Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3402022 Português
Considerando as figuras de linguagem, assinalar a alternativa na qual o ditado popular foi estruturado a partir de um eufemismo:
Alternativas
Q3402017 Português
Saneamento Básico no Brasil

A geração de esgotos na área urbana está diretamente associada à população. As principais concentrações populacionais, por sua vez, ocorrem nas capitais das Unidades da Federação e seu entorno, concentrando, portanto, a maior quantidade dos esgotos gerados no País.

O panorama geral dos serviços de esgotamento sanitário para a população urbana do País pode ser resumido nas seguintes parcelas: 43% possuem seu esgoto coletado e tratado e 12% utilizam-se de solução individual, ou seja, 55% da população urbana brasileira pode ser considerada provida com atendimento adequado à luz do Plano Nacional de Saneamento Básico; 18% têm seu esgoto coletado e não tratado, o que pode ser considerado como um atendimento precário; e 27% não possuem coleta nem tratamento, isto é, sem atendimento por serviço de esgotamento sanitário.

O Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil publicado em 2015 mostrou que 21% dos pontos de monitoramento localizados em corpos d’água próximos a áreas urbanas resultaram num Índice de Qualidade das Águas — IQA ruim ou péssimo, enquanto para todo o universo de pontos monitorados os resultados ruim ou péssimo foram cerca de 7%.

Isso corrobora a percepção de que muitos problemas de qualidade de água estão concentrados próximos a grandes aglomerados urbanos e indicam a poluição por esgotos lançados sem o tratamento adequado.

O lançamento de esgotos nos corpos hídricos sem o adequado tratamento tem resultado no comprometimento da qualidade da água, podendo impactar na saúde da população e até inviabilizar o fornecimento de água, especialmente para o abastecimento humano.

Por fim, ainda que a coleta e o tratamento dos esgotos gerados sejam capazes de mitigar impactos na saúde pública e nos recursos hídricos, não podem prescindir de uma avaliação da capacidade de diluição dos respectivos corpos receptores e da necessidade de compatibilização com a qualidade requerida para a manutenção dos diversos usos da água presentes nesses corpos hídricos.

Agência Nacional de Águas e Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Adaptado.
No último parágrafo, no segmento: “Por fim, ainda que a coleta e o tratamento dos esgotos gerados sejam capazes de mitigar impactos na saúde pública e nos recursos hídricos [...]”, o verbo “mitigar” significa:
Alternativas
Q3402016 Português
Saneamento Básico no Brasil

A geração de esgotos na área urbana está diretamente associada à população. As principais concentrações populacionais, por sua vez, ocorrem nas capitais das Unidades da Federação e seu entorno, concentrando, portanto, a maior quantidade dos esgotos gerados no País.

O panorama geral dos serviços de esgotamento sanitário para a população urbana do País pode ser resumido nas seguintes parcelas: 43% possuem seu esgoto coletado e tratado e 12% utilizam-se de solução individual, ou seja, 55% da população urbana brasileira pode ser considerada provida com atendimento adequado à luz do Plano Nacional de Saneamento Básico; 18% têm seu esgoto coletado e não tratado, o que pode ser considerado como um atendimento precário; e 27% não possuem coleta nem tratamento, isto é, sem atendimento por serviço de esgotamento sanitário.

O Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil publicado em 2015 mostrou que 21% dos pontos de monitoramento localizados em corpos d’água próximos a áreas urbanas resultaram num Índice de Qualidade das Águas — IQA ruim ou péssimo, enquanto para todo o universo de pontos monitorados os resultados ruim ou péssimo foram cerca de 7%.

Isso corrobora a percepção de que muitos problemas de qualidade de água estão concentrados próximos a grandes aglomerados urbanos e indicam a poluição por esgotos lançados sem o tratamento adequado.

O lançamento de esgotos nos corpos hídricos sem o adequado tratamento tem resultado no comprometimento da qualidade da água, podendo impactar na saúde da população e até inviabilizar o fornecimento de água, especialmente para o abastecimento humano.

Por fim, ainda que a coleta e o tratamento dos esgotos gerados sejam capazes de mitigar impactos na saúde pública e nos recursos hídricos, não podem prescindir de uma avaliação da capacidade de diluição dos respectivos corpos receptores e da necessidade de compatibilização com a qualidade requerida para a manutenção dos diversos usos da água presentes nesses corpos hídricos.

