Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3255299 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A primeira cidade dos EUA com maioria árabe Dearborn se tornou a primeira cidade de maioria árabe dos Estados Unidos em 2023. Com cento e dez mil habitantes, ela abriga o Museu Nacional Árabe-Americano e a maior mesquita da América do Norte.

A cidade é governada por um dos poucos prefeitos árabes e muçulmanos dos Estados Unidos. Dearborn também foi a primeira cidade americana a transformar o fim do jejum do Ramadã em feriado oficial para os funcionários municipais e é um dos poucos lugares do país onde uma mesquita foi autorizada a transmitir a chamada para a prece islâmica pelos seus alto-falantes.

Por tudo isso, Dearborn oferece aos visitantes uma oportunidade tentadora de viajar ao Oriente Médio sem sair dos Estados Unidos, explorando como os árabes-americanos formaram a cidade e o país.

Segundo o curador do Museu Histórico de Dearborn, Jack Tate, a cidade era pouco mais que um terreno rural escassamente povoado até o início do século 20.

Mas tudo mudou nos anos 1920, quando o fabricante de carros e futuro magnata dos negócios Henry Ford transferiu a sede da sua companhia − a Ford − para Dearborn. 

"Naquela época, era uma comunidade pequena e monótona", explica Tate. "E, quando abriu a fábrica, pessoas vieram de todas as partes dos Estados Unidos, de todo o mundo, para trabalhar para a Ford. Foi o grande início da migração do Oriente Médio para cá."

Quando Ford criou seus famosos automóveis Modelo T, em 1908, ele precisava de pessoas para construí-los.

Ondas de trabalhadores de lugares que hoje pertencem ao Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e aos Territórios Palestinos logo começaram a chegar à região de Detroit, em busca de novos empregos e altos salários.

No início dos anos 1920, a maior parte dos trabalhadores da linha de montagem do Modelo T da Ford era de origem árabe. E, quando Henry Ford mudou a fábrica para Dearborn, muitos dos seus funcionários o seguiram.

A mudança transformou o pacato vilarejo na sede da maior instalação industrial do mundo. E, mais do que isso, ela possibilitou que Dearborn passasse a abrigar a maior concentração de árabes-americanos dos Estados Unidos.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckr5d1k70ero.adaptado.
A cidade de Dearborn, no Estado americano de Michigan, abriga a maior mesquita da América do Norte.
Assinale a alternativa correta sobre a transformação histórica e cultural da cidade de Dearborn nos Estados Unidos.
Alternativas
Q3255292 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A primeira cidade dos EUA com maioria árabe Dearborn se tornou a primeira cidade de maioria árabe dos Estados Unidos em 2023. Com cento e dez mil habitantes, ela abriga o Museu Nacional Árabe-Americano e a maior mesquita da América do Norte.

A cidade é governada por um dos poucos prefeitos árabes e muçulmanos dos Estados Unidos. Dearborn também foi a primeira cidade americana a transformar o fim do jejum do Ramadã em feriado oficial para os funcionários municipais e é um dos poucos lugares do país onde uma mesquita foi autorizada a transmitir a chamada para a prece islâmica pelos seus alto-falantes.

Por tudo isso, Dearborn oferece aos visitantes uma oportunidade tentadora de viajar ao Oriente Médio sem sair dos Estados Unidos, explorando como os árabes-americanos formaram a cidade e o país.

Segundo o curador do Museu Histórico de Dearborn, Jack Tate, a cidade era pouco mais que um terreno rural escassamente povoado até o início do século 20.

Mas tudo mudou nos anos 1920, quando o fabricante de carros e futuro magnata dos negócios Henry Ford transferiu a sede da sua companhia − a Ford − para Dearborn. 

"Naquela época, era uma comunidade pequena e monótona", explica Tate. "E, quando abriu a fábrica, pessoas vieram de todas as partes dos Estados Unidos, de todo o mundo, para trabalhar para a Ford. Foi o grande início da migração do Oriente Médio para cá."

Quando Ford criou seus famosos automóveis Modelo T, em 1908, ele precisava de pessoas para construí-los.

Ondas de trabalhadores de lugares que hoje pertencem ao Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e aos Territórios Palestinos logo começaram a chegar à região de Detroit, em busca de novos empregos e altos salários.

No início dos anos 1920, a maior parte dos trabalhadores da linha de montagem do Modelo T da Ford era de origem árabe. E, quando Henry Ford mudou a fábrica para Dearborn, muitos dos seus funcionários o seguiram.

