Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3680453 Português

Observe as sentenças a seguir.


I. Trazia bebidas finas, todas importadas, queria impressionar os convidados.

II. Os supermercados costumam queimar seus estoques ao final de cada mês, por conta dos prazos de validade dos alimentos.

III. Os textos de Conceição Evaristo são joias da literatura brasileira.


O uso de linguagem conotativa:

Alternativas
Q3680441 Português

Texto para responder à questão.


Rimas em língua de sinais: como rappers surdos estão mudando a música 



Em abril de 2023, o DJ americano Supalee organizou o evento Supafest Reunion 2023 para celebrar os artistas e promotores da comunidade surda dos Estados Unidos. (...) Muitos desses artistas, ativistas e empresários contribuíram para uma cena de hip hop cada vez maior dentro da comunidade surda, que inclui um subgênero do rap conhecido como dip hop. À medida que o hip hop celebra seu 50º aniversário, cinco décadas de seu impacto cultural reverberam nos ambientes mainstream e underground. O que teve origem no Bronx, em Nova York, pode agora ser encontrado um pouco por todo o mundo, assumindo novas formas à medida que evoluiu numa diversidade de espaços e lugares (...). Dip hop é um dos muitos estilos de rap que se desenvolveram ao longo dos anos. Mas se destaca de outros subgêneros do hip hop porque os rappers criam rimas em línguas de sinais e músicas baseadas em suas experiências culturais na comunidade surda.


O nascimento de um movimento musical


Em 2005, o rapper Warren “Wawa” Snipe criou o termo “DIP HOP” em ASL e em inglês para classificar um estilo de rap em desenvolvimento na comunidade surda. Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda. (...) De muitas maneiras, o dip hop seguiu uma trajetória não muito diferente do hip hop. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, DJs surdos e empresários do entretenimento organizaram festas (...), eventos noturnos e reuniões sociais. Esses locais ofereceram oportunidades para rappers, DJs, dançarinos e outros artistas começarem a desenvolver e explorar seu próprio estilo de hip hop e se conectar com outros rappers e DJs. Cidades com escolas para surdos serviram como centros culturais para networking musical. (...) Além disso, maior acesso à tecnologia de gravação, sites de streaming de vídeo e mídias sociais deram aos artistas surdos ferramentas para criar música e se conectar com outros artistas e fãs. Embora a incorporação da linguagem de sinais seja um elemento fundamental do dip hop — e permaneça na vanguarda da definição desse estilo — o dip hop se estende muito além da criação de canções de rap originais em linguagem de sinais. Ele envolve expressão musical que é moldada através do prisma cultural surdo — canções que reorientam as noções dominantes do que pode ser considerado música. Ao mesmo tempo, cada artista tem seu próprio estilo de rap, com performances de dip hop assumindo uma variedade de formas e estruturas diferentes. Por exemplo, alguns artistas de dip hop trabalham com linguagens orais e manuais para tornar sua música acessível a pessoas que ouvem. Há aqueles que tocam nos dois idiomas simultaneamente, e outros que pré-gravam sua faixa vocal, que toca ao fundo enquanto eles fazem rap em língua de sinais. (...) Dip hop, como muitos estilos de música, ganha vida por meio de apresentações ao vivo. Os artistas se movem pelo palco com as mãos voando no ar enquanto o público pulsa ao ritmo da batida do baixo. Alguns artistas mergulham ainda mais seu público na experiência musical usando instrumentos e equipamentos especializados, como subwoofers, objetos que podem conduzir vibrações como balões, ou novas formas de tecnologia háptica (tecnologias que um usuário experimenta por meio do sentido do tato). (...)


Entrando no 'mainstream'


Os artistas do dip hop têm lutado para serem reconhecidos como músicos — para que sua arte seja o foco das atenções, em vez do fato de serem surdos ou deficientes auditivos. (...) Em 2009, o rapper finlandês Marko “Signmark” Vuoriheimo assinou um contrato com a gravadora Warner Music Finland (...). Foi a primeira vez na história que um artista surdo assinou contrato com uma grande gravadora. (...) À medida que o dip hop evolui, ele continua a ultrapassar os limites da convenção. (...)


 BBC News. Adaptado. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cernnp4xrwzo

Considere o excerto: “Embora os artistas desse estilo identifiquem sua música de maneiras diferentes — alguns usam rótulos como “deaf rap”, “deaf hip-hop” e “sign rap” — a designação dip hop vai além de adicionar um qualificador ao gênero musical mais amplo de rap. Em vez disso, indica um estilo independente fundamentado no hip hop e na cultura surda.” Na última sentença do excerto apresentado, verificase, em termos de recursos coesivos:
Alternativas
Q3680315 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em:https://tirasarmandinho.tumblr.com/


 O que o pai quis transmitir ao dizer a frase "A gente não pode abraçar o mundo...", e como essa afirmação se relaciona com a perspectiva de Armandinho sobre a necessidade de abraços no mundo?

