Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4135083 Português

Leia o texto para responder à questão.


Projeto musical faz shows secretos em SP



    “É muito raro isso aqui”, diz a cantora Marina Melo em frente a um público de cerca de cem pessoas em São Paulo. “Um monte de gente sentada no chão, sem saber exatamente o que vai escutar, disposta a ficar em silêncio e a ouvir”.

    O espaço do palco é delimitado apenas por um tapete e um pedestal de microfone com luzinhas enroladas. A localização é um estúdio na zona oeste da capital, mas poderia ser qualquer outro canto — isso ajuda a resumir o Tranquilo, projeto musical mineiro que desembarcou em São Paulo e acontece nas noites de segunda-feira, mas nunca no mesmo lugar.

    Funciona assim: aos domingos, o perfil no Instagram do Tranquilo publica uma enquete. Quem responde recebe por mensagem a localização e os detalhes dos shows marcados para o dia seguinte. A escalação de artistas – sempre representantes da música independente e autoral – só é liberada na segunda-feira e o lineup1 não se repete.

    O projeto começou no quintal da casa do músico Thales Silva, que se sentia sem horizontes após lançar um álbum e não conseguir fazer o trabalho circular. “O artista independente não consegue furar algumas bolhas porque existem panelas que não se abrem. É como se você tivesse que expandir seu público sem ter oportunidades”, ele afirma. “Então eu criei o evento pensando nesses artistas que têm qualidade, mas que, se não acharem um palco, vão ficar eternamente parados.”

    Durante as apresentações, em formato de pocket show2 e que elegem a diversidade como prioridade, o público recebe a letra de algumas composições. A localização escondida também gera curiosidade. Neste ano, o público chegou a 1200 pessoas em Belo Horizonte.

    Além de estimular a cena musical independente, o projeto se tornou uma espécie de celeiro de novos artistas com o momento “Olho no Olho”, que encerra as noites de shows com pessoas da plateia mostrando canções próprias.



(Laura Lewer. https://guia.folha.uol.com.br/shows/2023/03/ conheca-o-tranquilo-projeto-musical-que-faz-shows-quase-secretosem-sp.shtml. Publicado em 17.03.2023. Adaptado.)



1 lineup: lista, sequência.

2 pocket show: apresentação de curta duração.

De acordo com o texto, o projeto musical Tranquilo 
Alternativas
Q4135077 Português

Leia o texto de Ignácio de Loyola Brandão para responder à questão.



A pedra na roda



    Deixamos Porto Alegre às 8 da manhã. Seriam 300 quilômetros, cerca de quatro horas de viagem através de campos e serras. Eram três ônibus que levavam cem escritores, entre romancistas, poetas, professores, linguistas, para um encontro literário em Passo Fundo.

    A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador nos pneus traseiros. Como se tivessem explodido e a borracha continuasse a bater no solo. O ônibus parou. Os outros pararam também em solidariedade, para saber o que se passava.

    Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária, acontece que uma pedra de bom porte se meteu entre os dois pneus traseiros. São rodas duplas e a pedra se enfiou, sabe-se lá como, entre os pneus da direita. Não dava para andar, a pedra rasgaria tudo.

    Juntaram-se os três motoristas, buscando solução. Apareceram uma marreta, um formão (muito pequeno), uma chave de roda. Os motoristas se revezavam, martelavam de um lado, do outro, de cima para baixo. A pedra, imóvel, para dar o ar da graça e animar, soltou umas lasquinhas que encheram todos de esperanças. Ficou nisso.

    Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. Escrever um romance parece mais fácil do que arrancar uma pedra da roda.

    O tempo passou, já tinha sido solicitado o socorro, mas o caminhão ia demorar. Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. Viu aquele amontoamento, inteirou-se do assunto. Ficou olhando, os motoristas continuavam com as marteladas inúteis. Havia no ar certa desesperança. Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse: “E se desparafusarem as rodas, será que a pedra não se solta?” Todos se olharam. Os intelectuais sorriram. Os motoristas ficaram perplexos.

    Foi necessário muito esforço para desrosquear, mas, enfim, as rodas se abriram, a pedra – enorme – caiu. Houve aplausos, alívio. Voltamos ao ônibus, a viagem prosseguiu. Skarmeta* escreveu um curto poema sobre a roda travada – lido, mais tarde, no palco.

    Cada um de nós, homens do mundo das letras, tem a certeza de que sabe escrever coisas lindas e comoventes. Mas quando uma pedra entra no caminho, não temos a ideia simples e brilhante de desparafusar as rodas, diminuindo a pressão. Talvez na vida possamos aplicar o mesmo método: desapertar um pouco o parafuso, deixar a pedra cair.



