Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2439209 Português
TEXTO I



A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E SUA SÍNDROME DA GAIOLA DE OURO



        A violência contra a mulher trata-se de um dos assuntos mais polêmicos do nosso meio social. Diante de tamanha vulnerabilidade a qual a mulher se encontra, fora criada a Lei Maria da Penha, regulamentada pela legislação 11.340/06. Essa norma legislativa prevê uma série de direitos e garantias em prol da mulher, direitos esses que vem como forma de corrigir uma sociedade machista com a qual nossa sociedade atualmente convive.

      Hodiernamente, muito se fala sobre ‘’Empoderamento da mulher’’, no sentido de corrigir essa desigualdade entre homens e mulheres. Mas, infelizmente, em se tratando de violência contra as mulheres no geral, o Brasil em termos estatísticos, passou do 7º lugar para o 5º lugar no mundo. Com isso, analisando determinados dados, verifica-se que o maior grau de vulnerabilidade é da mulher, motivo pelo qual a Lei Maria da Penha é direcionada para o gênero feminino.

       E diante de um problema histórico de tamanha relevância, o direito penal utiliza a terminologia ‘’Síndrome da gaiola de ouro’’, muito bem colocada por sinal, com o intuito de demonstrar que a violência doméstica contra a mulher a enclausura numa ‘’gaiola’’. Ressaltando assim as diversas peculiaridades dos relacionamentos de mulheres que se encontram no ápice da pirâmide social e que, em razão do alto status social, muitas vezes, não conseguem deixar seus relacionamentos.

        Tal síndrome, trata-se de uma violência psicológica contra a mulher e se manifesta quando o agressor passa a encarar a mulher inserida na alta sociedade como um enfeite ou mero adorno para um relacionamento de “fachada”, aprisionando-a de forma sutil numa gaiola de ouro, impedindo-a, assim, de seguir seu próprio destino, de ditar os rumos da própria vida.

         Diante de tal situação, muitas vezes, a mulher como forma de manter um “status social” elevado, acaba se submetendo a um verdadeiro cativeiro emocional, vivendo assim em uma “Gaiola de ouro” em troca de sua liberdade e preferindo se submeter a violência e fingir um relacionamento de sucesso com o intuito de prestigiar seus anseios e o ego social.

      Contudo, na esteira da contemporaneidade, diante de tantos avanços legislativos e proteção à vulnerabilidade da mulher, cabe as mulheres mostrarem posicionamento e segurança em suas ações e atitudes. E enxergarem a lei maria da Penha como uma legislação preventiva e não tão só repressiva, tomando atitudes de forma imediata diante de qualquer forma de violência, e, não se deixando serem “enclausuradas” em uma gaiola de ouro ou até mesmo de bijuteria. 



(Autora: Jéssica Lima. Publicado em 24/07/2019. Site Jurídico Certo. Disponível em https://juridicocerto.com/p/jessica-limadv/artigos/a-violencia-contra-a-mulher-e-sua-sindrome-da-gaiola-de-ouro-5203).
Em sua conclusão, a autora defende qual dos pontos de vista abaixo:
Alternativas
Q2439208 Português
TEXTO I



A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E SUA SÍNDROME DA GAIOLA DE OURO



        A violência contra a mulher trata-se de um dos assuntos mais polêmicos do nosso meio social. Diante de tamanha vulnerabilidade a qual a mulher se encontra, fora criada a Lei Maria da Penha, regulamentada pela legislação 11.340/06. Essa norma legislativa prevê uma série de direitos e garantias em prol da mulher, direitos esses que vem como forma de corrigir uma sociedade machista com a qual nossa sociedade atualmente convive.

      Hodiernamente, muito se fala sobre ‘’Empoderamento da mulher’’, no sentido de corrigir essa desigualdade entre homens e mulheres. Mas, infelizmente, em se tratando de violência contra as mulheres no geral, o Brasil em termos estatísticos, passou do 7º lugar para o 5º lugar no mundo. Com isso, analisando determinados dados, verifica-se que o maior grau de vulnerabilidade é da mulher, motivo pelo qual a Lei Maria da Penha é direcionada para o gênero feminino.

       E diante de um problema histórico de tamanha relevância, o direito penal utiliza a terminologia ‘’Síndrome da gaiola de ouro’’, muito bem colocada por sinal, com o intuito de demonstrar que a violência doméstica contra a mulher a enclausura numa ‘’gaiola’’. Ressaltando assim as diversas peculiaridades dos relacionamentos de mulheres que se encontram no ápice da pirâmide social e que, em razão do alto status social, muitas vezes, não conseguem deixar seus relacionamentos.

