Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3646524 Português

TEXTO I


    Do descobridor de talentos. Aquele cara que tem uma agência de testar e selecionar artistas para circo, teatro, televisão, o diabo. Tava ele lá, no seu escritório, no último andar do Empire State Building, quando a secretária anunciou o próximo candidato.

   — Pode entrar, meu filho.

   O rapaz, tímido, entrou.

   — Que é que você sabe fazer?

   — Sei imitar passarinho.

  — IMITAR PASSARINHO??? — berrou o descobridor, pedavida. — Imitar passarinho!!! Pô! Então eu estou aqui no meu trabalho, cheio de coisas pra fazer e o senhor vem me importunar pra dizer que imita passarinho. Rua! Rua!!!

    O cara olhou muito triste pro descobridor, caminhou até a janela do escritório e saiu voando.


(Ziraldo. Literatura Comentada. São Paulo: Abril Educação, 1982. P.75.)

O texto faz uma rápida contextualização do fato e coloca em evidência a fala das personagens. Marque a alternativa que apresenta o tipo de discurso que predomina no texto.
Alternativas
Q3646408 Português

TEXTO I



Sempre alerta!


     Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho , aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

     Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.


(Fábulas fabulosas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. P. 43.)

Observe o trecho do texto: “[...] pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante”. A palavra destacada significa
Alternativas
Q3646405 Português

TEXTO I



Sempre alerta!


     Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho , aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

     Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.


(Fábulas fabulosas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. P. 43.)

O texto “Sempre alerta!” serve para
Alternativas
Q3646404 Português

TEXTO I



Sempre alerta!


     Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho , aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

     Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.


(Fábulas fabulosas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. P. 43.)

O texto “Sempre alerta!”, da obra Fábulas fabulosas,
Alternativas
Q3645634 Português
TEXTO IV


HUMILHANTE CRASE


      Janistraquis não costuma recortar apenas os títulos, mas as notícias inteiras. Entretanto, [...] ele fracassou. “Considerando, o Caderno 2 quer nos enlouquecer”, garantiu Janistraquis, brandindo um título realmente intrigante: Veneza abre os braços à Casanova.

          “Cadê o texto?”, perguntei, mas meu secretário não conseguira localizá-lo. Como é que essa cidade pode abrir os braços a uma casa nova, se é cidade antiquíssima, feita de edificações medievais? Janistraquis alertou- -me para o fato de que não se tratava de casa nova, mas Casanova, nome de gente. Ah! Então referia-se àquele conquistador!

         O título tornava-se, todavia, mais confuso. Como é que Veneza pode abrir os braços à maneira de Casanova? Seria abrir os braços de forma obscena, como fazia o velho fauno nos salões e também nos becos e gôndolas? Denso mistério.[...]


(JAPIASSU, Moacir. Jornal de Imprensa: a notícia levada a sério. São Paulo: Jornal dos Jornais Editora, 1997. P. 106.)
Analise as afirmações abaixo sobre o texto “Humilhante crase”:

I- A crase antes da palavra “Casanova” incomoda o autor, pois não há artigo feminino antes do sobrenome “Casanova”.
II- A preposição “a”, que ocorre nesse contexto, é exigida pela expressão “abrir os braços”.
III- A ironia, segundo Japiassu, está no fato de o jornal sugerir que uma cidade antiquíssima “abrisse os braços” para uma “casa nova”.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3645633 Português
TEXTO III

DOS MUNDOS


Deus criou este mundo. O homem, todavia,
Entrou a desconfiar, cogitabundo...
Decerto não gostou lá muito do que via...
E foi logo inventando o outro mundo.



 (QUINTANA, MÁRIO.
Poesias. Porto Alegre, Globo, 1983).
Considere o vocábulo “cogitabundo”. Nesse texto, ele pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3645632 Português
TEXTO III

DOS MUNDOS


Deus criou este mundo. O homem, todavia,
Entrou a desconfiar, cogitabundo...
Decerto não gostou lá muito do que via...
E foi logo inventando o outro mundo.