(Coleção melhores crônicas: Ignácio de Loyola Brandão. Org. Cecília Almeida Salles. Editora Globo. Adaptado)



*Antonio Skarmeta é escritor chileno, autor de O carteiro e o poeta.

Considere as passagens do texto.



•  Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. (5o parágrafo)


•  Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse... (6o parágrafo)


•  Os motoristas ficaram perplexos. (6o parágrafo)



No contexto em que se encontram, as expressões destacadas significam, respectivamente:

Alternativas
Q4135076 Português

Leia o texto de Ignácio de Loyola Brandão para responder à questão.



A pedra na roda



    Deixamos Porto Alegre às 8 da manhã. Seriam 300 quilômetros, cerca de quatro horas de viagem através de campos e serras. Eram três ônibus que levavam cem escritores, entre romancistas, poetas, professores, linguistas, para um encontro literário em Passo Fundo.

    A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador nos pneus traseiros. Como se tivessem explodido e a borracha continuasse a bater no solo. O ônibus parou. Os outros pararam também em solidariedade, para saber o que se passava.

    Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária, acontece que uma pedra de bom porte se meteu entre os dois pneus traseiros. São rodas duplas e a pedra se enfiou, sabe-se lá como, entre os pneus da direita. Não dava para andar, a pedra rasgaria tudo.

    Juntaram-se os três motoristas, buscando solução. Apareceram uma marreta, um formão (muito pequeno), uma chave de roda. Os motoristas se revezavam, martelavam de um lado, do outro, de cima para baixo. A pedra, imóvel, para dar o ar da graça e animar, soltou umas lasquinhas que encheram todos de esperanças. Ficou nisso.

    Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. Escrever um romance parece mais fácil do que arrancar uma pedra da roda.

    O tempo passou, já tinha sido solicitado o socorro, mas o caminhão ia demorar. Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. Viu aquele amontoamento, inteirou-se do assunto. Ficou olhando, os motoristas continuavam com as marteladas inúteis. Havia no ar certa desesperança. Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse: “E se desparafusarem as rodas, será que a pedra não se solta?” Todos se olharam. Os intelectuais sorriram. Os motoristas ficaram perplexos.

    Foi necessário muito esforço para desrosquear, mas, enfim, as rodas se abriram, a pedra – enorme – caiu. Houve aplausos, alívio. Voltamos ao ônibus, a viagem prosseguiu. Skarmeta* escreveu um curto poema sobre a roda travada – lido, mais tarde, no palco.

    Cada um de nós, homens do mundo das letras, tem a certeza de que sabe escrever coisas lindas e comoventes. Mas quando uma pedra entra no caminho, não temos a ideia simples e brilhante de desparafusar as rodas, diminuindo a pressão. Talvez na vida possamos aplicar o mesmo método: desapertar um pouco o parafuso, deixar a pedra cair.



(Coleção melhores crônicas: Ignácio de Loyola Brandão. Org. Cecília Almeida Salles. Editora Globo. Adaptado)



*Antonio Skarmeta é escritor chileno, autor de O carteiro e o poeta.

Pelas reflexões presentes no último parágrafo, constata-se que para o autor:
Alternativas
Q4135075 Português

Leia o texto de Ignácio de Loyola Brandão para responder à questão.



A pedra na roda



    Deixamos Porto Alegre às 8 da manhã. Seriam 300 quilômetros, cerca de quatro horas de viagem através de campos e serras. Eram três ônibus que levavam cem escritores, entre romancistas, poetas, professores, linguistas, para um encontro literário em Passo Fundo.

    A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador nos pneus traseiros. Como se tivessem explodido e a borracha continuasse a bater no solo. O ônibus parou. Os outros pararam também em solidariedade, para saber o que se passava.

    Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária, acontece que uma pedra de bom porte se meteu entre os dois pneus traseiros. São rodas duplas e a pedra se enfiou, sabe-se lá como, entre os pneus da direita. Não dava para andar, a pedra rasgaria tudo.

    Juntaram-se os três motoristas, buscando solução. Apareceram uma marreta, um formão (muito pequeno), uma chave de roda. Os motoristas se revezavam, martelavam de um lado, do outro, de cima para baixo. A pedra, imóvel, para dar o ar da graça e animar, soltou umas lasquinhas que encheram todos de esperanças. Ficou nisso.

    Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. Escrever um romance parece mais fácil do que arrancar uma pedra da roda.