Agência Nacional de Águas e Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Adaptado.
“O Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil publicado em 2015 mostrou que 21% dos pontos de monitoramento localizados em corpos d’água próximos a áreas urbanas resultaram num Índice de Qualidade das Águas — IQA ruim ou péssimo [...]”. (3º parágrafo)
Nessa passagem do texto, temos uma informação pressuposta. Assinalar a alternativa que apresenta uma pressuposição a partir desse segmento. 
Alternativas
Q3402015 Português
Saneamento Básico no Brasil

A geração de esgotos na área urbana está diretamente associada à população. As principais concentrações populacionais, por sua vez, ocorrem nas capitais das Unidades da Federação e seu entorno, concentrando, portanto, a maior quantidade dos esgotos gerados no País.

O panorama geral dos serviços de esgotamento sanitário para a população urbana do País pode ser resumido nas seguintes parcelas: 43% possuem seu esgoto coletado e tratado e 12% utilizam-se de solução individual, ou seja, 55% da população urbana brasileira pode ser considerada provida com atendimento adequado à luz do Plano Nacional de Saneamento Básico; 18% têm seu esgoto coletado e não tratado, o que pode ser considerado como um atendimento precário; e 27% não possuem coleta nem tratamento, isto é, sem atendimento por serviço de esgotamento sanitário.

O Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil publicado em 2015 mostrou que 21% dos pontos de monitoramento localizados em corpos d’água próximos a áreas urbanas resultaram num Índice de Qualidade das Águas — IQA ruim ou péssimo, enquanto para todo o universo de pontos monitorados os resultados ruim ou péssimo foram cerca de 7%.

Isso corrobora a percepção de que muitos problemas de qualidade de água estão concentrados próximos a grandes aglomerados urbanos e indicam a poluição por esgotos lançados sem o tratamento adequado.

O lançamento de esgotos nos corpos hídricos sem o adequado tratamento tem resultado no comprometimento da qualidade da água, podendo impactar na saúde da população e até inviabilizar o fornecimento de água, especialmente para o abastecimento humano.

Por fim, ainda que a coleta e o tratamento dos esgotos gerados sejam capazes de mitigar impactos na saúde pública e nos recursos hídricos, não podem prescindir de uma avaliação da capacidade de diluição dos respectivos corpos receptores e da necessidade de compatibilização com a qualidade requerida para a manutenção dos diversos usos da água presentes nesses corpos hídricos.

Agência Nacional de Águas e Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Adaptado.
Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens.

I. A maioria da população brasileira é assistida por meio de um saneamento básico adequado.
II. Segundo o 1º parágrafo, quanto mais habitantes houver, maior a quantidade de esgoto produzida.
III. Os 27% da população que não possuem acesso ao saneamento básico vivem em áreas periféricas ou em interiores.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3401991 Português
De acordo com Amanda Ripley em “As crianças mais inteligentes do mundo”, pesquisas recentes revelam que o sucesso na educação é resultado de uma combinação complexa de diversos fatores. Dentre esses fatores, NÃO podemos destacar:
Alternativas
Q3401968 Português
Leia o texto para responder à questão.

Bobagem

     Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.

       — Alô?

       — Alô. Sou eu.

       — Eu quem?

       — Eu, pô.

      O outro fez silêncio. Depois disse:

      — Ah. É você.

     — Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?

     — Obrigado.       

     — Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...

     — Feliz Ano-Novo pra você também.

     — Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.

    — Eu também não lembro.

    — Então, grande. Como vai Vivinha?

    — Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...

   Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.

   — A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.

  Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.

  Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A transposição do excerto “— Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.”, que está em discurso direto, para discurso indireto resultaria em:
Alternativas
Q3401967 Português
Leia o texto para responder à questão.

Bobagem

     Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.

       — Alô?

       — Alô. Sou eu.

       — Eu quem?

       — Eu, pô.

      O outro fez silêncio. Depois disse:

      — Ah. É você.

     — Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?

     — Obrigado.       

     — Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...

     — Feliz Ano-Novo pra você também.

     — Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.

    — Eu também não lembro.

    — Então, grande. Como vai Vivinha?

    — Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...

   Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.

   — A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.

  Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.

  Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A palavra “enternecido”, que ocorre no excerto “Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.”, exprime o contrário de:
Alternativas
Q3401966 Português
Leia o texto para responder à questão.

Bobagem

     Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.

       — Alô?

       — Alô. Sou eu.

       — Eu quem?

       — Eu, pô.

      O outro fez silêncio. Depois disse:

      — Ah. É você.

     — Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?

     — Obrigado.       

     — Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...

     — Feliz Ano-Novo pra você também.

     — Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.

    — Eu também não lembro.

    — Então, grande. Como vai Vivinha?

    — Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...

   Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.

   — A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.

  Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.

  Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “— A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.”, a palavra “assim” é empregada como um recurso coesivo. O elemento do texto a que se refere tal palavra é:
Alternativas
Q3401965 Português
Leia o texto para responder à questão.

Bobagem

     Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.

       — Alô?

       — Alô. Sou eu.

       — Eu quem?

       — Eu, pô.

      O outro fez silêncio. Depois disse:

      — Ah. É você.

     — Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?

     — Obrigado.       

     — Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...

     — Feliz Ano-Novo pra você também.

     — Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.

    — Eu também não lembro.

    — Então, grande. Como vai Vivinha?

    — Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...

   Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.

   — A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.

  Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.

  Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Com o final da narrativa, conclui-se que o personagem que toma a iniciativa de telefonar para a pessoa com quem havia se desentendido:
Alternativas
Q3401903 Português
Durante uma audiência judicial na qual se discutia uma briga entre vizinhos, após dada a sentença, Paulo enrugou a testa e saiu do tribunal. Interpretando as informações textuais, a atitude de Paulo indica que ele: 
Alternativas
Q3401899 Português
Você se sente estressado e sobrecarregado com muita frequência? Isso pode ter relação com o consumo de redes sociais. Segundo pesquisadores, reduzir o uso em pelo menos 30 minutos por dia já faz muita diferença: melhora a saúde mental, a satisfação e o comprometimento no trabalho.

Os resultados do estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa e Tratamento de Saúde Mental da Universidade de Ruhr, na Alemanha, e pelo Centro Alemão de Saúde Mental, foram publicados este mês no periódico Behaviour & Information Technology.

As redes sociais se tornaram parte da vida de muitas pessoas. Entretanto, alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas tem um impacto negativo na saúde mental, fazendo com que os usuários temam perder algo importante quando não estão online.

"Suspeitamos que as pessoas tendem a usar as redes sociais para gerar emoções positivas que estão ausentes em sua vida cotidiana, especialmente quando se sentem sobrecarregadas", explica a professora Julia Brailovskaia, autora do estudo.

Um total de 166 pessoas participaram, todas trabalhando em diversos setores. Os integrantes, que gastavam pelo menos 35 minutos por dia em uso de redes sociais não relacionados ao trabalho, foram aleatoriamente divididos em dois grupos. Um não alterou seus hábitos de redes sociais. O outro reduziu o tempo gasto nessas redes em 30 minutos diários durante sete dias.

Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois, fornecendo informações sobre sua carga de trabalho, satisfação no trabalho, comprometimento, saúde mental, níveis de estresse e comportamentos indicativos de uso viciante de redes sociais.

"Mesmo após esse curto período de tempo, o grupo que passou 30 minutos diários a menos em redes sociais melhorou significativamente sua satisfação no trabalho e saúde mental", destaca Julia. Os participantes desse grupo se sentiram menos sobrecarregados e estavam mais comprometidos no trabalho do que o grupo de controle, segundo os resultados.

Os efeitos duraram pelo menos uma semana após o término do experimento. Alguns participantes continuaram reduzindo o uso diário de redes sociais após uma semana.

Os pesquisadores presumem que, reduzindo o uso de redes sociais, os participantes tiveram mais tempo para realizar suas tarefas, resultando em menor sensação de sobrecarga e maior foco. Tais resultados estão alinhados com pesquisas anteriores feitas pelo grupo, que relacionaram redução do consumo diário de redes sociais com melhora da saúde mental.

(Fonte: PRONIN, Tatiana. Dr. Jairo Bouer — adaptado.)
Em: “[...] alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas [...]” (3º parágrafo), o vocábulo sublinhado refere-se a:
Alternativas
Q3401896 Português
Você se sente estressado e sobrecarregado com muita frequência? Isso pode ter relação com o consumo de redes sociais. Segundo pesquisadores, reduzir o uso em pelo menos 30 minutos por dia já faz muita diferença: melhora a saúde mental, a satisfação e o comprometimento no trabalho.

Os resultados do estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa e Tratamento de Saúde Mental da Universidade de Ruhr, na Alemanha, e pelo Centro Alemão de Saúde Mental, foram publicados este mês no periódico Behaviour & Information Technology.

