De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4039013 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo


Juros altos levam empresas à alavancagem

insustentável, dizem especialistas


    Empresas brasileiras passam por um período de pressão financeira sem precedentes recentes, marcado por uma combinação de juros elevados, crédito restrito e aumento do endividamento.


    Esse cenário tem pressionado o caixa das companhias e impulsionado os pedidos de recuperação judicial no país, que atingiram níveis recordes em 2025. Segundo pesquisa da Serasa Experian, somente no último ano, 2.466 empresas entraram com processos para reestruturar as contas.


    O fio condutor desse cenário é a Selic, que permaneceu estacionada em 15% ao ano durante boa parte do ano passado, o maior patamar em quase duas décadas. Com o custo do crédito nas alturas, empresas que se alavancaram durante o período de juros baixos passaram, portanto, a enfrentar uma conta cada vez mais difícil de fechar.


    Para o sócio do Granito Boneli Advogados e especialista em recuperação empresarial, Felipe Granito, essa transição de cenário deixou as empresas em uma situação de alavancagem financeira insustentável.


    Segundo o especialista, há, portanto, uma relação direta entre o ambiente de juros elevados e a crise enfrentada pelas empresas.


    Além disso, um levantamento realizado pela Serasa Experian apontou que, do início de 2025 até julho, 8 milhões de CNPJs brasileiros estavam negativados, com uma alta de 200 mil negócios no comparativo mensal.


    “Esse patamar de juros por tanto tempo, sem dúvida nenhuma, gera um impacto direto nesse momento de crise financeira. E existem ainda vários outros fatores geopolíticos e macroeconômicos que levam a gente a esse cenário de crise financeira”, afirma Granito.


    Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, o mecanismo de transmissão dos juros para a atividade empresarial ocorre, sobretudo, pelo encarecimento do crédito, essencial para financiar operações.


    “Quando a taxa de juros é elevada, o custo final aumenta e nem sempre as empresas conseguem repassar essa alta do custo financeiro para o preço final”, avalia Agostini.


    Além da alta dos juros, Felipe Granito ainda chama atenção para a limitação de acesso ao crédito no Brasil, especialmente entre empresas de menor porte.


Fonte: https://www.cnnbrasjl.com.brleconomia/macroeconomra/jurosaltos-levam-empresas-a-alavancagem insustentavel-dizem,especialistas/ (adaptado)

O texto articula dados, explicações e falas de especialistas para sustentar a ideia de que o ambiente econômico recente tem ampliado a fragilidade financeira das empresas brasileiras. Com base nas informações apresentadas, analise as assertivas a seguir:
I. O texto relaciona o aumento dos pedidos de recuperação judicial ao contexto de juros elevados, crédito restrito e crescimento do endividamento empresarial.
II. A permanência da Selic em patamar elevado é apresentada como fator que encareceu o credito e agravou a situação de empresas anteriormente alavancadas.
III. Segundo o texto, a crise financeira empresarial decorre exclusivamente da taxa de juros, dissociada de fatores geopolíticos ou macroeconômicos.
IV. O economista citado afirma que, em cenário de juros altos, as empresas sempre conseguem transferir integralmente o aumento do custo financeiro ao preço final.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4038901 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão 




Disponível em:https://br.pinterest.com/ricky9d/tirinhas-emportugu%C3%AAs-de-calvin-hobbes/ Acesso em 06 mar. 2023.

No trecho “Se eu resolver este problema...”, a palavra “problema” pode assumir diferentes sentidos dependendo do contexto. Na tirinha, o termo refere-se: 
Alternativas
Q4038899 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão 




Disponível em:https://br.pinterest.com/ricky9d/tirinhas-emportugu%C3%AAs-de-calvin-hobbes/ Acesso em 06 mar. 2023.

Ao dizer que “E aí transformo possibilidades instigantes em fatos desinteressantes”, Calvin sugere que:
Alternativas
Q4038898 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão 




Disponível em:https://br.pinterest.com/ricky9d/tirinhas-emportugu%C3%AAs-de-calvin-hobbes/ Acesso em 06 mar. 2023.