Alternativas
Q3680312 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em:https://tirasarmandinho.tumblr.com/


No diálogo entre Armandinho e sua amiga, o que a amiga quer dizer quando afirma: "Claro… era questão de tempo"?

Alternativas
Q3680311 Português

"Quando Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso."


 Franz Kafka (A Metamorfose)


No trecho, a palavra "metamorfoseado" poderia ser substituída, sem alterar o sentido da frase, por:

Alternativas
Q3680309 Português

“Porque, se morrer não custa muito, viver âs vezes custa um bocado.”


No trecho, o autor utiliza o advérbio "às vezes" para modificar o verbo "custa". Qual é o sentido que o advérbio acrescenta à frase?

Alternativas
Q3680308 Português

"Numa meia-noite, eu, fraco e cansado, lá do estudo, quase adormecido."


Edgar Allan Poe (O Corvo)


No trecho, a palavra "fraco" se opõe semanticamente a:

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Q3680306 Português
Rápido, ela lhe disse: 'Nossos irmãos?' e ele respondeu: 'Agora nós estamos sozinhos na casa. Nossos irmãos partiram ontem à noite. Não sobrou ninguém além de nós dois. Mas agora não temos nada a temer. Eles foram embora e nós podemos ficar aqui tranquilos.' Ela o olhou com suspeita, uma suspeita repentina e fria que fez seu estômago apertar. A casa, antes barulhenta com a presença dos irmãos, agora parecia estranhamente silenciosa e vazia.
Casa Tomada - Julio Cortázar
Qual é o sentimento apresentado pela personagem feminina ao ouvir a resposta do personagem masculino?
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Q3680305 Português

“Do jeito que as coisas vão, a próxima Olimpíada terá a seguinte prova: um cidadão de São Paulo sai do trabalho às 5 da tarde e tem que pegar um táxi no aeroporto do Galeão, no Rio, âs 6.”


O trecho faz uso de uma ironia para criticar qual situação comum na sociedade?

Alternativas
Q3680304 Português

Leia o texto para responder a questão.

Cafezinho 

Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

- Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:

- Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

- Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

- Ele está?

- Alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

- Ele disse que ia tomar um cafezinho…

 Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

- Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Rubem Braga

Qual é a atitude do repórter em relação ao delegado que foi tomar um cafezinho?
Alternativas
Q3680303 Português

Leia o texto para responder a questão.

Cafezinho 

Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

- Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:

- Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

- Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

- Ele está?

- Alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

- Ele disse que ia tomar um cafezinho…

 Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

- Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Rubem Braga

Qual é a visão do autor sobre a atitude de "tomar um cafezinho" como forma de evasão?
Alternativas
Q3680302 Português

Leia o texto para responder a questão.

Cafezinho 

Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

- Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:

- Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

- Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

- Ele está?

- Alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

- Ele disse que ia tomar um cafezinho…

 Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

- Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Rubem Braga

Como o autor sugere que as pessoas deixem recados quando forem tomar um café?
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Q3680301 Português

Leia o texto para responder a questão.

Cafezinho 

Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.

Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:

- Ele foi tomar café.

A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:

- Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.

Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:

- Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:

- Ele está?

- Alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:

- Ele disse que ia tomar um cafezinho…

 Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:

- Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí…

Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.

Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.


Rubem Braga

O texto sugere que a expressão "Ele foi tomar um café" é usada como uma justificativa para:
Alternativas
Q3680294 Português

Leia o texto a seguir.


Com o sucesso dos aplicativos de entrega, impulsionados pela pandemia, o número de entregadores no Brasil cresceu rapidamente. Eram apenas 33 mil em 2016; no final de 2022, eram 383 mil. O crescimento se deu tanto entre os entregadores de moto (que são, ao todo, 323 mil) quanto entre aqueles que usam outros veículos (55,5 mil).


Disponível em: . Acesso em: 06 abr. 2023.


O aumento do número de entregadores que trabalham para aplicativos indica 

Alternativas
Q3680291 Português

Leia o texto a seguir.


Consumo de carne bovina no Brasil cai ao menor nível em 18 anos.


Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2023.


Aqueda histórica no consumo de carne no Brasil, nos últimos anos, tem como uma de suas causas  

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Q3680279 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Quando as plantas são submetidas a algum tipo de estresse, elas emitem sons em uma frequência que os humanos não conseguem ouvir, mas são semelhantes ao estouro de plástico bolha. Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância e seu volume é semelhante ao de uma conversa normal. Uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, publicada na revista Cell, estudou esses sons em plantas de tomate e tabaco "estressadas", seja devido à falta de água ou porque um caule foi cortado.


Disponível em: . Acesso em: 03 mar. 2023. [Adaptado].