As redes sociais se tornaram parte da vida de muitas pessoas. Entretanto, alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas tem um impacto negativo na saúde mental, fazendo com que os usuários temam perder algo importante quando não estão online.

"Suspeitamos que as pessoas tendem a usar as redes sociais para gerar emoções positivas que estão ausentes em sua vida cotidiana, especialmente quando se sentem sobrecarregadas", explica a professora Julia Brailovskaia, autora do estudo.

Um total de 166 pessoas participaram, todas trabalhando em diversos setores. Os integrantes, que gastavam pelo menos 35 minutos por dia em uso de redes sociais não relacionados ao trabalho, foram aleatoriamente divididos em dois grupos. Um não alterou seus hábitos de redes sociais. O outro reduziu o tempo gasto nessas redes em 30 minutos diários durante sete dias.

Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois, fornecendo informações sobre sua carga de trabalho, satisfação no trabalho, comprometimento, saúde mental, níveis de estresse e comportamentos indicativos de uso viciante de redes sociais.

"Mesmo após esse curto período de tempo, o grupo que passou 30 minutos diários a menos em redes sociais melhorou significativamente sua satisfação no trabalho e saúde mental", destaca Julia. Os participantes desse grupo se sentiram menos sobrecarregados e estavam mais comprometidos no trabalho do que o grupo de controle, segundo os resultados.

Os efeitos duraram pelo menos uma semana após o término do experimento. Alguns participantes continuaram reduzindo o uso diário de redes sociais após uma semana.

Os pesquisadores presumem que, reduzindo o uso de redes sociais, os participantes tiveram mais tempo para realizar suas tarefas, resultando em menor sensação de sobrecarga e maior foco. Tais resultados estão alinhados com pesquisas anteriores feitas pelo grupo, que relacionaram redução do consumo diário de redes sociais com melhora da saúde mental.

(Fonte: PRONIN, Tatiana. Dr. Jairo Bouer — adaptado.)
 A respeito da estrutura e da forma como a linguagem está organizada no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Ocorre uma interação direta entre autora e leitor, por meio do emprego de um questionamento dirigido diretamente a ele, com utilização do pronome de tratamento “você”.
( ) O quinto parágrafo do texto traz informações com relação ao estudo realizado: número total e características dos participantes, bem como sobre a divisão deles em dois grupos para a realização da pesquisa.
( ) Os três últimos parágrafos tratam dos resultados do estudo, havendo também a interpretação deles pelos pesquisadores envolvidos e as implicações dos achados da pesquisa para a realização de investigações futuras.
Alternativas
Q3401895 Português
Você se sente estressado e sobrecarregado com muita frequência? Isso pode ter relação com o consumo de redes sociais. Segundo pesquisadores, reduzir o uso em pelo menos 30 minutos por dia já faz muita diferença: melhora a saúde mental, a satisfação e o comprometimento no trabalho.

Os resultados do estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa e Tratamento de Saúde Mental da Universidade de Ruhr, na Alemanha, e pelo Centro Alemão de Saúde Mental, foram publicados este mês no periódico Behaviour & Information Technology.

As redes sociais se tornaram parte da vida de muitas pessoas. Entretanto, alguns trabalhos já mostraram que interagir por meio delas tem um impacto negativo na saúde mental, fazendo com que os usuários temam perder algo importante quando não estão online.

"Suspeitamos que as pessoas tendem a usar as redes sociais para gerar emoções positivas que estão ausentes em sua vida cotidiana, especialmente quando se sentem sobrecarregadas", explica a professora Julia Brailovskaia, autora do estudo.

Um total de 166 pessoas participaram, todas trabalhando em diversos setores. Os integrantes, que gastavam pelo menos 35 minutos por dia em uso de redes sociais não relacionados ao trabalho, foram aleatoriamente divididos em dois grupos. Um não alterou seus hábitos de redes sociais. O outro reduziu o tempo gasto nessas redes em 30 minutos diários durante sete dias.

Todos preencheram vários questionários online antes do início do experimento, no dia seguinte ao início e uma semana depois, fornecendo informações sobre sua carga de trabalho, satisfação no trabalho, comprometimento, saúde mental, níveis de estresse e comportamentos indicativos de uso viciante de redes sociais.

"Mesmo após esse curto período de tempo, o grupo que passou 30 minutos diários a menos em redes sociais melhorou significativamente sua satisfação no trabalho e saúde mental", destaca Julia. Os participantes desse grupo se sentiram menos sobrecarregados e estavam mais comprometidos no trabalho do que o grupo de controle, segundo os resultados.

