Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2511004 Português

História da feijoada

Por Tales Pinto




(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historia/historia-feijoada.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

O antônimo (palavra com o sentido contrário) da palavra “conhecemos” (linha 17) é: 
Alternativas
Q2511002 Português

História da feijoada

Por Tales Pinto




(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historia/historia-feijoada.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

O sinônimo (palavra com o mesmo sentido) da palavra “populares” (linha 01) é:
Alternativas
Q2511001 Português

História da feijoada

Por Tales Pinto




(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historia/historia-feijoada.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q2510836 Português
Em todas as frases abaixo, um determinado conector foi substituído por outro com o mesmo significado.
Assinale a opção em que essa substituição foi feita corretamente. 
Alternativas
Q2510835 Português
Uma das características de um texto oficial é a preocupação com a correção da linguagem.
Assinale a opção que está integralmente de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q2510833 Português
Assinale a opção que apresenta uma ideia positiva do casamento.
Alternativas
Q2510680 Português
Assinale um sinônimo para a vocábulo “ABJETO”?
Alternativas
Q2510676 Português
Assinale a alternativa que seria um exemplo de um gênero textual predominantemente descritivo?
Alternativas
Q2510675 Português
Coesão e coerência são aspectos essenciais da produção de textos eficazes, garantindo que as ideias sejam claramente comunicadas e compreendidas pelo leitor. Qual dos seguintes princípios é mais importante para garantir a coerência em um texto?
Alternativas
Q2510672 Português
Os gêneros textuais orais são formas de comunicação verbal que ocorrem principalmente através da fala e da escuta. Eles são caracterizados por convenções linguísticas específicas, estrutura organizacional e finalidades comunicativas distintas. Assinale a alternativa que apresenta que seria uma discussão formal entre duas ou mais pessoas ou grupos com pontos de vista diferentes sobre um tema específico. Os participantes apresentam argumentos, contra-argumentos e refutações, com o objetivo de persuadir o público ou chegar a um consenso. Seria esta:
Alternativas
Q2510620 Português
Observe o trecho da música “Chão de giz” de Zé Ramalho:

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas, amiúde


Assinale a alternativa que contém um sinônimo para a palavra AMIÚDE:
Alternativas
Q2510618 Português
Os fatores de textualidade são elementos que contribuem para a qualidade e eficácia de um texto. Eles são fundamentais para garantir que o texto cumpra sua função comunicativa de forma clara, coerente e coesa. Destaque o fator que diz respeito aos objetivos do autor ao produzir o texto e à capacidade do texto de transmitir esses objetivos de forma clara e eficaz ao leitor:
Alternativas
Q2510616 Português
Para a coesão textual são utilizados alguns recursos essenciais que contribuem para a harmonia dos elementos textuais. Entre estes podemos destacar todas as alternativas abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q2510615 Português
Os mecanismos linguísticos são os recursos disponíveis na linguagem que os falantes utilizam para construir significado e alcançar diferentes objetivos comunicativos. Acerca dos tipos de coesão textual, assinale a que consiste na menção de elementos que já apareceram ou ainda vão aparecer no texto:
Alternativas
Q2510612 Português
Uncanny Valley: conheça o fenômeno do “vale da estranheza”


O conceito de “Vale da Estranheza” foi introduzido pela primeira vez pelo cientista, engenheiro e professor de robótica japonês Masahiro Mori em seu livro Bukimi No Tani Genshō, que traduzido literalmente do japonês significa “Fenômeno do Vale Misterioso”. Nesta obra, Mori registrou suas observações a respeito da interação homem-máquina partindo do desenvolvimento de robôs humanoides.


Ele percebeu que, à medida que a semelhança entre um robô e um ser humano se tornava mais próxima, nossas emoções positivas em relação ao robô aumentavam, mas apenas até certo ponto. Quando a semelhança se aproximava muito da perfeição, ocorria uma queda acentuada na aceitação, gerando uma sensação perturbadora. Mori provocou reflexões profundas sobre a psicologia por trás dessa reação.


O nome “Uncanny Valley” surgiu em 1978, no livro “Robots: Fact, Fiction, and Prediction”, da escritora britânica especializada em artes de computação Jasia Reichardt, que citou a obra de Mori e traduziu literalmente o termo do japonês para o inglês. Com o passar dos anos, o termo criou uma relação não intencional com o conceito de “estranheza” na Psicanálise abordado pelo psiquiatra alemão Ernst Jentsch em seu ensaio de 1906, “Sobre a psicologia do estranho”, e por Sigmund Freud em “O estranho”, de 1906.