 (QUINTANA, MÁRIO.
Poesias. Porto Alegre, Globo, 1983).
Analise os verbos “desconfiar”, “gostou”, “inventando” grifados no texto . Esses verbos exprimem
Alternativas
Q3645628 Português
TEXTO I


RETRATO


Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.


Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.


Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida a minha face?


(MEIRELES, CECÍLIA. Obra poética.
Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1987.)
Marque a alternativa que apresenta o tema central desse texto: 
Alternativas
Q3645356 Português
Os gêneros textuais são estruturas comunicativas que se definem pelo estilo, conteúdo e função social. Considerando a natureza dinâmica da linguagem, como os gêneros textuais são caracterizados?
Alternativas
Q3645355 Português
O conceito de texto vai além de uma mera sequência de frases; ele envolve um complexo processo de construção de sentido que é influenciado tanto pelo autor quanto pelo leitor. Qual é a característica essencial de um texto no contexto da leitura?
Alternativas
Q3645352 Português
Intertextualidade é um fenômeno que ocorre quando um texto faz referência a outros textos, criando uma rede de significados que enriquecem a leitura. Este conceito é uma ferramenta importante na análise literária e contribui para a compreensão da construção dos significados em um texto. Qual das seguintes opções melhor descreve uma manifestação da intertextualidade? 
Alternativas
Q3645325 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Relativamente a aspectos semânticos de vocábulos do texto, leia as assertivas:
I. O vocábulo sesta, considerando suas extensões cesta e sexta, é um vocábulo polissêmico.
II. O vocábulo segundo, empregado no texto com ideia de conformidade, e o numeral segundo estabelecem, entre si, uma relação de paronímia.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3645321 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Quando o texto menciona que o Conselheiro Vale tinha cabedais, isso significa que ele possuía:  
Alternativas
Q3645319 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Relativamente às ideias e à linguagem empregada no texto, leia as assertivas:

I. Com relação ao estilo, o autor utiliza uma prosa cuidadosamente elaborada que contribui para a atmosfera solene e reflexiva do texto.
II. O texto destaca a importância do Conselheiro Vale na sociedade da época, afirmando que ele ocupava um cargo de alto escalão no governo, além de pertencer a uma família respeitada e influente.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Concórdia - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Anos Iniciais do Ensino Fundamental | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Arte | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ciências | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial – Intérprete de Libras | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial – Professor de Braille | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Física | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Infantil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ensino Religioso | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Geografia | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - História | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório de Informática | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico I (Anos Iniciais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II de Língua Portuguesa (Anos Finais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II de Matemática (Anos Finais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Língua Inglesa | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Literatura Dramatizada |
Q3644673 Português
Leia atentamente o texto abaixo.

Importância do Agro em Santa Catarina

Motor da economia catarinense, o agro é destaque com resultados positivos ano após ano. Modernização, treinamento, qualificação e investimentos de produ tores rurais, agroindústrias e cooperativas consolidam a produção agropecuária catarinense orientada para resultados de excelência. Atento .......... necessidades e anseios de mercados cada vez mais exigentes e em constante mudança, Santa Catarina agrega os títulos de maior produtor nacional de maçãs, suínos, cebolas, pescados, ostras e mexilhões e do segundo lugar no ranking quando se trata de produção de tabaco, palmito, aves, pera e arroz, além de ser o quarto maior produtor de leite.

Representando praticamente um terço do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina, o agronegócio contempla 31% da produção econômica estadual.

..........exportações do agronegócio catarinense apresentaram elevação de 10,2% no primeiro semestre deste ano, totalizando U$ 474,6 milhões, segundo análise da FIESC. De acordo com a entidade, o aumento ocorreu devido ........... safras positivas de grãos e vendas de carnes suína e de aves, principal mente para China, Japão, Singapura e Índia. As vendas ainda aumentaram para a América Latina, com desta que para venda de soja para a Argentina, carne suína e miúdos de aves para o México, arroz para a Venezuela e carne suína para o Chile.