    O tempo passou, já tinha sido solicitado o socorro, mas o caminhão ia demorar. Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. Viu aquele amontoamento, inteirou-se do assunto. Ficou olhando, os motoristas continuavam com as marteladas inúteis. Havia no ar certa desesperança. Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse: “E se desparafusarem as rodas, será que a pedra não se solta?” Todos se olharam. Os intelectuais sorriram. Os motoristas ficaram perplexos.

    Foi necessário muito esforço para desrosquear, mas, enfim, as rodas se abriram, a pedra – enorme – caiu. Houve aplausos, alívio. Voltamos ao ônibus, a viagem prosseguiu. Skarmeta* escreveu um curto poema sobre a roda travada – lido, mais tarde, no palco.

    Cada um de nós, homens do mundo das letras, tem a certeza de que sabe escrever coisas lindas e comoventes. Mas quando uma pedra entra no caminho, não temos a ideia simples e brilhante de desparafusar as rodas, diminuindo a pressão. Talvez na vida possamos aplicar o mesmo método: desapertar um pouco o parafuso, deixar a pedra cair.



(Coleção melhores crônicas: Ignácio de Loyola Brandão. Org. Cecília Almeida Salles. Editora Globo. Adaptado)



*Antonio Skarmeta é escritor chileno, autor de O carteiro e o poeta.

Considere as passagens do texto.



•  A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador... (2o parágrafo)


•  Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária... (3o parágrafo); Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. (6o parágrafo)



Nessas passagens, o autor informa os leitores a respeito, respectivamente,

Alternativas
Q4135074 Português

Leia o texto de Ignácio de Loyola Brandão para responder à questão.



A pedra na roda



    Deixamos Porto Alegre às 8 da manhã. Seriam 300 quilômetros, cerca de quatro horas de viagem através de campos e serras. Eram três ônibus que levavam cem escritores, entre romancistas, poetas, professores, linguistas, para um encontro literário em Passo Fundo.

    A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador nos pneus traseiros. Como se tivessem explodido e a borracha continuasse a bater no solo. O ônibus parou. Os outros pararam também em solidariedade, para saber o que se passava.

    Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária, acontece que uma pedra de bom porte se meteu entre os dois pneus traseiros. São rodas duplas e a pedra se enfiou, sabe-se lá como, entre os pneus da direita. Não dava para andar, a pedra rasgaria tudo.

    Juntaram-se os três motoristas, buscando solução. Apareceram uma marreta, um formão (muito pequeno), uma chave de roda. Os motoristas se revezavam, martelavam de um lado, do outro, de cima para baixo. A pedra, imóvel, para dar o ar da graça e animar, soltou umas lasquinhas que encheram todos de esperanças. Ficou nisso.

    Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. Escrever um romance parece mais fácil do que arrancar uma pedra da roda.

    O tempo passou, já tinha sido solicitado o socorro, mas o caminhão ia demorar. Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. Viu aquele amontoamento, inteirou-se do assunto. Ficou olhando, os motoristas continuavam com as marteladas inúteis. Havia no ar certa desesperança. Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse: “E se desparafusarem as rodas, será que a pedra não se solta?” Todos se olharam. Os intelectuais sorriram. Os motoristas ficaram perplexos.

    Foi necessário muito esforço para desrosquear, mas, enfim, as rodas se abriram, a pedra – enorme – caiu. Houve aplausos, alívio. Voltamos ao ônibus, a viagem prosseguiu. Skarmeta* escreveu um curto poema sobre a roda travada – lido, mais tarde, no palco.

    Cada um de nós, homens do mundo das letras, tem a certeza de que sabe escrever coisas lindas e comoventes. Mas quando uma pedra entra no caminho, não temos a ideia simples e brilhante de desparafusar as rodas, diminuindo a pressão. Talvez na vida possamos aplicar o mesmo método: desapertar um pouco o parafuso, deixar a pedra cair.



(Coleção melhores crônicas: Ignácio de Loyola Brandão. Org. Cecília Almeida Salles. Editora Globo. Adaptado)



*Antonio Skarmeta é escritor chileno, autor de O carteiro e o poeta.

Comentando a respeito da viagem, no quarto parágrafo, o autor afirma “Ficou nisso” referindo-se ao fato de que
Alternativas
Q4117031 Português
Como marca cultural do nosso povo, a música terá sempre um papel numa proposta de educação que não se compreenda como simples treinamento. Nesse sentido, como práxis, a música deve ser considerada elemento indispensável numa proposta educativa voltada para a formação humana de cidadãos livres, capazes de se apropriar do conhecimento acumulado na nossa época (suas memórias) e de dar prosseguimento criativo à autotransformação histórica da humanidade (SANTOS, 2005, p. 33). A partir da afirmação do referido autor, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o sentido da citação. 
Alternativas
Q4116115 Português
O texto abaixo servirá de base para a questão


Tiro ao Álvaro.