Na oração “Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância”, o pronome “ele” retoma o substantivo
Alternativas
Q3680278 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Quando as plantas são submetidas a algum tipo de estresse, elas emitem sons em uma frequência que os humanos não conseguem ouvir, mas são semelhantes ao estouro de plástico bolha. Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância e seu volume é semelhante ao de uma conversa normal. Uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, publicada na revista Cell, estudou esses sons em plantas de tomate e tabaco "estressadas", seja devido à falta de água ou porque um caule foi cortado.


Disponível em: . Acesso em: 03 mar. 2023. [Adaptado].

O tema central da notícia do Texto 3 trata das 
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Q3680275 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Comemora-se o Dia da Educação em 15 de março. Já dizia um pensador outrora: “Se a educação é cara, experimente pagar o preço da ignorância”. Pois bem, em 2019, o mundo foi assolado pela Covid-19, uma das maiores pandemias da história da humanidade. Em curto espaço de tempo, medidas sanitárias adotadas em caráter emergencial transformaram as relações sociais do planeta. Dentre elas, o isolamento, o distanciamento, o uso de máscaras, a necessidade de higienizar as mãos com frequência e a limpeza cuidadosa dos ambientes coletivos. A exigência de tais protocolos e a espera pela imunização de professores e alunos dificultaram o funcionamento das escolas, prejudicando a saúde física, emocional e cognitiva de jovens e crianças. A partir dessa realidade, a função social da escola ganha destaque e nasce uma nova forma de ser e pensar a educação para as futuras gerações.


Disponível em: . Acesso em: 04 mar. 2023.

O argumento central desta carta do leitor é o fato de a pandemia da Covid-19 ter mostrado que a função social da educação deve
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Q3680273 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Uma verdade universal que não varia de acordo com o hemisfério ou a cultura, a riqueza ou a pobreza, a religião ou a cor da pele. Talvez o único traço que una gregos e troianos [...]: não há, jamais, em nenhum hotel, pasta de dentes. [...] Escovar os dentes é mais importante até do que tomar banho. Claro, eu indico (e sigo a orientação) que se faça os dois com bastante regularidade, mas é possível acordar, lavar o rosto, escovar os dentes e sair pro mundo. Intolerável, contudo, é acordar, tomar banho, NÃO escovar os dentes e sair por aí. Pasta de dentes é um troço fácil de se esquecer. [...]. Aí você chega no hotel de madrugada. Se dá conta de que esqueceu a pasta. Liga na portaria. Teriam pasta de dentes pra vender? Não, eles não têm. É um dogma. [...] Que ojeriza ao flúor é essa capaz de vencer até o amor ao vil metal? Os hotéis ganhariam muito entrando no mercado das pastas. Como fazem com tudo, jogariam o preço nas alturas. "Sim, senhor Antônio, temos aqui uma Colgate Antitártaro por R$39,99 e uma Oral B branqueadora por R$54,00." "Beleza. Manda aí a Colgate, então. Mais um misto e duas Cocas-zero." Mas não. Se recusam.


Disponível em: . Acesso em: 03 mar. 2023. [Adaptado].

No final do Texto 1, para enfatizar o suposto “dogma” contra a venda de pasta de dentes nos hotéis, o autor faz uso do recurso da 
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Q3680272 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Uma verdade universal que não varia de acordo com o hemisfério ou a cultura, a riqueza ou a pobreza, a religião ou a cor da pele. Talvez o único traço que una gregos e troianos [...]: não há, jamais, em nenhum hotel, pasta de dentes. [...] Escovar os dentes é mais importante até do que tomar banho. Claro, eu indico (e sigo a orientação) que se faça os dois com bastante regularidade, mas é possível acordar, lavar o rosto, escovar os dentes e sair pro mundo. Intolerável, contudo, é acordar, tomar banho, NÃO escovar os dentes e sair por aí. Pasta de dentes é um troço fácil de se esquecer. [...]. Aí você chega no hotel de madrugada. Se dá conta de que esqueceu a pasta. Liga na portaria. Teriam pasta de dentes pra vender? Não, eles não têm. É um dogma. [...] Que ojeriza ao flúor é essa capaz de vencer até o amor ao vil metal? Os hotéis ganhariam muito entrando no mercado das pastas. Como fazem com tudo, jogariam o preço nas alturas. "Sim, senhor Antônio, temos aqui uma Colgate Antitártaro por R$39,99 e uma Oral B branqueadora por R$54,00." "Beleza. Manda aí a Colgate, então. Mais um misto e duas Cocas-zero." Mas não. Se recusam.


Disponível em: . Acesso em: 03 mar. 2023. [Adaptado].

Na frase “Pasta de dentes é um troço fácil de se esquecer”, a escolha da palavra “troço” é um recurso estilístico característico da língua 
Alternativas
Respostas
42221: C
42222: A
42223: B
42224: D
42225: B
42226: C
42227: A
42228: C
42229: D
42230: A
42231: A
42232: C
42233: A
42234: D
42235: B
42236: B
42237: C
42238: C
42239: D
42240: B