A mudança transformou o pacato vilarejo na sede da maior instalação industrial do mundo. E, mais do que isso, ela possibilitou que Dearborn passasse a abrigar a maior concentração de árabes-americanos dos Estados Unidos.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckr5d1k70ero.adaptado.
"Ondas de trabalhadores" de lugares que hoje pertencem ao Líbano, Síria, Iraque, Iêmen e aos Territórios Palestinos logo começaram a chegar à região.
A expressão destacada no texto encontra-se em sentido:
Alternativas
Q3255253 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Minhas janelas

    Em geral as pessoas possuíram automóveis e se recordam de todos eles. Eu possuí janelas e ajuntei para a lembrança um sortido patrimônio de paisagens. Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado duma janela: mesa, máquina de escrever, dicionários, paciência. Além de pequenos objetos familiares: um globo de lata, uma galinha de barro e três cachimbos que há muitos anos esperam aparecer em mim o homem tranquilo e experiente que fuma cachimbo. A janela também faz parte do equipamento profissional do escritor. Sem janelas, a literatura seria irremediavelmente hermética, feita de incompreensíveis pedaços de vida, lágrimas e risos loucos.
    Tive muitas janelas, e nenhuma delas mais generosa e plena do que esta de que me despeço na manhã de hoje. Amanhã cedo mudarei de casa, de janela, e até de alma, pois o meu modo de ver e viver já não será o mesmo fatalmente.
    Quando menino, nunca olhei pela janela, mas fazia parte da paisagem de um quintal com os mamoeiros bicados pelos passarinhos, as galinhas neuróticas em assembleia permanente, o canto intermitente do tanque. Criança do meu tempo, do tempo das casas, só chegava à janela em dia de chuva, amassando o nariz contra a vidraça para ver o mistério espetacular das águas desatadas e as poças onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia.
Portanto, só à medida que ganhamos corpo e tempo, vamos aprendendo a conhecer a importância das janelas. Morei em vários lugares e vi muitas coisas. Vi as luminárias inquietantes dos transatlânticos; as traineiras* indo e vindo; um afogado dando à praia ao amanhecer; operários equilibrando-se em andaimes incríveis; o féretro passando; a moça saindo para as núpcias; a mãe voltando com o filho da maternidade; o bêbado matinal; o mendigo irrompendo pela rua... Vi através de minhas janelas todas as formas inumeráveis da vida, e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão.
    Nos últimos anos, encontrei Ipanema e só tenho trocado de moradia no mesmo bairro. Não quero mais ir, quero ficar; não quero mais procurar, quero conhecer o que já encontrei; para quem sou, as alegrias e tristezas que já tenho estão de bom tamanho.
    Vou perder dentro de poucas horas esta magnífica janela, incomparavelmente a melhor peça deste apartamento. Peço, pois, um minuto de silêncio em derradeira homenagem aos telhados de limo lá embaixo, às minhas gaivotas, aos meus barcos; dou adeus para o meu mar noturno e adeus para este mar cheio de luz.

(Paulo Mendes Campos. Instituto Moreira Salles – Portal da Crônica Brasileira. https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7120/minhas-janelas Crônica publicada em 09.07.1960. Texto adaptado)

*Traineira: pequena embarcação de pesca.
Considere as passagens do texto.

•  ... onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia. (3º parágrafo)
•  ... o mendigo irrompendo pela rua... (4º parágrafo)
•  ... e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão. (4º parágrafo)

Analisando o contexto em que se encontram, é correto afirmar que os termos destacados significam, respectivamente:
Alternativas
Q3255215 Português

Leia a tirinha. 


Imagem associada para resolução da questão



https://www.psicologiasdobrasil.com.br/falar-de-saud e-mental-fica-mais-facil-com-estas-tirinhas-bem-hum oradas/#google_vignette 



Verifique as afirmações sobre a tirinha e depois assinale a alternativa correta.


Na relação entre as últimas falas de cada personagem:



I. Ocorre incoerência na fala da mulher, uma vez que "tipo que escuta" tem o mesmo sentido de "não falar nada".


II. O termo "não", usado pela mulher, tem a mesma função das expressões "isto é, ou seja"; afinal, "tipo que escuta" é uma explicação em outras palavras para "não falar nada".


