Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.316 questões
Observe a charge, do cartunista Henfil, e resolva a questão:

Pela análise subjetiva da charge, pode-se inferir que a obra critica:
Leia os quadrinhos para resolver a questão.

É possível deduzir que:
Qual a origem da expressão “sem eira, nem beira”?
Este não é um post sobre ciência como a maioria das pessoas imaginam, mas enquadro na categoria humanidades. Bom, descobri o significado da expressão “sem eira, nem beira” passeando pelas ladeiras de Olinda, em Pernambuco. Durante o Brasil colonial, os ricos construíam suas casas com três acabamentos no telhado. De baixo para cima, as partes eram chamadas de eira, beira e tribeira. As casas dos pobres eram feitas apenas com tribeira. Assim, quando um filho (a) de rico queria se casar com um pobre, os pais não se conformavam: “Ora, pois! Mas a casa dele (a) não tem eira, nem beira!”

(Fonte: https://segredosdomundo.r7.com/sem-eira-nem-beira/)
O assunto principal do texto é:
Análise a tirinha para resolver a questão:

Após a leitura do quadrinho, pode-se deduzir que:
I. Essa se tornou sua obra mais importante.
II. Ele era um estudioso da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá.
III. Sua obra foi concebida para ser uma ferramenta prática de ensino.
Nas sentenças apresentadas ocorrem diferentes tipos de pronomes. Em relação ao texto, a função desempenhada por todos esses pronomes é de:
Texto 3
COMO DETERMINAR A IDADE DE UMA ÁRVORE
Você sabe como calcular a idade das árvores? Uma forma é usar a dendrocronologia, técnica baseada no estudo dos anéis de crescimento da árvore.
Contando os anéis em um toco de árvore
I) Examine os anéis de um toco exposto. Essa
quantidade indica o número de anos que a árvore
chegou a viver. Você verá anéis de cor mais clara e
5 mais escura — um ano de crescimento equivale a um
anel claro mais um escuro. Como são mais fáceis de
distinguir, conte os anéis escuros para estimar esse
valor.
Os anéis também mostram muito sobre as condições
10 climáticas de um ano em particular. Anéis mais finos
representam anos mais frios ou secos, enquanto os
mais espessos se desenvolvem nas melhores
condições.
II) Lixe o toco para enxergar os anéis com maior
clareza. Se estiver difícil visualizá-los, comece lixando
o toco da árvore com uma lixa áspera, de grão 60. Finalize o serviço com uma lixa fina, de grão 400.
Borrifar água levemente na superfície também facilita a visualização dos anéis.
Você pode acabar descobrindo que alguns anéis estão muito próximos para serem visualizados com
clareza. Se necessário, use uma lupa para enxergá-los melhor.
20 II) Conte os anéis da medula à casca. Encontre a medula, o círculo central no meio dos anéis concêntricos, e comece a contagem a partir do primeiro anel escuro. Avance até ter chegado à casca. O último anel estará pressionado contra a superfície externa e será difícil de discernir, mas lembre-se de incluí-lo em sua contagem. Se você tiver dificuldade para avançar nesse processo, anote ou faça uma marca a cada 10 anéis com um lápis.
Disponível em: https://pt.wikihow.com/Determinar-a-Idade-de-uma-%C3%81rvore https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/81199075/metodo-para-calcular-a-idade-de-arvores-foi-tema-de-curso-na-embrapa-amapa https://www.iguiecologia.com/idade-das-arvores-e-possivel-saber/. Acesso em: 04 nov. 2023. Texto adaptado.
Texto 3
COMO DETERMINAR A IDADE DE UMA ÁRVORE
Você sabe como calcular a idade das árvores? Uma forma é usar a dendrocronologia, técnica baseada no estudo dos anéis de crescimento da árvore.
Contando os anéis em um toco de árvore
I) Examine os anéis de um toco exposto. Essa
quantidade indica o número de anos que a árvore
chegou a viver. Você verá anéis de cor mais clara e
5 mais escura — um ano de crescimento equivale a um
anel claro mais um escuro. Como são mais fáceis de
distinguir, conte os anéis escuros para estimar esse
valor.
Os anéis também mostram muito sobre as condições
10 climáticas de um ano em particular. Anéis mais finos
representam anos mais frios ou secos, enquanto os
mais espessos se desenvolvem nas melhores
condições.
II) Lixe o toco para enxergar os anéis com maior
clareza. Se estiver difícil visualizá-los, comece lixando
o toco da árvore com uma lixa áspera, de grão 60. Finalize o serviço com uma lixa fina, de grão 400.
Borrifar água levemente na superfície também facilita a visualização dos anéis.
Você pode acabar descobrindo que alguns anéis estão muito próximos para serem visualizados com