Os efeitos duraram pelo menos uma semana após o término do experimento. Alguns participantes continuaram reduzindo o uso diário de redes sociais após uma semana.

Os pesquisadores presumem que, reduzindo o uso de redes sociais, os participantes tiveram mais tempo para realizar suas tarefas, resultando em menor sensação de sobrecarga e maior foco. Tais resultados estão alinhados com pesquisas anteriores feitas pelo grupo, que relacionaram redução do consumo diário de redes sociais com melhora da saúde mental.

(Fonte: PRONIN, Tatiana. Dr. Jairo Bouer — adaptado.)
De acordo com as ideias expressas no texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3401525 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3401524 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
Releia o parágrafo "Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.
Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.
Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área."
A referenciação é um elemento importante na coesão textual. Os vocábulos destacados no enunciado acima têm como referentes, respectivamente:
Alternativas
Q3401419 Português
Em relação ao vocabulário adequado à comunicação com o público, analise os itens a seguir sobre o que pode ser usado pela/o Agente de Vigilância para expressar que será necessário aguardar:

I.um momento.
II.um minutinho.
III.um instante.
IV.um pouquinho.

É correto utilizar o que se afirma em:
Alternativas
Q3401393 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes. 


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes. 


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo.


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional". 


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível. 

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo.

SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024. 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o gênero textual de "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":
Alternativas
Q3401390 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes. 


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes. 


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo.


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional". 


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível. 

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo.

SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024. 

Analise os seguintes trechos, retirados do texto "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":

I. A civilização literalmente termina por lá.
II. Ela abriga o Global Seed Vault, basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes...
III. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade.

Assinale a alternativa que poderia substituir correta e respectivamente as palavras destacadas nos excertos sem prejuízo de valor:
Alternativas
Q3401344 Português
Mais de 120 pescadores são resgatados após ficarem presos em bloco de gelo nos EUA.


         Um total de 122 pescadores foram resgatados com sucesso de um bloco de gelo que se desprendeu em um lago no norte de Minnesota na noite de sexta-feira (30). O Gabinete do Xerife do Condado de Beltrami disse que os pescadores ficaram presos quando um bloco de gelo se soltou da camada de gelo principal no Upper Red Lake, a cerca de nove metros da costa, e não conseguiram voltar para terra firme. As autoridades foram chamadas pela primeira vez pouco antes das 17h (horário local).


        Enquanto esperavam pela equipe de emergência, alguns transeuntes tentaram usar uma canoa para resgatar alguns dos indivíduos presos. Durante a tentativa, quatro pessoas caíram na água, mas foram rapidamente resgatadas, segundo a delegacia.


        Os primeiros quatro pescadores foram resgatados por volta das 18h40 (horário local) e por volta das 19h37 todos os pescadores haviam conseguido voltar ao continente, informou o gabinete do xerife em uma publicação no Facebook. “Nossos socorristas tiveram muita prática este ano e é bastante impressionante que evacuamos 122 pessoas em menos de três horas desde a primeira chamada em uma área rural do condado”, disse Chris Mueller, oficial de informação pública do xerife.


        Em uma publicação no Facebook na quinta-feira, o Gabinete do Xerife do Condado de Beltrami e o Departamento de Recursos Naturais de Minnesota disseram que as condições do gelo em todo o estado estão mudando frequentemente com condições irregulares. “Embora a previsão pareça boa para a produção de gelo, as condições do gelo permanecerão ruins até que haja uma série de dias frios para formar gelo novo e claro. Por favor, permaneça na costa até que haja pelo menos dez centímetros de gelo novo e claro. Se você sair, certifique-se de ter todos os equipamentos de segurança adequados e verifique a espessura do gelo com frequência”, alertou o Departamento de Recursos Naturais.


          O gabinete do xerife foi chamado ao mesmo lago na quinta-feira devido a dois pescadores que caíram no gelo em um ATV, disseram em um comunicado. Os homens relataram que conseguiram sair da água, mas ficaram presos e não conseguiram voltar ao resort de onde vieram, disse o post. Ambos conseguiram voltar e não ficaram feridos.