III. A fala da mulher "tipo que escuta" é uma retificação de "não falar nada" e se torna, no contexto da tirinha, uma antonímia.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3255118 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Minhas janelas

    Em geral as pessoas possuíram automóveis e se recordam de todos eles. Eu possuí janelas e ajuntei para a lembrança um sortido patrimônio de paisagens. Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado duma janela: mesa, máquina de escrever, dicionários, paciência. Além de pequenos objetos familiares: um globo de lata, uma galinha de barro e três cachimbos que há muitos anos esperam aparecer em mim o homem tranquilo e experiente que fuma cachimbo. A janela também faz parte do equipamento profissional do escritor. Sem janelas, a literatura seria irremediavelmente hermética, feita de incompreensíveis pedaços de vida, lágrimas e risos loucos. 
    Tive muitas janelas, e nenhuma delas mais generosa e plena do que esta de que me despeço na manhã de hoje. Amanhã cedo mudarei de casa, de janela, e até de alma, pois o meu modo de ver e viver já não será o mesmo fatalmente.
    Quando menino, nunca olhei pela janela, mas fazia parte da paisagem de um quintal com os mamoeiros bicados pelos passarinhos, as galinhas neuróticas em assembleia permanente, o canto intermitente do tanque. Criança do meu tempo, do tempo das casas, só chegava à janela em dia de chuva, amassando o nariz contra a vidraça para ver o mistério espetacular das águas desatadas e as poças onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia.
    Portanto, só à medida que ganhamos corpo e tempo, vamos aprendendo a conhecer a importância das janelas. Morei em vários lugares e vi muitas coisas. Vi as luminárias inquietantes dos transatlânticos; as traineiras* indo e vindo; um afogado dando à praia ao amanhecer; operários equilibrando-se em andaimes incríveis; o féretro passando; a moça saindo para as núpcias; a mãe voltando com o filho da maternidade; o bêbado matinal; o mendigo irrompendo pela rua... Vi através de minhas janelas todas as formas inumeráveis da vida, e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão.
    Nos últimos anos, encontrei Ipanema e só tenho trocado de moradia no mesmo bairro. Não quero mais ir, quero ficar; não quero mais procurar, quero conhecer o que já encontrei; para quem sou, as alegrias e tristezas que já tenho estão de bom tamanho.
    Vou perder dentro de poucas horas esta magnífica janela, incomparavelmente a melhor peça deste apartamento. Peço, pois, um minuto de silêncio em derradeira homenagem aos telhados de limo lá embaixo, às minhas gaivotas, aos meus barcos; dou adeus para o meu mar noturno e adeus para este mar cheio de luz.

(Paulo Mendes Campos. Instituto Moreira Salles – Portal da Crônica Brasileira. https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7120/minhas-janelas Crônica publicada em 09.07.1960. Texto adaptado)

*Traineira: pequena embarcação de pesca.
Observe as frases.

•  Sem o nosso poder de ver o mundo pelas janelas, a literatura seria irremediavelmente hermética.
•  Vou perder dentro de poucas horas esta magnífica janela; peço, pois, um minuto de silêncio.

Assinale a alternativa em que essas frases estão reescritas de forma a apresentar ideias pertinentes ao texto original.
Alternativas
Q3255114 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Minhas janelas

