Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3384038 Português

BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://cantinholiterariososriosdobrasil.wordpress.com/2015/05/05/armandi nho-protegendo-as-arvores-tirinha-de-alexandre-beck/. Acesso em: 14 dez. 2023.

O tema principal abordado na tirinha é 
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Q3384037 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

No terceiro parágrafo, “habilidades cognitivas” pode ser um sinônimo de capacidades de aprendizado. Uma ideia contrária a essa expressão é 
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Q3384035 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

Para convencer o leitor sobre o ponto de vista defendido no texto, o segundo parágrafo 
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Q3384034 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

As informações contidas no texto reforçam a ideia de que a jardinagem 
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Q3384032 Português

Disponível em: https://www.facebook.com/adea.educacaoambiental/photos/a.11866228846 81048/3862483163761660/?type=3. Acesso em: 13 dez. 2023. 


A relação de sentido existente entre o trecho “antes que qualquer árvore seja plantada ou qualquer lago seja construído, é preciso que as árvores e os lagos tenham nascido dentro da alma” e a primeira oração da mensagem escrita é de 
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Q3384031 Português

Disponível em: https://www.facebook.com/adea.educacaoambiental/photos/a.11866228846 81048/3862483163761660/?type=3. Acesso em: 13 dez. 2023. 


O trecho do texto que apresenta sentido figurado das palavras é 
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Q3384030 Português

Disponível em: https://www.facebook.com/adea.educacaoambiental/photos/a.11866228846 81048/3862483163761660/?type=3. Acesso em: 13 dez. 2023. 


O objetivo do texto é 
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Q3384028 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

No trecho “Já murcha e com a cor particular da morte”, a função dos termos destacados é a de 
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Q3384027 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

No trecho “peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara”, as ações do narrador-personagem indicam que ele estava sentindo
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Q3384026 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

O acontecimento que dá início à crônica é 
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Q3384025 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

No texto, a palavra “ofício” é sinônimo de
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Q3384023 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

De acordo com o texto, a Casa Porto Seguro é utilizada como 
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Q3384022 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

O objetivo principal do texto é
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Q3383843 Português
Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção

        O Senado aprovou nesta terça-feira 19 um projeto de lei para recriar a cota de exibição para filmes brasileiros, com validade até 2033. A chamada “cota de tela” havia acabado em 2021, quando expirou o prazo de 20 anos previsto por uma medida provisória. “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica”, diz um trecho do relatório.

        A redação determina que salas, espaços e locais de exibição pública comercial fiquem obrigados a exibir obras brasileiras de longa-metragem, observados o número mínimo de sessões e a diversidade de títulos. Cabe à Agência Nacional de Cinema o controle de um decreto do governo federal. A Ancine e entidades representativas de produtores de cinema, de distribuidores e de exibidores deverão ser consultadas.


Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/politica/senado-aprova-cotade-exibicao-de-filmes-brasileiros-nos-cinemas-texto-segue-para-sancao/> . Acesso em: 15 jan. 2024. [Adaptado].
O título da notícia apresenta uma estrutura que foge ao padrão, segundo o qual não há pontuação num título. O propósito comunicativo do título “Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção” revela uma escolha discursiva que indica 
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Q3383842 Português

Observe a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/sociedade/angeli-e-laerteocupam-paulista-com-charges-sobre-direitos-humanos/>. Acesso em 16 dez. 2023.



A imagem apresenta uma cena que revela

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Q3383841 Português
Fogos de artifício

Roberto Célio Silva - Setor Pedro Ludovico, Goiânia

Para este final de ano, durante as festas de Natal e Réveillon, que tal deixarmos de lado foguetes, rojões, bombas, bombinhas e fogos de artifício? Já temos ciência de que estes trazem grandes incômodos e prejuízos à natureza, sobretudo para os animais. Perturbam tanto idosos, crianças e doentes. Assustam demais portadores de alguns espectros do tipo mental. Atrapalham o funcionamento de hospitais e podem causar danos físicos até mesmo em quem insiste nessas práticas que, sinceramente, além de antipáticas, já caíram de moda há tempos! Por favor! Pensemos nisso!


Disponível em:<https://opopular.com.br/opiniao/carta-dos-leitores/cartas1.3091263> . Acesso em: 16 dez. 2023.
A organização informacional da carta do leitor Roberto Silva se dá mediante a apresentação de
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Q3383840 Português
Fogos de artifício

Roberto Célio Silva - Setor Pedro Ludovico, Goiânia

Para este final de ano, durante as festas de Natal e Réveillon, que tal deixarmos de lado foguetes, rojões, bombas, bombinhas e fogos de artifício? Já temos ciência de que estes trazem grandes incômodos e prejuízos à natureza, sobretudo para os animais. Perturbam tanto idosos, crianças e doentes. Assustam demais portadores de alguns espectros do tipo mental. Atrapalham o funcionamento de hospitais e podem causar danos físicos até mesmo em quem insiste nessas práticas que, sinceramente, além de antipáticas, já caíram de moda há tempos! Por favor! Pensemos nisso!


Disponível em:<https://opopular.com.br/opiniao/carta-dos-leitores/cartas1.3091263> . Acesso em: 16 dez. 2023.
A publicação de cartas de leitor por um jornal encontra limitações quanto à estrutura e quantidade do conteúdo expresso na carta. No texto apresentado, quais são os elementos mais relevantes da carta de leitor?
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Q3383680 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.

Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:

Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.

As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.

As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.

Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.

Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.

Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.

A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.

(...)

Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.

É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.

A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.

Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Considerando-se o contexto, traduz-se INADEQUADAMENTE o sentido de um segmento do texto em:
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Q3383627 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O zelador do labirinto

    Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc.
    Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa.
    Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
— Como sair?
— A saída! Onde fica a saída?
— É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
    Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída!
    Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
— Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...
— Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel.
    Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
    O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 
O pronome “lhes”, que ocorre em “Alguém precisava lhes mostrar a saída!”, se refere:
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Q3383626 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O zelador do labirinto

    Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta etc.
    Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material de que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa.
    Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.
— Como sair?
— A saída! Onde fica a saída?
— É por ali — apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.
    Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída. Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída!
    Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.
— Saiam por ali e virem à esquerda. Depois à direita, depois à esquerda, esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...
— Espere! — gritou alguém. — Ponha isso num papel.
    Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e o toco de lápis e começou a escrever. — Deixa ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda... Hesitou. — Não, direita. É isso. Direita, direita, esquerda... Ou direita outra vez?
    O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivessem pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde ficava a saída?
    A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podiam adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 
Segundo o texto, o zelador se apavorou porque:
Alternativas
Respostas
27241: E
27242: C
27243: C
27244: A
27245: B
27246: D
27247: B
27248: C
27249: D
27250: D
27251: E
27252: A
27253: C
27254: D
27255: A
27256: E
27257: C
27258: C
27259: D
27260: C