Quando Calvin afirma que prefere apreciar o “mistério” da matemática, pode-se inferir que ele:
Alternativas
Q4038897 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão 




Disponível em:https://br.pinterest.com/ricky9d/tirinhas-emportugu%C3%AAs-de-calvin-hobbes/ Acesso em 06 mar. 2023.

Na tirinha, Calvin afirma que não fará o dever de matemática e, ao observar um problema matemático, passa a refletir sobre o seu significado. O efeito de humor da tirinha decorre principalmente do fato de:
Alternativas
Q4038894 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão 



Fonte: https://www.dicio.com.br/meme/ Acesso em 06 mar 2026 


No trecho “Imagem, vídeo, frase, expressão, parte de um texto etc.”, essas palavras funcionam como:
Alternativas
Q4038893 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão 



Fonte: https://www.dicio.com.br/meme/ Acesso em 06 mar 2026 


De acordo com o texto da imagem, o meme pode ser entendido como:
Alternativas
Q4038892 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

No contexto do texto, a palavra “transformação” poderia ser substituída, sem alteração significativa de sentido, por:
Alternativas
Q4038891 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

No texto, a palavra “mercado” aparece no trecho: “...entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.” Considerando os conceitos de homonímia e polissemia, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4038884 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Segundo o professor Marcos Blaque, citado no texto, uma função importante da escola atualmente é:
Alternativas
Q4038883 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

De acordo com o texto, o avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho: 
Alternativas
Q4038665 Português
Para responder à questão. leia o texto abaixo.


Reciclagem sem desperdício: guia simples ao consumidor

      Separar o lixo reciclável em casa e um hábito cada vez mais comum, mas ainda cercado de dúvidas - principalmente sobre a limpeza das embalagens. Um dos pontos mais importantes, e menos conhecidos, é que não e necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para reciclagem. Basta retirar o excesso de alimento, evitando o uso desnecessário de água.
      A orientação ganha relevância em um país que ainda enf renta altos níveis de desperdício hídrico. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, bilhões de metros cúbicos de água tratada são perdidos todos os anos, o que reforça a importância de evitar usos desnecessários no dia a dia. Nesse contexto, atitudes simples - como não lavar embalagens que não precisam - contribuem diretamente para a preservação desse recurso.
      No caso das latas de alimentos, a recomendação é apenas remover os resíduos com uma colher ou papel. Para produtos com gordura, como pescados, o ideal é usar papel toalha. Já latas de tinta ou verniz podem ser descartadas após a secagem do material. Não é necessário lavar as embalagens com água, e rótulos ou tampas não precisam ser retirados, pois não impedem a reciclagem.
      Garrafas, potes e outras embalagens plásticas não precisam estar perfeitamente limpos, mas devem estar livres de restos de alimentos. Uma limpeza rápida, quando necessária, já é suficiente. Amassar garrafas PET e manter as tampas junto das embalagens ajuda na organização e na reciclagem.
      Papeis e caixas devem estar secos e sem sujeira. Materiais com gordura ou muito úmidos, como caixas de pizza engorduradas, podem não ser recicláveis. Desmontar caixas de papelão facilita o armazenamento e o transporte.
      Além de facilitar o trabalho das cooperativas e da indústria, a separação correta dos resíduos aumenta as chances de reciclagem e reduz o volume de lixo enviado a aterros. Quando materiais chegam muito sujos, eles podem ser descartados, perdendo valor e deixando de retornar ao ciclo produtivo.
      Pequenas mudanças de hábito, portanto, fazem diferença. Ao evitar o desperdício de água e descartar corretamente os resíduos, o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente e acessível.

Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlblogs/pedrocortes/nacional/brasil/reciclagem-sem-desperdicio-guia-simples-ao-consumidor/ (adaptado)
No trecho o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente, o antônimo adequado para a palavra eficiente é:
Alternativas
Q4038660 Português
Para responder à questão. leia o texto abaixo.