    Em geral as pessoas possuíram automóveis e se recordam de todos eles. Eu possuí janelas e ajuntei para a lembrança um sortido patrimônio de paisagens. Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado duma janela: mesa, máquina de escrever, dicionários, paciência. Além de pequenos objetos familiares: um globo de lata, uma galinha de barro e três cachimbos que há muitos anos esperam aparecer em mim o homem tranquilo e experiente que fuma cachimbo. A janela também faz parte do equipamento profissional do escritor. Sem janelas, a literatura seria irremediavelmente hermética, feita de incompreensíveis pedaços de vida, lágrimas e risos loucos. 
    Tive muitas janelas, e nenhuma delas mais generosa e plena do que esta de que me despeço na manhã de hoje. Amanhã cedo mudarei de casa, de janela, e até de alma, pois o meu modo de ver e viver já não será o mesmo fatalmente.
    Quando menino, nunca olhei pela janela, mas fazia parte da paisagem de um quintal com os mamoeiros bicados pelos passarinhos, as galinhas neuróticas em assembleia permanente, o canto intermitente do tanque. Criança do meu tempo, do tempo das casas, só chegava à janela em dia de chuva, amassando o nariz contra a vidraça para ver o mistério espetacular das águas desatadas e as poças onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia.
    Portanto, só à medida que ganhamos corpo e tempo, vamos aprendendo a conhecer a importância das janelas. Morei em vários lugares e vi muitas coisas. Vi as luminárias inquietantes dos transatlânticos; as traineiras* indo e vindo; um afogado dando à praia ao amanhecer; operários equilibrando-se em andaimes incríveis; o féretro passando; a moça saindo para as núpcias; a mãe voltando com o filho da maternidade; o bêbado matinal; o mendigo irrompendo pela rua... Vi através de minhas janelas todas as formas inumeráveis da vida, e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão.
    Nos últimos anos, encontrei Ipanema e só tenho trocado de moradia no mesmo bairro. Não quero mais ir, quero ficar; não quero mais procurar, quero conhecer o que já encontrei; para quem sou, as alegrias e tristezas que já tenho estão de bom tamanho.
    Vou perder dentro de poucas horas esta magnífica janela, incomparavelmente a melhor peça deste apartamento. Peço, pois, um minuto de silêncio em derradeira homenagem aos telhados de limo lá embaixo, às minhas gaivotas, aos meus barcos; dou adeus para o meu mar noturno e adeus para este mar cheio de luz.

(Paulo Mendes Campos. Instituto Moreira Salles – Portal da Crônica Brasileira. https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7120/minhas-janelas Crônica publicada em 09.07.1960. Texto adaptado)

*Traineira: pequena embarcação de pesca.
Entre os recursos de linguagem que o cronista utiliza, é correto afirmar que ele humaniza determinados objetos, a exemplo de _____________; e que emprega termos ou expressões que enfatizam atributos positivos dos objetos, a exemplo de ______________.

Assinale a alternativa cujos trechos da crônica completam, correta e respectivamente, o texto apresentado. 
Alternativas
Q3255113 Português
Leia a crônica para responder à questão.

Minhas janelas

    Em geral as pessoas possuíram automóveis e se recordam de todos eles. Eu possuí janelas e ajuntei para a lembrança um sortido patrimônio de paisagens. Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado duma janela: mesa, máquina de escrever, dicionários, paciência. Além de pequenos objetos familiares: um globo de lata, uma galinha de barro e três cachimbos que há muitos anos esperam aparecer em mim o homem tranquilo e experiente que fuma cachimbo. A janela também faz parte do equipamento profissional do escritor. Sem janelas, a literatura seria irremediavelmente hermética, feita de incompreensíveis pedaços de vida, lágrimas e risos loucos. 
    Tive muitas janelas, e nenhuma delas mais generosa e plena do que esta de que me despeço na manhã de hoje. Amanhã cedo mudarei de casa, de janela, e até de alma, pois o meu modo de ver e viver já não será o mesmo fatalmente.
    Quando menino, nunca olhei pela janela, mas fazia parte da paisagem de um quintal com os mamoeiros bicados pelos passarinhos, as galinhas neuróticas em assembleia permanente, o canto intermitente do tanque. Criança do meu tempo, do tempo das casas, só chegava à janela em dia de chuva, amassando o nariz contra a vidraça para ver o mistério espetacular das águas desatadas e as poças onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia.
    Portanto, só à medida que ganhamos corpo e tempo, vamos aprendendo a conhecer a importância das janelas. Morei em vários lugares e vi muitas coisas. Vi as luminárias inquietantes dos transatlânticos; as traineiras* indo e vindo; um afogado dando à praia ao amanhecer; operários equilibrando-se em andaimes incríveis; o féretro passando; a moça saindo para as núpcias; a mãe voltando com o filho da maternidade; o bêbado matinal; o mendigo irrompendo pela rua... Vi através de minhas janelas todas as formas inumeráveis da vida, e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão.
    Nos últimos anos, encontrei Ipanema e só tenho trocado de moradia no mesmo bairro. Não quero mais ir, quero ficar; não quero mais procurar, quero conhecer o que já encontrei; para quem sou, as alegrias e tristezas que já tenho estão de bom tamanho.
    Vou perder dentro de poucas horas esta magnífica janela, incomparavelmente a melhor peça deste apartamento. Peço, pois, um minuto de silêncio em derradeira homenagem aos telhados de limo lá embaixo, às minhas gaivotas, aos meus barcos; dou adeus para o meu mar noturno e adeus para este mar cheio de luz.