O Uncanny Valley é um conceito hipotético da Estética (um ramo da Filosofia), com elementos da Robótica, do Design e da Psicologia, que aborda o ponto em que a semelhança entre um objeto artificial e um ser humano se torna quase indistinguível, mas pequenas discrepâncias geram uma aversão instintiva. Pesquisas psicológicas indicam que nosso cérebro está programado para reconhecer e responder a faces humanas, e mesmo pequenas imperfeições podem desencadear desconforto.


Desde sua origem, esse fenômeno está relacionado à robótica, especialmente ao desenvolvimento de humanoides, robôs conhecidos por simularem os humanos em aparência física e em algumas capacidades cognitivas. Mas também se relaciona, por exemplo, com animações gráficas em 3D já vistas em desenhos e jogos. Outros conceitos e tecnologias, como a realidade virtual e a Inteligência Artificial (IA), estão levando a experiência do Uncanny Valley a um novo patamar, explorando a interação entre humanos e ambientes simulados.  


A neurociência por trás do Uncanny Valley revela que a amígdala cerebral, responsável por processar emoções, reage fortemente a estímulos quase humanos, mas não completamente autênticos. Isso desencadeia uma resposta emocional ambígua, resultando na sensação de estranheza. O estudo dessas reações tem implicações profundas na psicologia humana e interação humano-máquina.


(Texto retirado de https://dotlib.com/blog/uncanny-valley-conhecao-fenomeno-do-vale-da-estranheza. Adaptado.)
Qual é a principal contribuição da neurociência para a compreensão do "Uncanny Valley", conforme discutido no texto?
Alternativas
Q2510611 Português
Uncanny Valley: conheça o fenômeno do “vale da estranheza”


O conceito de “Vale da Estranheza” foi introduzido pela primeira vez pelo cientista, engenheiro e professor de robótica japonês Masahiro Mori em seu livro Bukimi No Tani Genshō, que traduzido literalmente do japonês significa “Fenômeno do Vale Misterioso”. Nesta obra, Mori registrou suas observações a respeito da interação homem-máquina partindo do desenvolvimento de robôs humanoides.


Ele percebeu que, à medida que a semelhança entre um robô e um ser humano se tornava mais próxima, nossas emoções positivas em relação ao robô aumentavam, mas apenas até certo ponto. Quando a semelhança se aproximava muito da perfeição, ocorria uma queda acentuada na aceitação, gerando uma sensação perturbadora. Mori provocou reflexões profundas sobre a psicologia por trás dessa reação.


O nome “Uncanny Valley” surgiu em 1978, no livro “Robots: Fact, Fiction, and Prediction”, da escritora britânica especializada em artes de computação Jasia Reichardt, que citou a obra de Mori e traduziu literalmente o termo do japonês para o inglês. Com o passar dos anos, o termo criou uma relação não intencional com o conceito de “estranheza” na Psicanálise abordado pelo psiquiatra alemão Ernst Jentsch em seu ensaio de 1906, “Sobre a psicologia do estranho”, e por Sigmund Freud em “O estranho”, de 1906.


O Uncanny Valley é um conceito hipotético da Estética (um ramo da Filosofia), com elementos da Robótica, do Design e da Psicologia, que aborda o ponto em que a semelhança entre um objeto artificial e um ser humano se torna quase indistinguível, mas pequenas discrepâncias geram uma aversão instintiva. Pesquisas psicológicas indicam que nosso cérebro está programado para reconhecer e responder a faces humanas, e mesmo pequenas imperfeições podem desencadear desconforto.


Desde sua origem, esse fenômeno está relacionado à robótica, especialmente ao desenvolvimento de humanoides, robôs conhecidos por simularem os humanos em aparência física e em algumas capacidades cognitivas. Mas também se relaciona, por exemplo, com animações gráficas em 3D já vistas em desenhos e jogos. Outros conceitos e tecnologias, como a realidade virtual e a Inteligência Artificial (IA), estão levando a experiência do Uncanny Valley a um novo patamar, explorando a interação entre humanos e ambientes simulados.  


A neurociência por trás do Uncanny Valley revela que a amígdala cerebral, responsável por processar emoções, reage fortemente a estímulos quase humanos, mas não completamente autênticos. Isso desencadeia uma resposta emocional ambígua, resultando na sensação de estranheza. O estudo dessas reações tem implicações profundas na psicologia humana e interação humano-máquina.