De tanto levá frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

(Não tem mais)

De tanto leva frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

(Não tem mais)

De tanto leva frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

Teu olhar mata mais do que bala de carabina

Que veneno estriquinina

Que peixeira de baiano 

Teu olhar mata mais que atropelamento de automóver

Mata mais que bala de revórver


Compositores: Joao Rubinato / Oswaldo Molles
No trecho "Teu olhar mata mais do que bala de carabina/Que veneno estriquinina" podemos identificar:
Alternativas
Q4116114 Português
O texto abaixo servirá de base para a questão


Tiro ao Álvaro.


De tanto levá frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

(Não tem mais)

De tanto leva frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

(Não tem mais)

De tanto leva frechada do teu olhar

Meu peito até parece sabe o quê?

Táubua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar

Teu olhar mata mais do que bala de carabina

Que veneno estriquinina

Que peixeira de baiano 

Teu olhar mata mais que atropelamento de automóver

Mata mais que bala de revórver


Compositores: Joao Rubinato / Oswaldo Molles
No texto acima, os termos "frechada, táubua, automóver" podem ser considerados exemplos de:
Alternativas
Q4113916 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.






(Disponível em: CAMARGO, Diones. A mulher arrastada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021. – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sinonímia, preconiza Bechara, é o fato de haver mais de uma palavra com semelhante significação, podendo uma estar em lugar da outra em determinado contexto, apesar dos diferentes matizes de sentido ou de carga estilística. Considerando a definição, observe as palavras sublinhadas no texto: camburão (l. 06) e alcunha (l. 11) e analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) ‘alcunha’ e ‘camburão’ são gírias.
( ) ‘alcunha’ é substantivo feminino. Denominação ou qualificativo, por vezes depreciativo, que se usa em lugar do nome próprio de alguém, ou em acréscimo deste, ou em lugar do nome designativo de um grupo de pessoas, um povo etc. Sinônimos: agnome, antonomásia, apelido, apodo, cognome, codinome, epíteto, vulgo.
( ) ‘camburão’ é substantivo masculino. Carro de polícia com compartimento traseiro fechado, para transporte de pessoas presas ou detidas. Sinônimos: tintureiro, viúva-alegre.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4113914 Português

Para responder à questão, considere o fragmento de texto abaixo.





(Disponível em: https://www.todamateria.com.br/preconceito-linguistico/– texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, temos a palavra ‘mídia’ (l. 09), que, de acordo com Bechara, classifica-se como vícios e anomalias de linguagem. E, de acordo com Michaelis, significa: meios de comunicação em geral, a imprensa falada, escrita e televisiva; seção ou departamento de uma agência de propaganda, que faz as recomendações, estudos, distribuições de anúncios e contato com os veículos (jornais, revistas, rádio, televisão, etc.). Tomando por base o texto e esses dois autores, analise as assertivas abaixo:

I. O emprego de palavras, expressões e construções alheias ao idioma que a ele chegam por empréstimos tomados de outra língua chama-se estrangeirismo.
II. Para nós, brasileiros, os estrangeirismos de maior frequência são os galicismos (da língua francesa), os anglicismos (da língua inglesa), espanholismos (da língua espanhola) e italianismos (da língua italiana).
III. A etimologia da palavra mídia é do inglês ‘media’, que vem do latim ‘media’, plural de médium (meio). É considerado um estrangeirismo léxico.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4113912 Português

Bechara assim define Figuras de Linguagem: “Também chamadas figuras de estilo, são recursos especiais de que se vale quem fala ou escreve, para comunicar à expressão mais força e colorido, intensidade e beleza. As figuras de linguagem podem ser classificadas em três tipos: figuras de palavras (ou tropos), de construção (ou de sintaxe) e de pensamento”. Com base no que diz o autor, analise as assertivas que seguem:



I. Antítese consiste na aproximação de palavras ou expressões de sentido oposto. É uma figura de pensamento.


II. Perífrase é uma expressão que designa os seres por meio de algum de seus atributos ou de um fato que os celebrizou.


III. Anacoluto é uma figura de palavras.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q4113911 Português
Ainda segundo Maria da Graça Costa Val, “Qual a diferença entre tipos e gêneros? Os gêneros são categorias, padrões, modelos de texto que, digamos, ‘têm vida própria’, isto é, circulam de fato na vida social. São muito numerosos, porque atendem a necessidades comunicativas e organizacionais de muitas áreas da atividade humana, e porque se renovam, ao longo do tempo, em razão de novas necessidades, novas tecnologias, novos suportes. Já os tipos não são textos concretos, não ‘têm vida própria’, são atitudes enunciativas que acarretam modos característicos de emprego dos recursos linguísticos presentes em um texto ou em sequências de texto. São componentes dos textos e podem aparecer em diferentes gêneros, com exclusividade ou articulados entre si”. Avalie as seguintes assertivas a respeito desses recursos, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A classificação dos gêneros textuais ocorre com base em seu conteúdo, enquanto os tipos textuais são classificados de acordo com a forma. Desse modo, os gêneros textuais são classificações existentes dentro dos modelos predefinidos de tipos textuais. Os gêneros possuem estruturas e conteúdos temáticos que facilitam sua definição. Portanto, em cada tipo de texto existe gêneros específicos.
( ) Existem muitos gêneros textuais, eles são flexíveis e passíveis de mudança. Quando se trata de tipos textuais, as classificações são fixas. Elas definem e diferenciam o texto a partir da estrutura e dos aspectos linguísticos.
( ) São exemplos de gêneros: romance, conto, fábula, lenda, notícia, carta, bula de medicamento, lista de compras, cardápio de restaurante, entre outros.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4113910 Português
Segundo Maria da Graça Costa Val, em Produção escrita: trabalhando com gêneros textuais, “Os textos em geral, qualquer que seja seu gênero, são constituídos por segmentos de natureza e características diferentes. Por exemplo, segmentos de exposição de ideias, de narração, de descrição, de argumentação, de instrução, de diálogo. Esses segmentos, que podem ser reconhecidos pelas regularidades no emprego dos recursos linguísticos, é que têm sido chamados de tipos textuais ou tipos de discurso. Os mais conhecidos são: narrativo, expositivo, argumentativo, descritivo, instrucional (ou injuntivo), dialogal”. A partir da afirmação da autora, analise as assertivas que seguem sobre os tipos de textos:

I. O texto dissertativo apresenta informações sobre determinado assunto. Essa tipologia foca em reunir informações e apresentar de maneira coerente e imparcial, sem opiniões que convençam o leitor.
II. Contar uma história incluindo tempo, espaço e personagens envolvidos é característica da tipologia narrativa.
III. A injunção é um tipo textual que pretende instruir ou ensinar alguém a fazer algo, por isso, apresenta uma sucessão de informações que podem estar organizadas em pequenos parágrafos ou numeradas em passos. A ideia central é levar a uma ação por parte do receptor (ou leitor) que recebe a mensagem.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4113890 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais




(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seusancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o sentido conferido ao trecho em que ocorre a palavra “mas também” (l. 10).
Alternativas
Q4113888 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais




(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seusancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre no texto, o vocábulo “transgressões” (l. 28).
Alternativas
Q4113885 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais




(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seusancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Uma das hipóteses acerca do motivo da pintura nos crânios humanos é a de que teriam sido feitos depois da profanação dos túmulos pelos espanhóis.
II. O meio com o qual a tinta era aplicada resumia-se a apenas os dedos dos familiares dos mortos.
III. Para os pesquisadores, o povo Chincha decretava o fim da vida com as cerimônias fúnebres, um ponto final na existência.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4113594 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Cotidiano Escolar: gestão do dia a dia para tornar a escola mais feliz





(Disponível em: https://sae.digital/cotidiano-escolar-gestao-escolar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, assinale a alternativa na qual o referente da palavra sublinhada esteja INCORRETO.
Alternativas
Q4113593 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Cotidiano Escolar: gestão do dia a dia para tornar a escola mais feliz





(Disponível em: https://sae.digital/cotidiano-escolar-gestao-escolar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta transposição do trecho a seguir para a voz ativa “O cotidiano escolar é feito de conquistas, frustrações, pensar e repensar”.
Alternativas
Q4113591 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Cotidiano Escolar: gestão do dia a dia para tornar a escola mais feliz





(Disponível em: https://sae.digital/cotidiano-escolar-gestao-escolar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta conjunção ou locução conjuntiva que poderia substituir corretamente “Ao passo que” (l. 23) sem alterar o sentido do trecho.
Alternativas
Q4113491 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Dois mais dois


Por Luis Fernando Veríssimo


Q__15.png (720×576)

(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
 Assinale a alternativa que indica o antônimo correto da palavra “próxima” (l. 11).
Alternativas
Respostas
36061: D
36062: E
36063: A
36064: B
36065: D
36066: E
36067: C
36068: B
36069: C
36070: E
36071: D
36072: A
36073: E
36074: D
36075: B
36076: A
36077: C
36078: D
36079: A
36080: C