(Paulo Mendes Campos. Instituto Moreira Salles – Portal da Crônica Brasileira. https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7120/minhas-janelas Crônica publicada em 09.07.1960. Texto adaptado)

*Traineira: pequena embarcação de pesca.
Considere as passagens do texto.

•  ... onde os moleques pobres e livres podiam brincar com euforia. (3° parágrafo)
•  ... o mendigo irrompendo pela rua... (4° parágrafo)
•  ... e a noite que chegava para engolfar o mundo em escuridão. (4° parágrafo)

Analisando o contexto em que se encontram, é correto afirmar que os termos destacados significam, respectivamente:
Alternativas
Q3254807 Português
Leia o texto As núpcias falhas , de Murilo Mendes:

Catarina comia bife a cavalo, eu comia bife a pé. Catarina andava de bicicleta, eu andava a pé. Catarina dispunha de um enorme armário onde arrumava todos os seus pertences, eu dispunha de uma cômoda anã. Catarina depilava a axila com uma lâmina gilete, eu fazia a barba no salão Veneza. Catarina torcia pelo Botafogo, eu não torcia por clube nenhum. Catarina era Tom Mix, eu era Greta Garbo. Catarina tinha um amigo sobressalente, eu não tinha amiga sobressalente nenhuma. Catarina babava-se por doce de leite, eu, por compota de caju. Catarina gostava de farda, eu gostava de short. Catarina jogava tênis, eu jogava bilboquê. Catarina sonhava tecnicolor, eu sonhava em preto e branco.
Depois de onze meses de agridoce convivência, persuadidos da diversidade de nossos gostos e temperamentos, ajudados por uma cartomante resolvemos destruir o noivado.

Fonte: MENDES, M. As núpcias falhas. In: Revista Germina. Disponível em: https://www.germinaliteratura.com.br/mmendes.htm. Acesso em: 10 de novembro de 2024. (bilboquê: s.m. Brinquedo constituído de uma esfera de madeira com um furo, presa por um cordão a um pedaço de madeira, onde ela deve encaixar por impulso.)

No texto, as palavras "Catarina" e "eu":
Alternativas
Q3254804 Português
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://www.pensador.com/frase/MjI5OTc2Mw/ O texto, que circula em redes sociais.

I. É uma homenagem à arte, considerando a literatura e a música como duas atividades às quais a pessoa pode se entregar com prazer.
II. É um convite ao leitor, dirigindo-se a este por meio dos verbos no modo imperativo.
III. É uma poesia por sua linguagem criativa, transformando substantivos comuns e próprios em verbos.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3254653 Português
Leia os textos:
Q7_1.png (352×104)
GONSALES, F. Níquel Náusea: em boca fechada não entra mosca. São Paulo: Devir, 2008.
Q7_2.png (356×108)
DAVIS, Jim. Garfield. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 set. 2013.

Sobre as tirinhas, confirma-se:
Alternativas
Q3254650 Português
A tirinha é de Hagar, o Horrível, de Dik Browne. Na história, conversam Hamlet, filho de Hagar, e Hérnia, amiga de Hamlet. 
Q4.png (349×110)
BROWNE, Dik. O melhor de Hagar, o Horrível. Vol.1. Porto Alegre: L&PM, 2009.

Considere as afirmativas sobre a tirinha.
I. A definição de amor, perguntada por Hérnia, é referente à classe gramatical da palavra "amor".
II. Tanto Hérnia quanto os leitores esperam, como resposta à pergunta de Hérnia, uma definição pessoal.
III. A reação de Hérnia, diante da resposta de Hamlet sobre o que seja amor, é inesperada para o leitor, porque a reposta do garoto é técnica e não romântica.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3254594 Português

Leia a tirinha. 


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: https://www.traca.com.br/site/pg.diario.php?page=13 5



De acordo com o sentido da tirinha:



I. o alimento tem um sentido literal, que é de comida, e outro, figurado, de leitura.


II. a fome, na tirinha, é figurada, uma vez que não é por comida, mas por leitura.


III. assim como há alimentos mais leves e frugais, há leituras mais pesadas.


IV. o ambiente hospitalar, a linguagem empregada nas falas e o papel social de médico e paciente constroem uma analogia para o mundo da leitura.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3254513 Português

Leia o cartum e indique a alternativa FALSA.