      O gabinete do xerife acrescentou: “As chuvas recentes e as temperaturas prolongadas acima de zero causaram a deterioração das condições do gelo. Há muitas casas de gelo em toda a região que estão caindo no gelo e não podem ser removidas porque as equipes de recuperação relatam que o gelo está muito fraco. Eles estão esperançosos de que, com o tempo mais frio chegando, possam remover a propriedade com segurança. Se você optar por ir no gelo, verifique a espessura com frequência e saiba para onde está viajando. Verifique com os resorts da região antes de entrar no gelo.”


        Minnesota está encerrando um dezembro anormalmente quente, com temperaturas acima do normal quase todos os dias do mês, informou o Departamento de Recursos Naturais do estado. As temperaturas têm estado entre 10 e 15 graus acima das médias sazonais, criando condições precárias para criar gelo forte o suficiente para apoiar a pesca no gelo em grande parte do estado. Upper Red Lake é um local frequente de resgates no gelo.


        Um avião leve rompeu após pousar no gelo em 19 de dezembro; até 50 pessoas ficaram presas em 18 de dezembro e 200 precisaram ser resgatadas quando uma camada de gelo se soltou em novembro de 2022, informou a WCCO, afiliada da CNN. O condado de Beltrami está localizado no noroeste de Minnesota.

Fonte: Mais de 120 pescadores são resgatados após ficarem presos em bloco de gelo nos EUA | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3401306 Português
Gypsy Rose Blanchard é solta após 7 anos de prisão por assassinato da mãe.


         Gypsy Rose Blanchard, condenada por ter participado do assassinato da mãe Clauddine “Dee Dee” Blanchard, foi solta nesta quinta-feira (28), após sete anos de prisão. A informação foi confirmada pelo Departamento de Correções do Missouri. Crime aconteceu em 2015.


        Ela foi condenada a 10 anos de prisão em 2016, quando se declarou culpada, mas teve pena encurtada. Na época do assassinato, ela tinha apenas 23 anos de idade. Gypsy teria ajudado a planejar a morte da mãe, enquanto Nicholas Godejohn, namorado da jovem, foi considerado culpado por esfaquear Dee Dee Blanchard até a morte.


        Nicholas Godejohn recebeu pena de prisão perpétua em 2019, de acordo com informações do site Springfield News-Leader. Em 14 de junho de 2015, o perfil de Dee Dee no Facebook, publicou uma mensagem inusitada, que dizia: “Aquela v*dia está morta”. Isso acabou chamando a atenção da vizinhança, que acionou a polícia. A mulher foi encontrada morta com 17 facadas e sua filha estava até então desaparecida. Rastreando o IP de onde a publicação foi feita, a polícia chegou em Gypsy.


         Ela então confessou que o assassinato tinha sido cometido pelo namorado no dia 9 de junho. Gypsy afirmou que matou a mãe por vingança. Dee Dee tinha síndrome de Munchausen, tipo de abuso infantil em um dos pais simula doenças na criança em troca de atenção total da mesma.


       Ela chegou a inventar, e nutrir a invenção por anos, que a filha era portadora das doenças crônicas distrofia muscular, leucemia, asma, epilepsia e apneia do sono, e ainda obrigava a menina a usar cadeira de rodas desde a infância.


         Em entrevista à revista People, publicada na quarta-feira (27), Gypsy Rose disse que se arrepende do crime. “Ela não merecia isso”, disse. “Ela era uma mulher doente e infelizmente eu não tive educação suficiente para ver isso. Ela merecia estar onde estou, sentada na prisão cumprindo pena por comportamento criminoso”, complementou.


        “Se eu tivesse outra chance de refazer tudo, não sei se voltaria a quando era criança e diria aos meus tios e tias que não estou doente e que a mamãe me deixa doente”, diz Gypsy agora. “Ou, se eu voltasse exatamente ao ponto daquela conversa com Nick e dissesse a ele: ‘Quer saber, vou contar tudo à polícia'”, complementou.

Fonte: Gypsy Rose Blanchard é solta após 7 anos de prisão por assassinato da mãe | CNN Brasil

Assinale a alternativa que apresente o termo ao qual se refere o pronome em destaque no período: “Ela então confessou que o assassinato tinha sido cometido pelo namorado no dia 9 de junho”. 
Alternativas
Respostas
26901: B
26902: A
26903: D
26904: A
26905: D
26906: D
26907: B
26908: C
26909: B
26910: D
26911: B
26912: A
26913: A
26914: X
26915: D
26916: B
26917: E
26918: D
26919: B
26920: C