        Tal síndrome, trata-se de uma violência psicológica contra a mulher e se manifesta quando o agressor passa a encarar a mulher inserida na alta sociedade como um enfeite ou mero adorno para um relacionamento de “fachada”, aprisionando-a de forma sutil numa gaiola de ouro, impedindo-a, assim, de seguir seu próprio destino, de ditar os rumos da própria vida.

         Diante de tal situação, muitas vezes, a mulher como forma de manter um “status social” elevado, acaba se submetendo a um verdadeiro cativeiro emocional, vivendo assim em uma “Gaiola de ouro” em troca de sua liberdade e preferindo se submeter a violência e fingir um relacionamento de sucesso com o intuito de prestigiar seus anseios e o ego social.

      Contudo, na esteira da contemporaneidade, diante de tantos avanços legislativos e proteção à vulnerabilidade da mulher, cabe as mulheres mostrarem posicionamento e segurança em suas ações e atitudes. E enxergarem a lei maria da Penha como uma legislação preventiva e não tão só repressiva, tomando atitudes de forma imediata diante de qualquer forma de violência, e, não se deixando serem “enclausuradas” em uma gaiola de ouro ou até mesmo de bijuteria. 



(Autora: Jéssica Lima. Publicado em 24/07/2019. Site Jurídico Certo. Disponível em https://juridicocerto.com/p/jessica-limadv/artigos/a-violencia-contra-a-mulher-e-sua-sindrome-da-gaiola-de-ouro-5203).
Segundo a leitura do texto, a Lei Maria da Penha:
Alternativas
Q2439207 Português
TEXTO I



A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E SUA SÍNDROME DA GAIOLA DE OURO



        A violência contra a mulher trata-se de um dos assuntos mais polêmicos do nosso meio social. Diante de tamanha vulnerabilidade a qual a mulher se encontra, fora criada a Lei Maria da Penha, regulamentada pela legislação 11.340/06. Essa norma legislativa prevê uma série de direitos e garantias em prol da mulher, direitos esses que vem como forma de corrigir uma sociedade machista com a qual nossa sociedade atualmente convive.

      Hodiernamente, muito se fala sobre ‘’Empoderamento da mulher’’, no sentido de corrigir essa desigualdade entre homens e mulheres. Mas, infelizmente, em se tratando de violência contra as mulheres no geral, o Brasil em termos estatísticos, passou do 7º lugar para o 5º lugar no mundo. Com isso, analisando determinados dados, verifica-se que o maior grau de vulnerabilidade é da mulher, motivo pelo qual a Lei Maria da Penha é direcionada para o gênero feminino.

       E diante de um problema histórico de tamanha relevância, o direito penal utiliza a terminologia ‘’Síndrome da gaiola de ouro’’, muito bem colocada por sinal, com o intuito de demonstrar que a violência doméstica contra a mulher a enclausura numa ‘’gaiola’’. Ressaltando assim as diversas peculiaridades dos relacionamentos de mulheres que se encontram no ápice da pirâmide social e que, em razão do alto status social, muitas vezes, não conseguem deixar seus relacionamentos.

        Tal síndrome, trata-se de uma violência psicológica contra a mulher e se manifesta quando o agressor passa a encarar a mulher inserida na alta sociedade como um enfeite ou mero adorno para um relacionamento de “fachada”, aprisionando-a de forma sutil numa gaiola de ouro, impedindo-a, assim, de seguir seu próprio destino, de ditar os rumos da própria vida.

         Diante de tal situação, muitas vezes, a mulher como forma de manter um “status social” elevado, acaba se submetendo a um verdadeiro cativeiro emocional, vivendo assim em uma “Gaiola de ouro” em troca de sua liberdade e preferindo se submeter a violência e fingir um relacionamento de sucesso com o intuito de prestigiar seus anseios e o ego social.

      Contudo, na esteira da contemporaneidade, diante de tantos avanços legislativos e proteção à vulnerabilidade da mulher, cabe as mulheres mostrarem posicionamento e segurança em suas ações e atitudes. E enxergarem a lei maria da Penha como uma legislação preventiva e não tão só repressiva, tomando atitudes de forma imediata diante de qualquer forma de violência, e, não se deixando serem “enclausuradas” em uma gaiola de ouro ou até mesmo de bijuteria. 



(Autora: Jéssica Lima. Publicado em 24/07/2019. Site Jurídico Certo. Disponível em https://juridicocerto.com/p/jessica-limadv/artigos/a-violencia-contra-a-mulher-e-sua-sindrome-da-gaiola-de-ouro-5203).
Pela definição trazida no texto, podemos dizer corretamente que a “Síndrome da Gaiola de Ouro”:
Alternativas
Q2439206 Português
TEXTO I



A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E SUA SÍNDROME DA GAIOLA DE OURO



        A violência contra a mulher trata-se de um dos assuntos mais polêmicos do nosso meio social. Diante de tamanha vulnerabilidade a qual a mulher se encontra, fora criada a Lei Maria da Penha, regulamentada pela legislação 11.340/06. Essa norma legislativa prevê uma série de direitos e garantias em prol da mulher, direitos esses que vem como forma de corrigir uma sociedade machista com a qual nossa sociedade atualmente convive.

      Hodiernamente, muito se fala sobre ‘’Empoderamento da mulher’’, no sentido de corrigir essa desigualdade entre homens e mulheres. Mas, infelizmente, em se tratando de violência contra as mulheres no geral, o Brasil em termos estatísticos, passou do 7º lugar para o 5º lugar no mundo. Com isso, analisando determinados dados, verifica-se que o maior grau de vulnerabilidade é da mulher, motivo pelo qual a Lei Maria da Penha é direcionada para o gênero feminino.

       E diante de um problema histórico de tamanha relevância, o direito penal utiliza a terminologia ‘’Síndrome da gaiola de ouro’’, muito bem colocada por sinal, com o intuito de demonstrar que a violência doméstica contra a mulher a enclausura numa ‘’gaiola’’. Ressaltando assim as diversas peculiaridades dos relacionamentos de mulheres que se encontram no ápice da pirâmide social e que, em razão do alto status social, muitas vezes, não conseguem deixar seus relacionamentos.

        Tal síndrome, trata-se de uma violência psicológica contra a mulher e se manifesta quando o agressor passa a encarar a mulher inserida na alta sociedade como um enfeite ou mero adorno para um relacionamento de “fachada”, aprisionando-a de forma sutil numa gaiola de ouro, impedindo-a, assim, de seguir seu próprio destino, de ditar os rumos da própria vida.

         Diante de tal situação, muitas vezes, a mulher como forma de manter um “status social” elevado, acaba se submetendo a um verdadeiro cativeiro emocional, vivendo assim em uma “Gaiola de ouro” em troca de sua liberdade e preferindo se submeter a violência e fingir um relacionamento de sucesso com o intuito de prestigiar seus anseios e o ego social.

      Contudo, na esteira da contemporaneidade, diante de tantos avanços legislativos e proteção à vulnerabilidade da mulher, cabe as mulheres mostrarem posicionamento e segurança em suas ações e atitudes. E enxergarem a lei maria da Penha como uma legislação preventiva e não tão só repressiva, tomando atitudes de forma imediata diante de qualquer forma de violência, e, não se deixando serem “enclausuradas” em uma gaiola de ouro ou até mesmo de bijuteria. 



(Autora: Jéssica Lima. Publicado em 24/07/2019. Site Jurídico Certo. Disponível em https://juridicocerto.com/p/jessica-limadv/artigos/a-violencia-contra-a-mulher-e-sua-sindrome-da-gaiola-de-ouro-5203).
Podemos dizer que o texto tem um teor combativo ao:
Alternativas
Q2438482 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.


Com sua aprovação o personagem espera ter
Alternativas
Q2438481 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.


Do 1º ao 3º quadrinho da tirinha, o personagem demonstra
Alternativas
Q2438473 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
No período de defeso, a captura e a venda do caranguejo são impedidas pelo (a) 
Alternativas
Q2438472 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
Segundo o texto, na fase da lua nova, o caranguejo-uçá
Alternativas
Q2438471 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
O texto informa que
Alternativas
Q2438349 Português
Leia o Texto 3 e responda à questão.

Texto 3 





Disponível em:
<https://i.pinimg.com/564x/a4/20/49/
a42049e9a94c1b8b4625d58bb34c7739.jpg>. Acesso em: 9 fev. 2024. 
A quebra de expectativa da charge decorre do fato de:
Alternativas
Q2438346 Português
Leia o Texto 2 e responda à questão.

Texto 2


Geração TikTok: nova geração não consegue ouvir músicas com mais de 3 minutos

Geração TikTok e a audição ansiosa: o que mudou no mundo da música?

       De acordo com as principais plataformas de streaming de música (Amazon Music, Deezer e Spotify), a Geração TikTok, ou seja, a Geração Z, considera músicas com mais de 3 minutos muito longas. No geral, as canções com até 2 minutos e 30 segundos são as mais consumidas por esse público.
          Esse fenômeno já ganhou um nome, “audição ansiosa”, e está mudando a forma como os artistas produzem suas músicas. Agora, quem não cria uma canção que vai direto ao ponto perde ouvintes nos primeiros segundos — algo que pode parecer muito estranho para o público da época de Faroeste Caboclo, November Rain e Stairway to Heaven.
      O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok. Há tempos, os conteúdos nas redes sociais são apresentados de forma extremamente rápida.
        Por exemplo, o Twitter aceita pouco texto, o TikTok aceita vídeos de no máximo 3 minutos, o WhatsApp e as plataformas de streaming de vídeo e música possuem a opção de reprodução acelerada. Por isso, os tutoriais de 15 minutos do YouTube estão perdendo espaço para conteúdo de 15 segundos no TikTok. Como resultado, a Geração Z está mais ansiosa e não tem paciência para apreciar músicas mais longas.


