Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3400265 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Nesse texto, é possível identificar marcas de intertextualidade explícita. Assinale a alternativa que apresenta corretamente esse tipo de referência entre textos. 
Alternativas
Q3400264 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Considerando-se seus aspectos de construção, é possível afirmar que o tipo textual que fundamenta o texto apresentado é o: 
Alternativas
Q3400263 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Levando-se em consideração a teoria clássica de funções da linguagem, qual é a função predominante nesse texto?  
Alternativas
Q3400262 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Qual é a finalidade do texto apresentado?
Alternativas
Q3400135 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é um dos benefícios sociais mencionados pela ACE relacionado à caminhada pelo bairro?
Alternativas
Q3400134 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é a análise feita pelo American Council of Exercise acerca do ato de caminhar em volta do quarteirão?
Alternativas
Q3400133 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é uma das consequências da prática de caminhar para a saúde? 
Alternativas
Q3400132 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Caminhar pelo quarteirão é bom para saúde − e por um motivo surpreendente


Já está mais do que comprovado que o simples ato de caminhar diariamente faz muito bem à saúde e é um antídoto para o sedentarismo a quase todas as pessoas, independentemente da idade e da quantidade de exercícios físicos que faz semanalmente.


Segundo a revista científica British Journal of Sports Medicine, a prática de caminhar de 9 a 10 mil passos diários reduz o risco de morte em mais de 1/3. Também diminui o risco de doenças cardiovasculares em pelo menos 20%, como reforça um artigo de National Geographic sobre o tema, intitulado "A sua caminhada diária precisa ter 10 mil passos? Veja o que a ciência diz". "Mesmo aumentos menores no número diário de passos mostraram benefício à saúde", informam os pesquisadores após um estudo da realizado com mais de 72 mil pessoas.


Já de acordo com o American Council of Exercise (organização global sem fins lucrativos que trabalha para melhorar os níveis de atividade física) mesmo o ato de caminhar em volta do quarteirão, no próprio bairro, já beneficia o corpo − e faz dessa atividade a mais acessível para cuidar da saúde.


 "De baixo risco e fácil de começar, a caminhada deve ser incentivada por causa de seus vários benefícios à saúde, que incluem redução da pressão arterial e melhora da saúde mental", reforça a ACE sobre o tema.


A entidade explica que a caminhada pelo bairro também ajuda a conectar as pessoas com seus vizinhos e a própria comunidade. "Só nos Estados Unidos, mais de um quinto dos adultos diz que frequentemente ou sempre se sente solitário ou isolado dos outros. Ao incentivar as pessoas a caminharem em suas vizinhanças, elas encontram mais oportunidades de se envolverem com os membros de suas comunidades, obtendo assim benefícios sociais e de saúde", informa a ACE.


 Ainda segundo dados do órgão norte-americano, pesquisas apontam para a importância de "bairros que podem ser percorridos a pé" e da "caminhada como um meio de restaurar as conexões sociais".

Em tempos nos quais diversos serviços de saúde mundo afora indicam que há uma "epidemia de solidão" entre as pessoas adultas, a ACE defende que a caminhada pelo quarteirão acompanhado de um vizinho ou membro da comunidade traz vantagens adicionais semelhantes às de um "amigo do fitness", ou seja, o famoso "colega de academia". "Ambos proporcionam um benefício social, bem como um fator de responsabilidade, o que aumenta a probabilidade de que a atividade física seja mantida e continuada".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/04/caminhar-pel o-quarteirao-e-bom-para-saude-e-por-um-motivo-surpreendente



Qual é a consequência mencionada pela ACE dos benefícios sociais ganhos com a caminhada?
Alternativas
Q3400122 Português

A aprendizagem sempre passa pelo Sistema Nervoso Central, no entanto, segundo Rotta (2006), nem sempre ele é responsável pelo fracasso escolar. Dados apontam que as dificuldades para a aprendizagem podem chegar a 50% e como causas primárias têm-se problemas como a dislexias, discalculias, dispraxias, disgnosias, déficits de atenção e hiperatividade, que necessitam ser investigados. No entanto não são as únicas causas, devem-se olhar também as causas não primárias como problemas físicos, socioeconômicos e pedagógicos.


Fonte: SPRADA, Thanise Pereira; GARGHETTI, Francine Cristine. Dificuldades de Aprendizagem: identificação, avaliação e tratamento. Revista Psicologia em Foco, v. 8, n. 11, p. 15-35, 2016.


De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3400025 Português
Leia este texto de Arnaldo Antunes e responda à questão seguir.

“As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo, forma, cor, posição, textura, duração, densidade, cheiro, valor, consistência, profundidade, contorno, temperatura, função, aparência, preço, destino, idade, sentido. As coisas não têm paz.”

O autor enumerou vários elementos que completam o verbo ter sem empregar nenhuma conjunção. O nome dado a esse recurso é: 
Alternativas
Q3399875 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o efeito da dieta rica em gordura e açúcar nos camundongos adolescentes, de acordo com o estudo mencionado?
Alternativas
Q3399874 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual é a relação entre a doença de Alzheimer e o neurotransmissor acetilcolina? 
Alternativas
Q3399873 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o efeito da dieta com "junk food" nos ratos em relação à memória dos objetos, conforme o estudo mencionado?
Alternativas
Q3399872 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória


Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.

 

No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.


"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."


Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.


Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.


Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.


Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.


A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.


De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.


Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.


"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."


De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.


Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.


Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação. 


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/

Qual foi o resultado da intervenção com os medicamentos PNU-282987 e carbacol nos ratos com danos à memória devido à dieta com "junk food"?
Alternativas
Q3399811 Português

Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.


Chicó


    “[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”


SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.

“Auto da Compadecida” trata-se de uma peça teatral, portanto, prevalece em sua construção o discurso direto. Ao passar a fala do personagem para o discurso indireto, ela ficará da seguinte forma:
Alternativas
Q3399810 Português

Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.


Chicó


    “[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”


SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.

Qual a figura de linguagem presente no trecho sublinhado acima?
Alternativas
Q3399809 Português

Instrução: Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



Considerando o contexto da tirinha, entende-se por galhofa:
Alternativas
Q3399808 Português

Instrução: Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



Evidencia-se, nessa tirinha, a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Q3399803 Português

Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Avançar na leitura e na cidadania

No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede

Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10


    Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.

    No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).

    O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.

    Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.

    Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.

    O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.

    Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.

    Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.


O Tempo. Disponível em: . Acesso em: 08 de fev. 2024. 

Para estruturar sua argumentação, o texto lançou mão de alguns recursos. Analise-os:



I. contextualização


II. citação


III. fatos históricos


IV. comparação



Quais recursos fazem parte da construção do texto “Avançar na leitura e na cidadania”?

Alternativas
Q3399802 Português

Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Avançar na leitura e na cidadania

No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede

Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10


    Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.

    No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).

    O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.

    Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.

    Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.

    O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.

    Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.

    Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.


O Tempo. Disponível em: . Acesso em: 08 de fev. 2024. 

Sobre a problemática tratada no texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Respostas
26961: D
26962: B
26963: A
26964: C
26965: A
26966: B
26967: C
26968: C
26969: C
26970: A
26971: C
26972: B
26973: C
26974: C
26975: A
26976: D
26977: C
26978: B
26979: A
26980: B