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3254398 Português
Leia o texto jornalístico publicado em novembro de 2024 no jornal Folha de S. Paulo.
Trancistas buscam regulamentar profissão, que é símbolo da resistência negra
Catarina Ferreira e Vitória Macedo

Trançar cabelos afro, sejam crespos ou cacheados, demanda técnica e tempo. Profissional que faz diferentes penteados utilizando ou não fibras sintéticas e orgânicas, a trancista não tem seu trabalho regulamentado na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).
Com movimentos de valorização dos fios afro, profissionais da área e figuras políticas têm trabalhado em projetos de reconhecimento do ofício, como por exemplo a inclusão do Dia da Pessoa Trancista no calendário de eventos da cidade de São Paulo por meio de lei ordinária. (...)
Hoje, trancistas que querem formalizar sua atividade podem usar a ocupação de cabeleireiro. Apesar de se aproximarem em pontos como o cuidado com a autoestima e os fios dos clientes, as duas profissões se distanciam em questões práticas. (...)
Luane Bento, pesquisadora de relações raciais e doutora em ciências sociais pela PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), diz que trançar não é apenas profissão, mas um símbolo de resistência contra o racismo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/11/

A reivindicação profissional dos trancistas pode ser sintetizada como uma luta por:
Alternativas
Q3254396 Português
Leia o fragmento do texto jornalístico a seguir.

Qual é a melhor tarântula para iniciantes? Como criar uma sling (filhote de aranha)? Como montar um terrário?

Essas perguntas aparecem em vídeos virais nas redes sociais, com dezenas de milhares de visualizações (em alguns casos, milhões).

Elas explicitam o interesse crescente de brasileiros pela criação de aranhas, especialmente tarântulas — um animal silvestre cuja manutenção em cativeiro é crime no Brasil, com pena de multa e detenção de até um ano.
O mercado clandestino de aranhas movimenta milhões de reais, com opções inclusive de vendas parceladas — tem espécie que chega a ser vendida por R$ 1,2 mil — e realização de rifas
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1e7y1wp9 q2o

O trecho que apresenta uso coloquial da língua portuguesa, fugindo da norma culta, é:
Alternativas
Q3254150 Português
Leia a tirinha.

Q2.png (354×114)

BROWNE, Dik. O melhor de Hagar, o Horrível. Vol.1. Porto Alegre: L&PM, 2009.

A tirinha explora a classificação da palavra "amor". Qual palavra, a seguir, se enquadra nas mesmas características?
Alternativas
Q3254115 Português

 O poema é de Arnaldo Antunes. 


Imagem associada para resolução da questão



ANTUNES, Arnaldo. Agora aqui ninguém precisa de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 89.



Avalie as afirmativas referentes ao poema de Antunes.



I. O sujeito poético estabelece uma espécie de conversa com o leitor, ensinando-o a responder a uma pergunta cotidiana.


II. O sujeito poético usa um toque de humor e ironia para criticar os discursos vazios da atualidade.


III. De forma mecânica e repetitiva, assim como uma máquina, o diálogo exemplifica a superficialidade das conexões humanas, que é repleta de discursos prontos, desinteressados e vazios.



Está correto o que se afirma em:  

Alternativas
Q3254112 Português

 A tirinha é da personagem Armandinho. 


Imagem associada para resolução da questão


https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/alim entos 



Avalie as afirmações referentes à tirinha.



I. Com base nas falas de Armandinho, há um pressuposto de que criança não aprecia verduras e legumes.


II. Para convencer sua mãe sobre o fato de que ele não querer comer vegetal, Armandinho usa o receio de desemprego como argumento.


III. Dado que o sentido das palavras pode ser contextual, as expressões "indústrias de alimentos", "agrotóxicos" e "remédios" tornam-se antônimas de "comida orgânica e saudável".



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3253856 Português
A seguir, fragmentos dos textos I e II.

Texto I - Na presença do Zé Gotinha, foram distribuídos materiais didáticos e realizadas palestras e outras ações culturais. Serviços de saúde também foram ofertados no evento.
(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/20 24/novembro/saude-realiza-oficina-sobre-direitos-dos -migrantes-no-sus) 

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Vacinar é proteger
Todo mundo já me conhece. Desde 1986 sou o símbolo das campanhas de vacinação."
(https://www.saude.ce.gov.br/2015/02/24/tirinhas-ajud am-a-mobilizar-para-a-vacinacaocontra-sarampo/)

No texto 2, Zé Gotinha se apresenta como o "símbolo" das campanhas de vacinação. A esse papel simbólico se dá o nome de:
Alternativas
Q3253851 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto publicado em 10/11/2024.

Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS

A ação aconteceu na 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia, neste sábado (9), em Brasília

Neste sábado (9), o Ministério da Saúde realizou uma oficina sobre os direitos dos migrantes no Sistema Único de Saúde - SUS. A ação aconteceu em Brasília, durante a 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR, que promoveu uma Feira de Serviços com instituições públicas e organizações internacionais para fornecer suporte e informações sobre o acesso à saúde, mercado de trabalho e assistência jurídica.

As atividades contaram com o apoio das Secretarias de Atenção Primária a Saúde - SAPS, de Vigilância em Saúde e Ambiente - SVSA, de Atenção Especializada à Saúde - SAES e Saúde Indígena - SESAI da pasta. Na presença do Zé Gotinha, foram distribuídos materiais didáticos e realizadas palestras e outras ações culturais. Serviços de saúde também foram ofertados no evento.

A assessora técnica da SAPS, Sabrina Rodrigues, exaltou a importância do COMIGRAR. "Esse evento é fundamental para que o Ministério da Saúde consiga acolher as demandas das pessoas migrantes, refugiadas e apátridas. E, a partir daí, construir políticas públicas de saúde, considerando as necessidades dessa população", explicou. 

Pela SAES, a assessora técnica Danielle Zacarias acredita que o crescimento dos fluxos migratórios internacionais realça a responsabilidade de qualificar os gestores e trabalhadores de saúde. "É necessário promover uma organização de redes de serviços inclusivos e humanizados que devem compreender que as especificidades culturais, de crenças e religiosidades, hábitos alimentares e nutricionais além de aspectos de linguagem e comunicação das pessoas migrantes devem fazer parte do processo de cuidado e assistência à população migrante", pontuou.

Independente da nacionalidade, todos têm direito a receber os cuidados pelo SUS, que é universal. Em abril deste ano, o Ministério da Saúde lançou uma nota técnica para orientar gestores e profissionais da rede a oferecer a assistência mais adequada aos migrantes, refugiados e apátridas. Voltado especialmente para a atenção primária, o documento define o que caracteriza essa população, além de vítimas de tráfico de pessoas. Segundo o Sistema de Informações em Saúde da Atenção Básica - Sisab, 512.517 migrantes foram cadastrados nas equipes da atenção primária de 2013 a 2023.

Durante a conferência, a SVSA levantou propostas para a construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas, que teve uma nova portaria publicada para a estruturação por meio de um grupo de trabalho. O assessor da SVSA, Igor Rodrigues, comentou sobre a iniciativa: "Estamos acompanhando os encaminhamentos da plenária final da COMIGRAR. As propostas levantadas e as escutas realizados pelo MS durante a conferência serão subsídio para o fortalecimento do SUS, bem como para construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas".

Alberto Navarro, delegado nacional de Saúde das Populações Migrantes, é venezuelano e chegou ao Brasil como refugiado político. Segundo ele, o SUS impactou positivamente sua vida. "Quando cheguei aqui, estava muito machucado. Receber esse atendimento primário foi muito importante. Tenho certeza que em outros países eu sequer teria atenção. Na minha atual posição, é importante trabalhar pela conscientização dos gestores locais e profissionais de saúde para que esses atendimentos continuem e melhorem cada vez mais", disse.

Sobre a conferência

Realizada há 10 anos, a primeira Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR foi um marco importante para a criação da Lei de Migrações vigente. Neste ano, a segunda edição trouxe o tema "Cidadania e Movimento". A abertura aconteceu nesta sexta (8), na Universidade de Brasília - UnB, e contou com a presença de delegados e representantes de todo país, das mais diversas comunidades migrantes, para discutir e propor políticas públicas voltadas aos migrantes, refugiadas e apátridas no Brasil.

No primeiro dia, temas como igualdade de acesso a serviços públicos, inclusão socioeconômica, promoção do trabalho decente, combate a violações de direitos, governança e participação social, regularização migratória, além de interculturalidade e diversidade foram abordados.

A COMIGRAR é promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública - MJSP, em parceria com a UnB, órgãos governamentais e organizações internacionais. Aberta ao público, a conferência deve receber até 700 participantes por dia. O evento acontece até amanhã (10).

Ana Freire

Ministério da Saúde

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/202 4/novembro/saude-realiza-oficina-sobre-direitos-dosmigrantes-no-sus 
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