Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 128.129 questões
ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2014. p. 73.
Observando a intertextualidade do texto em questão, é correto afirmar:
O impulso por mais, melhor, mais novo, assim como o desejo de prazer, faz parte de nossa natureza. Quem se opõe a isso se torna infeliz, porque não é possível se insurgir contra a própria natureza. O segredo do prazer é conhecer as paixões e - em vez de lutar contra elas ou negá-las - controlá-las. O latim usa para tanto a bela palavra temperantia, que tão bonita porque não soa como refreamento ou disciplina, mas como arte da composição correta, utilizada, por exemplo, numa receita, em que a questão não é usar açúcar ou farinha, mas dispor das quantidades exatas, a fim de não estragar o todo. Para o cristão, a moderação é uma das virtudes cardinais; o budismo aconselha a moderação e a medicina também.
SCHONBURG, Alexander. SCHONBURG, Alexander. Rico sem dinheiro. São Paulo: Gente, 2007. p.138.
Assinale a alternativa em que há uma referência aos significados Assinale a alternativa em que há uma referência aos significados contidos no texto.
Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge Maria que foi isto maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
BANDEIRA, Manuel. Antologia Poética. 8. ed. Rio de Janeiro: J. Olympo, 1976. p. 96
Assinale a alternativa em cujo trecho é destacada a mesma figura de linguagem evidenciada no poema.
– Ana Lúcia, seu pai ainda está viajando?
– Está.
– Mentirosa! Sua mãe é desquitada.
Ficou impotente diante da palavra desconhecida. [...]
Desquitada. Passou dias tentando solucionar sozinha. Seria uma coisa como burra, feia? Não, não parecia. Flor? Flor parecia, mas não explicava nada: orquídeas, rosas, sempre-vivas, desquitadas... Parecia. “Mentirosa! Sua mãe é desquitada!” Tita dissera como quem diz o quê? o quê? o quê? sem-vergonha. Sim!, como quem diz sem-vergonha: olhando de frente e esperando um tapa.
[...]
– Mamãe, o que é desquitada? – atirou rápida com uma voz sem timbre.
[...]
– Desquitada é quando o marido vai embora e a mãe fica cuidando dos filhos.
[...] Bom, que desquitada não fosse um insulto. Bom mesmo. Deixava-a livre para pensar e não pensar, coisa tão difícil que
– Marido é o pai? – ela quis confirmar, conquistando áreas que as outras crianças tinham naturalmente. A mãe sorriu e confirmou.
Tita sabia dizer “papai” porque a mãe não era desquitada – ia Ana Lúcia aprendendo, descobrindo. Havia muita coisa em que pensar naquela conversa. Por exemplo: o que ela chama de marido é o que eu chamo de pai. Essa é uma diferença entre mãe e filha.
Ela sabia cada vez mais.
ÂNGELO, Ivan. In: Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p. 261 (Adaptado).
A sinonímia entre “marido e pai”, nesse contexto, dá-se em função da variação linguística
AZEVEDO, João Humberto (Org.). Como abrir seu próprio negócio: livraria. 2. ed. Brasilia: SEBRAE, 1998.
Dadas as afirmativas, considerando o fragmento de texto,
I. O autor do texto sugere que os modernos meios de comunicação estão longe de massificar a indústria do livro.
II. No texto, há uma defesa entusiástica das possibilidades abertas para se investir em inovações tecnológicas, já que essas irão acabar com a democratização e a descentralização do negócio do livro.
III. Verifica-se, no texto, uma opinião, especificamente, sobre a ameaça virtual, mostrando que as inovações tecnológicas prejudicam o mercado editorial.
IV. É possível perceber que o autor do texto enxerga um futuro no qual há espaço somente para a tecnologia digital.
verifica-se que está/ão correta/s

I. Há, na imagem, um processo intertextual que obriga o interlocutor a fazer inferências e a construir analogias, elementos sem os quais a compreensão textual ficaria comprometida.
II. Na charge, há uma crítica social apresentada na fala do menino: o discurso, não concretizado, de que a escola é o futuro para as crianças.
III. Por meio de elementos visuais e verbais, o gênero textual em questão tem o objetivo de estabelecer uma opinião crítica e de persuadir o leitor, influenciando-o criticamente.
IV. Nas entrelinhas da charge, não se pode afirmar que exista qualquer tipo de comentário crítico, pois essa tem apenas a função de entreter o leitor.
V. O quadrinho constitui um gênero textual que apresenta, em primeiro plano, uma imagem do que seria a escola e uma faixa escrito “GREVE! ”.
verifica-se que estão corretas apenas

Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/WWnFfGqURWnUzY4HSNeew2NXAUdKGN5bYFEYpDgBERjPmxBHZ2RFc6BG7vmb/calvin-26.gif. Acesso em: 12 jan. 2023. Adaptado.
A tirinha de Calvin e Haroldo mostra uma situação comum nas escolas que prejudica a relação professor-aluno. Essa situação é:
I. A charge não exemplifica o conceito de ciência abordado pelo texto.
POIS
II. No texto, a ciência é abordada como um campo de certezas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
No Microscópio

Por Cláudia Laitano
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2023/08/no-microscopiocll08szt9000e015tl6v5su0m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
No Microscópio

Por Cláudia Laitano
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2023/08/no-microscopiocll08szt9000e015tl6v5su0m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. De acordo com a autora, o título chamativo Que Bobagem! visa ao sensacionalismo.
II. A proposta do livro é questionar práticas que se apresentam como científicas, sem apresentarem evidências de tal cunho.
III. Que Bobagem! convida o leitor a não ser um inimigo da verdade, numa extrapolação das palavras de Nietzsche.
Quais estão corretas?
Arte Longa, Vida Breve

Por Cláudia Laitano
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2023/06/arte-longa-vida-breveclj20eyoj004r0151yd34rba7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Arte Longa, Vida Breve

Por Cláudia Laitano
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2023/06/arte-longa-vida-breveclj20eyoj004r0151yd34rba7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A autora rememora um fato de seu passado durante o qual não conseguiu distinguir entre a realidade e sua imaginação.
II. Quando comprou os ingressos para o show ao qual a autora foi em Nova Iorque, ela estava certa de que seria uma ótima experiência.
III. A autora faz uma brincadeira se referindo a um show dos Beatles, comparando a tecnologia dos hologramas à presença do espectro de um de seus integrantes no palco.
Quais estão corretas?
Leia o texto a seguir.

O texto acima é uma postagem de matéria de revista no Instagram da “Revista Trip”
Leia a tirinha a seguir.

Trata-se de uma crítica social