Reciclagem sem desperdício: guia simples ao consumidor

      Separar o lixo reciclável em casa e um hábito cada vez mais comum, mas ainda cercado de dúvidas - principalmente sobre a limpeza das embalagens. Um dos pontos mais importantes, e menos conhecidos, é que não e necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para reciclagem. Basta retirar o excesso de alimento, evitando o uso desnecessário de água.
      A orientação ganha relevância em um país que ainda enf renta altos níveis de desperdício hídrico. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, bilhões de metros cúbicos de água tratada são perdidos todos os anos, o que reforça a importância de evitar usos desnecessários no dia a dia. Nesse contexto, atitudes simples - como não lavar embalagens que não precisam - contribuem diretamente para a preservação desse recurso.
      No caso das latas de alimentos, a recomendação é apenas remover os resíduos com uma colher ou papel. Para produtos com gordura, como pescados, o ideal é usar papel toalha. Já latas de tinta ou verniz podem ser descartadas após a secagem do material. Não é necessário lavar as embalagens com água, e rótulos ou tampas não precisam ser retirados, pois não impedem a reciclagem.
      Garrafas, potes e outras embalagens plásticas não precisam estar perfeitamente limpos, mas devem estar livres de restos de alimentos. Uma limpeza rápida, quando necessária, já é suficiente. Amassar garrafas PET e manter as tampas junto das embalagens ajuda na organização e na reciclagem.
      Papeis e caixas devem estar secos e sem sujeira. Materiais com gordura ou muito úmidos, como caixas de pizza engorduradas, podem não ser recicláveis. Desmontar caixas de papelão facilita o armazenamento e o transporte.
      Além de facilitar o trabalho das cooperativas e da indústria, a separação correta dos resíduos aumenta as chances de reciclagem e reduz o volume de lixo enviado a aterros. Quando materiais chegam muito sujos, eles podem ser descartados, perdendo valor e deixando de retornar ao ciclo produtivo.
      Pequenas mudanças de hábito, portanto, fazem diferença. Ao evitar o desperdício de água e descartar corretamente os resíduos, o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente e acessível.

Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlblogs/pedrocortes/nacional/brasil/reciclagem-sem-desperdicio-guia-simples-ao-consumidor/ (adaptado)
O sentido de palavras e expressões no texto permite a substituição de termos sem que haja perda da mensagem. No trecho “A orientação ganha relevância em um país que ainda enfrenta altos níveis de desperdício hídrico”, a palavra relevância poderia ser substituída, sem alteração do sentido original, por:
Alternativas
Q4038659 Português
Para responder à questão. leia o texto abaixo.


Reciclagem sem desperdício: guia simples ao consumidor

      Separar o lixo reciclável em casa e um hábito cada vez mais comum, mas ainda cercado de dúvidas - principalmente sobre a limpeza das embalagens. Um dos pontos mais importantes, e menos conhecidos, é que não e necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para reciclagem. Basta retirar o excesso de alimento, evitando o uso desnecessário de água.
      A orientação ganha relevância em um país que ainda enf renta altos níveis de desperdício hídrico. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, bilhões de metros cúbicos de água tratada são perdidos todos os anos, o que reforça a importância de evitar usos desnecessários no dia a dia. Nesse contexto, atitudes simples - como não lavar embalagens que não precisam - contribuem diretamente para a preservação desse recurso.
      No caso das latas de alimentos, a recomendação é apenas remover os resíduos com uma colher ou papel. Para produtos com gordura, como pescados, o ideal é usar papel toalha. Já latas de tinta ou verniz podem ser descartadas após a secagem do material. Não é necessário lavar as embalagens com água, e rótulos ou tampas não precisam ser retirados, pois não impedem a reciclagem.
      Garrafas, potes e outras embalagens plásticas não precisam estar perfeitamente limpos, mas devem estar livres de restos de alimentos. Uma limpeza rápida, quando necessária, já é suficiente. Amassar garrafas PET e manter as tampas junto das embalagens ajuda na organização e na reciclagem.
      Papeis e caixas devem estar secos e sem sujeira. Materiais com gordura ou muito úmidos, como caixas de pizza engorduradas, podem não ser recicláveis. Desmontar caixas de papelão facilita o armazenamento e o transporte.
      Além de facilitar o trabalho das cooperativas e da indústria, a separação correta dos resíduos aumenta as chances de reciclagem e reduz o volume de lixo enviado a aterros. Quando materiais chegam muito sujos, eles podem ser descartados, perdendo valor e deixando de retornar ao ciclo produtivo.
      Pequenas mudanças de hábito, portanto, fazem diferença. Ao evitar o desperdício de água e descartar corretamente os resíduos, o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente e acessível.

Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlblogs/pedrocortes/nacional/brasil/reciclagem-sem-desperdicio-guia-simples-ao-consumidor/ (adaptado)
Analise as partes que seguem: O texto afirma de modo direto que não é necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para a reciclagem (1º parte). Além disso, segundo dados do Instituto Trata Brasil, a economia de água nas residências e irrelevante, pois o país não enfrenta problemas de desperdício hídrico atualmente (2º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que 
Alternativas
Q4038658 Português
Para responder à questão. leia o texto abaixo.


Reciclagem sem desperdício: guia simples ao consumidor

      Separar o lixo reciclável em casa e um hábito cada vez mais comum, mas ainda cercado de dúvidas - principalmente sobre a limpeza das embalagens. Um dos pontos mais importantes, e menos conhecidos, é que não e necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para reciclagem. Basta retirar o excesso de alimento, evitando o uso desnecessário de água.
      A orientação ganha relevância em um país que ainda enf renta altos níveis de desperdício hídrico. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, bilhões de metros cúbicos de água tratada são perdidos todos os anos, o que reforça a importância de evitar usos desnecessários no dia a dia. Nesse contexto, atitudes simples - como não lavar embalagens que não precisam - contribuem diretamente para a preservação desse recurso.
      No caso das latas de alimentos, a recomendação é apenas remover os resíduos com uma colher ou papel. Para produtos com gordura, como pescados, o ideal é usar papel toalha. Já latas de tinta ou verniz podem ser descartadas após a secagem do material. Não é necessário lavar as embalagens com água, e rótulos ou tampas não precisam ser retirados, pois não impedem a reciclagem.
      Garrafas, potes e outras embalagens plásticas não precisam estar perfeitamente limpos, mas devem estar livres de restos de alimentos. Uma limpeza rápida, quando necessária, já é suficiente. Amassar garrafas PET e manter as tampas junto das embalagens ajuda na organização e na reciclagem.
      Papeis e caixas devem estar secos e sem sujeira. Materiais com gordura ou muito úmidos, como caixas de pizza engorduradas, podem não ser recicláveis. Desmontar caixas de papelão facilita o armazenamento e o transporte.
      Além de facilitar o trabalho das cooperativas e da indústria, a separação correta dos resíduos aumenta as chances de reciclagem e reduz o volume de lixo enviado a aterros. Quando materiais chegam muito sujos, eles podem ser descartados, perdendo valor e deixando de retornar ao ciclo produtivo.
      Pequenas mudanças de hábito, portanto, fazem diferença. Ao evitar o desperdício de água e descartar corretamente os resíduos, o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente e acessível.

Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlblogs/pedrocortes/nacional/brasil/reciclagem-sem-desperdicio-guia-simples-ao-consumidor/ (adaptado)
Questão 01. O texto aborda o hábito de separar o lixo em casa. Considerando o assunto e a estruturação das informações, assinale a alternativa que indica CORRETATVENTE a intenção comunicativa principal do autor. 
Alternativas
Q4038473 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.


                                                            


Fonte: Cazo

Na charge, o homem tenta tranquilizar o pássaro dizendo: NÃO SE PREOCUPE, NÃO É UM INCÊNDIO, É SÓ UMA INTERVENÇÃO ARTÍSTICA. Diante disso, analise as partes que seguem:
(1a parte): O personagem utiliza uma linguagem atenuada e irônica para minimizar a gravidade do seu ato destrutivo, classificando o fogo criminoso que consome a árvore apenas como uma intervenção da arte.
(2a parte): O símbolo do cifrão monetário estampado em sua gravata evidencia para o leitor que a verdadeira motivação para esse desmatamento não é a cultura, mas sim a profunda ganância e a busca pelo lucro financeiro.
Acerca disso, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
6201: D
6202: C
6203: C
6204: B
6205: C
6206: E
6207: C
6208: B
6209: C
6210: B
6211: B
6212: E
6213: B
6214: B
6215: C
6216: B
6217: C
6218: A
6219: B
6220: C