(Texto retirado de https://dotlib.com/blog/uncanny-valley-conhecao-fenomeno-do-vale-da-estranheza. Adaptado.)
Acerca do texto, podemos afirmar todas as alternativas abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q2510553 Português

                                                    


Fonte: https://www.pensador.com/frases_de_duplo_sentid o_para_morrer_de_rir/

Assinale a única alternativa que traz o mesmo significado que a palavra destino apresenta no texto 2. 
Alternativas
Q2510551 Português

                                                    


Fonte: https://www.pensador.com/frases_de_duplo_sentid o_para_morrer_de_rir/

Depois de ler os textos 1 e 2 e, levando em conta as informações contidas neles, assinale a única alternativa correta. 
Alternativas
Q2510512 Português

O que faz o Brasil ter a maior população de

domésticas do mundo

Marina Wentzel


1 Se organizasse um encontro de todos os seus trabalhadores domésticos, o Brasil reuniria uma população maior que a da Dinamarca, composta majoritariamente por mulheres negras, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).


2 Segundo dados de 2017, o país emprega cerca de 7 milhões de pessoas no setor − o maior grupo no mundo. São três empregados para cada grupo de 100 habitantes − e a liderança brasileira nesse ranking só é contestada pela informalidade e falta de dados confiáveis de outros países.


3 Com um perfil predominante feminino, afrodescendente e de baixa escolaridade, o trabalho doméstico é alimentado pela desigualdade e pela dinâmica social criada principalmente após a abolição da escravatura no Brasil, afirmam especialistas.


4 “Ainda hoje o trabalho doméstico é uma das principais ocupações entre as mulheres, que são a maioria no setor em todo o mundo, cerca de 80%. No Brasil, permanece sendo a principal fonte de emprego entre as mulheres”, diz Claire Hobden, especialista em Trabalhadores Vulneráveis da OIT. O professor e pesquisador americano David Evan Harris é um dos especialistas que defendem que cenário do trabalho doméstico no Brasil atual é herança do período escravagista.


5 “O Brasil foi um dos últimos países do mundo a acabar com a escravidão. Se olharmos para quem são as empregadas, veremos que elas tendem a ser pessoas de cor”, diz o acadêmico, formado pela Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, e mestre pela USP. [...]


6 Segundo a historiadora e escritora Marília Bueno de Araújo Ariza, mesmo após a abolição, em 1888, mulheres e homens negros continuaram sendo servos ou escravos informais, o que também deixou seu legado no mercado de trabalho. [...]


7 As domésticas de hoje são majoritariamente afrodescendentes porque “justamente eram essas pessoas que ocupavam os postos de trabalho mais aviltados na saída da escravidão e na entrada da liberdade no pós-abolição”, afirmou ela à BBC Brasil.

A ideia de ter um servo na família era muito comum, mesmo entre quem não era rico e vivia nas regiões semiurbanas do século 19, segundo Ariza.


8 “A escravidão brasileira foi diversa, mas foi sobretudo uma escravidão de pequena posse. No Brasil, todo mundo tinha escravos. Quando as pessoas tinham dinheiro, elas compravam escravos com muita frequência.”


9 Ariza acredita que o Brasil do século 21 herdou do passado colonial, imperial e escravista uma “profunda desigualdade na sociedade que não foi resolvida” e “um racismo estrutural”. Essas duas coisas combinadas nos levam a um quadro contemporâneo que usa racionalmente o trabalho doméstico porque ele é mal remunerado e, até recentemente, não tinha quaisquer direitos reconhecidos”, resume. [...]


10 “Apesar dos esforços dos governos recentes em trazer essas empregadas para a formalidade, o que se vê hoje é o aumento da informalidade”, pondera o professor e doutor em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Carlos Eduardo Coutinho da Costa. [...]


11 “Já que o trabalho formal é um meio de ascensão, as oportunidades nesse âmbito foram administradas por um viés racial, no qual negros foram encaminhados aos postos inferiores, mais precarizados, para que não evoluíssem economicamente”, diz Coutinho da Costa.


12 Em sua tese de mestrado na USP, o pesquisador americano David Evan Harris comparou a relação da sociedade com os trabalhadores domésticos no Brasil e nos Estados Unidos. Para ele, em ambos os países os empregados são explorados, apesar das diferenças culturais. No Brasil, diz Harris, predomina o discurso da proximidade afetiva, na qual a empregada é tratada “praticamente como se fosse alguém da família”. Já nos EUA, elas costumam ser terceirizadas e recrutadas via empresas de serviços de limpeza. Essa profissionalização daria o distanciamento necessário para que a “culpa” e o “constrangimento moral” das famílias americanas por causa da desigualdade social fossem mitigados.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-43120953. Acesso: 16 set. 2023. Com alterações

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa em que a palavra em destaque pode ser substituída por seu sinônimo no contexto do texto
Alternativas
Respostas
36921: E
36922: A
36923: C
36924: A
36925: B
36926: E
36927: D
36928: B
36929: C
36930: C
36931: B
36932: B
36933: C
36934: D
36935: A
36936: C
36937: B
36938: B
36939: D
36940: D