PONTES, Márcio Miranda. Geração TikTok e a audição ansiosa: o que
mudou no mundo da música? Disponível em:
<https://www.sabra.org.br/site/geracao-tiktok>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado]. 
No trecho “O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok”, a locução verbal indica que, em relação ao que está afirmando, o enunciador: 
Alternativas
Q2438345 Português
Leia o Texto 2 e responda à questão.

Texto 2


Geração TikTok: nova geração não consegue ouvir músicas com mais de 3 minutos

Geração TikTok e a audição ansiosa: o que mudou no mundo da música?

       De acordo com as principais plataformas de streaming de música (Amazon Music, Deezer e Spotify), a Geração TikTok, ou seja, a Geração Z, considera músicas com mais de 3 minutos muito longas. No geral, as canções com até 2 minutos e 30 segundos são as mais consumidas por esse público.
          Esse fenômeno já ganhou um nome, “audição ansiosa”, e está mudando a forma como os artistas produzem suas músicas. Agora, quem não cria uma canção que vai direto ao ponto perde ouvintes nos primeiros segundos — algo que pode parecer muito estranho para o público da época de Faroeste Caboclo, November Rain e Stairway to Heaven.
      O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok. Há tempos, os conteúdos nas redes sociais são apresentados de forma extremamente rápida.
        Por exemplo, o Twitter aceita pouco texto, o TikTok aceita vídeos de no máximo 3 minutos, o WhatsApp e as plataformas de streaming de vídeo e música possuem a opção de reprodução acelerada. Por isso, os tutoriais de 15 minutos do YouTube estão perdendo espaço para conteúdo de 15 segundos no TikTok. Como resultado, a Geração Z está mais ansiosa e não tem paciência para apreciar músicas mais longas.


PONTES, Márcio Miranda. Geração TikTok e a audição ansiosa: o que
mudou no mundo da música? Disponível em:
<https://www.sabra.org.br/site/geracao-tiktok>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado]. 
De acordo com suas características estruturais e o conteúdo abordado, a função social e o principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q2438343 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
No quinto parágrafo, o pronome demonstrativo “Essa” funciona como mecanismo de coesão: 
Alternativas
Q2438342 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
Quanto ao modo de organização, no excerto, predomina a sequência linguística: 
Alternativas
Q2438341 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
O excerto textual se desenvolve em torno do tema:
Alternativas
Q2438319 Português
De acordo com Platão e Fiorin, em “Para entender o texto: leitura e redação”, oxímoro é o procedimento de construção textual que consiste em: 
Alternativas
Q2438317 Português
Na frase “Todo voto é útil. Ou não foi útil o voto dado ao rinoceronte ‘Cacareco’ nas eleições municipais, alguns anos atrás?”, Ingedore Koch (1999) destaca haver orientações discursivas diferentes nos enunciados, sendo que “o segundo procura provocar o leitor/ouvinte para levá-lo a modificar sua opinião ou, simplesmente, aceitar a opinião expressa no primeiro”. Tem-se, nesse exemplo, um caso de:
Alternativas
Q2438288 Português
Por trás das palavras

                                                                                                                                       Por Cláudio Moreno

01.png (761×704)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista o fragmento adaptado “Cada sinônimo carrega consigo outros conteúdos”, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O sujeito da oração é classificado como simples.
( ) O predicado da oração é classificado como nominal.
( ) O verbo “carrega” é classificado como verbo de ligação.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2438284 Português
Por trás das palavras

                                                                                                                                       Por Cláudio Moreno

01.png (761×704)


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.
Alternativas
Q2438121 Português


Fiscalização Ambiental realiza apreensão de aves silvestres no bairro São José, em Esteio






                                                                                                                                                     (Disponível em:

 https://www.esteio.rs.gov.br/noticia/22498/1057?titulo=Fiscalizacao+Ambiental+realiza+apreensao+de+aves                                           +silvestres+no+bairro+Sao+Jose – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre as informações contidas no texto, analise as assertivas abaixo:


I.   Os moradores que mantinham os animais silvestres de forma irregular foram apreendidos durante a ação de fiscalização.

II.  Além das aves, também foram recolhidos cães durante a ação realizada.

III. Os órgãos de fiscalização receberam denúncias sobre duas situações que estariam acontecendo no mesmo endereço.


Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
39541: D
39542: C
39543: B
39544: A
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