Para manter a competitividade internacional do agro negócio catarinense, algumas frentes precisam ser observadas. Entre as principais, um olhar voltado ao êxodo rural bem como ............ contratação de mão de obra especializada, continuidade do fomento

..........tecnologia e melhorias logísticas, como investimento em ferrovias, são imprescindíveis. A chegada do grão por caminhões precisa ser revista, pois clientes asiáticos e europeus estão cada vez mais atentos .......... sustentabilidade da produção – e também por isso o transporte por trens seria benéfico.

Além da logística, ............ a necessidade de maior produção de insumos como grãos, para abastecimento de aves e suínos. Santa Catarina consome 7 milhões de toneladas destes grãos, mas produz apenas 2 milhões de toneladas.

Com demandas de clientes mais exigentes, ajustes são necessários para alavancar os resultados em mercados importadores e para conquistar maior inserção internacional.

Revista nscDC, Santa Catarina. Ano 38, no 12.227. Adaptado.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto.
() O agro é destaque na economia do estado de Santa Catarina.
() Santa Catarina produz matéria-prima sufi ciente para alimentar suínos e aves.
() Os compradores asiáticos e europeus não levam em consideração a sustentabilidade da produção.
() Houve um aumento de mais de 10% nas exportações do agronegócio catarinense no primeiro semestre deste ano.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3644661 Português

Quando uma atitude em particular "apoia-se em um componente de pensamento relativamente simples e rígido e diz respeito a pessoas ou grupos sociais, é chamada estereótipo. Comumente associamos a ideia de estereótipos com uma conotação negativa. No entanto, são os estereótipos que nos auxiliam a lidar com diferentes pessoas sem a necessidade de conhecer a todos individualmente. Por esse motivo, o uso de uma associação simples e direta sobre determinadas pessoas ou grupos podem ser úteis nas relações cotidianas. A utilidade do uso de estereótipos torna-se prejudicial, quando as generalizações feitas sobre determinado grupo são levadas em consideração como uma regra geral ou inquestionável. Nesse ponto, tem-se o desenvolvimento de um estereótipo no sentido pejorativo, associado a noções como preconceito e discriminação. Segundo a autora, "os estereótipos são destrutivos basicamente quando nos esquecemos de que se baseiam em pequenas amostras e com frequência são injustos, quando aplicados rotineiramente a todos os indivíduos de uma população".


Fonte: DAVIDOFF, 2001 apud Leonardo Renner Koppe. Relações Humanas no Trabalho. Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, 2012.


De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA no que se refere ao relacionamento interpessoal.

Alternativas
Q3644659 Português

No início de cada ano letivo, são entregues aos estudantes das escolas da rede pública do país milhões de livros e materiais didáticos, cabendo a cada unidade escolar o controle da entrega dos livros aos alunos e a conscientização sobre a conservação desse material ao longo do ano. A escola tem papel fundamental nesse processo de compreensão e desenvolvimento de ações de incentivo à conservação e à devolução dos livros em boas condições ao final do ano letivo. Cabe à escola promover essa conscientização. Cabe ao corpo docente, aos alunos e à comunidade escolar assumir esse compromisso com o livro.


Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Diretoria de Educação Continuada SAIS. Brasília, DF, 2021.


Por que os livros didáticos do ambiente escolar público devem ser conservados pelos alunos? Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3643599 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
De acordo com o trecho, qual era a ocupação que Luís Batista de Campos exercia?
Alternativas
Q3643597 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
Qual é a importância dada à descrição do ambiente no início do texto e como ela contribui para a narrativa? 
Alternativas
Q3643338 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
O autor introduz dois personagens: Luís Batista de Campos e um rapaz do Norte. A esse respeito, leia as assertivas:

I. Campos é retratado como alguém que segue uma rotina, e sua personalidade é sugerida por meio de sua postura e a maneira como lida com seu trabalho.
II. O rapaz do Norte é descrito fisicamente, ressaltando sua aparência frágil e seus olhos vivos, que podem indicar inteligência e/ou vivacidade.


Pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
36921: A
36922: A
36923: A
36924: B
36925: D
36926: C
36927: B
36928: A
36929: B
36930: B
36931: C
36932: D
36933: A
36934: A
36935: A
36936: C
36937: D
36938: A
36939: D
36940: B