clareza. Se necessário, use uma lupa para enxergá-los melhor.
20 II) Conte os anéis da medula à casca. Encontre a medula, o círculo central no meio dos anéis concêntricos, e comece a contagem a partir do primeiro anel escuro. Avance até ter chegado à casca. O último anel estará pressionado contra a superfície externa e será difícil de discernir, mas lembre-se de incluí-lo em sua contagem. Se você tiver dificuldade para avançar nesse processo, anote ou faça uma marca a cada 10 anéis com um lápis.
Disponível em: https://pt.wikihow.com/Determinar-a-Idade-de-uma-%C3%81rvore https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/81199075/metodo-para-calcular-a-idade-de-arvores-foi-tema-de-curso-na-embrapa-amapa https://www.iguiecologia.com/idade-das-arvores-e-possivel-saber/. Acesso em: 04 nov. 2023. Texto adaptado.
Texto 3
COMO DETERMINAR A IDADE DE UMA ÁRVORE
Você sabe como calcular a idade das árvores? Uma forma é usar a dendrocronologia, técnica baseada no estudo dos anéis de crescimento da árvore.
Contando os anéis em um toco de árvore
I) Examine os anéis de um toco exposto. Essa
quantidade indica o número de anos que a árvore
chegou a viver. Você verá anéis de cor mais clara e
5 mais escura — um ano de crescimento equivale a um
anel claro mais um escuro. Como são mais fáceis de
distinguir, conte os anéis escuros para estimar esse
valor.
Os anéis também mostram muito sobre as condições
10 climáticas de um ano em particular. Anéis mais finos
representam anos mais frios ou secos, enquanto os
mais espessos se desenvolvem nas melhores
condições.
II) Lixe o toco para enxergar os anéis com maior
clareza. Se estiver difícil visualizá-los, comece lixando
o toco da árvore com uma lixa áspera, de grão 60. Finalize o serviço com uma lixa fina, de grão 400.
Borrifar água levemente na superfície também facilita a visualização dos anéis.
Você pode acabar descobrindo que alguns anéis estão muito próximos para serem visualizados com
clareza. Se necessário, use uma lupa para enxergá-los melhor.
20 II) Conte os anéis da medula à casca. Encontre a medula, o círculo central no meio dos anéis concêntricos, e comece a contagem a partir do primeiro anel escuro. Avance até ter chegado à casca. O último anel estará pressionado contra a superfície externa e será difícil de discernir, mas lembre-se de incluí-lo em sua contagem. Se você tiver dificuldade para avançar nesse processo, anote ou faça uma marca a cada 10 anéis com um lápis.
Disponível em: https://pt.wikihow.com/Determinar-a-Idade-de-uma-%C3%81rvore https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/81199075/metodo-para-calcular-a-idade-de-arvores-foi-tema-de-curso-na-embrapa-amapa https://www.iguiecologia.com/idade-das-arvores-e-possivel-saber/. Acesso em: 04 nov. 2023. Texto adaptado.
Texto 2

Disponível em: https://sampi.net.br/bauru/noticias/2788373/charges/2023/09/charge. Acesso em: 17 nov. 2023.
Texto 1
Menino e madeira

CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento.
Texto 1
Menino e madeira

CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento.
João Anzanello Carrascoza é um escritor premiado, redator e professor universitário, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira da contemporaneidade.
Em relação ao conto “Menino e madeira”, é possível afirmar que
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O Dilúvio
(Lenda Kaiapó)
Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.
As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.
Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.
Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O Dilúvio
(Lenda Kaiapó)
Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.
As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.
Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.
Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram.
As regras da sensatez
Rui Veloso
Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz
Nunca mais voltes à casa
Onde ardeste de paixão
Só encontrarás erva rasa
Por entre as lajes do chão
Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado
São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta, desta é de vez
Por grande a tentação
Que te crie a saudade
Não mates a recordação
Que lembra a felicidade
Nunca voltes ao lugar
Onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza
Que dá na garganta nós
São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta, desta é de vez