Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Sobre a relação entre alfabetismo e ambiente digital apresentada no texto, analise as assertivas:
I. O uso do telefone celular em parte da aplicação busca observar como habilidades de alfabetismo se articulam ao mundo digital.
II. O texto sugere que o ambiente digital pode oferecer oportunidades, mas também impor limites à participação social.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
A comparação entre os percentuais de 2018 e 2024, no caso dos jovens de 15 a 29 anos, contribui para mostrar que:
I. Houve agravamento discreto do problema nesse grupo, apesar da estabilidade no dado geral.
II. O analfabetismo funcional foi eliminado entre os jovens após a retomada da pesquisa.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Do ponto de vista estilístico, qual figura de linguagem baseia essa construção?
A conjunção MAS, presente no segundo balão, atua como articulador sintático do período composto.
Considerando a coerência e as relações lógico-semânticas estabelecidas por esse conectivo, é CORRETO afirmar que ele expressa uma ideia de:
I. Em “destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua”, a palavra minuciosamente pode ser substituída por cuidadosamente, mantendo a ideia de atenção ao detalhe.
II. Em “os perdulários da turma”, a palavra perdulários pode ser substituída por econômicos, mantendo a ideia de colegas que evitavam gastar folhas.
III. Em “Fui criado na escassez”, a palavra escassez pode ser substituída por limitação, preservando a noção de poucos recursos disponíveis.
Está correto o que se afirma em:
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Como se prevenir de doenças virais
Prevenir-se de doenças virais não é uma tarefa fácil, uma vez que existem diversos vírus, os quais podem ser transmitidos de diferentes formas. Entretanto, algumas doenças relativamente comuns podem ser evitadas com medidas bastante simples.
Muitas das doenças causadas por vírus são transmitidas por meio do contato com secreções ou gotículas de saliva. Outras são transmitidas por vetores ou até mesmo por alimentos contaminados. Algumas recomendações gerais podem ser adotadas para a prevenção de doenças causadas por vírus.
Dicas para evitar doenças virais
• Lavar sempre as mãos, principalmente antes de se alimentar e após ir ao banheiro.
• Alimentar-se apenas em locais que obedecem às normas da Vigilância Sanitária.
• Utilizar repelentes em áreas com grande quantidade de mosquitos, dando atenção especial às regiões que apresentam mosquitos Aedes aegypti.
• Vacinar-se obedecendo às orientações dos calendários de vacinação. Uma grande variedade de doenças pode ser prevenida com a vacina, como gripe, raiva, sarampo e catapora.
• Evitar aglomerações de pessoas em épocas de surtos de determinadas doenças. Em surtos de gripe, por exemplo, deve-se evitar locais fechados e com muitas pessoas.
Autor: SANTOS, Vanessa dos. Como se prevenir de doenças virais.
Brasil Escola.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Como se prevenir de doenças virais
Prevenir-se de doenças virais não é uma tarefa fácil, uma vez que existem diversos vírus, os quais podem ser transmitidos de diferentes formas. Entretanto, algumas doenças relativamente comuns podem ser evitadas com medidas bastante simples.
Muitas das doenças causadas por vírus são transmitidas por meio do contato com secreções ou gotículas de saliva. Outras são transmitidas por vetores ou até mesmo por alimentos contaminados. Algumas recomendações gerais podem ser adotadas para a prevenção de doenças causadas por vírus.
Dicas para evitar doenças virais
• Lavar sempre as mãos, principalmente antes de se alimentar e após ir ao banheiro.
• Alimentar-se apenas em locais que obedecem às normas da Vigilância Sanitária.
• Utilizar repelentes em áreas com grande quantidade de mosquitos, dando atenção especial às regiões que apresentam mosquitos Aedes aegypti.
• Vacinar-se obedecendo às orientações dos calendários de vacinação. Uma grande variedade de doenças pode ser prevenida com a vacina, como gripe, raiva, sarampo e catapora.
• Evitar aglomerações de pessoas em épocas de surtos de determinadas doenças. Em surtos de gripe, por exemplo, deve-se evitar locais fechados e com muitas pessoas.
Autor: SANTOS, Vanessa dos. Como se prevenir de doenças virais.
Brasil Escola.
O sentido e a correção da frase acima estarão preservados caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Numa nova redação, na qual se mantenham a correção e o sentido básico da frase acima, o elemento sublinhado pode ser adequadamente substituído por:
